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Foram encontradas 40 questões.

3061226 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP

Reconhecendo a escola também como um lócus da trama da exclusão, a autora defende que os profissionais da educação podem:

 

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3061225 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP

A autora discute aspectos do referencial identitário e a produção da diferença, argumentando como essa relação marca a educação especial brasileira, entre eles:

 

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3061224 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP

Partindo-se de uma perspectiva inclusiva, a educação escolar do público-alvo da Educação Especial deve ter:

 

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3061223 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP

As relações entre a política de educação especial e currículo permitem depreender que:

 

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3061222 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP

Nesse contexto, podemos afirmar que:

 

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3061221 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP

Para elaborar o Plano de atendimento educacional especializado (PAEE), o professor especializado:

 

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3061220 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP

É responsabilidade do profissional de apoio escolar:

 

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3061219 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP

As barreiras a serem identificadas na elaboração do Plano de atendimento educacional especializado (PAEE) referem-se:

 

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3061173 Ano: 2022
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUVEST
Orgão: USP

De acordo com Mazzotta (2011), a Constituição Federal de 1988 estabelece, explicitamente, algumas garantias às pessoas com deficiência. Além dos direitos assegurados a todos, há alguns dispositivos especificamente dirigidos a este segmento da população brasileira. Um exemplo disso, consta no capítulo III, artigo 208, que dispõe que o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de, dentre outros, “atendimento educacional especializado aos estudantes com deficiência, preferencialmente, na rede regular”. Como desdobramentos dos preceitos constitucionais federais, em 1989, foi a vez de os Estados reescreverem as suas constituições contemplando garantias às pessoas com deficiência. A maneira como cada Estado contemplou tais garantias servem de indicadores da diversidade do entendimento dos legisladores sobre a educação das pessoas com deficiência e a realidade do seu entendimento. Para Mazzotta (2011), está presente também a atuação de lobbies, ou a influência exercida por grupos de pressão organizados pela iniciativa privada, famílias e pessoas com deficiência.

Uma análise sobre a manutenção do termo “preferencialmente” até hoje na Constituição Federal permite:

 

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“Verificamos assim que conceitos como o de avaliação formativa e mesmo o de pedagogia para a maestria surgem no âmbito dos desenvolvimentos teóricos do behaviorismo e são posteriormente integrados nos quadros conceituais de outras perspectivas teóricas, como a família de perspectivas que se abriga sob o chapéu do cognitivismo. Essa família, em muitos casos, assumiu e integrou contributos da Sociologia, da Antropologia e da Psicologia Social, o que lhe permitiu dar outra profundidade e densidade àqueles conceitos. Na verdade, são múltiplas as diferenças de entendimento entre behavioristas e construtivistas acerca da avaliação formativa. Os primeiros usam-na mais frequentemente na análise de resultados, em um quadro de definição de objetivos muito específicos (comportamentais) e de tarefas que testam cada um desses objetivos, ao passo que os segundos utilizam-na mais na análise dos processos de aprendizagem dos alunos em um quadro de definição mais abrangente e integrada de objetivos e de tarefas que avaliam um leque mais amplo e integrado de saberes.”
FERNANDES, Domingos. Avaliação interna: dos fundamentos e das práticas. In: . Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. São Paulo: Editora da Unesp, 2009, p. 49-50.
O excerto exemplifica características de uma determinada fase que marca a história da avaliação da aprendizagem. Segundo o raciocínio expresso, é correto afirmar:
 

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