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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Descanso-SC
Analise as assertivas seguintes:
I."Trata-se de uma narrativa curta que, em geral, apresenta apenas um conflito, narrador, enredo, personagens, espaço, tempo, dentre outros componentes".
II."Trata-se de um gênero textual discursivo que narra situações cotidianas da vida urbana. A linguagem costuma ser leve e coloquial".
III.Trata-se de um texto narrativo longo, em prosa que tem na sua composição: narrador, personagens, ação, espaço e tempo. Surgiu no século XVIII. (...) Além disso, pode ser classificado como: monofônico, polifônico, fechado, aberto, linear, vertical ou psicológico. Conto, crônica, romance.
As assertivas contêm elementos que caracterizam, respectivamente:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivoti-RS
- Escolas LiteráriasParnasianismo
- Escolas LiteráriasRealismo e Naturalismo
- Escolas LiteráriasSimbolismo
Avalie as assertivas que são feitas a seguir a respeito de movimentos literários, à luz do que nos alcança Sergius Gonzaga:
I. O Parnasianismo foi um movimento essencialmente poético que reagiu contra os abusos sentimentais dos modernistas. O autor parnasiano não se mostra indiferente aos dramas do cotidiano, mostrando-se preocupado com os problemas sociais.
II. O Simbolismo no Brasil tem como características o subjetivismo, a sugestão, a musicalidade o irracionalismo e mistério. Os simbolistas transplantaram uma cultura que pouco tinha a ver com o próprio contexto. Daí resultou uma poesia distanciada do espaço social brasileiro.
III. As características específicas do Naturalismo resultam da sua aproximação com as diversas ciências experimentais e positivas, sendo elas: determinismo do meio ambiente; determinismo do instinto; determinismo da hereditariedade; presença de personagens patológicos; crítica social explícita e forma descritiva.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: URCA
Orgão: Pref. Crato-CE
O QUE MAIS DÓI
O que mais dói não é sofrer saudade
Do amor querido que se encontra ausente
Nem a lembrança que o coração sente
Dos belos sonhos da primeira idade.
Não é também a dura crueldade
Do falso amigo, quando engana a gente,
Nem os martírios de uma dor latente,
Quando a moléstia o nosso corpo invade.
O que mais dói e o peito nos oprime,
E nos revolta mais que o próprio crime,
Não é perder da posição um grau.
É ver os votos de um país inteiro,
Desde o praciano ao camponês roceiro,
Pra eleger um presidente mau.
(PATATIVA DO ASSARÉ)
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São José do Cedro-SC
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
Leia o texto e, em seguida, analise as proposições complementares. Por fim, coloque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
"[...] tendemos a ver essas outras linguagens, a multimodalidade, como uma ilustração da escrita, ou seja, a escola está muito aferrada a essa ideia de que letramento é “letramento da letra”, letramento da escrita. As novas tecnologias vieram mudar isso. Elas funcionam o tempo todo com tudo misturado, junto. Atualmente é importante trabalhar com esses textos multimodais ou multissemióticos, que têm imagem, imagem em movimento, áudio etc. " (ROJO, 2016, p. 8). Nesse sentido, a tarefa dos educadores preocupados com uma educação linguística situada na contemporaneidade deve contemplar
( ) a complexidade de múltiplas linguagens que se hibridizam em diferentes mídias, bem como dos discursos que circulam e produzem sentidos e efeitos de sentidos.
( ) a normatização das produções hipermidiáticas que se originam com o advento da informática e convocam letramentos de uma cultura digital.
( ) a leitura e produção de textos/enunciados colaborativos em que as práticas de letramento se diversifiquem pelo uso ético, crítico e criativo de multissemioses, pois dispomos de novas tecnologias.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB
Na atividade de leitura, o leitor se envolve dialogicamente no processo de ler e elaborar os sentidos, a partir dessa relação que estabelece com os enunciados, textos escritos, imagens e tudo que lê. Sobre esse processo, pode-se afirmar que
I- o valor de sentido atribuído aos textos está relacionado a hipóteses explícitas que se confirmam após a atividade da leitura.
II- o leitor e a atividade de ler estão implicados em diversas práticas sociais que auxiliam na construção do ato de ler como um bem cultural.
III- os enunciados servem de indícios para estabelecer a relação dialógica necessária na interpretação dos textos em qualquer linguagem.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Xanxerê-SC
A respeito da concepção de linguagem como expressão do pensamento, assinale a alternativa CORRETA:
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Leia, a seguir, o trecho da obra Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.
“O que mais a impressionou no passeio foi a miséria geral, a falta de cultivo, a pobreza das casas, o ar triste, abatido da gente pobre. Educada na cidade, ela tinha dos roceiros ideia de que eram felizes, saudáveis e alegres. Havendo tanto barro, tanta água, por que as casas não eram de tijolos e não tinham telhas? Era sempre aquele sapê sinistro e aquele "sopapo" que deixava ver a trama de varas, como o esqueleto de um doente. Por que, ao redor dessas casas, não havia culturas, uma horta, um pomar? Não seria tão fácil, trabalho de horas? E não havia gado, nem grande nem pequeno. Era raro uma cabra, um carneiro. Por quê? Mesmo nas fazendas, o espetáculo não era mais animador. Todas soturnas, baixas, quase sem o pomar olente e a horta suculenta. A não ser o café e um milharal, aqui e ali, ela não pôde ver outra lavoura, outra indústria agrícola. Não podia ser preguiça só ou indolência. Para o seu gasto, para uso próprio, o homem tem sempre energia para trabalhar. As populações mais acusadas de preguiça, trabalham relativamente. Na África, na Índia, na Cochinchina, em toda parte, os casais, as famílias, as tribos, plantam um pouco, algumas coisas para eles. Seria a terra? Que seria? E todas essas questões desafiavam a sua curiosidade, o seu desejo de saber, e também a sua piedade e simpatia por aqueles párias, maltrapilhos, mal alojados, talvez com fome, sorumbáticos!…” (BARRETO, Lima, 1983 [1915], p. 61 e 62).
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