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Mulher de 63 anos com diabetes tipo 2, insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada e doença renal crônica apresenta TFG de 28 mL/min/1,73 m² e relação albumina creatinina de 620 mg/g. Usa metformina em dose reduzida e losartana na maior dose tolerada. Hemoglobina glicada é 7,1%.

A intervenção farmacológica com maior benefício cardiorrenal adicional é
 

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Homem de 57 anos com diabetes tipo 2 em uso de empagliflozina é internado após jejum prolongado por cirurgia. Apresenta náuseas, dor abdominal e taquipneia. Glicose 184 mg/dL, pH 7,22, bicarbonato 11 mEq/L, ânion gap 24 mEq/L, beta hidroxibutirato 5,8 mmol/L e potássio 5,6 mEq/L.

A conduta mais apropriada é
 

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Mulher de 38 anos apresenta síndrome nefrótica, proteinúria de 8 g/dia, albumina 2,0 g/dL e função renal preservada. Anticorpo anti-PLA2R é fortemente positivo. Não há diabetes, lúpus, hepatites, neoplasia conhecida ou uso de fármacos associados.

A seguinte interpretação é mais apropriada:
 

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Mulher de 35 anos com asma utiliza budesonida formoterol em baixa dose como manutenção e alívio, correspondente ao esquema MART do degrau 3. Nas últimas oito semanas, apresenta despertares noturnos três vezes por semana, necessidade diária de doses de alívio e uma exacerbação tratada com corticoide sistêmico. O diagnóstico está confirmado, e técnica inalatória, adesão, exposições e comorbidades foram revisadas e corrigidas.

A melhor intensificação do tratamento é
 

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Homem de 73 anos, com internação recente e colonização prévia por Enterobacterales produtor de ESBL, apresenta choque séptico por pielonefrite obstrutiva. A via urinária foi drenada por cateter duplo J nas primeiras horas. As Hemoculturas foram positivas para Escherichia coli produtora de ESBL, sensível a meropenem e ertapenem, mas resistente a ceftriaxona, ciprofloxacino e sulfametoxazol trimetoprima. Após 72 horas de meropenem, encontra-se afebril, hemodinamicamente estável, sem vasopressores, sem sinais de infecção persistente, função gastrointestinal preservada e albumina sérica de 3,8 g/dL. Não há suspeita de infecção por Pseudomonas ou outro foco não controlado.

A estratégia antimicrobiana mais apropriada é
 

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Mulher de 64 anos é encontrada confusa após cirurgia ortopédica. Usa tramadol, sertralina e linezolida iniciada por infecção de prótese. Está febril, agitada, com diaforese, diarreia, midríase, tremor, hiperreflexia difusa e clônus induzível nos tornozelos. CK é 650 U/L.

O diagnóstico e a conduta inicial mais adequados são
 

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Mulher de 42 anos com artrite reumatoide soropositiva mantém atividade moderada após seis meses de metotrexato 25 mg por semana, ácido fólico e boa adesão. Após decisão compartilhada, está programado o início de um inibidor de TNF. O teste para tuberculose latente é positivo, sem sinais clínicos ou radiológicos de tuberculose ativa. A sorologia mostra HBsAg negativo, antiHBc total positivo e anti-HBs positivo, com HBV DNA indetectável, caracterizando infecção passada. As vacinas inativadas estão incompletas, incluindo a vacina recombinante contra herpes zóster.

Antes de iniciar o inibidor de TNF, a conduta mais apropriada é
 

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Homem de 62 anos apresenta dor torácica há 90 minutos, hipotensão e turgência jugular. O eletrocardiograma mostra supradesnivelamento de ST em DII, DIII e aVF, com supra maior em DIII e infradesnivelamento em DI e aVL. Derivações direitas mostram supra de 2 mm em V4R. Ausculta pulmonar sem estertores. O serviço dispõe de hemodinâmica com tempo estimado do diagnóstico até o cruzamento da lesão pela guia de 80 minutos.

A estratégia inicial mais apropriada é
 

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Homem de 67 anos, hipertenso, é admitido no pronto atendimento com febre, tosse produtiva e dispneia há três dias. Encontra-se confuso, com temperatura de 38,7 ºC, frequência cardíaca de 118 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, pressão arterial de 82/48 mmHg e saturação periférica de oxigênio de 91% em ar ambiente. A radiografia de tórax evidencia consolidação no lobo inferior direito. Exames laboratoriais mostram leucócitos de 18.400/mm³, creatinina de 2,0 mg/dL, sendo basal de 0,9 mg/dL, e lactato de 4,8 mmol/L.
Após coleta de culturas e início de antibioticoterapia, recebe solução cristaloide em volume total de 30 mL/kg. Na reavaliação, permanece com pressão arterial de 84/50 mmHg, frequência cardíaca de 112 bpm e lactato de 4,3 mmol/L. O tempo de enchimento capilar é de 5 segundos. A elevação passiva dos membros inferiores não produz aumento significativo do volume sistólico avaliado por ecocardiografia à beira-leito. Não há sinais de congestão pulmonar.

Nesse momento, a conduta mais apropriada é
 

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Uma mulher de 64 anos, com diagnóstico prévio de neuralgia do trigêmeo clássica, procura o serviço de emergência por intensificação importante da dor nas últimas 48 horas. Apresenta paroxismos de dor facial unilateral, em choque, envolvendo os territórios maxilar e mandibular direitos, com duração de segundos e desencadeados pela mastigação, fala e toque da face. Nas últimas horas, os episódios tornaram-se muito frequentes, impedindo alimentação e dificultando a ingestão de líquidos.
Faz uso regular de carbamazepina, com controle satisfatório até recentemente. Encontra-se consciente, hemodinamicamente estável e sem déficit neurológico focal ou alteração persistente da sensibilidade facial. Analgésicos convencionais administrados no serviço de emergência não proporcionaram controle adequado dos paroxismos.

O manejo imediato desse quadro deve
 

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