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2564153 Ano: 2018
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Com a inflação piorando mês a mês, o presidente lançou, no fim de 1962, um plano preparado por Celso Furtado, ministro extraordinário para assuntos de desenvolvimento econômico. O objetivo era conciliar crescimento com reformas sociais e combate à inflação. Segundo Furtado, o desafio era demonstrar, “contra a ortodoxia dos monetaristas, esposada e imposta pelo FMI, que era possível conduzir a economia com relativa estabilidade sem impor-lhe a purga recessiva”.
(…)
[O plano] adotava a visão estruturalista da CEPAL. Enfatizava a substituição de importações como meio de ampliar o processo de industrialização. Furtado acreditava que a crise econômica derivava do modelo de desenvolvimento, mas a solução não estaria no abandono, e sim no “aprofundamento do modelo, ou seja, com a ampliação do mercado interno, através da reforma agrária e de outras políticas voltadas à redistribuição de renda”.
M. da Nóbrega. O futuro chegou. São Paulo: Globo, 2005, p. 265 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência inicial, julgue (C ou E) o item subsecutivo, acerca da história da economia brasileira no período de 1962 a 1967.
Com o lema de fazer avançar a economia 50 anos em 5, o plano descrito no texto foi preparado para ser adotado em um período de cinco anos, a exemplo dos planos quinquenais da União Soviética.
 

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2564152 Ano: 2018
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Trecho 1: Caso Cooke versus Forbes. Um dos processos na tecelagem de tapetes de fibra de cacau [Cooke] era imergi-lo em um líquido alvejante e, depois, pendurá-lo para secagem. Vapores de um produtor de sulfato de amônia [Forbes] tinham o efeito de transformar a cor brilhosa do tapete em uma cor escurecida e fosca. (…) Uma ação foi ajuizada para impedir a manufatura de emitir tais vapores. Os advogados do réu argumentaram que, se o autor “não usasse um líquido alvejante específico, as fibras não seriam afetadas; que seu método de produção era atípico, contrário ao costume do comércio (…)”. O juiz explanou: “parece-me claro que uma pessoa tem o direito de, na sua propriedade, realizar um processo de manufatura em que se usa cloreto de estanho, ou qualquer outro tipo de corante metálico, e que seu vizinho não tem a liberdade para inundar o ambiente com gás que vai interferir na sua manufatura. Se isto pode ser imputado ao seu vizinho, então, compreendo eu, claramente ele terá o direito de vir aqui e pedir ajuda”.
Trecho 2: (…) Com efeito, as propostas de solução do problema da poluição causada pela fumaça, bem como de outros problemas similares, feitas por meio da tributação, se sustenta com dificuldades advindas dos problemas relativos ao cálculo, da diferença entre dano médio e dano marginal e das inter-relações entre os danos causados a diversas propriedades etc.
R. H. COASE. O problema do custo social. In: Journal of Law and Economics. 1960 (traduzido e adaptado).
Com referência ao que é apresentado nos trechos 1 e 2, julgue (C ou E) o item a seguir, acerca da análise de custo-benefício, com base na teoria dos tipos de mercados e de bens.
No segundo trecho, faz-se referência ao tributo (ou imposto) Tobin.
 

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2564151 Ano: 2018
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Trecho 1: Caso Cooke versus Forbes. Um dos processos na tecelagem de tapetes de fibra de cacau [Cooke] era imergi-lo em um líquido alvejante e, depois, pendurá-lo para secagem. Vapores de um produtor de sulfato de amônia [Forbes] tinham o efeito de transformar a cor brilhosa do tapete em uma cor escurecida e fosca. (…) Uma ação foi ajuizada para impedir a manufatura de emitir tais vapores. Os advogados do réu argumentaram que, se o autor “não usasse um líquido alvejante específico, as fibras não seriam afetadas; que seu método de produção era atípico, contrário ao costume do comércio (…)”. O juiz explanou: “parece-me claro que uma pessoa tem o direito de, na sua propriedade, realizar um processo de manufatura em que se usa cloreto de estanho, ou qualquer outro tipo de corante metálico, e que seu vizinho não tem a liberdade para inundar o ambiente com gás que vai interferir na sua manufatura. Se isto pode ser imputado ao seu vizinho, então, compreendo eu, claramente ele terá o direito de vir aqui e pedir ajuda”.
Trecho 2: (…) Com efeito, as propostas de solução do problema da poluição causada pela fumaça, bem como de outros problemas similares, feitas por meio da tributação, se sustenta com dificuldades advindas dos problemas relativos ao cálculo, da diferença entre dano médio e dano marginal e das inter-relações entre os danos causados a diversas propriedades etc.
R. H. COASE. O problema do custo social. In: Journal of Law and Economics. 1960 (traduzido e adaptado).
Com referência ao que é apresentado nos trechos 1 e 2, julgue (C ou E) o item a seguir, acerca da análise de custo-benefício, com base na teoria dos tipos de mercados e de bens.
O teorema de Coase permite inferir que, eliminados os custos de transação, seria possível Cooke vender para Forbes o seu direito a ter ar limpo, de modo que este pudesse emitir os vapores de sulfato de amônia.
 

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2564150 Ano: 2018
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Trecho 1: Caso Cooke versus Forbes. Um dos processos na tecelagem de tapetes de fibra de cacau [Cooke] era imergi-lo em um líquido alvejante e, depois, pendurá-lo para secagem. Vapores de um produtor de sulfato de amônia [Forbes] tinham o efeito de transformar a cor brilhosa do tapete em uma cor escurecida e fosca. (…) Uma ação foi ajuizada para impedir a manufatura de emitir tais vapores. Os advogados do réu argumentaram que, se o autor “não usasse um líquido alvejante específico, as fibras não seriam afetadas; que seu método de produção era atípico, contrário ao costume do comércio (…)”. O juiz explanou: “parece-me claro que uma pessoa tem o direito de, na sua propriedade, realizar um processo de manufatura em que se usa cloreto de estanho, ou qualquer outro tipo de corante metálico, e que seu vizinho não tem a liberdade para inundar o ambiente com gás que vai interferir na sua manufatura. Se isto pode ser imputado ao seu vizinho, então, compreendo eu, claramente ele terá o direito de vir aqui e pedir ajuda”.
Trecho 2: (…) Com efeito, as propostas de solução do problema da poluição causada pela fumaça, bem como de outros problemas similares, feitas por meio da tributação, se sustenta com dificuldades advindas dos problemas relativos ao cálculo, da diferença entre dano médio e dano marginal e das inter-relações entre os danos causados a diversas propriedades etc.
R. H. COASE. O problema do custo social. In: Journal of Law and Economics. 1960 (traduzido e adaptado).
Com referência ao que é apresentado nos trechos 1 e 2, julgue (C ou E) o item a seguir, acerca da análise de custo-benefício, com base na teoria dos tipos de mercados e de bens.
A solução para o problema apresentado no primeiro trecho, de acordo com o teorema de Coase, é a correta atribuição dos direitos de propriedade envolvidos no caso, desde que não haja custos de transação.
 

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2564149 Ano: 2018
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Trecho 1: Caso Cooke versus Forbes. Um dos processos na tecelagem de tapetes de fibra de cacau [Cooke] era imergi-lo em um líquido alvejante e, depois, pendurá-lo para secagem. Vapores de um produtor de sulfato de amônia [Forbes] tinham o efeito de transformar a cor brilhosa do tapete em uma cor escurecida e fosca. (…) Uma ação foi ajuizada para impedir a manufatura de emitir tais vapores. Os advogados do réu argumentaram que, se o autor “não usasse um líquido alvejante específico, as fibras não seriam afetadas; que seu método de produção era atípico, contrário ao costume do comércio (…)”. O juiz explanou: “parece-me claro que uma pessoa tem o direito de, na sua propriedade, realizar um processo de manufatura em que se usa cloreto de estanho, ou qualquer outro tipo de corante metálico, e que seu vizinho não tem a liberdade para inundar o ambiente com gás que vai interferir na sua manufatura. Se isto pode ser imputado ao seu vizinho, então, compreendo eu, claramente ele terá o direito de vir aqui e pedir ajuda”.
Trecho 2: (…) Com efeito, as propostas de solução do problema da poluição causada pela fumaça, bem como de outros problemas similares, feitas por meio da tributação, se sustenta com dificuldades advindas dos problemas relativos ao cálculo, da diferença entre dano médio e dano marginal e das inter-relações entre os danos causados a diversas propriedades etc.
R. H. COASE. O problema do custo social. In: Journal of Law and Economics. 1960 (traduzido e adaptado).
Com referência ao que é apresentado nos trechos 1 e 2, julgue (C ou E) o item a seguir, acerca da análise de custo-benefício, com base na teoria dos tipos de mercados e de bens.
O problema apresentado no primeiro trecho, que se refere ao julgamento do processo de Cooke contra Forbes, é conhecido como externalidade.
 

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2559158 Ano: 2018
Disciplina: Economia
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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O quadro a seguir apresenta valores da elasticidade do preço da demanda de alguns bens e serviços, hipoteticamente observados:
Bem ou Serviço ofertado
Plano de saúde !$ \bigg|Ep\bigg| = 2 !$
Transporte público !$ \bigg|Ep\bigg| = 0 !$
Feijão !$ \bigg|Ep\bigg| = 1 !$
Passagem de avião !$ \bigg|Ep\bigg| = 10 !$
Sobre os dados apresentados, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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2558740 Ano: 2018
Disciplina: Economia
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Um produtor de rosas produz 1.000 mudas mensalmente e vende cada muda a R$12,00. Para essa produção o produtor de rosas gasta, mensalmente, o equivalente a R$2.800,00 com fertilizantes próprios e com adubos. Considerando-se que a produção de rosas é importante para a região em que este produtor está instalado, o governo local decide oferecer um subsídio para os fertilizantes e adubos utilizados nessa produção, tornando-os mais baratos.

Sobre a curva de oferta desse produtor, é CORRETO afirmar que a introdução desse subsídio, coeteris paribus:

 

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2558520 Ano: 2018
Disciplina: Economia
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Provas:
Em uma situação em que uma empresa opera sozinha o transporte público de uma cidade, apesar de não haver qualquer restrição a entrada de novos competidores no mercado. Na tentativa de minimizar os efeitos desse monopólio, o gestor público responsável pela Secretária de Transportes, ao investigar o caso, levantou as seguintes suposições:
I- Para o tamanho da população da cidade uma empresa oferece o serviço ao mercado inteiro a um custo menor do que ocorreria se existissem duas ou mais empresas.
II- As empresas concorrentes, caso entrassem no mercado, poderiam auferir um lucro superior a empresa que opera no mercado atual.
III- Foram encontradas economias de escala ao longo da faixa de produção.
IV- O custo total médio de uma viagem completa (todo o trajeto do ônibus) cai a medida que aumenta o número de usuários.
V- A empresa que opera atualmente no mercado não se preocupa com a entrada de novos competidores porque considera que oferta um serviço de qualidade.
Dentre as suposições levantadas, NÃO se referem a características de um monopólio natural as afirmativas:
 

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2558227 Ano: 2018
Disciplina: Economia
Banca: IBADE
Orgão: CBM-PB
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Com relação ao Mercado Institucional, assinale a alternativa correta.
 

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2554129 Ano: 2018
Disciplina: Economia
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Provas:
Sobre a Curva de Phillips e a formação de expectativas adaptativas, analise as afirmativas a seguir:
I- Pode haver inércia inflacionária mesmo que não haja choque de oferta ou o desemprego se encontrar em sua taxa natural.
II- Ao se assumir que os agentes formulam expectativas em função dos erros passados é possível afirmar que a Curva de Phillips de longo prazo é vertical.
III- Se o governo decide manter indefinidamente o desemprego abaixo da taxa natural precisará alcançar taxas crescentes de expansão monetária e de inflação.
IV- Uma expansão do estoque monetário de uma só vez (once for all) impacta o nível geral de preços e leva a processo inflacionário.
V- Considerando a Curva de Phillips tradicional, ou seja, sem a introdução das expectativas, é possível afirmar que ocorra a estagflação sempre que houver valorização cambial.
Estão CORRETAS as alternativas:
 

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