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Foram encontradas 7.215 questões.

1934579 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx
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O ápice do Iluminismo aconteceu no final do século XVIII, época em que diversos desdobramentos provocaram o distanciamento da teologia cristã desse movimento. O movimento que reagiu contra os temas centrais do Iluminismo, sobretudo na questão de que a realidade pudesse ser apreendida meramente pela razão humana, ficou conhecido como:
 

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1930818 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Na introdução ao Ensaio sobre o entendimento humano, John Locke declara que nessa obra ele pretende investigar “a origem, a certeza e a extensão do conhecimento humano, juntamente com as bases e graus da crença, opinião e assentimento”.

(LOCKE, John. Coleção Os Pensadores. Vol. XVIII. São Paulo: Victor Civita, 1973. p. 145.)

Com base nessa citação e na obra de que foi retirada, é correto afirmar que essa investigação:

 

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1816615 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Em cada tradição religiosa, existem crenças e rituais diferenciados, tanto na compreensão de se viver quanto na celebração do nascimento e da morte. Em relação ao assunto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Os budistas acreditam em um ciclo de reencarnação em que a pessoa morre e renasce até atingir a iluminação. Segundo essa crença, são os atos praticados por cada pessoa que vão determinar a vida que ela terá ou o que será quando reencarnar. As ilusões e os apegos fazem com que as pessoas permaneçam aprisionadas ao ciclo de nascimentos e mortes.
( ) Os cristãos acreditam no dia do juízo final, que seria um ajuste de contas de toda a humanidade. A doutrina dessa religião baseia-se na crença de que todo ser humano é eterno. A morte é uma passagem dessa vida para outra e, dependendo de seus atos em vida, o indivíduo alcançará o céu e, se for condenado, irá para o inferno.
( ) Os hindus acreditam que haverá o dia do juízo final, no qual as pessoas serão julgadas. Para eles, não existe a reencarnação e sim uma vida no paraíso para os fiéis, justos e esforçados. O corpo após a morte não significa mais nada, portanto a morte acontece quando a alma se separa do corpo e é levada por anjos da morte que ajudam a realizar essa tarefa.
( ) Os islâmicos acreditam na reencarnação, isto é, que a alma não morre com a pessoa, mas volta em outro corpo para pagar pelos erros acumulados em vidas passadas até purificar-se. A crença na reencarnação contém a ideia do karma que determina a sucessão de nascimentos e mortes pelos quais o ser humano tem que passar.
( ) Para os judeus, a vida é sagrada, a morte não é o final da vida, apenas o fim do corpo ou da matéria. Creem na ressurreição da carne no final dos tempos, mas também existe a possibilidade de reencarnação. Acreditam que existe outro mundo para onde as almas vão. No entanto, a alma pode voltar para a terra em outro corpo para completar a sua missão.
 

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1816553 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. Segundo Max Weber, o cristianismo não só passou por um processo interno de racionalização, mas forneceu elementos éticos importantes para a racionalização da sociedade ocidental de um modo geral. O resultado dessa história de racionalização virou, de certa forma, contra a própria religião, na medida em que provocou aquilo que Weber chamou de _______________, isto é, a morte da visão mágica do mundo.
 

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1812624 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Assinale a alternativa que apresenta a experiência religiosa tão cara aos fenomenólogos – como Rudolf Otto, Roger Caillois, Mircea Eliade, Aldo Natale Terrin e tantos outros – ao caracterizarem o fenômeno religioso e sua inseparabilidade dessa experiência religiosa fontal que, segundo eles, é o fulcro da religião.
 

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1705681 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
As tradições religiosas se valem de suas histórias sagradas para transmitir mensagens profundas aos seus seguidores. Na busca pela totalidade, pela integração, os mitos religiosos cumprem um papel fundamental. Sobre os mitos religiosos, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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1697625 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Acerca das principais características da religiosidade indígena, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) INCORRETA(S).
I. Cada nação indígena possui a sua própria religião, com seus ritos, cantos, danças, acessórios, símbolos, indumentária, pinturas corporais, mitos e jeitos de celebrar os importantes momentos da vida.
II. Nas comunidades indígenas, a religião é parte integrante do cotidiano. A vida gira em torno do sagrado.
III. A estrutura das religiões indígenas não permite o equilíbrio do homem com o meio e a harmonia com a “Mãe Terra”.
IV. A religiosidade indígena é marcada pela burocracia institucional, tudo gira em torno das experiências do sagrado e não em uma fundamentação teórica.
V. As comunidades indígenas acreditam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados.
 

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1614351 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Para as religiões e para as pessoas religiosas, existem diferenças entre o tempo sagrado e o tempo profano. Aponte, dentre as seguintes alternativas, aquela que melhor define o tempo sagrado.
 

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1289786 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Ética da Virtude: Nunca a humanidade esteve tão carente de si mesma, de sua consciência ética para além dos discursos teológicos e ideológicos. Presumidamente, o avanço civilizatório cultural e tecnológico assegura uma concepção de humanidade eticamente virtuosa. No entanto, nos parece que a vida é outra coisa, que se resume às relações econômicas e de mercado, se não tivermos a certeza de que assim sempre fora. Há gritos por todo o planeta apelando pela preservação da natureza em sua totalidade, um apelo que, em última instância, tem como finalidade a preservação da vida da própria espécie humana. Nessa direção reflexiva, Stan Van Hooft nos ensina que “o substantivo ‘vida’ é uma abstração. Ele denota uma condição biológica ou categoria que, seja na frase ‘reverência pela vida’ ou ‘a santidade da vida, é ainda abstrata demais para entrar no discurso da ética da virtude. Como uma abstração, a noção de ‘vida’ encaixa-se facilmente nos discursos da teologia e da moralidade. Porquanto esses discursos descrevem os nossos deveres em termos universais, objetivos e absolutos, eles só podem usar a linguagem generalista cheia de abstrações. Embora esses termos sejam importantes, especialmente quando debatemos direito e políticas públicas, eles não captam os momentos de envolvimento íntimo com o que é precioso e vulnerável nas situações concretas nas quais a virtude é demandada. A ética da virtude é particularista: ela fala de coisas específicas. Portanto, ao invés de falar da ‘vida’, devemos falar de seres vivos em particular. Isso implicará divergentes compromissos com a ação quando nos aproximamos dos animais, da biosfera ou de outros seres humanos. E, nestes últimos, implicará respostas divergentes dependendo do ser humano diante de nós”. Hooft define o comportamento humano virtuoso apresentando proposições coerentes com o conteúdo do texto acima, sendo divergente apenas a seguinte proposição:

 

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1289785 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Há sempre quem pergunta qual é a função do filósofo em uma sociedade. Aliás, essa deve ser uma pergunta a ser posta pelo próprio filósofo ou pelo professor de Filosofia a si mesmo. Franklin Leopoldo escreve: “Platão – Mito da Caverna. Seria ocioso, na perspectiva da origem da filosofia, lembrar a inserção histórico-social do filósofo em relação à figura de Sócrates. É talvez o exemplo mais acabado do dimensionamento da reflexão filosófica pela sua finalidade social e é, ao mesmo tempo, o exemplo mais acabado de como este dimensionamento histórico-social do filosofar não implica absolutamente a exclusiva imediatez de um pensamento que exerceria reflexão apenas na exata medida em que a interiorização ou o contato do espírito consigo é condição da exteriorização e da submissão da reflexão ao caráter puramente circunstancial das necessidades primeiras e mais aparentes da vida política e da prática política. Pois dificilmente imaginaríamos um filósofo mais comprometido com a cidade, com os problemas da vida política e com o destino histórico dos seus concidadãos do que Sócrates. [...] É interessante notar que, quando a filosofia se lança nos seus inícios à interrogação sobre as condições universais do exercício da política, mantém-se no plano da indagação, da pergunta que se elabora a partir do horizonte da universalidade, sem perder o vínculo com a concretude da contingência humana. É sob o signo da universalidade que devemos primeiramente entender a condição do filósofo em Platão. E o Mito da Caverna nos ensina duas coisas igualmente importantes. É preciso fugir do mundo sensível, das sombras e dos fantasmas e encontrar fora da Caverna o verdadeiro mundo dos objetos e o sol que os ilumina no seu verdadeiro e autêntico ser. [...] Ensina-nos também que, uma vez contemplada esta fonte da verdade, o filósofo retorna à Caverna, onde sofrerá toda sorte de incompreensões por parte daqueles que têm as sombras como única realidade”. Sob essa visão fidedigna de Franklin em relação à função social do filósofo em Platão, observa-se a seguinte contraposição:

 

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