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Paciente de 29 anos apresenta perfuração timpânica central posterior à esquerda, sem evidência de colesteatoma, com cadeia ossicular íntegra. Durante a timpanoplastia, o Cirurgião opta pela técnica underlay com enxerto de fáscia temporal. Para realização dessa técnica, o posicionamento CORRETO do enxerto deve ser:
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Paciente de 42 anos, portador de otite média crônica colesteatomatosa à direita, é submetido a mastoidectomia canal wall-up com abordagem pelo recesso facial (timpanotomia posterior). Durante o planejamento cirúrgico, o Cirurgião revisa os limites anatômicos dessa via de acesso. Nesse contexto, assinale CORRETAMENTE os limites do triângulo ósseo que definem o recesso facial:
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Paciente de 55 anos submetida a ressecção lateral de osso temporal (LTBR) por carcinoma espinocelular T2 do conduto auditivo externo recebeu radioterapia adjuvante pós-operatória. Após seis meses, evolui com exposição óssea e drenagem purulenta na cavidade cirúrgica. Acerca do caso, a estratégia terapêutica reconhecida por reduzir essa complicação é:
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Criança de 4 anos apresenta otorreia persistente e destruição óssea da mastoide na tomografia computadorizada. A lesão é lítica, bem delimitada, centrada na ponta da mastoide, com preservação relativa dos ossículos e do ápice petroso. A imunohistoquímica que confirma a suspeita diagnóstica inclui positividade para:
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No estadiamento das neoplasias malignas do osso temporal, a ressonância magnética com contraste oferece informações complementares à tomografia computadorizada de alta resolução. Com base no tema, as indicações primárias que tornam a ressonância magnética superior à TCAR no estadiamento dessas neoplasias são:
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Paciente masculino, 68 anos, com carcinoma espinocelular de conduto auditivo externo esquerdo, apresenta trismo progressivo nas últimas semanas. Esse achado clínico indica extensão tumoral para:
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Paciente de 50 anos apresenta zumbido pulsátil à esquerda. A otoscopia revela massa retrotimpânica pulsátil avermelhada. A TCAR demonstra massa de partes moles sobre o promontório coclear, com bulbo jugular intacto e sem envolvimento do forame jugular. Nesse caso, o diagnóstico CORRETO é:
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Mulher de 32 anos, obesa, apresenta zumbido pulsátil à direita, sincrônico com os batimentos cardíacos, associado a cefaleia e borramento visual transitório bilateral. O exame neurológico revela papiledema bilateral. De acordo com o caso, o diagnóstico CORRETO é:
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Paciente de 48 anos refere zumbido bilateral há 2 anos, tipo chiado contínuo, com piora noturna e impacto significativo no sono e na concentração. Audiometria demonstra perda auditiva neurossensorial leve bilateral simétrica. Após aconselhamento e adaptação de aparelhos auditivos sem melhora satisfatória, a modalidade terapêutica com melhores evidências para redução do sofrimento associado ao zumbido deve ser:
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Paciente de 55 anos, sexo feminino, queixa-se de zumbido unilateral à esquerda há 6 meses, associado a hipoacusia progressiva ipsilateral. A audiometria revela perda auditiva neurossensorial assimétrica com rebaixamento acentuado à esquerda. O exame de imagem recomendado para avaliação desse caso é:
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