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Uma partícula, livre de resistência do ar, é lançada em A sobre uma superfície sem atrito e descreve a trajetória, mostrada na figura a seguir, contida em um plano vertical:

A velocidade dessa partícula, ao longo da sua trajetória, em função da abcissa x, é indicada pelo gráfico seguinte:

Sejam h1 e h2, respectivamente, as maiores altura e profundidade atingidas pela partícula ao longo de sua trajetória. Nessas condições, e sendo constante a aceleração da gravidade local, a razão !$ \large{h_2 \over h_1} !$ é igual a
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Em uma parede P está incrustada uma lâmpada puntiforme L acesa. Em frente à parede P existe um espelho plano e vertical AB que reflete a luz proveniente de L, iluminando a região A’B’ de P, conforme ilustrado na figura seguinte:

A partir de certo instante, o espelho passa a oscilar em movimento harmônico simples, cuja posição x obedece à equação horária x = 0,2 cos(2t + !$ \pi !$), permanecendo ainda vertical e paralelo à parede P.
Nessas condições, a velocidade de A’ em relação a B’ terá módulo
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A Figura 1 ilustra um sistema formado por um paralelepípedo homogêneo, de base quadrada, em repouso e apoiado sobre uma barra, disposta na horizontal e sustentada por dois fios, A e B. Inicialmente, os fios e a barra possuem o mesmo comprimento.

Os fios A e B são feitos de materiais cujos coeficientes de dilatação linear valem, respectivamente, !$ \alpha !$A e !$ \alpha !$B. Ao produzir uma variação de temperatura !$ \Delta \theta !$ em todos os elementos desse sistema, observa-se que todos se dilatam, permanecendo os fios na vertical, a barra se inclina e o paralelepípedo fica na iminência de escorregar e, também, tombar em relação à barra, conforme indica a Figura 2.

Nessas condições, e considerando que após a dilatação o paralelepípedo tem altura h, e que sua base quadrada tem aresta b, pode-se afirmar que a razão !$ h \over b !$ vale
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Uma criança, sentada à beira da piscina, brinca com seu carrinho, de controle remoto, sobre uma prancha de madeira que flutua nas águas tranquilas dessa piscina.

A prancha tem massa M e comprimento L e inicialmente está em repouso em relação à criança.
A partir de certo instante o carrinho, de massa m, que estava em repouso em relação à prancha, passa a realizar um movimento harmônico simples, em relação a um ponto fixo na terra, indo da extremidade A à extremidade B e, em marcha à ré, da extremidade B à extremidade A, num movimento unidimensional (paralelo à borda de comprimento L).
Considere desprezíveis as dimensões do carrinho em relação ao comprimento da prancha, !$ \mu !$ o coeficiente de atrito estático entre as rodinhas do carrinho e a prancha, g o módulo da aceleração da gravidade local e despreze o atrito entre a prancha e a água.
A máxima frequência que o movimento do carrinho poderá ter, sem que o mesmo escorregue, deve ser igual a
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O circuito ilustrado a seguir é alimentado por uma bateria ideal de força eletromotriz !$ \varepsilon !$ igual a 12 V.

A e B são dois amperímetros ideais, K é uma chave aberta e C um capacitor de capacitância 10 mF, completamente descarregado. O circuito possui ainda dois resistores ôhmicos, R1 e R2, cujas resistências elétricas valem 2 !$ \Omega !$ e 10 !$ \Omega !$, respectivamente.
Ao fechar a chave K, a intensidade da corrente iA, medida pelo amperímetro A, em função da intensidade da corrente iB, medida pelo amperímetro B, está corretamente indicada pelo gráfico
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Uma espira CDE, de resistência elétrica igual a 1 !$ \Omega !$, em forma de um triângulo equilátero de lado !$ \ell !$ igual a 20 cm, desliza, livre de qualquer atrito e resistência do ar, com velocidade constante !$ \vec{\text{v}} !$ de módulo igual a 30 cm/s sobre o plano xy na direção e sentido do eixo x, conforme ilustrado na figura abaixo:

No semiespaço x > 0, atua um campo magnético uniforme e constante !$ \vec{B} !$, perpendicular ao plano xy, cujo módulo vale 2 T. A intensidade da força aplicada por um agente externo, na mesma direção e sentido da velocidade !$ \vec{\text{v}} !$, no instante em que o vértice E da espira estiver passando pelo ponto (15 , 0), a fim de manter a velocidade constante !$ \vec{\text{v}} !$, deverá ser, em mN, igual a
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Um cilindro, contendo certa massa de gás perfeito, tem um pistão que está ligado a uma mola ideal. Ao fornecer certa quantidade de calor Q, para esse sistema termodinâmico, observa-se uma expansão do gás com a consequente deformação da mola !$ \Delta !$x, conforme indica figura a seguir.

Em outro momento, para as mesmas condições iniciais anteriores, ao se fornecer o dobro da quantidade de calor 2Q, a esse sistema, observa-se que a mola sofre uma deformação duas vezes maior, 2!$ \Delta !$x.
Considerando que nas duas expansões o sistema tenha sofrido a mesma variação de energia interna e que não houve atrito entre o pistão e o cilindro, pode-se afirmar que a constante elástica da mola vale
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Um aquário de paredes finas e área da base igual a S contém água cuja densidade vale μA, até a altura x (Figura A).
Um barquinho de madeira, com uma esfera maciça dentro dele, é posto a flutuar e o nível da água se eleva até a altura y (Figura B).
Ao retirar a esfera e colocá-la diretamente na água, com o barquinho ainda a flutuar, ela afunda e o nível de água altera para o valor z (Figura C).

Considerando que as figuras foram feitas em escalas diferentes, e sendo o volume da esfera igual a V e sua densidade μE, pode-se afirmar corretamente que
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Duas partículas, A e B, se movem, em sentidos opostos, em uma mesma trajetória.
No instante t0 = 0, a partícula A inicia do repouso e da origem dos espaços um movimento uniformemente variado, e a partícula B passa pela posição 3,0 m com velocidade constante, permanecendo em movimento uniforme.
No instante t = 2 s, as duas partículas, A e B, se encontram, tendo a partícula B percorrido uma distância igual a duas vezes a distância percorrida pela partícula A, conforme indica figura a seguir:

Nessas condições, a velocidade da partícula A, em m/s, no momento em que as partículas se encontram, é igual a
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“Aulas práticas de laboratório são insubstituíveis no ensino de Ciências, pois permitem que os alunos tenham contato direto com os fenômenos, manipulando as matérias e equipamentos e observando os organismos”.
(KRASILCHIK, M. Prática de Ensino de Biologia. 4ª edição. São Paulo: EDUSP, 2008)
Sabendo disso, um professor de Ciências realizou o seguinte experimento: inicialmente, instruiu seus alunos a prenderem uma vela acesa em um pires e a colocarem água o bastante no pires, mas de forma que ela não entornasse. A seguir, pediu que eles cobrissem a vela com um copo, como no momento 1 da imagem abaixo:

Os alunos perceberam que, no momento 2, a chama da vela apagou e a água subiu pelo interior do copo até certa altura.
O professor pediu aos alunos que formulassem uma hipótese explicativa para o fenômeno. Das várias proposições feitas, a correta era a que dizia que a água subiu porque a pressão
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