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Um homem de 47 anos foi admitido na Unidade de Terapia
Intensiva (UTI) após uma parada cardiorrespiratória prolongada.
Decorridas 72 horas de tratamento intensivo, sob estabilidade
térmica (36,5°C) e hemodinâmica, e sem efeito de sedativos, o
paciente apresenta-se em coma profundo, com ausência total de
reflexos de tronco encefálico. A equipe multiprofissional planeja
iniciar o protocolo de determinação de morte encefálica.
Conforme a Resolução CFM nº 2.173/2017, para que o protocolo possa ser formalmente aberto, o seguinte procedimento é necessário:
Conforme a Resolução CFM nº 2.173/2017, para que o protocolo possa ser formalmente aberto, o seguinte procedimento é necessário:
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Paciente 78 anos, sexo masculino, vem ao ambulatório com
diagnóstico de doença de Parkinson Idiopático há 4 anos. Está em
uso de medicação regular.
Ao exame físico, o paciente apresenta tremor pior à direita em
repouso. Tem necessidade de bengala para a marcha. Há rigidez
dos membros superiores que interfere na vestimenta;
bradicinesia; necessidade de auxílio para se levantar da cadeira;
hipomimia facial; queixa de quedas eventuais e de pouca
recuperação no teste do “puxão”; dificuldade para manter o sono
durante a noite; e engasgos frequentes durante as refeições.
Considerando esses dados clínicos e os instrumentos de avaliação na Doença de Parkinson, é correto afirmar que
Considerando esses dados clínicos e os instrumentos de avaliação na Doença de Parkinson, é correto afirmar que
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Paciente de 58 anos, do sexo masculino, dentista, procura
consultório de neurologia por apresentar tremor nas mãos que
interfere em suas atividades da vida diária e profissional. Notou o
início desses sintomas há um ano. Lembra-se de pelo menos três
quedas ao chão com vários tipos de lesão óssea.
No exame físico, há rigidez plástica nos MMSS, fácies cérea e
lentificação dos movimentos sacádicos oculares, e oftalmoplegia
do olhar conjugado vertical, para baixo. O paciente é hipertenso
há 10 anos e usa dois anti-hipertensivos
Para esse caso clínico, a principal hipótese diagnóstica é
Para esse caso clínico, a principal hipótese diagnóstica é
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Uma mulher acorda e vê sua filha de 21 anos em crise convulsiva.
O início não foi presenciado, mas observou-se endurecimento
dos quatro membros, seguido de abalos musculares bilaterais. Ao
acordar, a filha não se lembra de nada. Dias depois, levada ao
neurologista, o exame neurológico foi normal. A mãe nega casos
de epilepsia na família. Parto normal, desenvolvimento
psicomotor normal, escolaridade adequada. A paciente nega uso
de drogas ou medicamentos. O EEG, a TCC e a RM são normais.
De acordo com esses dados, a principal hipótese diagnóstica é
De acordo com esses dados, a principal hipótese diagnóstica é
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Mulher de 88 anos deu entrada numa UPA de cidade do interior
às 11 horas. Familiares viram a paciente bem na véspera, às 22
horas, e a encontraram às 8 horas da manhã, na cama, sem
conseguir falar nem mover o lado esquerdo do corpo.
Ao exame, Glasgow 12. Histórico de diabetes mellitus e
hipertensão arterial. Até então era totalmente independente no
autocuidado.
Assinale a afirmativa que justifica o diagnóstico e a conduta inicial desse paciente.
Assinale a afirmativa que justifica o diagnóstico e a conduta inicial desse paciente.
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Mulher de 28 anos procura atendimento na emergência por
apresentar, há 24 horas, formigamentos e dormência nos
membros inferiores, até a cicatriz umbilical, e dificuldade para
urinar. Coloca-se uma sonda vesical de alívio.
Refere boa saúde, mas recorda que, há dois anos, teve episódio
de dor ocular no olho esquerdo, com embaçamento visual, que
não impedia a leitura. Procurou oftalmologista, que nada
encontrou de anormal no exame, e indicou um colírio, com
recuperação da visão após aproximadamente um mês.
Durante a investigação, foi realizada tomografia de coerência
óptica (OCT) para avaliar possível comprometimento prévio do
nervo óptico.
Dos seguintes achados na OCT, assinale o que é compatível com sequela de neurite óptica
Dos seguintes achados na OCT, assinale o que é compatível com sequela de neurite óptica
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Homem de 62 anos, advogado, procura atendimento por queixa
de esquecimento e dificuldade de concentração há cerca de um
ano, que vêm interferindo em suas atividades profissionais. O
exame neurológico não demonstra déficits motores, sensitivos ou
cerebelares. O escore final do Mini-Mental é 21. O paciente não
pode realizar ressonância magnética por apresentar um
dispositivo metálico incompatível, implantado após cirurgia
recente. A tomografia computadorizada de crânio não evidenciou
lesões expansivas, hidrocefalia ou alterações estruturais
significativas. Para complementar a avaliação, solicitou-se a
realização de um biomarcador no líquido cefalorraquidiano (LCR).
A principal alteração bioquímica esperada nesse exame para o diagnóstico de doença de Alzheimer é
A principal alteração bioquímica esperada nesse exame para o diagnóstico de doença de Alzheimer é
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Homem de 56 anos procura atendimento ambulatorial por
apresentar, há cerca de um ano, dificuldade para caminhar, que
vem piorando lentamente, acompanhada de sensação de
endurecimento dos membros inferiores. Nega episódios agudos
de perda de força ou de alterações visuais.
Ao exame neurológico, apresenta paraparesia espástica,
hiperreflexia patelar e aquileus e sinal de Babinski bilateral. A
sensibilidade superficial e a profunda estão preservadas.
Considerando as principais causas dessa síndrome, os seguintes exames devem fazer parte da investigação inicial:
Considerando as principais causas dessa síndrome, os seguintes exames devem fazer parte da investigação inicial:
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Homem de 68 anos, morador de Curitiba, durante uma viagem ao
Rio de Janeiro, apresenta perda súbita da consciência, com abalos
nos quatro membros, após bater a cabeça no chão. Levado ao
serviço de emergência, encontrava-se lúcido e orientado, sem
déficits neurológicos focais. A pressão arterial, a frequência e o
ritmo cardíacos estavam normais. Foi realizada tomografia
computadorizada de crânio, que não evidenciou fratura, e
mostrou pequenas calcificações intracranianas, arredondadas e
dispersas pelo parênquima cerebral.
Considerando a apresentação clínica e o achado radiológico, o diagnóstico mais provável é de
Considerando a apresentação clínica e o achado radiológico, o diagnóstico mais provável é de
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Paciente do sexo feminino, 27 anos, previamente hígida,
procurou atendimento neurológico com quadro de dor à
movimentação do olho direito, seguida de redução progressiva
da acuidade visual no mesmo olho ao longo de quatro dias. O
oftalmologista confirmou o déficit visual e identificou papilite ao
exame de fundoscopia. A paciente foi internada para investigação
e tratamento.
Realizou ressonância magnética de crânio que evidenciou 2 focos
ovalados hiperintensos em T2/FLAIR sem realce periventricular. A
ressonância magnética da coluna demonstrou lesão hiperintensa
em T2/STIR intramedular no cordão lateral esquerdo em C3-C4,
sem efeito expansivo ou realce pelo contraste. A análise do líquor
revelou: 3 leucócitos/mm³; proteínas: 38 mg/dL; glicose: 67 mg/dL
(glicemia: 98 mg/dL); bandas oligoclonais IgG positivas no líquor.
Em relação aos critérios de diagnóstico de esclerose múltipla, é correto afirmar que
Em relação aos critérios de diagnóstico de esclerose múltipla, é correto afirmar que
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