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“Dois dos regimes mais abomináveis da história da
humanidade chegaram ao poder no século XX, e
ambos se estabeleceram com base na violação e no
esfacelamento da verdade, cientes de que o cinismo,
o cansaço e o medo podem tornar as pessoas
suscetíveis a mentiras e falsas promessas de líderes
determinados a alcançar o poder incondicional.
Como Hannah Arendt escreveu em seu livro de 1951,
Origens do totalitarismo: 'O súdito ideal do governo
totalitário não é o nazista convicto nem o comunista
convicto, mas aquele para quem já não existe a
diferença entre o fato e a ficção (isto é, a realidade da
experiência) e a diferença entre o verdadeiro e o falso
(isto é, os critérios do pensamento)'.
A partir da filosofia de Hannah Arendt e a analítica do poder de Michel Foucault, a não distinção entre o fato e a ficção, entre o verdadeiro e o falso, são estratégias das relações de poder que permitem:
A partir da filosofia de Hannah Arendt e a analítica do poder de Michel Foucault, a não distinção entre o fato e a ficção, entre o verdadeiro e o falso, são estratégias das relações de poder que permitem:
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- Conceitos FilosóficosOntologia e a Natureza do ser
- Ética e Liberdade
- Filosofia e a Grécia AntigaOs Pré-Socráticos
“Quando te custa levantar de manhã, tem presente
este pensamento: desperto para um trabalho de
homem. Enfada-me ainda sair para o mister para o
qual fui posto no mundo? Ou fui constituído para me
aquecer deitado sob as cobertas?”
Para os estoicos, é imperativo que cada homem assuma:
Para os estoicos, é imperativo que cada homem assuma:
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Dentre as principais escolas filosóficas do período
helênico, aquela que se destaca pela compreensão
de uma realidade atômica, portanto mecânica, não
divinizada, o:
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Dentre os principais fatores que marcam a passagem
do período clássico da filosofia para o período
helênico, em relação ao contexto político, pode-se
destacar:
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"Governo atinge meta de 60 mil atendimentos no
programa Quero Ler”
Dar oportunidade aos jovens e adultos de acesso ao mundo das letras e tirar o Acre do mapa do analfabetismo até o fim de 2018 foi um dos grandes desafios do governador Tião Viana nesta gestão. E essa meta está sendo realizada pela Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE) por meio do Programa Quero Ler. Lançado no fim de 2015, o programa Quero Ler tem como finalidade alfabetizar, nos 22 municípios acreanos, mais de 60 mil jovens e adultos que, por algum motivo, não tiveram a oportunidade de frequentar um banco de escola. Até o fim de novembro, as últimas turmas serão encerradas em Rio Branco, e no dia 14 de dezembro o fechamento das turmas em 19 municípios. Em Brasiléia e em Acrelândia, não houve procura de alunos para a realização nesta última etapa. Com esses atendimentos, a taxa de analfabetismo, que em 2015 estava em torno de 15%, poderá chegar a 4%, o que, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), tornará o Acre território livre de analfabetismo. “Estamos dando um grande passo na educação, que é alfabetizar milhares de pessoas que ainda não sabem ler nem escrever. E o que estamos fazendo é um exemplo para o restante do país, porque não estamos ensinando apenas a leitura e a escrita, é mais que isso, estamos formando cidadãos pensantes, com senso crítico, capazes de interpretar o mundo a sua volta, em todas as suas nuances”, disse o secretário Marco Brandão.
A reportagem destaca a importância decisiva da alfabetização na qualidade de vida e de oportunidades para o cidadão. No entanto, para ser efetivamente um cidadão, não basta saber ler e escrever, é preciso saber interpretar e criticar os conteúdos aos quais somos expostos. Nesse sentido, a filosofia pretende:
Dar oportunidade aos jovens e adultos de acesso ao mundo das letras e tirar o Acre do mapa do analfabetismo até o fim de 2018 foi um dos grandes desafios do governador Tião Viana nesta gestão. E essa meta está sendo realizada pela Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE) por meio do Programa Quero Ler. Lançado no fim de 2015, o programa Quero Ler tem como finalidade alfabetizar, nos 22 municípios acreanos, mais de 60 mil jovens e adultos que, por algum motivo, não tiveram a oportunidade de frequentar um banco de escola. Até o fim de novembro, as últimas turmas serão encerradas em Rio Branco, e no dia 14 de dezembro o fechamento das turmas em 19 municípios. Em Brasiléia e em Acrelândia, não houve procura de alunos para a realização nesta última etapa. Com esses atendimentos, a taxa de analfabetismo, que em 2015 estava em torno de 15%, poderá chegar a 4%, o que, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), tornará o Acre território livre de analfabetismo. “Estamos dando um grande passo na educação, que é alfabetizar milhares de pessoas que ainda não sabem ler nem escrever. E o que estamos fazendo é um exemplo para o restante do país, porque não estamos ensinando apenas a leitura e a escrita, é mais que isso, estamos formando cidadãos pensantes, com senso crítico, capazes de interpretar o mundo a sua volta, em todas as suas nuances”, disse o secretário Marco Brandão.
A reportagem destaca a importância decisiva da alfabetização na qualidade de vida e de oportunidades para o cidadão. No entanto, para ser efetivamente um cidadão, não basta saber ler e escrever, é preciso saber interpretar e criticar os conteúdos aos quais somos expostos. Nesse sentido, a filosofia pretende:
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Aristóteles, em sua obraAPoética, define e diferencia
a tragédia da comédia a partir do objeto de sua
imitação. Qual é, segundo Aristóteles, a principal
diferença entre a comédia e a tragédia?
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“Por conseguinte, as ações são chamadas de justas e
temperantes quando são tais como as que praticaria
o homem justo ou temperante; mas não é temperante
o homem que as pratica, e sim o que as pratica tal
como o fazem os justos e temperantes.”
Em sua obra Ética à Nicômaco, o estagira se questiona acerca da natureza das virtudes humanas, e conclui que:
Em sua obra Ética à Nicômaco, o estagira se questiona acerca da natureza das virtudes humanas, e conclui que:
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“Ora, quem duvida e se admira julga ignorar: por isso,
também quem ama os mitos é, de certa maneira
filósofo, porque o mito resulta do maravilhoso. Pelo
que, se foi para fugir à ignorância que filosofaram,
claro está que procuraram a ciência pelo desejo de
conhecer, e não em vista de qualquer utilidade.”
A filosofia, o desejo de conhecer, nasce no homem a partir de sua capacidade de:
A filosofia, o desejo de conhecer, nasce no homem a partir de sua capacidade de:
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“Como não haveria de ser evidente mesmo para um
cego, como se diz? Enquanto não houvermos feito
esta contestação, nem essa demonstração, não
poderemos, de forma alguma, falar nem de discursos
falsos, nem de opiniões falsas, nem de imagens, de
cópias, de imitações ou de simulacros, e muito menos
de qualquer das artes que deles se ocupam, sem cair,
inevitavelmente, em contradições ridículas.”
O trecho acima do diálogo O Sofista se refere a discussão central do diálogo que pretende afirmar qual é a arte do sofista. Esta discussão se pretende a distinção e definição dos conceitos de:
O trecho acima do diálogo O Sofista se refere a discussão central do diálogo que pretende afirmar qual é a arte do sofista. Esta discussão se pretende a distinção e definição dos conceitos de:
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“Se, com efeito, mesmo o forte quisesse ser forte,
continuou Sócrates, e o rápido ser rápido, e o sadio
ser sadio – pois talvez alguém pensasse que nesses
e em todos os casos semelhantes os que são tais e
têm essas qualidades desejam o que justamente têm,
e é para não nos enganarmos que estou dizendo isso
– ora, para estes, Agatão, se atinas bem, é forçoso
que tenham no momento tudo aquilo que têm, quer
queiram, quer não, e isso mesmo, sim, quem é que
poderia desejá-lo?”
No contexto do diálogo platônico em questão, a discussão sobre o Eros é em, parte, uma discussão sobre o que se deseja, sobre as condições pelas quais desejamos algo. Após o discurso socrático, o quinto entre os convivas do sympósium fica estabelecido que o desejo é:
No contexto do diálogo platônico em questão, a discussão sobre o Eros é em, parte, uma discussão sobre o que se deseja, sobre as condições pelas quais desejamos algo. Após o discurso socrático, o quinto entre os convivas do sympósium fica estabelecido que o desejo é:
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