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Schneider-Harpprecht, em seu livro Teologia Prática no Contexto da América Latina, diz que o cristianismo sofre atualmente a concorrência das mais diferentes correntes religiosas. Esse fenômeno está relacionado com o advento da chamada pós-modernidade. A questão básica do pósmodernismo resulta da “consciência agônica dos limites que a modernidade em si mesma dissimula”. A verdade – e a pretensão do cristianismo de ser a sua única salvaguarda – parece estar fragmentando em uma multiplicidade de verdades. Um dos apóstolos da pós-modernidade na Alemanha, Wolfgang Welsch, afirma não ser mais possível interpretar o mundo de forma unívoca. Para ele, a categoria da diferença é original e irreversível. Em contrapartida, toda tentativa de explicar o mundo mediante uma fórmula única é uma postura saudosista. Em síntese, na gramática da pósmodernidade, a verdade se conjuga no plural. De acordo com o autor, é correto afirmar que
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“Onde está pois o mal? De onde e por onde conseguiu penetrar no mundo? Qual sua raiz e sua semente? Será que não existe? E por que recear e evitarmos o que não existe? E se tememos em vão o próprio temor já é certamente um mal que atormenta e espicaça sem motivo nosso coração; e tanto mais grave quanto é certo que não há razão para temer”.
AGOSTINHO, Confissões VII, 5. São Paulo: Martin Claret, 2002.
Em relação à questão do mal em Agostinho, considerando o livro VII das Confissões, é correto afirmar:
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Há, porém, quem afirme que o espirito ou alma não tem afinidades com a raça. Isto é, creem, os que assim afirmam, que somos filhos de nossos pais somente quanto ao corpo e não quanto ao espirito. Segundo A.B. Langston, em seu livro Teologia Sistemática, assinale a teoria que represente tal pensamento.
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Para Luís Rubira (2005, Tempo da Ciência), a transvaloração é a “tarefa fundamental da obra do pensador alemão” Friedrich Nietzsche (1844-1900). Analise as seguintes assertivas acerca do assunto:
I - No contexto da obra nietzscheana, os valores morais expressariam, em última análise, uma prévia avaliação, fundante de todas as demais avaliações. Encoberta por dois milênios de história, esta avaliação adviria da decadência grega e, desde a Roma Antiga, viria sendo elevada à condição de determinação dos valores, em particular após a ascensão do Cristianismo. Este, na condição de platonismo para o povo, fez-se lastro para o advento do niilismo na Modernidade, fruto do vazio de sentido deixado pela morte de Deus. Somente uma atual transvaloração da prévia transvaloração judaico-cristã poderia superar o ressentido niilismo moderno, tarefa somente possível ao além-do-homem, apto, em seu posicionamento além do bem e do mal, à incondicional afirmação trágico-dionisíaca da vida em seu permanente vir-a-ser, o Amor Fati.
II - À luz da transvaloração proposta por Nietzsche, somente pode ser considerado um valor aquilo que intensifica a vida, devendo quaisquer outros possíveis valores estarem a ele subordinados. A partir deste critério fundamental, elabora-se todo um pensamento político na obra do autor, que distingue uma pequena e uma grande política. Expressa-se na primeira uma mentalidade de rebanho, sintomática do niilismo, transposto para o campo político através da democracia liberal, suas negociatas e política de mercador. Na segunda, se expressaria, diferentemente, um radicalismo de base aristocrática e agonística, condição para o surgimento de uma nova moral, na qual ocupa lugar central, antes que a compaixão, a justiça trágica, constituída por autodomínio, autoconstrução, hierarquização e competição entre inimigos respeitáveis.
III - Para Nietzsche, uma grande política somente pode se estabelecer sem quaisquer alianças com o sistema degenerado da pequena política, isto é, de uma democracia niveladora e reativa. De modo que, analisadas no contexto da transvaloração de todos os valores e da afirmação da vida, tanto a democracia liberal quanto o igualitarismo são, em suas tendências à massificação, doenças insufladas pelo Cristianismo. Necessária, a criação de novos valores é, no entanto, algo que não está destinado a todos, mas tão somente aos fortes de espírito, capazes de não se tornarem as ovelhas do rebanho, seguidores da farsa democrática e da moral escrava que orienta a rebelião da imprensa, que usa a cultura como um bem monetário.
Sobre essas assertivas, está correto afirmar:
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0. Assinale a alternativa que NÃO apresente entendimento correto acerca do conceito de cuidar, segundo Ronaldo Sathler-Rosa.
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Uma das frases mais conhecidas de Sócrates é: "Conhece-te a ti mesmo". Ora, de acordo com a dialética socrática, a verdade está dentro do Homem, cabendo a ele refletir e atingir as chamadas verdades universais. Tal método visava a elucidação do verdadeiro conhecimento sobre determinado assunto, a partir da reflexão sobre as respostas obtidas de perguntas aparentemente simples e ingênuas, também denominada de, assinale a alternativa correta:
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O surgimento do pluralismo religioso no contexto das sociedades modernas levou ao surgimento do diálogo inter-religioso.
Para que esse diálogo aconteça, é necessária a
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A diversidade cultural e religiosa do Brasil possibilitou o sincretismo religioso.
A(s) festa(s) religiosa(s) brasileira(s) em que se manifesta o sincretismo religioso brasileiro é(são)
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O pluralismo supõe o reconhecimento pela sociedade e pelo Estado das diversas instituições e grupos religiosos.
SANCHEZ, Wagner Lopes. Pluralismo Religioso. As religiões
no mundo atual. São Paulo, Paulinas, 2013, p. 39.
Considerando esse trecho, é correto afirmar que a origem do pluralismo religioso se deve à(ao)
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O fundamentalista religioso “não baseia seu discurso e expressa sua fé na experiência pessoal com sua divindade”, mas nos dogmas incontestáveis que podem ser utilizados como justificativa para disseminar o terror e, assim, intimidar o “inimigo” que, com costumes diferentes, também pode fragilizar sua fé. Esse ator religioso e político não percebe o dogma religioso no contexto histórico de sua instituição como mais uma interpretação entre muitas possíveis, mas a única plausível de uma realidade fixa e imutável, que considera válida para todos. Cada vez mais convicto de seus argumentos exclusivos, torna-se um militante, o que é uma das características do fundamentalismo.
RODRIGUES, Denise dos Santos. O dilema contemporâneo
do fundamentalismo: do extremismo à intolerância. In.: Revista
Espaço Acadêmico, Maringá: Edição 206 – julho/ 2018.
Disponivel em: <http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/
EspacoAcademico/article/view/43584/751375137900>. Acesso
em: 22 jul. 2019.
A partir desse trecho, é correto afirmar que o fundamentalismo consiste na(o)
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