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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Decadência
Iguais às linhas perpendiculares
Caíram, como cruéis e hórridas hastas,
Nas suas 33 vértebras gastas
Quase todas as pedras tumulares!
A frialdade dos círculos polares,
Em sucessivas atuações nefastas,
Penetrara-lhe os próprios neuroplastas,
Estragara-lhe os centros medulares!
Como quem quebra o objeto mais querido
E começa a apanhar piedosamente
Todas as microscópicas partículas,
Ele hoje vê que, após tudo perdido,
Só lhe restam agora o último dente
E a armação funerária das clavículas!
Augusto dos Anjos. Eu e outras poesias.
São Paulo: Martin Claret, 2002, p. 84.
A partir da leitura do soneto Decadência, de Augusto dos Anjos, julgue o item seguinte.
Um dos ícones da poesia modernista brasileira, Augusto dos Anjos integrou o movimento cultural que, a partir da Semana de Arte Moderna de 1922, desdenhou valores artísticos e literários do passado, como o barroco do século XVIII, e assumiu posição política de apoio à República oligárquica.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Decadência
Iguais às linhas perpendiculares
Caíram, como cruéis e hórridas hastas,
Nas suas 33 vértebras gastas
Quase todas as pedras tumulares!
A frialdade dos círculos polares,
Em sucessivas atuações nefastas,
Penetrara-lhe os próprios neuroplastas,
Estragara-lhe os centros medulares!
Como quem quebra o objeto mais querido
E começa a apanhar piedosamente
Todas as microscópicas partículas,
Ele hoje vê que, após tudo perdido,
Só lhe restam agora o último dente
E a armação funerária das clavículas!
Augusto dos Anjos. Eu e outras poesias.
São Paulo: Martin Claret, 2002, p. 84.
A partir da leitura do soneto Decadência, de Augusto dos Anjos, julgue o item seguinte.
O desenvolvimento do tema do poema foi realizado em dois quartetos e dois tercetos, o que é característico do soneto. Esse desenvolvimento pode ser dividido em duas partes: nos dois quartetos, o poeta fala do passado e, nos dois tercetos, do presente.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CONSEP
Orgão: Pref. Tuntum-MA
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Mairinque-SP
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre magueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
a ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
olhando para mim:
- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
no mato sem fim da fazenda.
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CONSEP
Orgão: Pref. Tuntum-MA
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