“Diz respeito às pessoas surdas que nasceram com a capacidade auditiva, mas, por alguma razão, encontraram-se com a surdez depois. Nesse caso, há uma identificação próxima com a identidade surda."
Acerca da cultura surda, podemos dizer que essa concepção é característica de:
De acordo com o Decreto nº 5.626, de dezembro de 2005, regulamenta a Lei nº 10.436, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, é correto afimar:
Habilidade processual (habilidade de compreender a mensagem e construir a mensagem na língua alvo), organização processual (monitoramento do tempo, estoque da mensagem em partes, busca de esclarecimento), competência linguística e cultural, conhecimento (experiência e formação profissional), preparação, ambiente (físico e psicológico), filtros (hábitos do intérprete, crenças, personalidade e influências) (GESSER, s/d, p. 28) são aspectos do modelo
O profissional intérprete é aquele que interpreta a mensagem de forma "precisa e apropriada" de uma língua para permitir que a comunicação aconteça entre pessoas que não usam a mesma língua, isto é, o profissional intérprete intermedeia a interação e a comunicação (QUADROS, 2004, p. 70). O trecho dá foco
De acordo com Quadros (2004, p. 76-77), na obra “O tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa”, o aspecto fundamental do processo de tradução e interpretação no modelo sociolinguístico baseia-se nas interações entre os participantes. As categorias que atendem a esse modelo são
Peixoto (2006), no artigo “Algumas considerações sobre a interface entre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e a Língua Portuguesa na construção inicial da escrita pela criança surda”, revela que é importante que a escola promova uma ação pedagógica capaz de favorecer a compreensão de que a escrita e os sinais não são apenas modalidades diferentes de uma mesma língua. O trecho do autor afirma que línguas diferentes têm organizações