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3468592 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Fé Sul-SP

Há dois olhares básicos para apreender o conceito de “humano”: o individual e o coletivo. De um lado temos a compreensão do humano que tenta responder às questões considerando suas características naturais, as qualidades intrínsecas de cada ser, do corpo e mente de cada indivíduo – típico na: biologia, neurociências, psicologia cognitiva etc. – e de outro encontramos as ciências sociais que privilegiam a análise sobre os indivíduos considerando seus modos de existência, suas práticas efetivas em sociedade. Nesse caso, as qualidades que tipificam o humano são extraídas de sua forma de vida coletiva.

(MAIA, 2009.)

O indivíduo humano encontra-se enlaçado com outros indivíduos e é a forma desse enlace que o caracteriza. A humanidade do homem somente ocorre em seu viver societário. Especificamente nas sociedades humanas na Pré-história:

 

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3468523 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Itabi-SE
As duas imagens seguintes referem-se ao processo marcado pela seguinte característica:



Enunciado 4029689-1

Celebração do Dia do Folclore (agosto de 2024). IN: https://www.se.gov.br/noticias/educacao-cultura
 

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3468522 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Itabi-SE
Segundo os dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2022 o município de Itabi possuía uma população de 4.745 habitantes. A maioria de sua população vive na área urbana (próximo de 55%) e, apesar de ainda enfrentar alguns problemas sanitários e de urbanização das vias públicas, a taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade está próxima de 100%.
São muitos os desafios a serem enfrentados, mas a administração municipal de Itabi caminha em busca de soluções e, nesse ano de 2024, a população da cidade terá a oportunidade de, novamente, eleger seus novos representantes (prefeito e vereadores), que possuem as seguintes funções:
 

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3468521 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Itabi-SE
“(...) seria possível ver a costa de Sergipe, cujo nome, de origem indígena, vinha de um riacho no interior das terras. À beira-mar, se espreguiçava densa floresta, aqui e ali recortada por ‘indícios de cultura’, ou seja, pequenas roças.”

PRIORE, Mary Del. Histórias da Gente Brasileira. Volume 2. Império. Leya, Editora Casa dos Mundos. 2019. pp. 96.

Pode-se afirmar corretamente acerca das origens do atual Estado de Sergipe ou da cidade de Itabi que:
 

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A ocupação do território municipal de Padre Bernardo teve início no século passado com o estabelecimento das primeiras fazendas de criação de gado às margens do Rio Maranhão e seus tributários mais importantes, onde se localizam pastagens de boa qualidade.
Com o decorrer dos anos, surgiram outros fatores responsáveis pelo crescimento econômico demográfico da região. Ao aumento natural dos rebanhos, associava-se, de modo paralelo e consequente, a ocorrência de picadas, que levaram ao surgimento das pousadas dos vaqueiros, a caminho de Niquelândia e das famílias que desciam do Nordeste para a região Centro-Sul.
A função religiosa foi, sem dúvida, a mais importante na instalação e no crescimento do povoado, pois a partir de 1933, romeiros provenientes da região do Vão dos Angicos, no município de Luziânia, se dirigiam todos os anos, durante o mês de julho para rezarem na capela do Divino, erguida por fazendeiros locais. Com o surgimento de algumas casas em volta da capela, os fazendeiros começaram a lotear partes do vale, com o objetivo de formar uma cidade.
Em 1951, foi fundado o Arraial com o nome de Barro Alto do vão dos Angicos e, para a formação do Patrimônio, os Senhores Januário de Amorim e Valentim José Cabral doaram doze alqueires de terra ao Santo Padroeiro. Ainda na condição de povoado, a localidade passou a denominar-se Padre Bernardo, em homenagem ao vigário que percorria as fazendas locais, celebrando batizados e casamentos, enfatizando cada vez mais a função da cura.
A partir de 1957 a expansão do núcleo urbano se deve ao Senhor José Monteiro Lima, que dividiu sua fazenda em sítios e lotes, doando às famílias sem recursos e vendendo aos que desejassem se fixar na região.
Um maior dinamismo ocorrido no município deve-se ao avanço das fronteiras agrícolas para o Centro-Oeste e mais precisamente à construção de Brasília, dado ao seu favorável posicionamento geográfico em relação do Distrito Federal.
Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/padrebernardo/historico>. Acesso em: 8 out. 2024.
Segundo a Lei Complementar nº 181/2023, do legislativo do Estado de Goiás, sancionada pelo governador, instituiu-se a Região Metropolitana do Entorno do Distrito Federal (RME), da qual o município de Padre Bernardo, GO, passou a fazer parte com mais 10 municípios goianos. As Regiões Metropolitanas e as Aglomerações Urbanas são recortes instituídos por lei complementar estadual, de acordo com a determinação da Constituição Federal de 1988, visando integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum. Qual alternativa corresponde às políticas públicas da Lei Complementar nº 181/2023, de acordo com a determinação da Constituição Federal de 1988?
 

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A ocupação do território municipal de Padre Bernardo teve início no século passado com o estabelecimento das primeiras fazendas de criação de gado às margens do Rio Maranhão e seus tributários mais importantes, onde se localizam pastagens de boa qualidade.
Com o decorrer dos anos, surgiram outros fatores responsáveis pelo crescimento econômico demográfico da região. Ao aumento natural dos rebanhos, associava-se, de modo paralelo e consequente, a ocorrência de picadas, que levaram ao surgimento das pousadas dos vaqueiros, a caminho de Niquelândia e das famílias que desciam do Nordeste para a região Centro-Sul.
A função religiosa foi, sem dúvida, a mais importante na instalação e no crescimento do povoado, pois a partir de 1933, romeiros provenientes da região do Vão dos Angicos, no município de Luziânia, se dirigiam todos os anos, durante o mês de julho para rezarem na capela do Divino, erguida por fazendeiros locais. Com o surgimento de algumas casas em volta da capela, os fazendeiros começaram a lotear partes do vale, com o objetivo de formar uma cidade.
Em 1951, foi fundado o Arraial com o nome de Barro Alto do vão dos Angicos e, para a formação do Patrimônio, os Senhores Januário de Amorim e Valentim José Cabral doaram doze alqueires de terra ao Santo Padroeiro. Ainda na condição de povoado, a localidade passou a denominar-se Padre Bernardo, em homenagem ao vigário que percorria as fazendas locais, celebrando batizados e casamentos, enfatizando cada vez mais a função da cura.
A partir de 1957 a expansão do núcleo urbano se deve ao Senhor José Monteiro Lima, que dividiu sua fazenda em sítios e lotes, doando às famílias sem recursos e vendendo aos que desejassem se fixar na região.
Um maior dinamismo ocorrido no município deve-se ao avanço das fronteiras agrícolas para o Centro-Oeste e mais precisamente à construção de Brasília, dado ao seu favorável posicionamento geográfico em relação do Distrito Federal.
Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/padrebernardo/historico>. Acesso em: 8 out. 2024.
Segundo o IBGE, qual é a estimativa populacional de habitantes do município de Padre Bernardo, GO, para o ano de 2024?
 

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Leia o texto a seguir.

O catolicismo era o cimento que ligava e mantinha estável os vários segmentos da sociedade colonial. Era o elemento comum e o pré-requisito primário de sociabilidade que abarcava o Rei e o mais humilde dos escravos, a beata devota e o mais valente dos bandeirantes. Ser católico, nos tempos coloniais, não se restringia à salvação da alma e demais liturgias religiosas, mas significava também participar de atividades de lazer, integrar-se no corpo político e apreciar produções estéticas. O catolicismo era o elemento de identidade comum que homogeneizava as demais diferenças sociais, ligadas ao nascimento, à cor da pele, a posses materiais e ao gênero.
ARRAIS, Cristiano Alencar; OLIVEIRA, Eliézer Cardoso de; LEMES, Fernando Lobo. O Século XVIII em Goiás: a construção da Colônia. Goiânia: Cânone, 2019, p. 97.

Sobre as manifestações religiosas católicas em Goiás, destaca-se uma, como a única em todo o mundo que só se celebra aqui, desde o século XIX, o que faz dessa festa uma devoção inédita e única na Igreja Católica, por ter a pessoa de Deus Pai como único foco dessa romaria. Isso se refere aos festejos
 

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Leia o texto a seguir.

A implantação da Estrada de Ferro Goiás, interligando o território goiano ao Sudeste, contribui para romper os grilhões que condicionavam a produção agrícola local a uma situação de quase subsistência. As lavouras cresceram e se especializaram ao ritmo do prolongamento dos trilhos. Assim, a agricultura, ao lado da pecuária de corte, começava a se organizar também como atividade mercantil. A produção que antes apodrecia nas roças, por falta de meios de transporte para escoá-la, passou a ser exportada para os mercados do Centro-Sul.
BORGES, Barsanufo Gomides. A economia agrária goiana no contexto nacional (1930-1960). In: ARRAIS, Cristiano A.; SANDES, Noé F. (Org). A história escrita: percursos da historiografia goiana. Goiânia: Gráfica UFG, 2018, p. 118.

Neste contexto, o primeiro produto agrícola a ser escoado pela estrada de ferro foi
 

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Leia os textos a seguir.

A metáfora criada por Sérgio Buarque de Holanda, “Semeadores de cidades”, não podia ser mais apropriada para explicar o processo de ocupação do interior do território colonial a partir do século XVIII. Conforme observado, esse verdadeiro rush para o Oeste, que expandiu os limites das possessões lusitanas demarcadas pelo Tratado de Tordesilhas, não tem equivalente na história da humanidade. Contudo, o número de vilas e cidades foi modesto na colônia, tendo em vista o aparato administrativo e político que envolvia essas hierarquias urbanas. Assim, enquanto Portugal – no final do período colonial, com uma população de quase 3 milhões – possuía 22 cidades e 500 vilas, o Brasil, com uma população de 4 milhões de habitantes, possuía apenas 12 cidades e 213 vilas, além de um expressivo número de arraiais – mais de 40 apenas em Goiás.
ARRAIS, Cristiano Alencar; OLIVEIRA, Eliézer Cardoso de; LEMES, Fernando Lobo. O Século XVIII em Goiás: a construção da Colônia. Goiânia: Cânone, 2019, p. 20-21.

Em Goiás do Brasil Colônia, “com a mineração, surgiram os povoados [arraiais], às vezes com apenas quinze ou vinte casas, cobertas de folhas de coqueiros ou de sapé e, em cada um deles, uma capela era erguida.”
MENEZES, Áurea Cordeiro. História eclesiástica de Goiás. Vol. 1. Goiânia: Ed. PUG-GO, 2011, p. 180-181, com grifo nosso.

Em todo o século XVIII, somente um desses povoados/arraiais foi elevado à categoria de vila na Capitania de Goiás, concentrando a articulação administrava dos demais povoados/arraiais em si. Estamos nos referindo ao
 

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Leia o texto a seguir.

No século XVIII, Goiás prosperou com a mineração. No século XIX, o destaque econômico foi a pecuária. Durante todo o período imperial (1822-1889), as atividades mais lucrativas para os goianos foram aquelas voltadas para a criação de gado e para a venda de seus derivados.
SANTA CRUZ, Fábio. Província Imensa e Distante: Goiás de 1821 a 1889. Jundiaí (SP): Paco Editorial, 2019, p. 67. [Adaptado].

Segundo o autor, a atividade pecuária na Província de Goiás durante o Império do Brasil, resultou
 

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