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O abdome agudo é, sem dúvida, uma das queixas mais frequentes, sendo responsável por 5 a 10% das consultas nos serviços de urgência do mundo todo, sendo que no Brasil os estudos demonstram variação entre 8,6 e 12%. Em relação ao abdome agudo, analise as sentenças a seguir:
I- A forma perfurativa é a terceira mais comum de abdome agudo, contendo diversas etiologias. A principal causa é a Doença Ulcerosa Péptica (DUP), seguida de diverticulite aguda.
II- No caso de Doença Ulcerosa Péptica (DUP) a perfuração ocorre em 2-10% dos pacientes.
III- A perfuração intestinal por corpo estranho é pouco frequente, ocorrendo em aproximadamente 1% dos casos de ingestão de corpo estranho, sendo de maior risco de perfuração quando longos e pontiagudos como espinhas de peixe, ossos de galinha e palitos de dente.
IV- As localizações mais frequentes da perfuração intestinal por corpo estranho são válvula ileocecal (até 39% dos casos), íleo e transição sigmoide-retal.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
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Paciente de 68 anos, admitido na UTI há 5 dias com diagnóstico de choque séptico de foco abdominal (perfuração de víscera oca), em uso de noradrenalina (0,5 mcg/kg/min) e ventilação mecânica. Apresenta atualmente: relação PaO₂/FiO₂ = 190, creatinina sérica = 3,5 mg/dL (basal 0,8 mg/dL), bilirrubina total = 4,2 mg/dL (direta = 3,1 mg/dL), plaquetas = 75.000/mm³ e escore SOFA (Sequential Organ Failure Assessment) de 12 pontos.
De acordo com a definição mais atual da síndrome, assinale a alternativa CORRETA sobre o diagnóstico e prognóstico do paciente:
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Considerando um paciente com ressecção ampla de tumor de parede torácica envolvendo quatro arcos costais e parte do esterno, assinale a técnica de reconstrução CORRETA para garantir estabilidade e função respiratória:
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Considerando um paciente de 45 anos com fibrose pulmonar idiopática avançada, hipertensão pulmonar grave, insuficiência cardíaca direita e suporte em ECMO veno-arterial, assinale a alternativa que indica a estratégia cirúrgica CORRETA:
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Paciente politraumatizado apresenta hemotórax maciço, fratura múltipla de costelas com tórax instável e lesão vascular torácica. Conforme o caso, a sequência CORRETA de controle de danos é:
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Considerando um paciente adulto que apresenta derrame pleural exsudativo recorrente, citologia negativa, PET-CT com captação pleural focal e broncoscopia sem alterações, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o exame de maior acurácia para diagnóstico definitivo:
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Mulher de 50 anos, DM tipo 2, IMC 28 kg/m², internada por pielonefrite, em uso de prednisona 40 mg/dia pela manhã por doença reumatológica de base. Glicemias: jejum 118 mg/dL, pré-almoço 142 mg/dL, pré-jantar 248 mg/dL, ao deitar 220 mg/dL. Peso: 70 kg. Acerca do caso, a dose inicial de insulina NPH matinal recomendada para essa paciente é:
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Recém-nascido com hérnia diafragmática congênita apresenta hipertensão pulmonar persistente, hipoxemia refratária e necessidade de ECMO veno-arterial. A equipe discute o momento da correção cirúrgica. Em relação ao enunciado, a conduta CORRETA é:
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Paciente com acalasia avançada, refratária a tratamento endoscópico, apresenta megaesôfago com estase alimentar crônica e broncoaspiração recorrente. De acordo com o caso, a indicação cirúrgica CORRETA é:
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Homem de 70 anos, DM tipo 2, IMC 18 kg/m², com insuficiência renal crônica (TFG 25 mL/min), internado por infecção urinária. Apresenta glicemia capilar pré-jantar de 195 mg/dL. Está em esquema de insulina basal-bolus. Ao prescrever a dose de correção suplementar de insulina, assinale CORRETAMENTE o perfil de sensibilidade e a respectiva dose de correção para glicemia:
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