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Do “Mito da Caverna” de Platão (428-347 a.C.), expresso no Livro VII de sua obra “A República”, pode-se tirar várias lições filosóficas. Uma delas é que
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É comum entre os especialistas no assunto encontrar a afirmação de que o filósofo alemão Friedrich Hegel (1770-1831) fundou uma filosofia da história que consiste em compreender
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Existe uma corrente moderna epistemológica filosófica cuja premissa básica se funda na tese de que todo o conhecimento do mundo é adquirido pelo uso da razão, e que os dados fornecidos pelos sentidos são sempre duvidosos e fontes de erros e cujo autor é frequentemente descrito como o pai da filosofia moderna. Tal corrente tem como grande expoente o filósofo
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Os especialistas no assunto admitem existir uma enorme dificuldade de se encontrar uma definição acabada acerca do conceito de filosofia, haja vista que o próprio processo de criação da filosofia admite a possibilidade de apresentação de novos conceitos, que podem variar conforme o tempo e o lugar. Nesse sentido, é comum a conclusão de que não existe um conceito absoluto para a filosofia. Pode-se afirmar que, para alguns filósofos, ela é
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Em sua obra “O Princípe”, Nicolau Maquiavel faz uma exposição crítica acerca das relações de poder exercidas pelos soberanos nos séculos XV e XVI. Antes dele, Platão já teria abordado a mesma temática em sua obra “A República”, onde expõe os atributos necessários para o exercício do poder na pólis. Por sua vez, a crítica de Maquiavel inaugura a discussão do tema da política sob a ótica da perspectiva do Estado Moderno. Numa análise comparativa entre os pensamentos de ambos, observando-se, logicamente, a época e cultura em que cada um viveu, é CORRETO dizer que eles
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O filósofo dinamarquês Sören Kierkegaard (1813-1855) é considerado, por muitos, o fundador do existencialismo filosófico contemporâneo. De seu pensamento, é CORRETO afirmar:
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Alguns qualificam o espaço cibernético como um novo mundo, um mundo virtual, mas não podemos nos equivocar. Não há dois mundos diferentes, um real e outro virtual, mas apenas um, no qual se devem aplicar e respeitar os mesmos valores de liberdade e dignidade da pessoa.
(Jacques Chirac)
O uso das TIC’s tem se tornado cada vez mais presente na prática educativa; entretanto, na mesma medida em que a tecnologia abre caminhos para que as distâncias entre as diversas partes do mundo sejam diminuídas, problemas têm surgido, como por exemplo, o cyber bullyng, os boatos sem fundamentação que se espalham rapidamente pelas redes sociais, além dos haters (que usam a internet como meio de espalhar o ódio) e stalkers (que usam a internet como meio de perseguir pessoas, gerando profundo constrangimento). Porém, até mesmo esse reflexo negativo do uso das tecnologias pode ser utilizado como instrumento para o debate, mais especificamente nas aulas de filosofia.
Dentre as alternativas abaixo, assinale aquela que designa CORRETAMENTE as áreas da filosofia que podem utilizar as polêmicas surgidas a partir das redes sociais como material de estudo e debate.
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“Esclarecimento [Aufklärung] é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de outro indivíduo. O homem é o próprio culpado dessa menoridade se a causa dela não se encontra na falta de entendimento, mas na falta de coragem de servir-se de si mesmo sem a direção de outrem. Sapere aude! Tem a coragem de fazer uso de teu próprio entendimento, tal é o lema do esclarecimento [Aufklärung].”
(Kant, I. Resposta à pergunta: Que
é esclarecimento? In: Kant, I. Textos Seletos. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1985. p 100 - grifos do autor).
Acerca do tema da Educação em Kant, analise as afirmações abaixo.
I. O texto: Resposta à pergunta: Que é esclarecimento? está intimamente ligado à obra: Sobre a Pedagogia, ambos de Kant, pois, tanto no primeiro quanto no segundo, o filósofo alemão defende que o homem enceta sua saída da menoridade pela disciplina, ensinada e incentivada nas escolas, dado que se deve iniciar a educação pelo controle da liberdade usando a razão como guia.
II. A expressão: “Sapere aude!” significa: “Ouse saber!”. Seguindo o sistema kantiano, podemos concluir que o filósofo incentiva a ousadia na educação, ou seja, que os estudantes sejam deixados livres para que possam ousar e, através da liberdade, fazer novas descobertas. A disciplina seria, então, considerada pelo pensador um limitador das capacidades humanas que só podem ser desenvolvidas pela liberdade cultivada nas crianças.
III. Seguindo a corrente de pensamento ligada originalmente a Michel de Montaigne e, posteriormente, defendida por Jean-Jacques Rousseau, Kant defende que é, inicialmente, por um desenvolvimento do saber e pela utilização de seu discernimento que o homem pode libertar-se das pessoas que pensam por ele, seus tutores, e sair de sua menoridade.
IV. Para Kant, o ser humano tem condições para se libertar das amarras que o aprisionam na menoridade, sendo-lhe possível, portanto, por meio da educação, alcançar o almejado esclarecimento. A educação possibilita a saída de seu estado de menoridade e faz com que o sujeito atinja gradualmente a maioridade, tornando-se autônomo.
V. Para Kant, a educação tem, como tarefa própria, encaminhar o homem em direção ao fim último, que é a sua ideia de perfeição. Assim uma educação que atinja sua finalidade cumpre ao mesmo tempo, a finalidade da filosofia moral e política. O homem moral é o ideal a ser seguido no processo de educação.
Assinale a alternativa que contém as afirmações CORRETAS.
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“A suspeita dos antigos críticos culturais se confirmou: em um mundo onde a educação é um privilégio e o aprisionamento da consciência impede, de toda maneira, o acesso das massas à experiência autêntica das formações espirituais, já não importam tanto os conteúdos ideológicos específicos, mas o fato de que simplesmente haja algo preenchendo o vácuo da consciência expropriada e desviando a atenção do segredo conhecido por todos. No contexto de seu efeito social, é talvez menos importante saber quais as doutrinas ideológicas específicas que um filme sugere aos seus espectadores do que o fato de que estes, ao voltar para casa, estão mais interessados nos nomes dos atores e em seus casos amorosos. Conceitos vulgares como 'entretenimento' são muito mais adequados do que considerações pretensiosas sobre o fato de um escritor ser representante da pequena burguesia e outro, da alta burguesia. A cultura tornou-se ideológica não só como a quintessência das manifestações subjetivamente elaboradas pelo espírito objetivo, mas, em maior medida, também como esfera da vida privada. Esta esconde, sob a aparência de importância e autonomia, o fato de que é mantida apenas como apêndice do processo social.”
(ADORNO, T. Indústria Cultural e Sociedade. São Paulo. Paz e Terra, 2002)
A partir da leitura do texto acima, assinale a alternativa que designa CORRETAMENTE o teor da crítica de Adorno.
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Leia as definições a seguir.
I. Hermenêutica da confiança é uma expressão criada por Martin Heidegger para designar a atitude existencial que está simultaneamente na base: a) de toda a hermenêutica, que se desenvolveu na tradição, como ars interpretandi; b) daquela que aparece no séc. XIX como compreensão da vida que se exprime através dos seus sinais (obras, textos significativos); c) da concepção heideggeriana de interpretação concebida como modo específico de ser do existir.
II. Aplicação é o conceito nuclear da Hermenêutica Filosófica de Hans-Georg Gadamer, com o qual filósofo critica o modelo gnosiológico e romântico da interpretação, entendida como cópia ou reconstrução da intenção do autor.
III. Círculo Hermenêutico é uma expressão frequente na discussão hermenêutica atual, aparecendo simultaneamente no âmbito filosófico e no teológico. O círculo refere a lógica interna da compreensão fenomenológica, isto é, a regra segundo a qual é necessário compreender o todo de um texto a partir das suas partes e estas a partir do todo.
IV. Ipseidade é o termo usado por Paul Ricoeur para caracterizar a dupla motivação - vontade de escuta e atitude de desconstrução ou suspeita - que caracteriza a ambiguidade da Hermenêutica contemporânea.
V. Atestação é o conceito central da hermenêutica ricoeuriana, com o qual o filósofo exprime o tipo de compreensão de si que tem a pessoa. Esta é um ente que não pode reduzir-se mais ao modelo clássico da representação, logo que excede concepção soberana do cogito cartesiano e que recusa a humilhação nitzscheana da consciência. Entre o cogito exaltado de Descartes e o cogito humilhado de Nietszche, a atestação ricoeuriana expressa a confiança na capacidade que tem o homem de poder fazer sentido no mundo; afirma o primado do agir e inscreve-se na via aberta pelas hermenêuticas da suspeita.
Assinale a alternativa que apresenta as definições INCORRETAS.
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