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As revoluções de 1917
“Na segunda metade de 1916 e no início de 1917, o fator crucial era o crescente descontentamento do exército russo. Os “camponeses de uniforme”, como Lenin os chamou, estavam cansados da guerra. Em outubro de 1916, ao serem enviados para reprimir uma greve em Petrogrado, soldados atiraram na polícia, e não nos trabalhadores.”
Fonte: BROWN, Archie. Ascensão e queda do comunismo. Rio de Janeiro: Record, 2014, p.70
- O texto apresenta aspecto dos antecedentes imediatos da Revolução Russa de fevereiro de 1917, o qual
“Na segunda metade de 1916 e no início de 1917, o fator crucial era o crescente descontentamento do exército russo. Os “camponeses de uniforme”, como Lenin os chamou, estavam cansados da guerra. Em outubro de 1916, ao serem enviados para reprimir uma greve em Petrogrado, soldados atiraram na polícia, e não nos trabalhadores.”
Fonte: BROWN, Archie. Ascensão e queda do comunismo. Rio de Janeiro: Record, 2014, p.70
- O texto apresenta aspecto dos antecedentes imediatos da Revolução Russa de fevereiro de 1917, o qual
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Imagem 02 Contando Índios, Spix e Martius
Fonte: Negociantes Contando Índios, Spix e Martius, Viagem pelo Brasil, Volume 03. Disponível em: https://museologiaportugal.net/files/ upload/ expo_ linguaPT/ expo_a2_13_2013.pdf. acesso em 20.09.2024.
A imagem acima, de autoria de Spix e Von Martius, faz referência a uma cena do Brasil do século XIX que pode ser interpretada como:
Fonte: Negociantes Contando Índios, Spix e Martius, Viagem pelo Brasil, Volume 03. Disponível em: https://museologiaportugal.net/files/ upload/ expo_ linguaPT/ expo_a2_13_2013.pdf. acesso em 20.09.2024.
A imagem acima, de autoria de Spix e Von Martius, faz referência a uma cena do Brasil do século XIX que pode ser interpretada como:
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Imagem 01 Extinção da escravidão negra no Brasil

Fonte: Jornal Estado de Minas. Disponível em: https://www.em.com.br/app/ notícia/especiais/educacao/enem/2016/05/13. Acesso em 23.09.2024.
A matéria do Jornal Gazeta de Notícias (RJ), publicada em 14 de maio de 1888, apresenta um importante momento da história do Brasil: a extinção da escravidão negra, fruto de uma campanha abolicionista que mobilizou vastos setores da sociedade brasileira. A análise do processo em questão leva a compreender que:
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“A construção de uma identidade nacional foi tarefa urgente nos processos de formação dos Estados
Nacionais e de constituição dos “nacionalismos”, ao longo do século XIX. Se foi difícil na perspectiva
política, mais complicada ainda nos âmbitos social e econômico. Nos dias atuais, assistimos às
dificuldades na consecução das comunidades e mercados internacionais, percebendo o quanto é difícil
lidar com a questão das “nacionalidades”. Discursos são criados mostrando como a união de todos é
fundamental para a sobrevivência de cada um. Esta mesma retórica da “união” e da “unidade”, no caso
do Brasil, de Portugal e das possessões africanas, foi largamente utilizada no final do século XVIII e início
do século XIX. Visava-se uma certa utopia: o Império Luso-Brasileiro, rico, forte e poderoso.”
Fonte: RIBEIRO, Gladys Sabina. A liberdade em construção. Rio de Janeiro: Relume Dumará/FAPERJ, 2002, p. 9
Sobre os laços que uniam Brasil e Portugal, nos anos que imediatamente antecederam e sucederam o processo de independência, é possível afirmar que:
Fonte: RIBEIRO, Gladys Sabina. A liberdade em construção. Rio de Janeiro: Relume Dumará/FAPERJ, 2002, p. 9
Sobre os laços que uniam Brasil e Portugal, nos anos que imediatamente antecederam e sucederam o processo de independência, é possível afirmar que:
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“O enfrentamento do Jenipapo ocorreu no dia 13 de março de 1823; é relativamente farta a crônica
documentada pela escrita de autovencedores, para quem, preso e deportado o governador Fidié, a
província estaria pacificada, voltando os combates do povo aos campos de lavrar e criar — porque
política é coisa de branco”.
Fonte: SANTOS NETO, Antonio Fonseca dos. Jenipapo: riacho irrigado com os sonhos da esperança. Piauí: CCOM, 2010, p. 54
Em 2022, intelectuais e estudantes brasileiros voltaram sua atenção para uma reflexão a respeito dos 200 anos da independência política do Brasil, oportunidade em que opiniões, posturas e decisões a respeito dessa experiência histórica nacional e local, assim como sugere o texto acima, foram expostas, permitindo compreender que:
Fonte: SANTOS NETO, Antonio Fonseca dos. Jenipapo: riacho irrigado com os sonhos da esperança. Piauí: CCOM, 2010, p. 54
Em 2022, intelectuais e estudantes brasileiros voltaram sua atenção para uma reflexão a respeito dos 200 anos da independência política do Brasil, oportunidade em que opiniões, posturas e decisões a respeito dessa experiência histórica nacional e local, assim como sugere o texto acima, foram expostas, permitindo compreender que:
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“A Revolução Francesa – a Grande Revolução de 1789 – foi amplamente sentida pelos contemporâneos
como uma autêntica, histórica, regeneração da humanidade [...]. Kant, num opúsculo de 1798, O Conflito
das Faculdades, falou (§6) “de um acontecimento de nossa época que prova a tendência moral do
gênero humano”. Aurora e limiar, dramático divisor de águas da história do mundo, e não só da França, a
revolução assumiu desde o princípio um significado cósmico e escatológico, um simbolismo único, de
dilúvio lustral da civilização: e foi pensando na escala inédita dessa ressonância que Jules Michelet (1798-1874), seu maior historiador, referiu-se à “história da França, cuja particularidade é precisamente
ser universal”. Entre a queda da Bastilha e o advento de Bonaparte, desenrolou-se um drama que acabou
envolvendo, nos seus efeitos e nas suas derivações, a inteira modernidade, na política e no social.”
Fonte: MERQUIOR, José Guiherme. O repensamento da Revolução. IN: FURET, François e OZOUF, Mona. Dicionário crítico da Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989, p.XVII)
Nesse sentido, qual foi o impacto da Revolução Francesa sobre o conceito de revolução?
Fonte: MERQUIOR, José Guiherme. O repensamento da Revolução. IN: FURET, François e OZOUF, Mona. Dicionário crítico da Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989, p.XVII)
Nesse sentido, qual foi o impacto da Revolução Francesa sobre o conceito de revolução?
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“Trazer o iluminismo britânico ao palco da história- isto é, ao centro do palco - , é redefinir a própria ideia
de iluminismo. Na litania de traços associados ao iluminismo – razão, direitos, natureza, liberdade,
igualdade, tolerância, ciência, progresso -, “razão” invariavelmente encabeça a lista. O que é
conspicuamente ausente é “virtude”. Mas foi “virtude”, mais do que razão, que teve primazia no
iluminismo britânico.”
Fonte: HIMMELFARB, Gertrude. Os caminhos para a modernidade: os iluminismos britânico, francês e americano. São Paulo: É Realizações, p. 16
A respeito do iluminismo britânico, é possível dizer:
Fonte: HIMMELFARB, Gertrude. Os caminhos para a modernidade: os iluminismos britânico, francês e americano. São Paulo: É Realizações, p. 16
A respeito do iluminismo britânico, é possível dizer:
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“Quando os “aritméticos políticos” do final do século XVII apontaram a
adversário; quando os escritores franceses do século XVII prestaram
realizações comerciais e financeiras inglesas – estavam dando vazão à
Holanda como exemplo e
atenção e deploraram as
sua inveja, esperanças e
descontentamento numa era de construção do estado e de intensa rivalidade nacional. Era essa a
natureza da Europa, muito diferente da ecumênica China ou dos anárquicos Islã e índia. A Europa
consistia em estados grandes e pequenos, cada um orientado pelo orgulho e interesse do governante,
mas cada vez mais por um nacionalismo autoconsciente.”
Fonte: LANDES, DAVID S. A riqueza e a pobreza das nações: porque algumas são tão ricas e outras são tão pobres. Rio de Janeiro: Campus, 1998, p.497.
O contexto retratado pelo autor, no fragmento acima, foi marcado:
Fonte: LANDES, DAVID S. A riqueza e a pobreza das nações: porque algumas são tão ricas e outras são tão pobres. Rio de Janeiro: Campus, 1998, p.497.
O contexto retratado pelo autor, no fragmento acima, foi marcado:
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“É sabido que o plantio da cana veio a substituir, nos primórdios da colonização da América Portuguesa,
a simples extração de recursos naturais. O açúcar, então considerado uma especiaria, alcançava altos
preços e dispunha de um mercado em expansão, possibilitando amarrar a Colônia às linhas de comércio
metropolitano”.
Fonte: DEL PRIORE, Mary. Deus ou o diabo nas terras do açúcar: o senhor de engenho na América Portuguesa. In. DEL PRIORE, Mary. Revisão do Paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de História. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.17
A dinâmica da economia açucareira, no Brasil colonial, caracterizava-se:
Fonte: DEL PRIORE, Mary. Deus ou o diabo nas terras do açúcar: o senhor de engenho na América Portuguesa. In. DEL PRIORE, Mary. Revisão do Paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de História. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.17
A dinâmica da economia açucareira, no Brasil colonial, caracterizava-se:
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“Para Erasmo, como para todos os reformadores, a Bíblica constituía, então, o centro da compreensão
cristã, quando apresentada sob sua forma autêntica. E rejeitava, em uníssono com eles, o cristianismo
mecânico praticado em sua totalidade: indulgências, peregrinações, privilégios especiais, missas para os
mortos, todo o negócio de conquistar a salvação por um “mérito” adquirido de modo artificial, em geral
com dinheiro [...]. Onde, então, encontrava-se a estrada para a salvação? Erasmo concordava com os
reformadores que a Bíblia tinha de ser estudada. Concordava com a prática da devoção privada,
sobretudo da oração. O homem se salvava por meio do conhecimento de Deus, não por intervenção de
uma instituição”.
Fonte: JOHNSON, Paul. História do cristianismo. Rio de Janeiro: Imago Edit., 2001, p.334
Avalie as seguintes afirmações:
I. Erasmo de Roterdã concordava com Lutero e, mais tarde, com Calvino, em atacar o ponto de vista clerical e sua defesa da necessidade de uma resposta autorizada para todas as indagações teológicas concebíveis.
II. Como Lutero, Erasmo de Roterdã alegava que a Igreja precisava de uma teologia reduzida à mínima influência sobre os fiéis.
III. Erasmo de Roterdã, ao contrário de Lutero, opunha-se à aproximação entre o movimento reformista e o poder principesco.
IV. Diferente de Lutero, Erasmo de Roterdã não defendia uma visão determinista da salvação, pois rejeitou qualquer ideia de predestinação.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
Fonte: JOHNSON, Paul. História do cristianismo. Rio de Janeiro: Imago Edit., 2001, p.334
Avalie as seguintes afirmações:
I. Erasmo de Roterdã concordava com Lutero e, mais tarde, com Calvino, em atacar o ponto de vista clerical e sua defesa da necessidade de uma resposta autorizada para todas as indagações teológicas concebíveis.
II. Como Lutero, Erasmo de Roterdã alegava que a Igreja precisava de uma teologia reduzida à mínima influência sobre os fiéis.
III. Erasmo de Roterdã, ao contrário de Lutero, opunha-se à aproximação entre o movimento reformista e o poder principesco.
IV. Diferente de Lutero, Erasmo de Roterdã não defendia uma visão determinista da salvação, pois rejeitou qualquer ideia de predestinação.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
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