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Tendo como sustentação os fundamentos da restauração crítica defendida por Cesare Brandi (1906-1988), assinale a opção que apresenta o procedimento mais adequado a ser adotado por um restaurador ao se deparar com uma pintura antiga com grandes lacunas.
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“A BNCC propõe que a abordagem das linguagens articule
seis dimensões do conhecimento que, de forma indissociável e
simultânea, caracterizam a singularidade da experiência
artística. Tais dimensões perpassam os conhecimentos das Artes
visuais, da Dança, da Música e do Teatro e as aprendizagens dos
alunos em cada contexto social e cultural.” (BRASIL, 2018, p
194.)
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.
Assinale a alternativa em que a dimensão do conhecimento NÃO corresponde adequadamente a sua característica específica descrita.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.
Assinale a alternativa em que a dimensão do conhecimento NÃO corresponde adequadamente a sua característica específica descrita.
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Gold – Mina de Ouro Serra Pelada
Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza
A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold
– Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro
Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas
registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto
do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia
Paraense.
A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick
Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela
organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da
agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade
dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra
Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de
mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura
realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos
pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições
extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo,
cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de
riqueza e oportunidade.
Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião
Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira
epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas
as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço
físico, mas também a esperança, a luta e as consequências
sociais e ambientais desse capítulo importante da história
recente do Brasil.
Com essa mostra, o público do Nordeste tem a
oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros
fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio
que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas
deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio
de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na
fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos
fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia
Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande
escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e
Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira
e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas.
Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental:
em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao
reflorestamento e à educação ambiental.
Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da
minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por
Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth
(O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro
Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor
documentário.
Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio
Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma
cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra
foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao
Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
( ) Assegurar aos alunos a interação com manifestações artísticas e culturais nacionais e internacionais, de diferentes épocas e contextos.
( ) As práticas e as experiências artísticas sempre se iniciam no meio familiar e podem ocupar os diversos espaços na escola onde são ressignificados.
( ) O ensino de Arte deve considerar a sistematização dos conhecimentos com a proposição de experiências diversificadas relacionadas a cada linguagem.
( ) Limita-se a atividades recreativas e está ligado diretamente a momentos de lazer e entretenimento, proporcionando experienciar e fluir a arte.
A sequência CORRETA das afirmativas, de cima para baixo, é:
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Gold – Mina de Ouro Serra Pelada
Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza
A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold
– Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro
Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas
registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto
do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia
Paraense.
A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick
Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela
organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da
agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade
dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra
Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de
mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura
realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos
pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições
extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo,
cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de
riqueza e oportunidade.
Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião
Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira
epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas
as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço
físico, mas também a esperança, a luta e as consequências
sociais e ambientais desse capítulo importante da história
recente do Brasil.
Com essa mostra, o público do Nordeste tem a
oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros
fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio
que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas
deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio
de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na
fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos
fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia
Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande
escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e
Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira
e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas.
Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental:
em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao
reflorestamento e à educação ambiental.
Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da
minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por
Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth
(O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro
Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor
documentário.
Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio
Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma
cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra
foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao
Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
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Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza
A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold
– Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro
Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas
registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto
do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia
Paraense.
A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick
Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela
organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da
agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade
dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra
Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de
mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura
realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos
pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições
extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo,
cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de
riqueza e oportunidade.
Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião
Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira
epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas
as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço
físico, mas também a esperança, a luta e as consequências
sociais e ambientais desse capítulo importante da história
recente do Brasil.
Com essa mostra, o público do Nordeste tem a
oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros
fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio
que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas
deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio
de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na
fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos
fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia
Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande
escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e
Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira
e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas.
Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental:
em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao
reflorestamento e à educação ambiental.
Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da
minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por
Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth
(O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro
Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor
documentário.
Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio
Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma
cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra
foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao
Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
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CAIXA Cultural Fortaleza
A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold
– Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro
Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas
registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto
do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia
Paraense.
A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick
Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela
organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da
agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade
dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra
Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de
mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura
realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos
pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições
extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo,
cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de
riqueza e oportunidade.
Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião
Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira
epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas
as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço
físico, mas também a esperança, a luta e as consequências
sociais e ambientais desse capítulo importante da história
recente do Brasil.
Com essa mostra, o público do Nordeste tem a
oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros
fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio
que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas
deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio
de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na
fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos
fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia
Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande
escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e
Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira
e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas.
Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental:
em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao
reflorestamento e à educação ambiental.
Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da
minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por
Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth
(O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro
Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor
documentário.
Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio
Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma
cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra
foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao
Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Escrevi então uma música para os instrumentos e os ruídos utilizados durante a reforma do teatro, ou seja: corrupios, furadeiras, serradeiras, talhadeiras e lixadeiras (elétricas e simples) aparelhos de marcenaria, martelos, etc. Os executantes (em torno de 95) foram os próprios operários, misturados a um grupo de alunos meus.” (FERREIRA JÚNIOR, p. 111.)
FERREIRA JÚNIOR, Antonio Herci. Crise e Vanguarda: Koellreutter entre o moderno e o contemporâneo. (Dissertação) (Mestrado em Artes) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: <chrome extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://www.teses.usp.br /teses/disponiveis/93/93131/tde-18032019- 115905/publico/2018_AntonioHerciFerreiraJunior_VOrig.pdf>. Acesso em: 15 ago. 2025.
O compositor e educador Hans Joachim Koellreutter, com suas composições e abordagem pedagógica de ensino, possibilitou um novo olhar na educação musical brasileira com o estímulo à liberdade expressiva e criativa. Considere as afirmativas sobre essa perspectiva de educação musical e assinale a alternativa que apresenta as assertivas CORRETAS.
I – Koellreutter representa uma autêntica transformação para a educação musical brasileira com o uso de materiais sonoros inusitados e de procedimentos próximos aos utilizados na música contemporânea.
II – Com uma filosofia de educação musical humanista e o movimento Música Viva, Koellreutter tornou-se referência para uma música brasileira mais dinâmica e expressiva. Tal abordagem pedagógico-musical levou a críticas de outros renomados músicos brasileiros.
III – Músicos nacionalistas e grandes teóricos como Koellreutter defendem o ensino conservatorial, pois por ele perpassa tanto a compreensão de como se forma o intelecto infantil quanto a tradição como as únicas maneiras de adquirir um sólido aprendizado musical.
IV – Com uma perspectiva de educação musical, com explorações timbrísticas, e a não utilização do tempo métrico propiciando um fazer e pensar musical democrático, Koellreutter introduzia um ensino com características da música contemporânea.
A alternativa que apresenta as afirmativas CORRETAS é:
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Gold – Mina de Ouro Serra Pelada
Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza
A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold
– Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro
Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas
registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto
do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia
Paraense.
A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick
Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela
organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da
agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade
dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.
As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra
Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de
mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura
realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos
pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições
extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo,
cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de
riqueza e oportunidade.
Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião
Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira
epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas
as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço
físico, mas também a esperança, a luta e as consequências
sociais e ambientais desse capítulo importante da história
recente do Brasil.
Com essa mostra, o público do Nordeste tem a
oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros
fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio
que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas
deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.
Sobre Sebastião Salgado:
Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio
de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na
fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos
fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia
Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande
escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e
Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.
Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira
e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas.
Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental:
em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao
reflorestamento e à educação ambiental.
Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da
minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por
Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth
(O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro
Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor
documentário.
Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio
Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma
cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra
foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao
Oscar em 2015.
Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
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A Lei nº 10.639/03 alterou a LDB (Lei nº 9.394/96), tornando obrigatório o ensino da história
e da cultura africana e afro-brasileira na Educação Básica. Posteriormente, a Lei nº 11.645/08 ampliou essa
obrigatoriedade para incluir também a história e a cultura indígena. No campo específico do ensino de artes,
essa legislação evidencia a necessidade de:
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Na atualidade ao trabalhar com as histórias das artes afro-brasileiras e indígenas, buscamos
romper com o racismo epistêmico no ensino da arte. Essa atitude é urgente, pois, no contexto da história do
ensino da arte no Brasil, observa-se que determinados saberes e perspectivas são privilegiados em
detrimento de outros e que tem sido caracterizado como racismo epistêmico. Essa forma de colonialidade
do saber manifesta-se na hegemonia do conhecimento ocidental, em especial dos pensadores europeus e
euro-norte-americanos, enquanto as produções teóricas de sujeitos não brancos tendem a ser
desvalorizadas ou classificadas como folclore ou cultura local.
Com base nesse contexto, considere as afirmações a seguir sobre a história do ensino das artes visuais no Brasil:
I. A história oficial do ensino da arte no Brasil é narrada desde a vinda da Missão Artística Francesa, no século XIX, que introduziu metodologias sistematizadas de ensino das artes visuais.
II. Antes da Missão Francesa, o ensino da arte no Brasil já se dava por meio da catequização e difusão da cultura cristã, marcada pelos valores europeus.
III. Apesar da contribuição da mestiçagem cultural e do saber afro-brasileiro e indígena, o ensino da arte brasileira sempre foi guiado predominantemente pela estética europeia, como o neoclassicismo francês.
Assinale a alternativa CORRETA:
Com base nesse contexto, considere as afirmações a seguir sobre a história do ensino das artes visuais no Brasil:
I. A história oficial do ensino da arte no Brasil é narrada desde a vinda da Missão Artística Francesa, no século XIX, que introduziu metodologias sistematizadas de ensino das artes visuais.
II. Antes da Missão Francesa, o ensino da arte no Brasil já se dava por meio da catequização e difusão da cultura cristã, marcada pelos valores europeus.
III. Apesar da contribuição da mestiçagem cultural e do saber afro-brasileiro e indígena, o ensino da arte brasileira sempre foi guiado predominantemente pela estética europeia, como o neoclassicismo francês.
Assinale a alternativa CORRETA:
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As práticas artísticas contemporâneas têm oferecido ao ensino da arte uma “plataforma
para pensar”, como é dito por Nestor Garcia Canclini. Para Luciana Gruppelli Loponte, trata-se de
compreender a arte como um lugar do qual partem inquietações, angústias não nomeadas, perguntas sem
resposta e uma atenção constante sobre os movimentos da sociedade que nos cerca. Essa concepção
modifica as relações entre as artes visuais e o seu ensino na escola porque:
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