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Um paciente masculino de 68 anos de idade, portador de doença
renal crônica estágio 3 e diabetes Mellitus tipo 2, encontra-se
internado na unidade de terapia intensiva (UTI) devido a um
quadro de sepse de foco pulmonar.
Em uso de meropenem e polimixina B há 10 dias, o paciente evolui com diarreia aquosa volumosa, dor abdominal progressiva e distensão de alças.
Nas últimas 12 horas, apresenta franca piora clínica, registrando pressão arterial de 85/50 mmHg (em uso de noradrenalina em doses crescentes), frequência cardíaca de 120 bpm, temperatura axilar de 38,2 ºC e abdome gravemente distendido, doloroso difusamente à palpação, com ruídos hidroaéreos abolidos.
Os exames laboratoriais de urgência revelam: leucócitos totais de 28.000/mm³, creatinina plasmática de 3,0 mg/dL (valor basal de 1,5 mg/dL), lactato sérico de 4,5 mmol/L e gasometria arterial evidenciando acidose metabólica com base excess de -7,0 mEq/L.
A tomografia computadorizada (TC) de abdome aponta espessamento pancolônico difuso, borramento da gordura perivisceral e dilatação do cólon transverso com diâmetro de até 7 cm, sem sinais de pneumoperitônio. O teste de pesquisa de toxinas para Clostridioides difficile encontra-se pendente.
Considerando o cenário clínico, laboratorial e de imagem apresentado, a conduta imediata mais adequada para o manejo desse paciente é
Em uso de meropenem e polimixina B há 10 dias, o paciente evolui com diarreia aquosa volumosa, dor abdominal progressiva e distensão de alças.
Nas últimas 12 horas, apresenta franca piora clínica, registrando pressão arterial de 85/50 mmHg (em uso de noradrenalina em doses crescentes), frequência cardíaca de 120 bpm, temperatura axilar de 38,2 ºC e abdome gravemente distendido, doloroso difusamente à palpação, com ruídos hidroaéreos abolidos.
Os exames laboratoriais de urgência revelam: leucócitos totais de 28.000/mm³, creatinina plasmática de 3,0 mg/dL (valor basal de 1,5 mg/dL), lactato sérico de 4,5 mmol/L e gasometria arterial evidenciando acidose metabólica com base excess de -7,0 mEq/L.
A tomografia computadorizada (TC) de abdome aponta espessamento pancolônico difuso, borramento da gordura perivisceral e dilatação do cólon transverso com diâmetro de até 7 cm, sem sinais de pneumoperitônio. O teste de pesquisa de toxinas para Clostridioides difficile encontra-se pendente.
Considerando o cenário clínico, laboratorial e de imagem apresentado, a conduta imediata mais adequada para o manejo desse paciente é
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Uma paciente de 67 anos de idade, portadora de hipertensão
arterial sistêmica, ex-tabagista, com história de declínio cognitivo
progressivo, foi admitida em 14/04/2026 após queda da própria
altura, evoluindo com fratura de colo de fêmur direito.
Durante a internação, foi tratada para infecção do trato urinário com ceftriaxona por 7 dias, esquema encerrado em 22/04/2026. Ao longo do período de internação, observou-se aceitação alimentar significativamente reduzida.
Na avaliação pré-operatória inicial em 14/04, os exames laboratoriais revelavam tempo de atividade da protrombina (TAP) de 14,3 segundos, Relação Internacional Normalizada (INR) de 1,05 e tempo de tromboplastina parcial ativada (aPTT) de 30,3 segundos, tendo sido prescrita enoxaparina 40 mg, por via subcutânea, uma vez ao dia, para profilaxia de tromboembolismo venoso.
A cirurgia foi suspensa em 24/04 devido a pico hipertensivo, mantendo-se a paciente em compensação clínica para reagendamento eletivo do procedimento.
Na reavaliação em 28/04, novos exames evidenciaram TAP de 43,0 segundos (atividade de 22%), INR de 3,45, aPTT de 31,8 segundos e plaquetas de 180.000/mm³.
A paciente nega uso de anticoagulantes orais, encontra-se lúcida, hemodinamicamente estável e sem sinais de sangramento ativo.
Considerando a evolução clínica e o perfil laboratorial apresentado, a conduta mais adequada para o manejo da alteração hemostática antes da intervenção cirúrgica é
Durante a internação, foi tratada para infecção do trato urinário com ceftriaxona por 7 dias, esquema encerrado em 22/04/2026. Ao longo do período de internação, observou-se aceitação alimentar significativamente reduzida.
Na avaliação pré-operatória inicial em 14/04, os exames laboratoriais revelavam tempo de atividade da protrombina (TAP) de 14,3 segundos, Relação Internacional Normalizada (INR) de 1,05 e tempo de tromboplastina parcial ativada (aPTT) de 30,3 segundos, tendo sido prescrita enoxaparina 40 mg, por via subcutânea, uma vez ao dia, para profilaxia de tromboembolismo venoso.
A cirurgia foi suspensa em 24/04 devido a pico hipertensivo, mantendo-se a paciente em compensação clínica para reagendamento eletivo do procedimento.
Na reavaliação em 28/04, novos exames evidenciaram TAP de 43,0 segundos (atividade de 22%), INR de 3,45, aPTT de 31,8 segundos e plaquetas de 180.000/mm³.
A paciente nega uso de anticoagulantes orais, encontra-se lúcida, hemodinamicamente estável e sem sinais de sangramento ativo.
Considerando a evolução clínica e o perfil laboratorial apresentado, a conduta mais adequada para o manejo da alteração hemostática antes da intervenção cirúrgica é
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Paciente de 68 anos, internado em Unidade de Terapia Intensiva
após trauma abdominal, encontra-se sob ventilação mecânica
invasiva e desenvolve pneumonia associada à ventilação no 12º
dia de internação. A cultura do aspirado endotraqueal – obtida
diante de novo infiltrado pulmonar, secreção purulenta e piora
da oxigenação – isola Acinetobacter baumannii resistente a
meropenem, imipenem, ciprofloxacino e piperacilinatazobactam, caracterizando infecção por CRAB.
Considerando as recomendações atuais para o tratamento de infecção invasiva por Acinetobacter baumannii resistente a carbapenêmicos, assinale a estratégia antimicrobiana preferencial.
Considerando as recomendações atuais para o tratamento de infecção invasiva por Acinetobacter baumannii resistente a carbapenêmicos, assinale a estratégia antimicrobiana preferencial.
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Paciente, G3P1A1, com gestação de 13 semanas, datada
pela ecografia de 8 semanas, procura pronto atendimento
devido à queixa de sangramento vaginal iniciado há 3 dias,
em pequena quantidade. A tipagem sanguínea anotada no
cartão de pré-natal é A negativo. Ela desconhece a tipagem
sanguínea de seu parceiro. O exame ginecológico mostra
sangue escurecido em moderada quantidade na vagina e colo
uterino fechado. É solicitado teste de coombs indireto, cujo
resultado é positivo.
Qual a conduta nesse momento?
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Menina de 1 ano é levada a uma Unidade de Pronto
Atendimento com história de abaulamento em região inguinal
até o lábio maior esquerdo, há cerca de 6 meses. O exame
físico revela abaulamento inguinal esquerdo, com conteúdo
fibroelástico, pequeno e redutível.
Qual é a conduta adequada nesse caso?
Qual é a conduta adequada nesse caso?
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Criança de 3 anos é levada para consulta de rotina. Apresenta-se irritada, com relato materno de febre intermitente e
perda ponderal de 2 kg nos últimos 2 meses. O exame físico
mostra que a PA está no percentil 95 para a idade e altura.
Nota-se presença de equimoses periorbitárias bilaterais e de
massa firme em flanco direito que ultrapassa a linha média
abdominal.
Qual é o diagnóstico mais provável nessa situação?
Qual é o diagnóstico mais provável nessa situação?
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Mulher de 38 anos é atendida em Unidade Básica de Saúde para investigação de quadro de emagrecimento e palpitações. Relata que o emagrecimento não é intencional e que seu apetite está preservado. Além disso, refere incomodar-se muito com a sensação de palpitações esporádicas, sentidas geralmente durante o esforço, mas também, por vezes, mesmo em repouso. O exame físico revela: PA 160 x 80 mmHg; FC 132 bpm em repouso; exoftalmia; pele quente e úmida e alopecia generalizada. Exames laboratoriais mostram os seguintes resultados:
| Exame | Resultado | Valor de referência |
|---|---|---|
| TSH | 0,01 mUI/L | 0,60 a 4,48 mUI/L |
| T4 livre | 4,2 ng/dL | 0,92 a 1,68 ng/dL |
Qual esquema terapêutico deve ser instituído nesse caso?
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Adolescente de 16 anos comparece à consulta em ambulatório
de ginecologia referindo ainda não ter menstruado, a despeito
de ter apresentado telarca aos 10 anos e pubarca logo em
seguida. Ela não tem outras queixas. Tem 1,68 m de estatura
e pesa 65 kg. A paciente tem pilificação axilar habitual, acne
grau II em face, tórax e região dorsal. O exame ginecológico
mostra: mamas com configuração normal; distribuição de
pelos pubianos adequada para o sexo feminino; órgãos
genitais externos sem alterações evidentes; hímen íntegro,
com orifício orbicular permeável. No exame, não se procedeu
ao toque vaginal.
Considerando-se o caso descrito, qual é a hipótese diagnóstica a ser investigada?
Considerando-se o caso descrito, qual é a hipótese diagnóstica a ser investigada?
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Homem de 45 anos foi submetido a colecistectomia
laparoscópica eletiva, devido a litíase não complicada. No dia
seguinte à cirurgia, apresentou temperatura axilar de 37,5 °C,
dor abdominal difusa e FC 110 bpm. O médico assistente deu
alta ao paciente, atribuindo as queixas ao processo normal
de recuperação. O paciente retornou para reavaliação no
4º dia de pós-operatório, com piora do quadro clínico. A
ultrassonografia abdominal identificou grande quantidade de
líquido livre abdominal, e a reabordagem cirúrgica mostrou
fístula biliar. Após a recuperação, a família do paciente decidiu
buscar orientação jurídica.
A situação descrita configura
A situação descrita configura
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Lactente de 3 meses é levado a uma Unidade Básica de Saúde
por apresentar crises de tosse intensa há 15 dias, acentuando-se há 10 dias em crises sucessivas, com associação de vômitos.
Durante as crises, apresenta cianose, hemorragia conjuntival,
petéquias e rubor facial. Foi realizada imunização somente ao
nascimento.
Qual exame deve ser realizado para confirmação da hipótese diagnóstica nesse caso?
Qual exame deve ser realizado para confirmação da hipótese diagnóstica nesse caso?
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