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Mulher de 63 anos procura atendimento após identificação incidental de nódulo tireoidiano em ultrassonografia cervical realizada por outro motivo. Nega exposição prévia à radiação cervical e história familiar de carcinoma de tireoide. Refere palpitações esporádicas e intolerância ao calor, sem disfagia, disfonia ou perda ponderal significativa.
Ao exame físico, apresenta frequência cardíaca de 92 bpm, pressão arterial de 132 × 76 mmHg e nódulo palpável no lobo direito da tireoide, móvel à deglutição. Não há linfonodomegalias cervicais palpáveis.
Os exames laboratoriais demonstram: TSH: 0,08 mUI/L / valor de referência: 0,4 a 4,0 mUI/L; T4 livre: 1,5 ng/dL / valor de referência: 0,8 a 1,8 ng/dL.
A ultrassonografia da tireoide evidencia nódulo sólido de 2,2 cm no lobo direito, predominantemente isoecoico, com margens regulares, mais largo que alto e sem focos ecogênicos puntiformes. Não são identificados linfonodos cervicais suspeitos.
Considerando os dados apresentados, assinale a opção que indica a conduta diagnóstica mais apropriada nesse momento.
Ao exame físico, apresenta frequência cardíaca de 92 bpm, pressão arterial de 132 × 76 mmHg e nódulo palpável no lobo direito da tireoide, móvel à deglutição. Não há linfonodomegalias cervicais palpáveis.
Os exames laboratoriais demonstram: TSH: 0,08 mUI/L / valor de referência: 0,4 a 4,0 mUI/L; T4 livre: 1,5 ng/dL / valor de referência: 0,8 a 1,8 ng/dL.
A ultrassonografia da tireoide evidencia nódulo sólido de 2,2 cm no lobo direito, predominantemente isoecoico, com margens regulares, mais largo que alto e sem focos ecogênicos puntiformes. Não são identificados linfonodos cervicais suspeitos.
Considerando os dados apresentados, assinale a opção que indica a conduta diagnóstica mais apropriada nesse momento.
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A amiloidose compreende um grupo heterogêneo de doenças
caracterizadas pelo depósito extracelular de proteínas com
conformação fibrilar anormal.
A respeito da classificação e da fisiopatologia das principais formas de amiloidose sistêmica, assinale a afirmativa correta.
A respeito da classificação e da fisiopatologia das principais formas de amiloidose sistêmica, assinale a afirmativa correta.
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Homem de 65 anos, hipertenso, procura serviço de emergência por dor retroesternal em pressão, irradiada para ambos os membros superiores e para o dorso. Relata que episódios de menor intensidade haviam começado há aproximadamente cinco dias, com acentuação da dor nas últimas 24 horas. Nega infarto prévio. O eletrocardiograma realizado durante a avaliação inicial não apresenta supradesnivelamento persistente do segmento ST. A troponina I, inicialmente de 15.596 ng/L, apresenta elevação para valor superior a 40.000 ng/L em nova dosagem. Apresenta hemoglobina de 13,7 g/dL, creatinina de 0,84 mg/dL e não há evidência clínica de sangramento ativo.
É instituído tratamento com ácido acetilsalicílico, inibidor do receptor P2Y12 e anticoagulação em dose terapêutica. Para controle dos sintomas isquêmicos, são administrados betabloqueador por via oral e nitroglicerina intravenosa em infusão contínua, progressivamente titulada conforme a intensidade da dor e a tolerância hemodinâmica.
O paciente permanece sob monitorização cardíaca contínua. Apresenta pressão arterial de 120/80 mmHg, frequência cardíaca de 72 bpm, frequência respiratória de 21 irpm e saturação periférica de oxigênio de 98% em ar ambiente. Ao exame físico, está lúcido e orientado, com extremidades aquecidas, sem sinais de hipoperfusão, congestão pulmonar ou insuficiência cardíaca aguda.
Nas horas subsequentes, apesar das medidas instituídas e sem ocorrência de hipotensão ou outro efeito adverso que impeça a titulação do nitrato, o paciente continua apresentando episódios recorrentes de dor retroesternal em pressão, com as mesmas características isquêmicas da apresentação inicial.
Considerando a estratificação de risco e a definição do momento da abordagem invasiva na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento persistente do segmento ST, assinale a opção que apresenta a conduta mais apropriada.
É instituído tratamento com ácido acetilsalicílico, inibidor do receptor P2Y12 e anticoagulação em dose terapêutica. Para controle dos sintomas isquêmicos, são administrados betabloqueador por via oral e nitroglicerina intravenosa em infusão contínua, progressivamente titulada conforme a intensidade da dor e a tolerância hemodinâmica.
O paciente permanece sob monitorização cardíaca contínua. Apresenta pressão arterial de 120/80 mmHg, frequência cardíaca de 72 bpm, frequência respiratória de 21 irpm e saturação periférica de oxigênio de 98% em ar ambiente. Ao exame físico, está lúcido e orientado, com extremidades aquecidas, sem sinais de hipoperfusão, congestão pulmonar ou insuficiência cardíaca aguda.
Nas horas subsequentes, apesar das medidas instituídas e sem ocorrência de hipotensão ou outro efeito adverso que impeça a titulação do nitrato, o paciente continua apresentando episódios recorrentes de dor retroesternal em pressão, com as mesmas características isquêmicas da apresentação inicial.
Considerando a estratificação de risco e a definição do momento da abordagem invasiva na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento persistente do segmento ST, assinale a opção que apresenta a conduta mais apropriada.
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Homem de 68 anos, hipertenso, diabético e portador de doença renal crônica estágio 3b, com taxa de filtração glomerular estimada de 42 mL/min/1,73 m², é internado por pneumonia adquirida na comunidade. Após 72 horas de antibioticoterapia parenteral, encontra-se afebril, hemodinamicamente estável e em desmame da oxigenoterapia.
Durante a avaliação clínica, relata astenia e adinamia progressivas há aproximadamente 5 meses. Nega hematêmese, melena, hematoquezia ou outros sangramentos exteriorizados.
Os exames laboratoriais demonstram: Hemoglobina: 7,8 g/dL; Hematócrito: 25,2%; VCM: 71 fL; HCM: 22 pg; RDW: 28,5%; Leucócitos: 8.900/mm³; Plaquetas: 1.080.000/mm³; Proteína C reativa: 48 mg/L / VR < 5 mg/L; Ferro sérico: 22 mcg/dL; Capacidade total de ligação do ferro: 390 mcg/dL; Ferritina sérica: 145 ng/mL; Saturação de transferrina: 5,6%; Receptor solúvel da transferrina: elevado
Não há evidência de sangramento ativo, instabilidade hemodinâmica, síndrome coronariana aguda ou outros sinais de hipoperfusão tecidual.
Considerando a integração dos achados clínicos e laboratoriais, assinale a opção que apresenta a interpretação diagnóstica e a conduta mais adequadas.
Durante a avaliação clínica, relata astenia e adinamia progressivas há aproximadamente 5 meses. Nega hematêmese, melena, hematoquezia ou outros sangramentos exteriorizados.
Os exames laboratoriais demonstram: Hemoglobina: 7,8 g/dL; Hematócrito: 25,2%; VCM: 71 fL; HCM: 22 pg; RDW: 28,5%; Leucócitos: 8.900/mm³; Plaquetas: 1.080.000/mm³; Proteína C reativa: 48 mg/L / VR < 5 mg/L; Ferro sérico: 22 mcg/dL; Capacidade total de ligação do ferro: 390 mcg/dL; Ferritina sérica: 145 ng/mL; Saturação de transferrina: 5,6%; Receptor solúvel da transferrina: elevado
Não há evidência de sangramento ativo, instabilidade hemodinâmica, síndrome coronariana aguda ou outros sinais de hipoperfusão tecidual.
Considerando a integração dos achados clínicos e laboratoriais, assinale a opção que apresenta a interpretação diagnóstica e a conduta mais adequadas.
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Homem de 74 anos de idade, com diabetes Mellitus tipo 2 e doença arterial coronariana, é internado com febre, prostração e dor em flanco esquerdo. Encontra-se em uso de sonda vesical de demora, apresentando hematúria macroscópica com presença de coágulos.
Os exames laboratoriais realizados na admissão demonstram leucócitos de 20.900/mm³, proteína C reativa de 12,6 mg/dL, creatinina de 1,1 mg/dL e ureia de 39 mg/dL. A tomografia computadorizada do abdome evidencia dilatação pielocalicinal esquerda associada à lesão expansiva da parede vesical, envolvendo a região do óstio ureteral esquerdo e determinando obstrução do trato urinário ipsilateral.
No segundo dia de internação, durante antibioticoterapia parenteral com ceftriaxona e hidratação intravenosa, o paciente apresenta pressão arterial de 116 × 68 mmHg, frequência cardíaca de 108 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, saturação periférica de oxigênio de 97% em ar ambiente e temperatura de 38,2°C. Mantém-se lúcido, com perfusão periférica preservada, diurese presente e sem necessidade de vasopressores.
A gasometria arterial, coletada em ar ambiente, demonstra: pH: 7,393; PaCO₂: 18 mmHg; PaO₂: 103 mmHg; HCO₃⁻: 10,6 mmol/L; Excesso de bases: −12,4 mmol/L; Lactato: 5,4 mmol/L; Na⁺: 139,1 mEq/L; Cl⁻: 103,5 mEq/L; K⁺: 4,8 mEq/L.
Considerando os dados apresentados, assinale a opção que indica corretamente o distúrbio acidobásico e a conduta mais adequada nesse momento.
Os exames laboratoriais realizados na admissão demonstram leucócitos de 20.900/mm³, proteína C reativa de 12,6 mg/dL, creatinina de 1,1 mg/dL e ureia de 39 mg/dL. A tomografia computadorizada do abdome evidencia dilatação pielocalicinal esquerda associada à lesão expansiva da parede vesical, envolvendo a região do óstio ureteral esquerdo e determinando obstrução do trato urinário ipsilateral.
No segundo dia de internação, durante antibioticoterapia parenteral com ceftriaxona e hidratação intravenosa, o paciente apresenta pressão arterial de 116 × 68 mmHg, frequência cardíaca de 108 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, saturação periférica de oxigênio de 97% em ar ambiente e temperatura de 38,2°C. Mantém-se lúcido, com perfusão periférica preservada, diurese presente e sem necessidade de vasopressores.
A gasometria arterial, coletada em ar ambiente, demonstra: pH: 7,393; PaCO₂: 18 mmHg; PaO₂: 103 mmHg; HCO₃⁻: 10,6 mmol/L; Excesso de bases: −12,4 mmol/L; Lactato: 5,4 mmol/L; Na⁺: 139,1 mEq/L; Cl⁻: 103,5 mEq/L; K⁺: 4,8 mEq/L.
Considerando os dados apresentados, assinale a opção que indica corretamente o distúrbio acidobásico e a conduta mais adequada nesse momento.
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Homem de 36 anos de idade, vivendo com HIV desde 2021, apresenta histórico de abandono prolongado da terapia antirretroviral. Na avaliação atual, apresenta carga viral do HIV de 47.700 cópias/mL e contagem de linfócitos T CD4+ de 165 células/mm³.
Durante investigação de quadro respiratório, o teste rápido molecular para tuberculose realizado em escarro detecta DNA do complexo Mycobacterium tuberculosis, sem resistência à rifampicina, e a baciloscopia é positiva para BAAR. É iniciado tratamento com rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol.
No sexto dia de tratamento, o paciente evolui com anorexia, dor abdominal e icterícia progressiva. Os exames laboratoriais demonstram: Bilirrubina total: 9,67 mg/dL; AST: 564 U/L; ALT: 410 U/L; INR: 2,78.
Antes do início do tratamento, não apresentava disfunção hepática dessa magnitude. Refere consumo excessivo de álcool.
Considerando o quadro apresentado e as recomendações do Ministério da Saúde para o manejo dos eventos adversos ao tratamento da tuberculose, assinale a opção que indica a conduta mais adequada neste momento.
Durante investigação de quadro respiratório, o teste rápido molecular para tuberculose realizado em escarro detecta DNA do complexo Mycobacterium tuberculosis, sem resistência à rifampicina, e a baciloscopia é positiva para BAAR. É iniciado tratamento com rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol.
No sexto dia de tratamento, o paciente evolui com anorexia, dor abdominal e icterícia progressiva. Os exames laboratoriais demonstram: Bilirrubina total: 9,67 mg/dL; AST: 564 U/L; ALT: 410 U/L; INR: 2,78.
Antes do início do tratamento, não apresentava disfunção hepática dessa magnitude. Refere consumo excessivo de álcool.
Considerando o quadro apresentado e as recomendações do Ministério da Saúde para o manejo dos eventos adversos ao tratamento da tuberculose, assinale a opção que indica a conduta mais adequada neste momento.
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Homem de 68 anos de idade, com hipertensão arterial sistêmica, diabetes Mellitus tipo 2 e doença arterial coronariana, é internado por síndrome coronariana aguda e submetido a cineangiocoronariografia por via femoral, seguida de intervenção coronariana percutânea. Durante o procedimento, é descrita aterosclerose extensa e calcificada da aorta abdominal e das artérias ilíacas.
Quatro dias após o procedimento, apresenta redução progressiva do volume urinário e dor nos membros inferiores. Encontra-se afebril, com pressão arterial de 148/88 mmHg e frequência cardíaca de 78 bpm. Ao exame dos membros inferiores, observam-se áreas de livedo reticular e coloração violácea dolorosa em pododáctilos bilateralmente. Os pulsos pediosos e tibiais posteriores são palpáveis e simétricos.
Os exames laboratoriais revelam: Creatinina sérica: 3,1 mg/dL, com valor prévio de 1,1 mg/dL; Ureia sérica: 112 mg/dL; Leucócitos: 9.400/mm³, com 11% de eosinófilos; Exame de urina (EAS): proteinúria discreta e hematúria microscópica, sem cilindros hemáticos.
Considerando a principal hipótese diagnóstica para a disfunção renal apresentada, assinale a opção que indica corretamente a conduta inicial e o achado histopatológico renal característico.
Quatro dias após o procedimento, apresenta redução progressiva do volume urinário e dor nos membros inferiores. Encontra-se afebril, com pressão arterial de 148/88 mmHg e frequência cardíaca de 78 bpm. Ao exame dos membros inferiores, observam-se áreas de livedo reticular e coloração violácea dolorosa em pododáctilos bilateralmente. Os pulsos pediosos e tibiais posteriores são palpáveis e simétricos.
Os exames laboratoriais revelam: Creatinina sérica: 3,1 mg/dL, com valor prévio de 1,1 mg/dL; Ureia sérica: 112 mg/dL; Leucócitos: 9.400/mm³, com 11% de eosinófilos; Exame de urina (EAS): proteinúria discreta e hematúria microscópica, sem cilindros hemáticos.
Considerando a principal hipótese diagnóstica para a disfunção renal apresentada, assinale a opção que indica corretamente a conduta inicial e o achado histopatológico renal característico.
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Mulher, 46 anos, com hipertensão arterial sistêmica e diabetes Mellitus em uso de insulina, é internada por descompensação hiperglicêmica grave, em contexto de suspeita de infecção urinária. Na admissão, apresenta alteração do nível de consciência. Os exames laboratoriais mostram glicemia de 622 mg/dL, pH de 7,42, bicarbonato de 20,2 mEq/L, sódio de 139 mEq/L, potássio de 4,5 mEq/L, ureia de 62 mg/dL, creatinina de 0,92 mg/dL e lactato de 1,72 mmol/L. Não estão disponíveis dosagem de beta hidroxibutirato, documentação de cetonemia significativa ou medida da osmolaridade sérica.
Após hidratação, antibiótico empírico e insulinoterapia, apresenta melhora importante da hiperglicemia, porém mantém alteração flutuante do nível de consciência.
No terceiro dia de internação, um familiar relata episódio de movimentos anormais interpretado como “crise convulsiva”, não presenciado pela equipe assistencial. Na avaliação médica imediatamente posterior, a paciente encontra-se hemodinamicamente estável, eupneica em ar ambiente e responsiva aos chamados verbais, porém apresenta movimentos mioclônicos predominantemente faciais, sem período pós-ictal típico.
A tomografia computadorizada de crânio realizada na admissão não demonstra alterações intracranianas agudas. Após o novo evento, uma segunda tomografia computadorizada de crânio, sem contraste, também não evidencia hemorragia, efeito de massa, hidrocefalia ou outra alteração estrutural aguda capaz de explicar o quadro. Não há hipoglicemia documentada durante o evento.
Considerando a persistência da alteração do estado mental associada aos fenômenos motores paroxísticos, o exame complementar mais apropriado para investigar se há atividade ictal cerebral contribuindo para o quadro neurológico é
Após hidratação, antibiótico empírico e insulinoterapia, apresenta melhora importante da hiperglicemia, porém mantém alteração flutuante do nível de consciência.
No terceiro dia de internação, um familiar relata episódio de movimentos anormais interpretado como “crise convulsiva”, não presenciado pela equipe assistencial. Na avaliação médica imediatamente posterior, a paciente encontra-se hemodinamicamente estável, eupneica em ar ambiente e responsiva aos chamados verbais, porém apresenta movimentos mioclônicos predominantemente faciais, sem período pós-ictal típico.
A tomografia computadorizada de crânio realizada na admissão não demonstra alterações intracranianas agudas. Após o novo evento, uma segunda tomografia computadorizada de crânio, sem contraste, também não evidencia hemorragia, efeito de massa, hidrocefalia ou outra alteração estrutural aguda capaz de explicar o quadro. Não há hipoglicemia documentada durante o evento.
Considerando a persistência da alteração do estado mental associada aos fenômenos motores paroxísticos, o exame complementar mais apropriado para investigar se há atividade ictal cerebral contribuindo para o quadro neurológico é
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Homem, 67 anos, tabagista com carga tabágica de 50 maços-ano, procura atendimento por dispneia progressiva há três semanas, associada a tosse seca e desconforto torácico à esquerda. Nega cirurgia torácica prévia.
Ao exame físico, apresenta PA de 132 × 78 mmHg, frequência respiratória de 24 irpm e saturação periférica de oxigênio de 92% em ar ambiente. Observam-se redução da expansibilidade do hemitórax esquerdo, macicez à percussão e abolição do murmúrio vesicular nesse lado.
É realizada a radiografia de tórax apresentada, que demonstra opacificação praticamente completa do hemitórax esquerdo.
Com base nos achados clínicos e radiológicos apresentados, assinale a opção que melhor caracteriza o padrão de opacificação do hemitórax esquerdo na radiografia de tórax.
Ao exame físico, apresenta PA de 132 × 78 mmHg, frequência respiratória de 24 irpm e saturação periférica de oxigênio de 92% em ar ambiente. Observam-se redução da expansibilidade do hemitórax esquerdo, macicez à percussão e abolição do murmúrio vesicular nesse lado.
É realizada a radiografia de tórax apresentada, que demonstra opacificação praticamente completa do hemitórax esquerdo.
Com base nos achados clínicos e radiológicos apresentados, assinale a opção que melhor caracteriza o padrão de opacificação do hemitórax esquerdo na radiografia de tórax.
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Mulher, 74 anos, com hipertensão arterial, diabetes Mellitus tipo 2, fibrilação atrial crônica e comprometimento cognitivo moderado, é internada por dispneia progressiva aos mínimos esforços e dor vaga em hemitórax direito. Ao exame físico, encontra-se afebril e hemodinamicamente estável, com PA de 125 × 75 mmHg e FC de 78 bpm. À ausculta pulmonar, observa-se redução acentuada do murmúrio vesicular nos terços médio e inferior do hemitórax direito, associada à macicez à percussão.
A tomografia computadorizada de tórax evidencia derrame pleural volumoso à direita, com atelectasia compressiva do parênquima adjacente, cardiomegalia e discreto derrame pericárdico, sem linfonodomegalias mediastinais. É realizada toracocentese de alívio e diagnóstica, com retirada de aproximadamente 800 mL de líquido de aspecto serossanguinolento.
Durante a internação, a paciente recebe ceftriaxona e azitromicina por hipótese de infecção respiratória comunitária, além de diurético. A análise inicial do líquido pleural apresenta celularidade prejudicada pela presença acentuada de fibrina. Não foram determinadas as concentrações pleurais de proteínas, LDH ou glicose. O pH pleural informado pelo laboratório foi de 9,0, sem documentação das condições de coleta e processamento da amostra.
Exames séricos mostram leucócitos de 12.100/mm³, proteína C reativa de 2,0 mg/dL, albumina de 3,7 g/dL e LDH de 402 U/L.
Caso a avaliação radiológica de controle demonstre persistência ou reacúmulo significativo do derrame pleural, a conduta mais apropriada para estabelecer sua etiologia é
A tomografia computadorizada de tórax evidencia derrame pleural volumoso à direita, com atelectasia compressiva do parênquima adjacente, cardiomegalia e discreto derrame pericárdico, sem linfonodomegalias mediastinais. É realizada toracocentese de alívio e diagnóstica, com retirada de aproximadamente 800 mL de líquido de aspecto serossanguinolento.
Durante a internação, a paciente recebe ceftriaxona e azitromicina por hipótese de infecção respiratória comunitária, além de diurético. A análise inicial do líquido pleural apresenta celularidade prejudicada pela presença acentuada de fibrina. Não foram determinadas as concentrações pleurais de proteínas, LDH ou glicose. O pH pleural informado pelo laboratório foi de 9,0, sem documentação das condições de coleta e processamento da amostra.
Exames séricos mostram leucócitos de 12.100/mm³, proteína C reativa de 2,0 mg/dL, albumina de 3,7 g/dL e LDH de 402 U/L.
Caso a avaliação radiológica de controle demonstre persistência ou reacúmulo significativo do derrame pleural, a conduta mais apropriada para estabelecer sua etiologia é
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