Foram encontradas 6.736 questões.
Atenção: O texto abaixo refere-se à questão.
Em todo sistema de moral que até hoje encontrei, sempre notei que o autor segue durante algum tempo o modo comum de raciocinar, estabelecendo a existência de Deus, ou fazendo observações a respeito dos assuntos humanos, quando, de repente, surpreendo-me ao ver que, em vez das cópulas proposicionais usuais, como é e não é, não encontro uma só proposição que não esteja conectada a outra por um deve ou não deve. Essa mudança é imperceptível, porém da maior importância. Pois como esse deve ou não deve expressa uma nova relação ou afirmação, esta precisaria ser notada e explicada; ao mesmo tempo, seria preciso que se desse uma razão para algo que parece totalmente inconcebível, ou seja, como essa nova relação pode ser deduzida de outras inteiramente diferentes.
(HUME, David. Tratado da Natureza Humana. Tradução de
Débora Danowiski. Livro III, Parte I, Seção II. São Paulo,
Editora UNESP, 2000, p. 509, citado nas Orientações Pedagógicas
para o Ensino Médio em Filosofia, em http://crv.
educacao.mg.gov.br)
De acordo com o que se pode deduzir não apenas da passagem de Hume citada acima, mas de sua filosofia como um todo, está correto afirmar que, para ele,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Atenção: O texto abaixo refere-se à questão.
Em todo sistema de moral que até hoje encontrei, sempre notei que o autor segue durante algum tempo o modo comum de raciocinar, estabelecendo a existência de Deus, ou fazendo observações a respeito dos assuntos humanos, quando, de repente, surpreendo-me ao ver que, em vez das cópulas proposicionais usuais, como é e não é, não encontro uma só proposição que não esteja conectada a outra por um deve ou não deve. Essa mudança é imperceptível, porém da maior importância. Pois como esse deve ou não deve expressa uma nova relação ou afirmação, esta precisaria ser notada e explicada; ao mesmo tempo, seria preciso que se desse uma razão para algo que parece totalmente inconcebível, ou seja, como essa nova relação pode ser deduzida de outras inteiramente diferentes.
(HUME, David. Tratado da Natureza Humana. Tradução de
Débora Danowiski. Livro III, Parte I, Seção II. São Paulo,
Editora UNESP, 2000, p. 509, citado nas Orientações Pedagógicas
para o Ensino Médio em Filosofia, em http://crv.
educacao.mg.gov.br)
Nesse texto, Hume afirma que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Atenção: O texto abaixo refere-se à questão.
O fato mais marcante da vida humana é que temos valores. Pensamos em modos pelos quais as coisas poderiam ser melhores e mais perfeitas e, portanto, diferentes do que são e também em modos como nós mesmos poderíamos ser melhores, e, portanto, diferentes do que somos. Por que é assim? De onde tiramos estas ideias que vão além do mundo que experimentamos e parecem colocá-lo em questão, julgando-o, dizendo que ele não é satisfatório, que ele não é o que deveria ser? Claramente não as tiramos da experiência, pelo menos não de uma maneira simples. E é intrigante também que estas ideias de um mundo diferente do nosso nos conclamam, dizendo-nos como as coisas deveriam ser e que nós deveríamos torná-las assim.
(KORSGAARD, Christine. The Sources of normativity.
Cambridge University Press, 1996, p. 1. − Tradução de Telma
Birchal, citado nas Orientações Pedagógicas para o Ensino
Médio em Filosofia, em http://crv.educacao.mg.gov.br)
O texto acima se refere a uma das questões mais antigas da história da filosofia, a saber, à relação entre
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O mito de Prometeu é uma das imagens mais ricas já inventadas para diferenciar o homem dos demais seres vivos.
Nesse mito, o
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Nas reflexões filosóficas sobre a relação milenar entre natureza e cultura desenvolvidas desde a antiguidade até a modernidade,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os sofistas tiveram as suas marcas pelo individualismo, relativismo e subjetivismo em suas concepções e ações, considerando principalmente que a verdade não existe fora do sujeito.
Nesse aspecto o sofista Protágoras afirma que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto sobre a tragédia de Realengo.
É possível que a vida escolar de Wellington, o assassino de Realengo, tenha sido um suplício. Mas a simples vingança pelo bullying sofrido não basta para explicar seu ato. Eis um modelo um pouco mais plausível.
A matança, neste caso, é uma maneira de suprimir os objetos de desejo, cuja existência ameaça o ideal de pureza do jovem. Para transformar os fracassos amorosos em glória, o fanatismo religioso é o cúmplice perfeito. Você acha que seu desejo volta e insiste? Nada disso, é o demônio que continua trabalhando para sujar sua pureza.
Graças ao fanatismo, em vez de sofrer com a frustração de meus desejos, oponho-me a eles como se fossem tentações externas. As meninas me dão um certo frio na barriga? Nenhum problema, preciso apenas evitar sua sedução – quem sabe, silenciá-las.
Fanático (e sempre perigoso) é aquele que, para reprimir suas dúvidas e seus próprios desejos impuros, sai caçando os impuros e os infiéis mundo afora.
Há uma lição na história de Realengo – e não é sobre prevenção psiquiátrica nem sobre segurança nas escolas. É uma lição sobre os riscos do aparente consolo que é oferecido pelo fanatismo moral ou religioso. Dito brutalmente, na carta sinistra de Wellington, eu leio isto: minha fé me autorizou a matar meninas (e a me matar) para evitar a frustrante infâmia de pensamentos e atos impuros.
(Contardo Calligaris. Folha de S.Paulo, 14.04.2011. Adaptado.)
De acordo com o autor,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em sua conferência “O direito à Filosofia do ponto de vista cosmopolita”, proferida em 1991, Derrida defende que o direito à Filosofia
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Karl Popper considera que o valor de uma teoria não se mede por sua verdade e sim deve ser medido pela possibilidade da teoria ser falseada.
Isso quer dizer que para Popper
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para Santo Agostinho a alma foi criada à imagem de Deus, daí o autoconhecimento significa conhecer Deus. Diz ele, “Entrei e, com aquela vista da minha alma, vi, acima dos meus olhos interiores e acima do meu espírito, a luz imutável... Quem conhece a verdade conhece a luz imutável e, quem a conhece, conhece a Eternidade”.
Essas passagens estão contidas em sua obra
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container