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Respondida
Na organização da Defensoria Pública do Estado de São Paulo,
Respondida
Nas ações judiciais em que a parte vencedora for patrocinada pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo, havendo condenação em honorários advocatícios, tais recursos
Respondida
Segundo regramento da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, a denegação de atendimento pela Instituição deverá
observar a seguinte norma:
Respondida
Na evolução histórica do acesso à justiça no Brasil aos mais vulneráveis,
A
a Constituição de 1967 atribuiu à União e aos Estados o dever de prestar diretamente assistência jurídica aos necessitados ou fazê-lo, subsidiariamente, por meio de advogados particulares conveniados.
B
o art. 98 das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988, acrescentado pela EC nº 80/14, prevê que,
no prazo de até 10 (dez) anos, a União, os Estados e o Distrito Federal deverão contar com Defensores Públicos nas
Comarcas com maiores índices de exclusão social e adensamento populacional.
C
a Constituição de 1988 adotou o modelo público, atribuindo à Defensoria Pública o dever de prestar assistência judiciária
como direito de todos e dever do Estado.
D
a Lei nº 1.060/50, editada sob a égide da Constituição de 1946, adotou o modelo judicare , devendo o Estado remunerar os
advogados particulares que atuassem em favor de pessoas necessitadas.
E
a Constituição de 1934 previa, em caráter inédito, que a União e os Estados deveriam conceder assistência judiciária aos
necessitados.
Respondida
Pedro, Defensor Público no Estado do Rio de Janeiro, ingressou
com representação perante a Comissão de Direitos Humanos da
Organização dos Estados Americanos, solicitando providências
em relação às péssimas condições dos estabelecimentos
prisionais situados no Estado.
Considerando a sistemática vigente, Pedro atuou de modo:
Respondida
O IBGE divulgou a Síntese de Indicadores Sociais 2017
informando que um quarto da população brasileira
(52,168 milhões de brasileiros) estava abaixo da linha de
pobreza do Banco Mundial em 2016 e vivia com renda
mensal de até R$ 387,07.
Com o objetivo de contribuir na política pública de combate
às desigualdades sociais, a Lei Orgânica Nacional da
Defensoria Pública estabelece que a Defensoria Pública do
Estado prestará assistência jurídica aos necessitados e:
A
deverá primar pela centralização de sua organização, a fim de
viabilizar o eficiente atendimento aos hipossuficientes, que
deve ser promovido exclusivamente com disciplinas da área
jurídica;
B
defenderá privativa e judicialmente os direitos e interesses
das populações indígenas, com destaque para ações
afirmativas e demarcatórias de terras em favor da
coletividade indígena;
C
comunicar-se-á, pessoal e reservadamente, com seus
assistidos, ainda quando esses se acharem presos ou detidos,
exceto se incomunicáveis, tendo livre ingresso em
estabelecimentos prisionais, mediante prévio agendamento;
D
receberá intimação, nos processos em que oficia e em
qualquer grau de jurisdição ou instância administrativa,
mediante publicação no Diário Oficial, contando-se em dobro
todos os prazos;
E
poderá atuar por intermédio de núcleos ou núcleos
especializados, dando-se prioridade, de todo modo, às
regiões com maiores índices de exclusão social e
adensamento populacional.
Respondida
Para viabilizar o exercício de suas funções legais com eficiência, independência e celeridade, os Defensores Públicos contam com diversas garantias e prerrogativas.
Consoante dispõe a Lei Orgânica Nacional da Defensoria Pública, é exemplo de prerrogativa dos membros da Defensoria Pública do Estado:
A
gozar de vitaliciedade, após 2 (dois) anos de exercício, não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado;
B
receber, inclusive quando necessário, mediante entrega dos autos com vista, intimação pessoal em qualquer processo e grau de jurisdição ou instância administrativa;
C
representar a parte, em feito administrativo ou judicial, mediante prévio e indispensável instrumento de procuração, ressalvados os casos urgentes;
D
não ser removido compulsoriamente do órgão em que estiver lotado, exceto por pena de remoção compulsória aprovada pelo voto da maioria absoluta dos membros da Corregedoria-Geral da Defensoria Pública, assegurada a ampla defesa;
E
não ser preso, senão por prévia ordem judicial escrita, inclusive na hipótese de flagrante delito, e quando houver prisão, a autoridade fará imediata comunicação ao Defensor Público-Geral e ao Procurador-Geral de Justiça.
Respondida
Maria, Defensora Pública no Estado do Rio de Janeiro, decidiu
participar de uma sociedade comercial do ramo de alimentos.
Considerando a sistemática estabelecida pela Lei Complementar
nº 80/1994, a decisão de Maria está:
Respondida
A Defensoria Pública é instituição permanente e essencial à
função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe o exercício da
assistência jurídica integral e gratuita custeada ou fornecida pelo
Estado.
De acordo com a Lei Orgânica Nacional da Defensoria Pública (Lei
Complementar nº 80/94), dentre suas funções institucionais,
destaca-se a de:
A
exercer o controle externo da atividade policial, com o
escopo de tutelar o interesse difuso da coletividade de viver
em paz social;
B
promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da
lei, em favor de vítimas de crimes consideradas
hipossuficientes;
C
executar e receber as verbas sucumbenciais decorrentes de
sua atuação, exceto quando devidas por quaisquer entes
públicos, destinando-as ao aparelhamento da Defensoria;
D
prestar atendimento interdisciplinar, por meio de órgãos ou
de servidores de suas carreiras de apoio para o exercício de
suas atribuições;
E
oferecer orientação jurídica e exercer a defesa dos
necessitados, na fase judicial, vedada a atuação para solução
dos litígios na esfera extrajudicial.
Respondida
A Ouvidoria-Geral é órgão auxiliar da Defensoria Pública do
Estado e de promoção da qualidade dos serviços prestados pela
instituição.
De acordo com a Lei Orgânica da Defensoria Pública do Estado do
Rio de Janeiro, o Ouvidor-Geral:
A
é escolhido pelo Defensor Público-Geral do Estado, dentre
integrantes estáveis da carreira, para mandato de 2 (dois)
anos, permitida 1 (uma) recondução, em cargo de dedicação
exclusiva;
B
tem competência para propor, fundamentadamente, ao
Conselho Superior a suspensão do estágio probatório de
membro da Defensoria Pública do Estado, após processo
administrativo disciplinar;
C
é escolhido pelo Conselho Superior, dentre cidadãos de
reputação ilibada, não integrantes da carreira, indicados em
lista tríplice formada pela sociedade civil, para mandato de
2 (dois) anos, permitida 1 (uma) recondução;
D
tem competência para manter atualizados os assentamentos
funcionais e os dados estatísticos de atuação dos membros
da Defensoria Pública, para efeito de aferição de
merecimento;
E
tem atribuição para decidir sobre a fixação ou a alteração de
atribuições dos órgãos de atuação da Defensoria Pública e os
conflitos de atribuições entre membros da Defensoria
Pública, sem prejuízo de outras atribuições.