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A respeito da Teologia da Esperança, de Moltmann, analise as afirmativas a seguir:
I. Toda teologia cristã deve modelar-se pela escatologia.
II. O presente em si não é importante. O importante é que o futuro se apodere da pessoa no presente.
III. A meta do futuro não é a plena manifestação da glória de Cristo; é a edificação da utopia na terra.
Assinale
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Conforme informa Villani (2001, Ciência & Educação): os autores Karl Popper (1902-1994), Thomas Khun (1922-1996) e Paul Feyerabend (1924-1994) estiveram entre os pesquisadores cujos debates encontraram posição central no Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência, realizado em Londres no ano de 1965. Acerca dos debates entre as teorizações destes autores, está correto afirmar:
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Considerado um dos principais filósofos da humanidade, Platão teorizou, em suas obras, acerca da política, desenvolvendo
reflexões sobre temas como
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Com base na visão teológica de Paul Tillich, analise as afirmativas a seguir:
I. Para Tillich, afirmar a existência de Deus é tão ateu quanto negá-la, isso porque o Ser transcende à existência.
II. A responsabilidade sobre as tensões cotidianas da vida moderna remete ao conceito clássico de pecado.
III. Para Tillich, a ressurreição significa simplesmente que Jesus foi restituído à sua dignidade na mente dos discípulos.
Assinale
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“Desta igualdade quanto à capacidade deriva a igualdade quanto à esperança de atingirmos nossos fins. Se dois homens desejassem a mesma coisa, portanto, ao mesmo tempo que é impossível ela ser gozada por ambos, eles se tornam inimigos”.
HOBBES, Thomas. Leviatã. São Paulo: Martin Claret, 2002, p. 96.
Suárez e Grotius viam a guerra como o, às vezes necessário, desvio de uma ordem natural em que os Estados coexistem harmoniosamente no interior de um consensual pano de fundo moral. Thomas Hobbes possuía uma visão diferenciada sobre a natureza política. Portanto, esta visão consistia em:
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O Uno em Parmênides e em Plotino (2013, Ed. da UFF), Marcos Reis Pinheiro afirma que “as definições negativas do Uno-Ser de Parmênides (século V a.C.) já são uma primeira forma de se apresentar ao pensamento ocidental aquilo que em Plotino (século III d.C.) se mostrará como um Uno radicalmente negativo”. Pinheiro aponta “antecedentes do Uno de Plotino” também em trechos da obra platônica: na “primeira hipótese do diálogo Parmênides”, na “imagem do Sol como sumo Bem no livro VI da República” e na “passagem do Banquete” em que “Diotima nos fornece os traços negativos da ideia de Belo”. Sobre as compreensões de Parmênides, Platão e Plotino, podemos afirmar:
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René Descartes (1596-1650), David Hume (1711-1776) e Immanuel Kant (1724-1804) são recorrentemente referidos como responsáveis pela articulação das teorias do conhecimento que caracterizaram o pensamento filosófico da Modernidade. Sobre elas, podemos afirmar:
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“Um segundo ponto de vista de que uma teoria científica é uma estrutura complexa de algum tipo é o que recebeu muita atenção nos últimos anos. Refiro-me ao ponto de vista desenvolvido por Thomas Kuhn, cuja primeira versão apareceu em seu livro A Estrutura das Revoluções Científicas, publicado inicialmente em 1962. Kuhn iniciou sua carreira acadêmica como físico e voltou então sua atenção para a história da ciência. Ao fazê-lo descobriu que seus preconceitos sobre a natureza da ciência haviam se esfacelado. Veio a perceber que os relatos tradicionais da ciência, fosse indutivista ou falsificacionista, não suportam uma comparação com o testemunho histórico. A teoria da ciência de Kuhn foi desenvolvida subsequentemente como uma tentativa de fornecer uma teoria mais corrente com a situação histórica tal como ele a via. Uma característica-chave de sua teoria é a ênfase dada ao caráter revolucionário do progresso científico, em que uma revolução implica o abandono de uma estrutura teórica e sua substituição por outra, incompatível. Um outro traço essencial é o importante papel desempenhado na teoria de Kuhn pelas características sociológicas das comunidades científicas.”
CHALMERS, Alan F. O que é Ciência Afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993. p. 123.
Sobre o pensamento de Thomas Kuhn é CORRETO afirmar que:
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Ao estabelecer uma identidade entre o bem supremo e o prazer supremo, Aristóteles se candidata a ser chamado de hedonista, mas de um tipo muito pouco usual e situa-se a uma grande distância do mais famoso hedonista da Grécia Antiga, Epicuro. O hedonismo de Epicuro é compreendido da seguinte forma:
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Segundo Norberto Bobbio, entre os ideais que definem a democracia e a “matéria bruta”, ou seja, entre a teoria e a prática, entre o que foi prometido e o que foi realizado, há uma longa distância. Para ele, o aprofundamento da democracia no Brasil deve orientar-se pela superação dos descompassos entre os ideais e a realidade. Bobbio nos dá algumas pistas para essa tarefa ao identificar certos objetivos que, na prática, as democracias não foram capazes de alcançar. Destacam-se, dentre elas, a importância de se estender a democracia política para a democracia social; a necessidade de combater o que denomina poder invisível, ou seja, de se realizar o princípio da publicidade, e, por fim, de se promover a educação para a cidadania.
(Denise Vitale. Revista Cult. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/ home/cidadania-e-democracia-no-brasil/. Adaptado)
Segundo o texto, cabe afirmar que a democracia brasileira
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