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Na primeira metade do século XX, Pedro Bruno (1888- 1949) pintou O Precursor, interessante quadro que apresenta Tiradentes sendo preparado para a execução. O personagem aparece de pé e enquanto o carrasco, de cabeça baixa, sem olhá-lo, veste-lhe a alva, ele mantém a cabeça erguida, olhos no céu, braços estendidos como em súplica, entregando sua vida à justiça dos homens e de Deus. Um frade, de joelhos diante do herói, apresenta-lhe o crucifixo que o acompanhará até o cadafalso. Essa cena é uma entre muitas leituras sacralizadas do drama vivido pelo alferes inconfidente e que tem seus correspondentes em textos historiográficos sobre a Inconfidência Mineira, nos quais poderia ter se baseado o artista.
(Thais Nívia de Lima e Fonseca. Ver para compreender: arte, livro didático e a história da nação. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História)
O excerto, assim o como o artigo citado, analisam
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Uma questão que tem sido debatida é a possibilidade de introdução do método dialético no ensino de História e das demais disciplinas escolares.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos)
O método dialético
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É comum encontrarmos nos livros das séries iniciais do ensino fundamental capítulos introdutórios sobre as medidas usadas para a localização do tempo, e estas, ao que tudo indica, são ensinadas no início do ano letivo por intermédio de alguns exercícios sobre a contagem dos séculos, com destaque à aprendizagem de algarismos romanos.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)
Segundo Bittencourt, a periodização mencionada pelo excerto
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A Inconfidência Mineira, abortada entre os anos de 1788 e 1789, era um movimento, ao contrário do que comumente se afirma na historiografia e nos textos didáticos, bastante heterogêneo.
(João Pinto Furtado. Imaginando a nação: o ensino de história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História)
O excerto alude à heterogeneidade do movimento, que pode ser verificada pela
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A História cronológica, criada no fim do século XIX, tem sido objeto de críticas pela forma linear com que organiza o tempo, de acordo com a ideologia do progresso.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)
Bittencourt destaca que a citada História cronológica, entre outras críticas,
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Um dos elementos considerados hoje imprescindíveis ao procedimento histórico em sala de aula é, sem dúvida, o trabalho com as fontes ou documentos. A ampliação da noção de documento e as transformações na sua própria concepção atingiram diretamente o trabalho pedagógico. A partir das renovações teóricos-metodológicas da História, como das novas concepções pedagógicas, o uso escolar do documento foi ressignificado.
(Maria Auxiliadora Schmidt. A formação do professor de História e o cotidiano da sala de aula. Em: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula. Adaptado)
Segundo Schmidt, o uso escolar do documento
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Mesmo defendendo a liberdade de escolha no processo didático e nele reconhecendo uma área importante de embates políticos, devemos admitir que um sentido maior deve orientar nossa prática no rumo da sociedade democrática [...]
(Maria de Lourdes Monaco Janotti. História, política e ensino. Em: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula)
Para Janotti, a escola pode contribuir com a construção de uma sociedade democrática ao
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Das figuras políticas é interessante destacar como têm sido representados [nos livros didáticos] os dois imperadores do Brasil: D. Pedro I, sempre jovem, porque afinal morreu com 34 anos; seu filho D. Pedro II, sempre velho, apesar dos textos escolares darem destaque ao episódio da “Maioridade” [...]. A ilustração do pai jovem e do filho velho tem causado uma certa perplexidade aos jovens leitores e falta a explicação do aparente paradoxo.
(Circe M.F. Bittencourt. Livros didáticos entre textos e imagens. Em: Circe M.F. Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula)
De acordo com a historiadora, o “aparente paradoxo”
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Os bens “imóveis como as cidades históricas, sítios arqueológicos e paisagísticos e bens individuais; ou móveis, como coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos”, de acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, são patrimônios:
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No Brasil, pode-se dizer que excepcionalmente só tivemos um sistema administrativo e um corpo de funcionários puramente dedicados a interesses objetivos e fundados nesses interesses. Assim, sobre a distinção entre o público e o privado, na história política do Brasil, assinalar a alternativa INCORRETA.
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