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Um paciente de 70 anos com diagnóstico de carcinoma pulmonar de pequenas células é internado com quadro de confusão mental, letargia e convulsão. Ele foi submetido a quimioterapia há uma semana e está com dor torácica controlada com opioides. O paciente não apresentava edema ou sinais de depleção volêmica.
Exames laboratoriais mostram sódio sérico: 115 mEq/L; Osmolaridade urinária: 350 mOsm/kg; sódio urinário: 80 mEq/L; e função renal e adrenal normais. Radiografia de tórax mostra massa pulmonar central.
A causa mais provável do distúrbio hidroeletrolítico deste paciente é
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De acordo com as modificações na metodologia para a determinação da Morte Encefálica (ME) trazidas pela Resolução nº 2.173/2017 do Conselho Federal de Medicina (CFM), assinale a afirmação que representa uma mudança correta em relação à legislação anterior.
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Paciente masculino, 79 anos, internado no CTI com choque séptico, recebendo noradrenalina, vasopressina, dobutamina e ventilação mecânica, apresenta gasometria arterial e venosa central com PvCO₂ = 52 mmHg e PaCO₂ = 40 mmHg.
Das seguintes alternativas, assinale a que melhor se aplica a ΔPCO₂ (diferença venoarterial de CO₂) do paciente.
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Um paciente de 70 anos com DPOC grave (GOLD 3) e história de múltiplas internações por exacerbação, é admitido na UTI com piora aguda apresentando dispneia intensa, FR 28 irpm, SpO2 88% em ar ambiente além do uso de musculatura acessória. Gasometria arterial: pH 7,30, PaCO2 60 mmHg, PaO2 55 mmHg. O paciente está em uso de broncodilatadores inalatórios.
O próximo passo no manejo do paciente é
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Um paciente de 65 anos com hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2 apresenta episódios de palpitações e taquicardia com duração de duas horas. O ECG mostra fibrilação atrial com resposta ventricular de 150 bpm. O paciente está hemodinamicamente estável, com PA 130/80 mmHg, sem dor torácica ou dispneia. Escore CHA2Ds2-VA = 3.
O próximo passo no manejo é
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Após parada cardiorrespiratória por fibrilação ventricular e retorno da circulação espontânea, um paciente permanece em coma na admissão à UTI, PA 110/60 mmHg, FC 77 bpm e temperatura 36,8 °C.
A conduta mais apropriada é
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Mulher, 54 anos, apresentando embolia pulmonar confirmada por angiotomografia de tórax. PA 75/45 mmHg, apesar da administração de cristaloides em volumes adequados, com extremidades frias e pálidas, FC 96 bpm, SatO2 87%, lactato 5 mmol/L e ecocardiograma com disfunção importante do ventrículo direito.
A melhor estratégia imediata é
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Ao planejar o início de um programa de reabilitação, o médico fisiatra deve considerar critérios clínicos e funcionais que garantam segurança, adesão e potencial de benefício terapêutico ao paciente.
Os fatores fundamentais para o início de um programa de reabilitação são
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A Lei nº 15.176/2025, em vigor a partir de janeiro de 2026, reconhece a fibromialgia como condição que pode ser enquadrada como deficiência para fins legais, inclusive para acesso a direitos e políticas públicas específicas.
De acordo com a referida norma, essa caracterização dependerá de
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Paciente em tratamento para transtorno psiquiátrico evolui com movimentos involuntários orofaciais, de tronco e de membros, de caráter incapacitante, compatíveis com discinesias induzidas por uso crônico de antipsicóticos. Encontra-se em seguimento ambulatorial multiprofissional.
Considerando o plano terapêutico global, a principal contribuição do médico fisiatra, nesse contexto, é
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