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O império austríaco jamais conseguiu alcançar a transmutação que fizera do império alemão um Estado capitalista. Quando eclodiu a Primeira Guerra Mundial, ainda
não havia controle parlamentar do governo imperial, nem
primeiro-ministro, nem um sistema eleitoral uniforme.
O império austríaco era a negação declarada do Estado nacional burguês: representava a antítese de um
dos símbolos essenciais da ordem política capitalista
na Europa.
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista, 1998. Adaptado)
De acordo com Perry Anderson, a eclosão da Primeira Guerra Mundial conduziu a trajetória do absolutismo austríaco
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista, 1998. Adaptado)
De acordo com Perry Anderson, a eclosão da Primeira Guerra Mundial conduziu a trajetória do absolutismo austríaco
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O que ocorreu na Bahia de 1798, ao contrário das outras
situações de contestação política na América portuguesa,
é que o projeto que lhe era subjacente não tocou somente na condição (a dominação política), ou no instrumento
(o exclusivo), da integração subordinada das colônias no
império luso.
(István Jancsó e João Paulo Garrido Pimenta Peças de um mosaico (ou apontamentos para o estudo da emergência da identidade naciona brasileira). Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000)
O artigo em análise aponta que o citado movimento
(István Jancsó e João Paulo Garrido Pimenta Peças de um mosaico (ou apontamentos para o estudo da emergência da identidade naciona brasileira). Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000)
O artigo em análise aponta que o citado movimento
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O artigo Ver para compreender: arte, livro didático e a
história da nação, da historiadora Thais Nívia de Lima
e Fonseca, presente na obra Inaugurando a História e
construindo a nação – discursos e imagens no ensino de
História, publicada em 2011, oferece uma reflexão sobre
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A “tradição escolar”, respaldada pela produção historiográfica, tem-se utilizado da divisão de períodos organizados de acordo com a lógica eurocêntrica, seguindo o
modelo francês.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
Esse modelo, segundo Circe Bittencourt,
(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
Esse modelo, segundo Circe Bittencourt,
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Para alguns inconfidentes, a movimentação sediciosa teria por objetivo a defesa da coroa e de sua legitimidade
contra os desmandos eventuais de alguns de seus representantes. Gonzaga e Cláudio não parecem, embora partícipes e conhecedores do motim, compartilhar da tese
republicana, o que se depreende de várias de suas intervenções. Tiradentes, por seu turno, contraditoriamente
às suas concepções anticoloniais, alude a um ambíguo
e provocativo propósito “restaurador” da sedição. Dizia
ele, colérico e “cheio de paixão”: “Não diga levantar, é
restaurar”.
(João Pinto Furtado. Imaginando a nação: o ensino de história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História, 2001. Adaptado)
O excerto evidencia que entre os inconfidentes
(João Pinto Furtado. Imaginando a nação: o ensino de história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História, 2001. Adaptado)
O excerto evidencia que entre os inconfidentes
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Para Braudel, a relação das sociedades com a duração
é o ponto específico da investigação histórica. Os fatos
históricos têm uma duração distinguível em três ordens:
acontecimento, conjuntura e estrutura.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
São exemplos, respectivos, de acontecimentos, conjuntura e estrutura:
(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
São exemplos, respectivos, de acontecimentos, conjuntura e estrutura:
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Segundo o historiador André Segal, é importante distinguir os objetivos da História ensinada nos níveis
fundamental e médio daqueles pretendidos nos cursos
superiores.
(Circe Bittencourt. Capitalismo e cidadania nas atuais propostas curriculares de História. Em: Circe Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula,1998)
O saber histórico na sala de aula,1998) Ainda segundo Segal, nos níveis fundamental e médio, a História deve
(Circe Bittencourt. Capitalismo e cidadania nas atuais propostas curriculares de História. Em: Circe Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula,1998)
O saber histórico na sala de aula,1998) Ainda segundo Segal, nos níveis fundamental e médio, a História deve
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Essa concepção pragmática da História, como disciplina
escolar, servia à formação do cidadão ideal para o estado
centralizado, que tinha como um dos seus objetivos neutralizar o poder das oligarquias regionais, formando o que
se concebia como “sentimento nacional brasileiro”. Sentimento este que teria como fundamento a raça, a língua
e a religião, e um território com uma única administração.
(Katia Abud. Currículos de História e políticas públicas: os programas de História do Brasil na Escola Secundária. Em: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula, 1998)
Analisando os programas de História do período Vargas, a autora identificou como parte dos conteúdos que atendem ao exposto no excerto
(Katia Abud. Currículos de História e políticas públicas: os programas de História do Brasil na Escola Secundária. Em: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula, 1998)
Analisando os programas de História do período Vargas, a autora identificou como parte dos conteúdos que atendem ao exposto no excerto
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O historiador indaga com vistas a identificar, analisar e
compreender os significados de diferentes objetos, lugares, circunstâncias, temporalidades, movimentos de pessoas, coisas e saberes. As perguntas e as elaborações
de hipóteses variadas fundam não apenas os marcos de
memória, mas, também, as diversas formas narrativas,
ambos expressão do tempo, do caráter social e da prática da produção do conhecimento histórico.
(BRASIL/Ministério da Educação. BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História)
Desse modo, considerando as premissas da BNCC, está correto afirmar que, no contexto escolar, é importante que as indagações mencionadas sejam
(BRASIL/Ministério da Educação. BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História)
Desse modo, considerando as premissas da BNCC, está correto afirmar que, no contexto escolar, é importante que as indagações mencionadas sejam
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Sobre a história de Porto Amazonas, analise as assertivas e assinale a alternativa com a
sequência correta: “Ainda no século XIX, a região onde hoje se encontra o município de
Porto Amazonas era considerada como um ponto estratégico para a logística da economia
do Paraná. Durante a década de 1870, diversas concessões de _________ foram criadas
pelas autoridades da província, com o objetivo de estimular a exploração dessa
característica. Em 1879, por exemplo, o Coronel ____________ recebeu um privilégio de
estabelecer por si ou por seu meio uma rota comercial com a região onde hoje se encontra
União da Vitória. Em 1882, na primeira viagem a bordo do _____________, concluiu o
percurso em dois dias e meio”.
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