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Foram encontradas 111.014 questões.

4105716 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: AgSUS

A respeito de biossegurança, julgue o item a seguir.

A rastreabilidade de amostras biológicas integra medidas de biossegurança, ao permitir controle sobre armazenamento, transporte e descarte.

 

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4105691 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: AgSUS

A respeito de biossegurança, julgue o item a seguir.

Estando prevista a esterilização, é desnecessária a limpeza prévia de instrumentos reutilizáveis.

 

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4105690 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: AgSUS

A respeito de biossegurança, julgue o item a seguir.

A paramentação adequada depende do tipo de exposição prevista, incluindo-se, por exemplo, o risco de aerossóis, respingos ou contato direto com material contaminado.

 

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4103424 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Mazagão-AP
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“A segurança do paciente envolve a implementação sistemática de práticas que reduzam riscos e danos evitáveis nos serviços de saúde.”
(Ministério da Saúde. Portaria nº 529/2013).

Leia atentamente o estudo de caso abaixo.

Ana P., 34 anos, puérpera tardia (12º dia pós-parto cesáreo), foi admitida em hospital regional com febre persistente, dor abdominal e secreção purulenta em ferida operatória. Evoluiu com sepse de foco abdominal, sendo encaminhada à UTI para antibioticoterapia de amplo espectro e monitorização hemodinâmica. Durante a internação, identificou-se atraso na administração da segunda dose do antibiótico por falha na comunicação entre plantões.
A paciente apresentou rebaixamento do nível de consciência e necessitou suporte ventilatório não invasivo. O prontuário evidenciou lacunas no registro de balanço hídrico e inconsistências na checagem de prescrição. O Núcleo de Segurança do Paciente iniciou investigação do evento, enquanto a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar analisava possível relação com técnica asséptica no centro cirúrgico. Paralelamente, o recém-nascido permanecia em acompanhamento na Atenção Primária. 
A equipe da Estratégia Saúde da Família relatou dificuldades de comunicação com a maternidade quanto às intercorrências maternas. O caso foi encaminhado para auditoria interna, com discussão sobre responsabilidade técnica do enfermeiro, supervisão da equipe, educação permanente e articulação da Rede de Atenção à Saúde.

Analise as assertivas abaixo e, a seguir, indique a alternativa CORRETA.

I. O atraso na administração de antibiótico configura incidente relacionado à assistência e deve ser analisado sob abordagem sistêmica, com foco na melhoria de processos.
II. A ausência de registros completos no prontuário compromete a continuidade do cuidado e pode implicar responsabilidade ética e legal do enfermeiro.
III. A investigação da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar deve restringir-se à conduta médica, não abrangendo processos multiprofissionais.
IV. A articulação entre maternidade e Atenção Primária é expressão da integralidade e da organização em Rede de Atenção à Saúde, conforme princípios do SUS.
V. A responsabilidade técnica do enfermeiro limita-se à execução direta de procedimentos invasivos, não incluindo supervisão e gestão do cuidado.
 

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4103423 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Mazagão-AP
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Em hospital de médio porte, a unidade de clínica médica apresenta 28 leitos ocupados, com pacientes classificados predominantemente como cuidados intermediários e semi-intensivos, segundo sistema de classificação institucional. A enfermeira responsável identifica aumento de absenteísmo e sobrecarga da equipe, refletindo em elevação de indicadores de queda e lesão por pressão.

Considerando os princípios do dimensionamento de pessoal de enfermagem e sua relação com qualidade assistencial, indique a alternativa CORRETA.
 

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4103422 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Mazagão-AP
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Em uma Unidade de Terapia Intensiva, após aumento inesperado da taxa de eventos adversos relacionados à administração de medicamentos, a enfermeira coordenadora identificou falhas na comunicação entre turnos e ausência de padronização na passagem de plantão.

Diante do cenário, instituiu protocolo estruturado de comunicação, promoveu reuniões sistemáticas com a equipe multiprofissional e adotou modelo participativo de tomada de decisão, incentivando feedback e corresponsabilização.

À luz das teorias contemporâneas de liderança e do processo decisório em enfermagem, analise as assertivas abaixo:

I. A liderança transformacional favorece o engajamento da equipe ao estimular visão compartilhada, autonomia e responsabilização coletiva pelos resultados assistenciais.
II. A comunicação estruturada, como ferramentas padronizadas de passagem de plantão, contribui para redução de eventos adversos e qualificação da tomada de decisão clínica.
III. O processo decisório em ambientes críticos deve ser exclusivamente centralizado no enfermeiro gestor, a fim de evitar conflitos operacionais.
 

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4103421 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Mazagão-AP
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Paciente do sexo masculino, 41 anos, vivendo com HIV há oito anos, em uso irregular de terapia antirretroviral, procura unidade básica de saúde com tosse produtiva há quatro semanas, sudorese noturna e perda ponderal significativa.
O enfermeiro solicita baciloscopia de escarro, teste rápido molecular para tuberculose e avalia adesão ao tratamento do HIV. O teste confirma tuberculose pulmonar sensível.

À luz das diretrizes nacionais para manejo integrado de HIV e tuberculose, analise as assertivas abaixo:

I. A coinfecção TB/HIV exige início oportuno da terapia antituberculose, com posterior ajuste ou reinício da terapia antirretroviral, considerando risco de síndrome inflamatória de reconstituição imune.
II. Em pacientes com HIV, a apresentação clínica da tuberculose pode ser atípica, exigindo maior vigilância diagnóstica por parte da equipe de enfermagem.

Marque a alternativa CORRETA.
 

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4103418 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Mazagão-AP
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ESTUDO DE CASO INTEGRALIZADO
Um paciente do sexo masculino, 32 anos, vítima de colisão automobilística em rodovia federal é admitido no pronto-socorro de hospital terciário às 19h40min, trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.
À admissão, apresenta-se inconsciente (Escala de Coma de Glasgow = 7), com respiração irregular, frequência respiratória de 10 irpm, saturação de O₂ de 86% em ar ambiente, pressão arterial de 80x50 mmHg e frequência cardíaca de 132 bpm. Observa-se trauma cranioencefálico com laceração frontal, tórax com expansibilidade reduzida à direita, fratura exposta de fêmur esquerdo e abdome distendido.
A equipe inicia atendimento conforme protocolo sistematizado, priorizando a avaliação primária baseada no ABCDE do trauma. Realiza-se estabilização cervical com colar rígido, oferta de oxigênio suplementar e preparo para via aérea avançada. Durante a avaliação, identifica-se murmúrio vesicular abolido à direita, sugerindo pneumotórax hipertensivo, sendo indicada toracocentese de alívio imediata.
Simultaneamente, são obtidos dois acessos venosos calibrosos para reposição volêmica com cristaloides aquecidos e hemoderivados, considerando hipótese de choque hipovolêmico hemorrágico. O paciente é encaminhado para sala de emergência, onde se procede à intubação orotraqueal sob sequência rápida, monitorização multiparamétrica e coleta de exames laboratoriais.
No decorrer da assistência, a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) é acionada para orientação quanto às medidas de precaução padrão e específicas, considerando fratura exposta e necessidade de procedimento invasivo. A equipe reforça higienização das mãos, uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e técnica asséptica rigorosa na manipulação de dispositivos invasivos.
Após estabilização inicial, o paciente é encaminhado ao centro cirúrgico para abordagem das lesões internas. A vigilância epidemiológica hospitalar registra o caso como trauma de causa externa, notificando conforme protocolo institucional e diretrizes do Ministério da Saúde.
A assistência de enfermagem se mantém fundamentada nas diretrizes do Suporte Avançado de Vida no Trauma (Advanced Trauma Life Support – ATLS) e nas recomendações de controle de infecção relacionadas à prevenção de Infecções Relacionadas.
Com base neste estudo de caso integralizado responda as próxima questão.
No que se refere ao controle de infecção hospitalar no atendimento ao paciente politraumatizado, indique a alternativa CORRETA.
 

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4103417 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Mazagão-AP
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ESTUDO DE CASO INTEGRALIZADO
Um paciente do sexo masculino, 32 anos, vítima de colisão automobilística em rodovia federal é admitido no pronto-socorro de hospital terciário às 19h40min, trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.
À admissão, apresenta-se inconsciente (Escala de Coma de Glasgow = 7), com respiração irregular, frequência respiratória de 10 irpm, saturação de O₂ de 86% em ar ambiente, pressão arterial de 80x50 mmHg e frequência cardíaca de 132 bpm. Observa-se trauma cranioencefálico com laceração frontal, tórax com expansibilidade reduzida à direita, fratura exposta de fêmur esquerdo e abdome distendido.
A equipe inicia atendimento conforme protocolo sistematizado, priorizando a avaliação primária baseada no ABCDE do trauma. Realiza-se estabilização cervical com colar rígido, oferta de oxigênio suplementar e preparo para via aérea avançada. Durante a avaliação, identifica-se murmúrio vesicular abolido à direita, sugerindo pneumotórax hipertensivo, sendo indicada toracocentese de alívio imediata.
Simultaneamente, são obtidos dois acessos venosos calibrosos para reposição volêmica com cristaloides aquecidos e hemoderivados, considerando hipótese de choque hipovolêmico hemorrágico. O paciente é encaminhado para sala de emergência, onde se procede à intubação orotraqueal sob sequência rápida, monitorização multiparamétrica e coleta de exames laboratoriais.
No decorrer da assistência, a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) é acionada para orientação quanto às medidas de precaução padrão e específicas, considerando fratura exposta e necessidade de procedimento invasivo. A equipe reforça higienização das mãos, uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e técnica asséptica rigorosa na manipulação de dispositivos invasivos.
Após estabilização inicial, o paciente é encaminhado ao centro cirúrgico para abordagem das lesões internas. A vigilância epidemiológica hospitalar registra o caso como trauma de causa externa, notificando conforme protocolo institucional e diretrizes do Ministério da Saúde.
A assistência de enfermagem se mantém fundamentada nas diretrizes do Suporte Avançado de Vida no Trauma (Advanced Trauma Life Support – ATLS) e nas recomendações de controle de infecção relacionadas à prevenção de Infecções Relacionadas.
Com base neste estudo de caso integralizado responda as próxima questão.
Analise as assertivas abaixo relacionadas ao choque hipovolêmico no trauma e a seguir, aponte a alternativa CORRETA.

I. A taquicardia e a hipotensão arterial são sinais clínicos compatíveis com choque hemorrágico.
II. A reposição volêmica deve ser iniciada preferencialmente por acessos venosos calibrosos periféricos.
III. A administração indiscriminada de grandes volumes de cristaloides, sem controle da fonte hemorrágica, pode agravar o quadro clínico.
 

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4103416 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Mazagão-AP
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ESTUDO DE CASO INTEGRALIZADO
Um paciente do sexo masculino, 32 anos, vítima de colisão automobilística em rodovia federal é admitido no pronto-socorro de hospital terciário às 19h40min, trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.
À admissão, apresenta-se inconsciente (Escala de Coma de Glasgow = 7), com respiração irregular, frequência respiratória de 10 irpm, saturação de O₂ de 86% em ar ambiente, pressão arterial de 80x50 mmHg e frequência cardíaca de 132 bpm. Observa-se trauma cranioencefálico com laceração frontal, tórax com expansibilidade reduzida à direita, fratura exposta de fêmur esquerdo e abdome distendido.
A equipe inicia atendimento conforme protocolo sistematizado, priorizando a avaliação primária baseada no ABCDE do trauma. Realiza-se estabilização cervical com colar rígido, oferta de oxigênio suplementar e preparo para via aérea avançada. Durante a avaliação, identifica-se murmúrio vesicular abolido à direita, sugerindo pneumotórax hipertensivo, sendo indicada toracocentese de alívio imediata.
Simultaneamente, são obtidos dois acessos venosos calibrosos para reposição volêmica com cristaloides aquecidos e hemoderivados, considerando hipótese de choque hipovolêmico hemorrágico. O paciente é encaminhado para sala de emergência, onde se procede à intubação orotraqueal sob sequência rápida, monitorização multiparamétrica e coleta de exames laboratoriais.
No decorrer da assistência, a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) é acionada para orientação quanto às medidas de precaução padrão e específicas, considerando fratura exposta e necessidade de procedimento invasivo. A equipe reforça higienização das mãos, uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e técnica asséptica rigorosa na manipulação de dispositivos invasivos.
Após estabilização inicial, o paciente é encaminhado ao centro cirúrgico para abordagem das lesões internas. A vigilância epidemiológica hospitalar registra o caso como trauma de causa externa, notificando conforme protocolo institucional e diretrizes do Ministério da Saúde.
A assistência de enfermagem se mantém fundamentada nas diretrizes do Suporte Avançado de Vida no Trauma (Advanced Trauma Life Support – ATLS) e nas recomendações de controle de infecção relacionadas à prevenção de Infecções Relacionadas.
Com base neste estudo de caso integralizado responda as próxima questão.
No contexto do Suporte Avançado de Vida, diante de um paciente com Glasgow 7, instabilidade hemodinâmica e respiração irregular, indique a alternativa CORRETA quanto à conduta prioritária de enfermagem.
 

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