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3929313 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Paraíso-SC
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A formação da sociedade brasileira resulta da confluência de matrizes culturais indígenas, africanas e europeias. Analise as afirmações e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F):

(__) As populações indígenas contribuíram com saberes agrícolas, linguísticos e espirituais.

(__) As culturas africanas foram totalmente excluídas das práticas sociais brasileiras.

(__) A colonização europeia impôs estruturas de poder e valores que marcaram a hierarquia social.

(__) O sincretismo religioso e cultural é um traço presente na identidade nacional.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

 

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3929216 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
        Enunciado 4880846-1
 Mulheres combatentes do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), em treinamento militar.
MAZRUI, A. A.; WONDJI, C. (Ed.). História geral da África, VIII: África desde 1935. Brasília: Unesco, 2010.
Na intenção de aprofundar as reflexões sobre gênero, poder e representação, as professoras de História e Arte de uma escola de Ensino Médio envolveram seus estudantes na organização de uma exposição com imagens de mulheres africanas que atuaram em movimentos de resistência anticolonial. Entre as imagens escolhidas, estava essa foto das combatentes do PAIGC. Durante a semana da exposição, o pai de um estudante procurou a direção da escola para expressar sua insatisfação. Ele alegou que a atividade promovia a violência ao exibir imagens de mulheres com armas, o que, segundo ele, seria inadequado para o ambiente escolar. Em resposta, as professoras elaboraram uma justificativa para explicar a escolha da foto, argumentando que a atividade
 

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3929215 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
        Enunciado 4880845-1
 Mulheres combatentes do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), em treinamento militar.
MAZRUI, A. A.; WONDJI, C. (Ed.). História geral da África, VIII: África desde 1935. Brasília: Unesco, 2010.
Essa figura das combatentes do PAIGC, que participaram ativamente da luta de libertação contra os colonizadores portugueses nos anos 1960 e 1970, circulou em diversos jornais e revistas. Ela pode ser vista como um exemplo da presença ativa das mulheres na história e contribuiu na construção de uma memória social sobre a resistência anticolonial por parte das suas populações. Para abordar, em sala de aula, o papel das mulheres nos movimentos de libertação e na história africana, é necessário considerar que elas
 

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3929212 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Enunciado 4880842-1 
ASSIS, L.; OLIVEIRA, T. Folha de São Paulo, 6 out. 202
Uma professora, ao propor aos estudantes uma atividade de leitura e análise crítica de fontes imagéticas, utiliza a charge que demonstra ironia por meio da propagação de
 

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3929210 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Nos currículos escolares brasileiros – inclusive nos cursos de Licenciatura em História –, a História do Brasil frequentemente ocupa pouco espaço. As questões nacionais são negligenciadas, e as explicações históricas centradas na Europa ganham maior relevância do que a história nacional e local, tornando a história do Brasil apenas um apêndice periférico da história global. Nos últimos anos, tem-se observado um esforço no debate e nas discussões sobre o pressuposto eurocêntrico no ensino e na pesquisa. No entanto, a base epistemológica de formação dos professores de História pouco se alterou. O que existe são iniciativas individuais ou de grupos isolados que vêm repensando o ensino e a pesquisa, ampliando o leque de possibilidades por meio da contextualização da vida em sociedade e da articulação entre a história individual e a história coletiva a partir de uma perspectiva regional e local. Esse movimento, fundamentado na relação entre passado e presente, busca considerar as contribuições europeias, indígenas e africanas no processo de construção, compreensão e reinterpretação da história do Brasil.
BITTENCOURT, C. M. F. Ensino de História: fundamentos e métodos.
São Paulo: Cortez, 2004 (adaptado
Na década de 1990, um grupo de intelectuais latino-americanos propôs uma nova leitura, escrita e interpretação do passado, que teve repercussão na historiografia da América Latina e ficou conhecida como:
 

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3929208 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Enunciado 4880838-1
 Em comemoração ao Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra (25 de julho), as professoras de História e de Arte de uma escola de Ensino Médio se juntaram para propor uma atividade interdisciplinar que convidava as turmas da 2ª série a refletir criticamente sobre imagens atribuídas à líder quilombola. Sobre a Figura 1, as professoras informaram que o artista nunca esteve no Brasil e não tinha qualquer relação com a história de Tereza; em relação à Figura 2, revelaram que a fotografia retrata uma mulher negra no Brasil do século XIX, quase cem anos após a morte de Tereza. Durante a atividade, surgiram comentários como: “A primeira imagem é a verdadeira porque é muito usada nos livros didáticos.”; “Acho que qualquer imagem serve, desde que mostre que ela era uma mulher negra”. Considerando o protagonismo de Tereza de Benguela, as trajetórias de lutas de mulheres por direitos na história do Brasil e o conceito de política, é correto afirmar que
 

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3929205 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.
HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 199
Com base no texto apresentado, qual proposta articula uma avaliação processual com a compreensão sobre a independência da Índia?
 

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3929204 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.
HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 199
Um professor de História, do Ensino Médio, apresentou esse texto para discutir com os estudantes os desdobramentos globais após a Segunda Guerra Mundial, como o acirramento das lutas anticoloniais, que resultaram em independências de países da África e da Ásia, a exemplo da Guerra do Vietnã, que
 

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3929203 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.
HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 199
Após abordar em suas aulas o imperialismo na Ásia entre os séculos XIX e XX, um professor de História de Ensino Médio realizou uma atividade para estimular uma postura crítica e investigativa. Com base no texto, o objetivo e a metodologia da atividade foram, respectivamente,
 

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3929201 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: INEP
Orgão: PND
As produções audiovisuais Ms. Marvel (2022) e Star Wars (1977-1983) exemplificam como as mídias estadunidenses e ocidentais interpretam processos históricos asiáticos, destacando a resistência de povos com recursos limitados diante de grandes impérios. Em Ms. Marvel, a partição da Índia é apresentada como uma tragédia derivada do imperialismo britânico, revelando as lutas de populações deslocadas e fragmentadas que resistiram com aquilo que tinham: identidade, memória e redes comunitárias. Já Star Wars adapta, em chave ficcional, a experiência de povos como os vietnamitas que, com armas mais simples, enfrentaram uma potência imperial altamente tecnologizada. A Aliança Rebelde pode ser interpretada como uma metáfora dos vietcongues: grupos organizados que, apesar da precariedade material, utilizaram estratégias de guerrilha e resistência popular contra um império opressor. A cultura midiática ocidental frequentemente projeta esses conflitos em narrativas que reforçam certos valores e perspectivas hegemônicas, transformando resistências históricas reais em metáforas adaptadas aos imaginários do público ocidental.
Um professor de História, do Ensino Médio, planejou uma aula sobre o imperialismo inglês na Índia, com base nas produções audiovisuais citadas no texto. Para estimular uma postura investigativa e científica, valorizando o protagonismo do estudante, a atividade deve
 

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