Considerando os princípios éticos da prática
profissional e as normativas vigentes do Conselho
Federal de Psicologia, o registro e armazenamento
de dados comportamentais devem:
Uma psicóloga é convidada por uma instituição
privada para atuar como avaliadora psicológica em
um processo seletivo interno para promoção de cargos. Ao analisar a lista de candidatos, identifica que
um dos avaliados realizou psicoterapia com ela há
dois anos, vínculo encerrado formalmente e sem
contato posterior. A instituição afirma que a avaliação será apenas técnica e solicita confidencialidade absoluta sobre o processo. A psicóloga reconhece que possui informações prévias relevantes
sobre o histórico emocional do candidato, ainda
que não relacionadas diretamente à função avaliada.
Considerando a situação apresentada, a postura
profissional que melhor sustenta uma prática eticamente responsável é:
Um psicólogo atua em uma instituição pública
e acompanha, há alguns meses, um usuário adulto
em atendimento psicológico regular. Em determinado momento, a coordenação institucional solicita, por escrito, acesso ao prontuário completo do
usuário, alegando necessidade administrativa e planejamento interno de ações. O usuário não foi informado previamente sobre essa solicitação, nem
autorizou o compartilhamento das informações. O
psicólogo reconhece que parte do conteúdo registrado envolve aspectos íntimos da vida pessoal do
usuário, sem relação direta com decisões institucionais.
Diante dessa situação, à luz do Código de Ética
Profissional do Psicólogo, a conduta eticamente
mais adequada é:
Segundo o Código de Ética Profissional do Psicólogo (Art. 7º), o psicólogo poderá intervir na prestação de serviços psicológicos
que estejam sendo efetuados por outro profissional na seguinte situação:
Segundo a Resolução CFP nº 06/2019, que fornece orientações sobre elaboração de documentos escritos produzidos pela(o) psicóloga(o) no exercício profissional, o laudo psicológico deve apresentar os procedimentos e conclusões gerados pelo processo de avaliação psicológica, limitando-se a fornecer as informações necessárias e relacionadas à demanda e relatar: o
encaminhamento, as intervenções, o diagnóstico, o prognóstico, a hipótese diagnóstica, a evolução do caso, orientação e/ou
Sofia atendia adultos em psicoterapia individual, já há dez anos, e não tinha muitos encaminhamentos, apesar de sua inquestionável competência em sua atuação na área clínica. Tendo seus horários da semana pouco preenchidos, passou a solicitar encaminhamento de pacientes a colegas, ofertando ao profissional 20% do arrecadado por sessão a quem quisesse encaminhar a
ela os pacientes excedentes. Segundo o que consta no Código de Ética Profissional do Psicólogo (Art. 2º), a(o) psicóloga(o)
Segundo a Resolução nº 06/2019, que institui as regras para a elaboração de documentos escritos produzidos pela(o) psicóloga(o) no exercício profissional, tendo como objetivos orientar a(o) psicóloga(o) na elaboração de documentos escritos produzidos no exercício da sua profissão e fornecer os subsídios éticos e técnicos necessários para a produção qualificada da
comunicação escrita, toda modalidade de documento deverá ter