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Foram encontradas 7.215 questões.

1289784 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Teoria Científica e Fé em Galileu: na obra História da Filosofia, volume II, “A revolução científica”, – 6 “O drama de Galileu e a fundação da ciência moderna”, Giovani Reale e Dario Antiseri, no subtema 6.6, “A incomensurabilidade entre ciência e fé”, afirmam que: “Por um lado, Galileu teoriza a demarcação entre proposições científicas e proposições de fé, reclamando a autonomia dos conhecimentos científicos, que são comprovados e avaliados por meio da aparelhagem constituída pelas regras do método experimental (“sensatas experiências” e “demonstrações certas”). Mas, por outro lado, essa autonomia das ciências em relação às Sagradas Escrituras encontra justificação no princípio (que, em sua carta à senhora Cristina de Lorena, em 1615, Galileu diz ter ouvido do cardeal Barônio) de que “a intenção do Espírito Santo era a de nos ensinar como se vai ao céu e não como vai o céu”. Apoiando em Santo Agostinho (In Genesim ad literam, lib. II, c. 9), Galileu afirma que “não somente os autores das Sagradas Escrituras não pretenderam nos ensinar a constituição e os movimentos dos céus e das estrelas, com suas figuras, grandezas e distâncias, mas também, estudando-se bem, embora todas essas coisas fossem conhecidíssimas deles, vê-se que ele se abstiveram”. O conflito entre Ciência e Fé se acirra quando Galileu apresenta argumentos que fundamentam a sua tese em relação ao movimento físico dos astros e a sua Teoria Científica. São argumentos fundamentais apresentados por esse cientista da Renascença, devendo ser desconsiderado apenas:

 

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1289783 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

O Problema do Conhecimento em Platão: conforme Marilena Chauí, Platão distingue quatro formas ou graus de conhecimento, que vão do grau inferior ao superior: crença, opinião, raciocínio e intuição intelectual. Para ele, os dois primeiros graus devem ser afastados da Filosofia – são conhecimentos ilusórios ou das aparências, como os dos prisioneiros da caverna – e somente os dois últimos devem ser considerados válidos. Identifique a alternativa que não corresponde às concepções de Platão quanto ao Conhecimento:

 

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1289782 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Conforme Marilena Chauí, os principais períodos da Filosofia são datados e subdivididos como se segue: Filosofia Antiga (do século VI a. C. ao século VI d. C.); Filosofia Patrística (do século I ao século VII); Filosofia Medieval (do século VIII ao século XIV); Filosofia da Renascença (do século XIV ao século XVI); Filosofia Moderna (do século XVII a meados do século XVIII); Filosofia da Ilustração ou Iluminismo (meados do século XVIII ao começo do século XIX) e Filosofia Contemporânea (meados do século XIX até os dias atuais). Qual é a alternativa que não corresponde à caracterização do respectivo período filosófico?

 

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1289781 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Na obra Introdução à História da Filosofia, Hegel expressou o seguinte juízo: “Na realidade, porém, tudo o que somos, somo-lo por obra da história; ou para falar com maior exatidão, do mesmo modo que na história do pensamento o passado é apenas uma parte, assim no presente, o que possuímos de modo permanente está inseparavelmente ligado com o fato da nossa existência histórica. O patrimônio da razão autoconsciente que nos pertence não surgiu sem preparação, nem cresceu só do solo atual, mas é característica de tal patrimônio o ser herança e, mais propriamente, resultado do trabalho de todas as gerações precedentes do gênero humano.”

Proposição: qual é a meta, segundo Hegel, do processo histórico?

Resolução: O verdadeiro protagonista da história é o Espírito (Razão/Ideia) e o fim que o move é a conquista da liberdade. A história é processo de desenvolvimento da liberdade. O que está em jogo nela é o progresso do homem na consciência de sua liberdade. Segundo Hegel, existem pequenos interesses, necessidades e paixões humanas que surgem a cada passo no cenário da história. A razão/Espírito faz com que esse interesse particular da paixão sirva de instrumento à realização do interesse universal. A isso Hegel chama de “astúcia da razão”. Os grandes indivíduos e personagens históricos tais como Alexandre, César e Napoleão não tinham consciência de que os fins particulares que perseguiam eram momentos do fim universal da Razão. É o desenvolvimento concreto da ideia de Estado que conduz a História. Para Hegel, a instituição que assegura a realização/efetivação do fim a que se dirige a história, a liberdade, é o Estado. O Estado é o material com o qual se constrói na história o fim último do espírito/ideia. É a realização (efetivação) da liberdade, da união da vontade universal do espírito/ideia e da vontade subjetiva (particular/individual) dos indivíduos. Assim sendo, na dialética hegeliana, o pensamento se movimenta nos três momentos a serem identificados:

 

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1288401 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Considerando “Do mito à razão: o nascimento da Filosofia na Grécia Antiga”, o que não corresponde, de fato, à passagem do “pensamento” mítico para o pensamento filosófico?

 

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1287143 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Na obra Introdução à História da Filosofia, Hegel escreve que “o que devemos representar ao espírito é a atividade do pensamento livre; devemos representar a história do mundo no pensamento, o processo do seu nascimento e produção. Segundo uma antiga opinião, a faculdade de pensar é o que separa os homens dos brutos. Aceitamo-la como verdadeira. O que o homem possui de mais nobre do que o animal, possui-o graças ao pensamento: tudo quanto é humano, de qualquer forma que se manifeste, é-o na medida em que o pensamento age ou agiu. Mas sendo o pensamento o essencial, o substancial, o efeitual, dirige-se a objetos muito variados; pelo que importa considerar como mais perfeito o pensamento voltado sobre si mesmo, ou seja, sobre o objeto mais nobre que pode buscar e encontrar”. Encontra-se nesse escrito de Hegel uma caracterização conceitual de Filosofia, o que ela é. Seguindo essa manifestação do filósofo, identifique o que, para ele, a Filosofia não é:

 

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1284793 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Fichte escreve em Lições sobre a Vocação do Sábio, na segunda lição “A vocação do Homem na sociedade” que “o conceito de razão, do agir conforme a razão e do pensar é também dado no homem, e ele quer necessariamente não só realizar este conceito em si mesmo, mas vê-lo de igual modo realizado fora de si. Uma das suas necessidades é a de que, fora dele, existam seres racionais da sua espécie. Ele não pode produzir tais seres; mas põe o conceito dos mesmos na base da sua observação do não-Eu, e espera encontrar algo que lhe corresponda. O primeiro caráter, que antes de mais se oferece, mas simplesmente negativo, da racionalidade é a eficácia segundo conceitos, a atividade segundo fins. O que apresenta o caráter da finalidade pode ter um autor racional; aquilo a que o conceito da finalidade se não pode aplicar não tem nenhum autor racional. Mas esta característica é ambígua; a consonância do múltiplo desembocando na unidade é o caráter da finalidade; mas há várias espécies dessa consonância, que podem explicar-se a partir de simples leis da natureza – não justamente de leis mecânicas, mas sim orgânicas; por conseguinte, precisamos de um indício para, de uma experiência certa, podermos inferir com convicção para uma sua causa racional”. Deriva daí o entendimento do filósofo quanto ao alcance do conceito de liberdade que, por sua vez, constitui a vocação do Homem na e para a sociedade, assim posto por ele: “Mas posso tornar-me consciente de que, numa certa determinação do meu Eu empírico mediante a minha vontade, não sou consciente de nenhuma outra causa além desta própria vontade; [...] É possível, neste sentido, tornar-se consciente de uma acção própria mediante a liberdade [...] Daqui brota, apoderando-me da terminologia kantiana, uma acção recíproca segundo conceitos; uma comunidade em vista de um fim; e tal é o que denomino de sociedade. O conceito de sociedade está agora inteiramente determinado”. Como se vê, entre os impulsos fundamentais do homem, depara-se com a exigência de admitir, fora de si, seres racionais da sua espécie; assim sendo, Fichte distingue e diferencia a sociedade do Estado. Assinale a alternativa que contradiz essa diferenciação feita por esse filósofo em relação à sociedade e ao Estado:

 

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1284483 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Auguste Comte (1798-1857), um dos maiores expoentes do positivismo, desenvolve a sua teoria filosófica no contexto histórico da modernidade para a contemporaneidade através do Cours de philosophie positive, “desmitificando” a ideia ou concepção de que a filosofia é a “grande ciência”, a “ciência mater” ou a “ciência de todas as ciências”. Em História da Filosofia Contemporânea, no Capítulo 6, subtema 3 “A filosofia como metodologia da ciência” , Sofia Vanni escreve: “Mas, para além deste objeto especial, isto é, constituir uma nova ciência, o Curso tem um objetivo geral: construir uma filosofia positiva. Pode-se perguntar se ainda haverá lugar para uma filosofia na concepção comtiana”. Comte responde afirmativamente: “A filosofia não é o conjunto de todas as ciências, as quais, quanto mais progridem, mais exigem especialização, mas é o estudo das ‘generalidades científicas’ (Cours, I, I, p. 27). Esse estudo das “generalidades científicas” consiste em

 

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946176 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Os mitos fazem parte da cultura e da religião de todos os povos. Diferentemente das fábulas, dos contos e das lendas, o mito é uma narrativa
 

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754468 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Acerca da tipologia seita-igreja e da carga ideológica que muitas vezes essa tipologia portou em sua utilização pelo senso comum e pelas religiões hegemônicas, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O termo “seita” foi utilizado como qualificação negativa dos grupos religiosos minoritários, oriundos do cristianismo ou de outras matrizes religiosas, por aqueles que zelavam pela legitimidade e hegemonia das grandes tradições religiosas ocidentais, de modo particular nas chamadas Igrejas históricas.
II. Seita e igreja são conceitos utilizados sociologicamente como modos de organização religiosa que podem concretizar-se de duas maneiras. Primeiro, em grupos religiosos concretos, caracterizados predominantemente pelos aspectos sectários no seu modo de se organizar. Em segundo lugar, para caracterizar posturas religiosas que podem marcar grupos e indivíduos, mesmo que dentro de um grupo maior, que não tenham em seu conjunto traços sectários.
III. As noções de igreja e seita são correlacionadas: uma é formulada em relação à outra. Por outro lado, pode ocorrer um gradiente entre os tipos bipolares seita-igreja, de forma que podemos detectar os comportamentos sectários que gradativamente vão adquirindo características eclesiais e vice-versa.
 

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