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Tarsila do Amaral. Trabalhadores. Internet: <https://www.sp-arte.com/>.
A educação para essas virtudes de dominador, que se tornam senhoras também de sua benevolência e compaixão, as grandes virtudes do criador (comparado com isso, “perdoar seus inimigos” é uma brincadeira) — trazer à culminância o afeto do criador — não mais esculpir em mármore! — A posição de exceção e a de poder desses seres, comparada com a dos nobres de até agora: o César romano com a alma do Cristo.
Trabalho escravo! Trabalho livre! O primeiro é todo aquele que não é feito por causa de nós mesmos e que, em si, não traz nenhuma satisfação. Há que encontrar ainda muito espírito, para que cada um configure para si mesmo seus trabalhos como satisfatórios.
Friedrich Nietzsche. Fragmentos póstumos (com adaptações).
Considerando a obra Trabalhadores, de Tarsila do Amaral, e o fragmento de texto de Friedrich Nietzsche, apresentados anteriormente, julgue o item a seguir.
A influência de Karl Marx sobre o pensamento de Nietzsche evidencia-se em suas noções sobre o trabalho livre.
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Tarsila do Amaral. Trabalhadores. Internet: <https://www.sp-arte.com/>.
A educação para essas virtudes de dominador, que se tornam senhoras também de sua benevolência e compaixão, as grandes virtudes do criador (comparado com isso, “perdoar seus inimigos” é uma brincadeira) — trazer à culminância o afeto do criador — não mais esculpir em mármore! — A posição de exceção e a de poder desses seres, comparada com a dos nobres de até agora: o César romano com a alma do Cristo.
Trabalho escravo! Trabalho livre! O primeiro é todo aquele que não é feito por causa de nós mesmos e que, em si, não traz nenhuma satisfação. Há que encontrar ainda muito espírito, para que cada um configure para si mesmo seus trabalhos como satisfatórios.
Friedrich Nietzsche. Fragmentos póstumos (com adaptações).
Considerando a obra Trabalhadores, de Tarsila do Amaral, e o fragmento de texto de Friedrich Nietzsche, apresentados anteriormente, julgue o item a seguir.
De acordo com a perspectiva de Nietzsche, é possível pensar o trabalho de um banqueiro como escravo e o trabalho de um artista como livre.
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A educação para essas virtudes de dominador, que se tornam senhoras também de sua benevolência e compaixão, as grandes virtudes do criador (comparado com isso, “perdoar seus inimigos” é uma brincadeira) — trazer à culminância o afeto do criador — não mais esculpir em mármore! — A posição de exceção e a de poder desses seres, comparada com a dos nobres de até agora: o César romano com a alma do Cristo.
Trabalho escravo! Trabalho livre! O primeiro é todo aquele que não é feito por causa de nós mesmos e que, em si, não traz nenhuma satisfação. Há que encontrar ainda muito espírito, para que cada um configure para si mesmo seus trabalhos como satisfatórios.
Friedrich Nietzsche. Fragmentos póstumos (com adaptações).
Considerando a obra Trabalhadores, de Tarsila do Amaral, e o fragmento de texto de Friedrich Nietzsche, apresentados anteriormente, julgue o item a seguir.
A autodeterminação é um aspecto da independência postulada por Nietzsche no horizonte das atividades humanas.
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A educação para essas virtudes de dominador, que se tornam senhoras também de sua benevolência e compaixão, as grandes virtudes do criador (comparado com isso, “perdoar seus inimigos” é uma brincadeira) — trazer à culminância o afeto do criador — não mais esculpir em mármore! — A posição de exceção e a de poder desses seres, comparada com a dos nobres de até agora: o César romano com a alma do Cristo.
Trabalho escravo! Trabalho livre! O primeiro é todo aquele que não é feito por causa de nós mesmos e que, em si, não traz nenhuma satisfação. Há que encontrar ainda muito espírito, para que cada um configure para si mesmo seus trabalhos como satisfatórios.
Friedrich Nietzsche. Fragmentos póstumos (com adaptações).
Considerando a obra Trabalhadores, de Tarsila do Amaral, e o fragmento de texto de Friedrich Nietzsche, apresentados anteriormente, julgue o item a seguir.
Em sua crítica aos valores morais, Nietzsche contrasta duas moralidades: a moral do senhor e a moral do escravo, combatendo a primeira e elogiando a segunda.
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A educação para essas virtudes de dominador, que se tornam senhoras também de sua benevolência e compaixão, as grandes virtudes do criador (comparado com isso, “perdoar seus inimigos” é uma brincadeira) — trazer à culminância o afeto do criador — não mais esculpir em mármore! — A posição de exceção e a de poder desses seres, comparada com a dos nobres de até agora: o César romano com a alma do Cristo.
Trabalho escravo! Trabalho livre! O primeiro é todo aquele que não é feito por causa de nós mesmos e que, em si, não traz nenhuma satisfação. Há que encontrar ainda muito espírito, para que cada um configure para si mesmo seus trabalhos como satisfatórios.
Friedrich Nietzsche. Fragmentos póstumos (com adaptações).
Considerando a obra Trabalhadores, de Tarsila do Amaral, e o fragmento de texto de Friedrich Nietzsche, apresentados anteriormente, julgue o item a seguir.
O contraste e a oposição entre a alma do Cristo e a do César romano são paradoxalmente exemplares dos antagonismos no pensamento de Nietzsche sobre a noção de força.
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Tarsila do Amaral. Trabalhadores. Internet: <https://www.sp-arte.com/>.
A educação para essas virtudes de dominador, que se tornam senhoras também de sua benevolência e compaixão, as grandes virtudes do criador (comparado com isso, “perdoar seus inimigos” é uma brincadeira) — trazer à culminância o afeto do criador — não mais esculpir em mármore! — A posição de exceção e a de poder desses seres, comparada com a dos nobres de até agora: o César romano com a alma do Cristo.
Trabalho escravo! Trabalho livre! O primeiro é todo aquele que não é feito por causa de nós mesmos e que, em si, não traz nenhuma satisfação. Há que encontrar ainda muito espírito, para que cada um configure para si mesmo seus trabalhos como satisfatórios.
Friedrich Nietzsche. Fragmentos póstumos (com adaptações).
Considerando a obra Trabalhadores, de Tarsila do Amaral, e o fragmento de texto de Friedrich Nietzsche, apresentados anteriormente, julgue o item a seguir.
A obra de Tarsila do Amaral evidencia aspectos da colonização brasileira superados pelo trabalho livre.
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Tarsila do Amaral. Trabalhadores. Internet: <https://www.sp-arte.com/>.
A educação para essas virtudes de dominador, que se tornam senhoras também de sua benevolência e compaixão, as grandes virtudes do criador (comparado com isso, “perdoar seus inimigos” é uma brincadeira) — trazer à culminância o afeto do criador — não mais esculpir em mármore! — A posição de exceção e a de poder desses seres, comparada com a dos nobres de até agora: o César romano com a alma do Cristo.
Trabalho escravo! Trabalho livre! O primeiro é todo aquele que não é feito por causa de nós mesmos e que, em si, não traz nenhuma satisfação. Há que encontrar ainda muito espírito, para que cada um configure para si mesmo seus trabalhos como satisfatórios.
Friedrich Nietzsche. Fragmentos póstumos (com adaptações).
Considerando a obra Trabalhadores, de Tarsila do Amaral, e o fragmento de texto de Friedrich Nietzsche, apresentados anteriormente, julgue o item a seguir.
A obra Trabalhadores instiga uma reflexão acerca das oportunidades no campo de trabalho no Brasil, marcadas, ainda hoje, pela raça, o que se comprova pela taxa de desocupação da população parda ou negra, que é historicamente maior que a de brancos no país.
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Tarsila do Amaral. Trabalhadores. Internet: <https://www.sp-arte.com/>.
A educação para essas virtudes de dominador, que se tornam senhoras também de sua benevolência e compaixão, as grandes virtudes do criador (comparado com isso, “perdoar seus inimigos” é uma brincadeira) — trazer à culminância o afeto do criador — não mais esculpir em mármore! — A posição de exceção e a de poder desses seres, comparada com a dos nobres de até agora: o César romano com a alma do Cristo.
Trabalho escravo! Trabalho livre! O primeiro é todo aquele que não é feito por causa de nós mesmos e que, em si, não traz nenhuma satisfação. Há que encontrar ainda muito espírito, para que cada um configure para si mesmo seus trabalhos como satisfatórios.
Friedrich Nietzsche. Fragmentos póstumos (com adaptações).
Considerando a obra Trabalhadores, de Tarsila do Amaral, e o fragmento de texto de Friedrich Nietzsche, apresentados anteriormente, julgue o item a seguir.
As conquistas trabalhistas do último século contrastam com o fundamento da obra de Tarsila do Amaral e alavancam os trabalhos “satisfatórios” mencionados por Nietzsche.
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Na tradição canônica do Ocidente, o corpo foi encarado como uma materialidade desvinculada da mente e inferior a esta.
Conhecer é visto como um ato superior a operar; contemplar e compreender o mundo é superior a agir sobre ele. Nas reflexões platônicas, a perfeição não pode ser atingida em virtude do corpo.
A matéria imprime um grau de imperfeição que impossibilita a existência de um universo absolutamente perfeito.
A estruturação do cristianismo, especialmente com Paulo de Tarso, desenvolve-se a partir de certa tradição judaica em que a busca da salvação impõe o exercício cotidiano de uma austeridade expressa no controle do corpo. Já Descartes, no século XVII, elabora a mais radical reflexão sobre o dualismo entre mente e matéria, compreendendo a natureza a partir de uma divisão entre reinos independentes: o da mente (res cogitans) e o da matéria (res extensa). O corpo é matéria incapaz de compreender o mundo, tarefa só realizável pelo intelecto.
Ao contrário disso, as tradições afroindígenas não percebem o ser humano como cindido, e sim como resultado da interdependência entre todas as coisas. A corporeidade, para esses saberes, não engloba só a motricidade (entendida como corpo e movimento), mas também envolve dimensões afetivas, intelectuais, sociais e espirituais do ser humano.
Luiz Antonio Simas. Umbandas: uma história do Brasil. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2022, p.42-3 (com adaptações).
Considerando os múltiplos aspectos históricos relacionados ao texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.
O Carnaval, festa popular da cultura brasileira, é a expressão de liberdade do corpo por meio de danças e festividades que incorporam tradições das culturas ocidentais e afro-indígenas em seus diferentes aspectos.
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Na tradição canônica do Ocidente, o corpo foi encarado como uma materialidade desvinculada da mente e inferior a esta.
Conhecer é visto como um ato superior a operar; contemplar e compreender o mundo é superior a agir sobre ele. Nas reflexões platônicas, a perfeição não pode ser atingida em virtude do corpo.
A matéria imprime um grau de imperfeição que impossibilita a existência de um universo absolutamente perfeito.
A estruturação do cristianismo, especialmente com Paulo de Tarso, desenvolve-se a partir de certa tradição judaica em que a busca da salvação impõe o exercício cotidiano de uma austeridade expressa no controle do corpo. Já Descartes, no século XVII, elabora a mais radical reflexão sobre o dualismo entre mente e matéria, compreendendo a natureza a partir de uma divisão entre reinos independentes: o da mente (res cogitans) e o da matéria (res extensa). O corpo é matéria incapaz de compreender o mundo, tarefa só realizável pelo intelecto.
Ao contrário disso, as tradições afroindígenas não percebem o ser humano como cindido, e sim como resultado da interdependência entre todas as coisas. A corporeidade, para esses saberes, não engloba só a motricidade (entendida como corpo e movimento), mas também envolve dimensões afetivas, intelectuais, sociais e espirituais do ser humano.
Luiz Antonio Simas. Umbandas: uma história do Brasil. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2022, p.42-3 (com adaptações).
Considerando os múltiplos aspectos históricos relacionados ao texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.
Tal como ocorria na tradição filosófica do Ocidente, as tradições afroindígenas, em geral, defendem a dualidade como característica do ser humano, entendimento que embasa o permanente embate entre matéria e espírito.
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