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Considere o gráfico a seguir:
Ao analisar o gráfico de registros de nascimentos ocorridos no Brasil – 2000 a 2022, de acordo com a idade das mães, os dados evidenciam que, em 2022, houve
(https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/ noticias/39560-em-2022-numero-de-nascimentos-cai-pelo-quarto-ano-e-chega- -ao-menor-patamar-desde-1977. Aceso em: 17 .04. 24)
Ao analisar o gráfico de registros de nascimentos ocorridos no Brasil – 2000 a 2022, de acordo com a idade das mães, os dados evidenciam que, em 2022, houve
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Considere os textos a seguir:
Texto I
Os desmatamentos na Amazônia eliminarão uma fonte de umidade importante para a atmosfera, considerando que 56% das chuvas locais e regionais dependem da floresta. Através da superfície das folhas das árvores evaporam-se grandes volumes de água.
(José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross, (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado)
Texto II
A floresta amazônica exerce um papel fundamental na regulação da umidade atmosférica, através de uma intensa reciclagem da água realizada pelas árvores. Depois da chuva, a floresta tropical promove a evapotranspiração, fenômeno que consiste na combinação de processos de evaporação e transpiração intensas. A água retorna à superfície sob a forma de chuva. A floresta realiza o transporte de umidade dentro e fora da região, afetando o ciclo hidrológico e os níveis dos rios amazônicos. Além disso, a umidade originada na bacia amazônica é transportada pelos ventos para outras partes do continente, desempenhando papel importante na formação de precipitações em regiões distantes da própria Amazônia, como o Sudeste e o Sul do Brasil e a bacia do Prata.
(José A. Marengo; Gilberto Fisch. Clima e Região Amazônica. In: Iracema Fonseca de Albuquerque Cavalcanti. Nelson Jesuz Ferreira (Org.). Clima das regiões brasileiras e variabilidade climática. 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2021. Adaptado)
O Texto II completa a ideia do Texto I, fazendo referência a um fenômeno atmosférico denominado de
Texto I
Os desmatamentos na Amazônia eliminarão uma fonte de umidade importante para a atmosfera, considerando que 56% das chuvas locais e regionais dependem da floresta. Através da superfície das folhas das árvores evaporam-se grandes volumes de água.
(José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross, (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado)
Texto II
A floresta amazônica exerce um papel fundamental na regulação da umidade atmosférica, através de uma intensa reciclagem da água realizada pelas árvores. Depois da chuva, a floresta tropical promove a evapotranspiração, fenômeno que consiste na combinação de processos de evaporação e transpiração intensas. A água retorna à superfície sob a forma de chuva. A floresta realiza o transporte de umidade dentro e fora da região, afetando o ciclo hidrológico e os níveis dos rios amazônicos. Além disso, a umidade originada na bacia amazônica é transportada pelos ventos para outras partes do continente, desempenhando papel importante na formação de precipitações em regiões distantes da própria Amazônia, como o Sudeste e o Sul do Brasil e a bacia do Prata.
(José A. Marengo; Gilberto Fisch. Clima e Região Amazônica. In: Iracema Fonseca de Albuquerque Cavalcanti. Nelson Jesuz Ferreira (Org.). Clima das regiões brasileiras e variabilidade climática. 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2021. Adaptado)
O Texto II completa a ideia do Texto I, fazendo referência a um fenômeno atmosférico denominado de
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Se as chuvas fossem distribuídas de maneira uniforme no
globo, a média seria de 900 mm. A distribuição geográfica
da chuva depende, basicamente, de quatro fatores que
determinam a quantidade e o padrão de precipitação em
diferentes regiões do mundo.
(José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado)
São eles:
(José Bueno Conti; Sueli Angelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: Jurandyr Luciano Sanches Ross. Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. Adaptado)
São eles:
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Segundo Simielli (1999), há três tipos de croquis que
mais interessam ao ensino da Geografia, nos quais as
informações são representadas de forma simplificada e
estilizada.
(Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007. Adaptado)
Esses croquis são de
(Nídia Pontuschka; Tomoko Iyda Paganelli; Núria Hanglei Cacete. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007. Adaptado)
Esses croquis são de
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Considere o texto e as figuras apresentadas a seguir,
para responder à questão:
As figuras ilustram um cenário de processos convergentes entre placas tectônicas, envolvendo, respectivamente, crosta oceânica com crosta oceânica, crosta continental com crosta oceânica e crosta continental com crosta continental.
(Colombo C. G. TassinarI. Tectônica global. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000)
(TEIXEIRA, Wilson. Tectônica Global. Tópico 4. https://midia.atp.usp.br/ impressos/lic/modulo02/geologia_PLC0011/geologia_top04.pdf. Acesso em: 13.04.25)
Das análises dos processos, é correto afirmar que
As figuras ilustram um cenário de processos convergentes entre placas tectônicas, envolvendo, respectivamente, crosta oceânica com crosta oceânica, crosta continental com crosta oceânica e crosta continental com crosta continental.
(Colombo C. G. TassinarI. Tectônica global. In: Wilson Teixeira et. al. (Org.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000)
(TEIXEIRA, Wilson. Tectônica Global. Tópico 4. https://midia.atp.usp.br/ impressos/lic/modulo02/geologia_PLC0011/geologia_top04.pdf. Acesso em: 13.04.25)
Das análises dos processos, é correto afirmar que
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Para a população de mais baixa renda ou mesmo nenhuma
renda, morar na periferia da região metropolitana paulistana
não é uma opção, é contingência, necessidade de sobrevivência. Essa população, em geral, acaba ficando prisioneira
nesse espaço, impossibilitada de locomover-se e acessar
as possibilidades na metrópole, por falta de recursos para
circulação, associada muitas vezes à falta de capacitação
profissional. A essa população ainda é imputada a culpabilidade por todo tipo de problemas urbanos existentes no
local: ocupação irregular, violência urbana, degradação
do meio ambiente etc. Mudar essa situação pressupõe ter
acesso a localizações que concentram as possibilidades de
empregos e ou atividades informais que permitam minimamente a sobrevivência.
(Glória da Anunciação Alves. A mobilidade/imobilidade na produção do espaço metropolitano. In: Ana Fani Alessandri Carlos; Marcelo Lopes de Souza; Maria Encarnação Beltrão Sposito (Org.). A produção do espaço urbano: agentes, processos, escalas e desafios. Contexto, 2011. Adaptado)
O texto expressa o conceito de
(Glória da Anunciação Alves. A mobilidade/imobilidade na produção do espaço metropolitano. In: Ana Fani Alessandri Carlos; Marcelo Lopes de Souza; Maria Encarnação Beltrão Sposito (Org.). A produção do espaço urbano: agentes, processos, escalas e desafios. Contexto, 2011. Adaptado)
O texto expressa o conceito de
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“Um fenômeno geográfico sempre é comparável a outros.
A identificação das semelhanças entre fenômenos geográficos é o início da compreensão da unidade terrestre.”
(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index. php?option=com_docman&view=download&alias=79601-anexo-texto-bnccreexportado-pdf-2&category_slug=dezembro-2017-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 13.04.25)
O enunciado refere-se ao princípio geográfico de
(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index. php?option=com_docman&view=download&alias=79601-anexo-texto-bnccreexportado-pdf-2&category_slug=dezembro-2017-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 13.04.25)
O enunciado refere-se ao princípio geográfico de
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Considere o texto e as figuras a seguir para responder à questão:
O território é fundamentalmente um espaço definido e delimitado por e a partir de relações de poder. Esse espaço pode ser entendido à escala nacional e em associação com o Estado como grande gestor. No entanto, o território não precisa nem deve ser reduzido a essa escala ou à associação com a figura do Estado. Territórios existem e são construídos (e desconstruídos) nas mais diversas escalas geográficas e temporais, refletindo a complexidade das interações sociais e políticas que os constituem. Há territórios que são no fundo antes relações sociais projetadas no espaço que espaços concretos, que podem formar-se e dissolver-se, constituir-se e dissipar-se de modo relativamente rápido, ser antes instáveis que estáveis ou, mesmo, ter existência regular mas apenas periódica, ou seja, em alguns momentos.
(Marcelo José Lopes de Souza. O território: sobre espaço e poder, autonomia e desenvolvimento. In: Iná Elias de Castro; Paulo Cesar da Costa Gomes; Roberto Lobato Corrêa. Geografia: conceitos e temas. 7. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. Adaptado)
Figura 1 – Representação fictícia de parte da área de obsolescência de uma cidade em dois momentos distintos
Figura 2 – Representação fictícia de parte da área de obsolescência de uma cidade em dois momentos distintos
Considerando-se que a territorialidade se refere a um tipo de interação entre seres humanos mediatizada pelo espaço, ou seja, à qualidade atribuída ao território em função de seu uso ou apreensão por indivíduos e grupos sociais, as Figuras 1 e 2 referem-se, correta e respectivamente, à
O território é fundamentalmente um espaço definido e delimitado por e a partir de relações de poder. Esse espaço pode ser entendido à escala nacional e em associação com o Estado como grande gestor. No entanto, o território não precisa nem deve ser reduzido a essa escala ou à associação com a figura do Estado. Territórios existem e são construídos (e desconstruídos) nas mais diversas escalas geográficas e temporais, refletindo a complexidade das interações sociais e políticas que os constituem. Há territórios que são no fundo antes relações sociais projetadas no espaço que espaços concretos, que podem formar-se e dissolver-se, constituir-se e dissipar-se de modo relativamente rápido, ser antes instáveis que estáveis ou, mesmo, ter existência regular mas apenas periódica, ou seja, em alguns momentos.
(Marcelo José Lopes de Souza. O território: sobre espaço e poder, autonomia e desenvolvimento. In: Iná Elias de Castro; Paulo Cesar da Costa Gomes; Roberto Lobato Corrêa. Geografia: conceitos e temas. 7. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. Adaptado)
Figura 1 – Representação fictícia de parte da área de obsolescência de uma cidade em dois momentos distintos
Figura 2 – Representação fictícia de parte da área de obsolescência de uma cidade em dois momentos distintos
Considerando-se que a territorialidade se refere a um tipo de interação entre seres humanos mediatizada pelo espaço, ou seja, à qualidade atribuída ao território em função de seu uso ou apreensão por indivíduos e grupos sociais, as Figuras 1 e 2 referem-se, correta e respectivamente, à
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A Geografia possui alguns conceitos-chave, capazes de
sintetizarem a sua objetivação, os quais guardam entre
si forte grau de parentesco, visto que todos se referem à
ação humana modelando a superfície terrestre: paisagem,
região, espaço, lugar e território. Cada um desses conceitos possui várias acepções, cada qual baseada em uma
corrente teórica específica do pensamento geográfico.
(Roberto Lobato Corrêa. Espaço, um conceito-chave da Geografia. In: Iná Elias de Castro; Paulo Cesar da Costa Gomes; Roberto Lobato Corrêa. Geografia: conceitos e temas. 7. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. Adaptado)
O debate em torno desses conceitos tem se mostrado de grande relevância, pois revela conflitos e, consequentemente, propicia avanços na teoria geográfica. Nesse contexto, é correto afirmar que, na Geografia
(Roberto Lobato Corrêa. Espaço, um conceito-chave da Geografia. In: Iná Elias de Castro; Paulo Cesar da Costa Gomes; Roberto Lobato Corrêa. Geografia: conceitos e temas. 7. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. Adaptado)
O debate em torno desses conceitos tem se mostrado de grande relevância, pois revela conflitos e, consequentemente, propicia avanços na teoria geográfica. Nesse contexto, é correto afirmar que, na Geografia
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Observe as figuras a seguir, que retratam compartimentos de relevo.
(https://atlasescolar.ibge.gov.br/ brasil/3039-diversidade-ambiental/relevo.html. Acesso em: 10.04.25)
Com base nessas figuras, constata-se que
(https://atlasescolar.ibge.gov.br/ brasil/3039-diversidade-ambiental/relevo.html. Acesso em: 10.04.25)
Com base nessas figuras, constata-se que
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