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A desinfecção geralmente não mata todos os microorganismos presentes, mas reduz o seu número a um nível não ameaçador à saúde. Os agentes bactericidas matam as bactérias; os agentes bacteriostáticos apenas diminuem o crescimento das bactérias. Os anti-sépticos são produtos químicos usados para controlar o crescimento de microorganismos em tecidos vivos. Sobre os produtos químicos normalmente usados como desinfetantes, NÃO é correto afirmar que:
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TEXTO I
Por que não limitar a entrada de capital?
Na semana passada, minha mulher, que não é economista, mas psicanalista, vendo o real voltar a se valorizar, disse-me que esse vaivém era muito ruim e, usando seu bom senso, perguntou por que não se limitavam a entrada e a saída de capitais. Não se limita a entrada de capitais, respondi-lhe, porque essa política vai contra os princípios fundamentalistas neoliberais aprendidos pelos economistas nas suas escolas e porque não interessa aos países ricos que os países em desenvolvimento tenham taxas de câmbio competitivas.
Já quanto à saída de capital, a história é outra: não se deve limitá-las porque isso é sinal de fragilidade financeira do País, sinal de que ele não controlou seu déficit público e aceitou o bom conselho de crescer com poupança externa , deixando assim que o País fosse inundado de 10 dólares, euros e ienes.
A taxa de câmbio é o preço que, se os mercados funcionassem como seus fundamentalistas supõem, flutuaria mantendo-se razoavelmente estável e garantindo o equilíbrio da conta corrente do País. Entretanto, como esse excelente coordenador da economia que é o mercado não é capaz de realizar essa tarefa específica, a flutuação da taxa de câmbio nos países em desenvolvimento tem um viés para o lado da apreciação que, não sendo corrigido pelo governo, termina em crise de balanço de pagamentos. As causas dessa tendência são estruturais, associadas à doença holandesa e à maior rentabilidade dos investimentos, às quais se somam às políticas da ortodoxia convencional de crescimento com poupança externa, âncora cambial e taxas de juros elevadas.
Dada a existência dessa volatilidade e, principalmente, dessa tendência à sobreapreciação, os países em desenvolvimento bem-sucedidos administram sua taxa de câmbio evitando que a sobreapreciação ocorra. No passado, faziam isso com o regime de câmbio fixo, mas aos poucos ficou claro que era melhor deixar a moeda nacional flutuar no mercado e, ao mesmo tempo, administrá-la. Essa era a prática recomendada por Keynes; é o que o bom senso determina. A ortodoxia neoliberal, porém, chama essa prática de flutuação suja , insiste em que o mercado é bom coordenador do câmbio, apesar de todas as evidências em contrário, e, novamente contra toda evidência, afirma que é impossível administrar o câmbio, e, finalmente, condena às chamas do inferno quem defender o controle de entradas quando os influxos de capital forem muito grandes; só economistas populistas poderiam fazer isso.
O problema não é apenas ideológico. Interessa aos operadores financeiros que haja flutuações no câmbio dos países em desenvolvimento porque essa é uma origem de seus ganhos. E principalmente interessa aos países ricos de onde nos vem a verdade econômica que a taxa de câmbio nos países em desenvolvimento tenda a ser alta. Dessa forma, sua desvantagem nos mercados internacionais causada por seus salários mais altos é compensada pelo câmbio sobreaquecido nos países em desenvolvimento, principalmente nos países de renda média que são seus grandes concorrentes.
O mal maior que os países em desenvolvimento enfrentam é a fragilidade financeira internacional. Se o País adotar uma política macroeconômica correta, baseada em orçamento público equilibrado, juros moderados e câmbio competitivo, o País não precisará controlar a entrada de capitais, a não ser em momentos especiais. Se ouvir o fundamentalismo, estará sempre à beira da crise e pedindo ajuda a seus concorrentes mais ricos.
Luiz Carlos Bresser-Pereira, 74 anos, professor emérito da FGV, ex-ministro da Fazenda, da
Administração e da Ciência e Tecnologia, em A TARDE, Salvador, 25-05-2009.
A partir da leitura do texto 1, indique a alternativa que NÃO confere com o ponto de vista defendido pelo autor.
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Os testes de esterilidade são realizados em produtos farmacêuticos para avaliar:
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TEXTO I
Por que não limitar a entrada de capital?
Na semana passada, minha mulher, que não é economista, mas psicanalista, vendo o real voltar a se valorizar, disse-me que esse vaivém era muito ruim e, usando seu bom senso, perguntou por que não se limitavam a entrada e a saída de capitais. Não se limita a entrada de capitais, respondi-lhe, porque essa política vai contra os princípios fundamentalistas neoliberais aprendidos pelos economistas nas suas escolas e porque não interessa aos países ricos que os países em desenvolvimento tenham taxas de câmbio competitivas.
Já quanto à saída de capital, a história é outra: não se deve limitá-las porque isso é sinal de fragilidade financeira do País, sinal de que ele não controlou seu déficit público e aceitou o bom conselho de crescer com poupança externa , deixando assim que o País fosse inundado de 10 dólares, euros e ienes.
A taxa de câmbio é o preço que, se os mercados funcionassem como seus fundamentalistas supõem, flutuaria mantendo-se razoavelmente estável e garantindo o equilíbrio da conta corrente do País. Entretanto, como esse excelente coordenador da economia que é o mercado não é capaz de realizar essa tarefa específica, a flutuação da taxa de câmbio nos países em desenvolvimento tem um viés para o lado da apreciação que, não sendo corrigido pelo governo, termina em crise de balanço de pagamentos. As causas dessa tendência são estruturais, associadas à doença holandesa e à maior rentabilidade dos investimentos, às quais se somam às políticas da ortodoxia convencional de crescimento com poupança externa, âncora cambial e taxas de juros elevadas.
Dada a existência dessa volatilidade e, principalmente, dessa tendência à sobreapreciação, os países em desenvolvimento bem-sucedidos administram sua taxa de câmbio evitando que a sobreapreciação ocorra. No passado, faziam isso com o regime de câmbio fixo, mas aos poucos ficou claro que era melhor deixar a moeda nacional flutuar no mercado e, ao mesmo tempo, administrá-la. Essa era a prática recomendada por Keynes; é o que o bom senso determina. A ortodoxia neoliberal, porém, chama essa prática de flutuação suja , insiste em que o mercado é bom coordenador do câmbio, apesar de todas as evidências em contrário, e, novamente contra toda evidência, afirma que é impossível administrar o câmbio, e, finalmente, condena às chamas do inferno quem defender o controle de entradas quando os influxos de capital forem muito grandes; só economistas populistas poderiam fazer isso.
O problema não é apenas ideológico. Interessa aos operadores financeiros que haja flutuações no câmbio dos países em desenvolvimento porque essa é uma origem de seus ganhos. E principalmente interessa aos países ricos de onde nos vem a verdade econômica que a taxa de câmbio nos países em desenvolvimento tenda a ser alta. Dessa forma, sua desvantagem nos mercados internacionais causada por seus salários mais altos é compensada pelo câmbio sobreaquecido nos países em desenvolvimento, principalmente nos países de renda média que são seus grandes concorrentes.
O mal maior que os países em desenvolvimento enfrentam é a fragilidade financeira internacional. Se o País adotar uma política macroeconômica correta, baseada em orçamento público equilibrado, juros moderados e câmbio competitivo, o País não precisará controlar a entrada de capitais, a não ser em momentos especiais. Se ouvir o fundamentalismo, estará sempre à beira da crise e pedindo ajuda a seus concorrentes mais ricos.
Luiz Carlos Bresser-Pereira, 74 anos, professor emérito da FGV, ex-ministro da Fazenda, da
Administração e da Ciência e Tecnologia, em A TARDE, Salvador, 25-05-2009.
Em (...) usando seu bom senso (...) e (...) se os mercados funcionassem como os seus fundamentalistas supõem (...) do texto 1, pressupõe que o autor:
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As exposições ocupacionais normais de cada indivíduo, decorrentes de todas as práticas, devem ser controladas de modo que os valores dos limites estabelecidos na Resolução-CNEN n.º 12/88 não sejam excedidos. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA:
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638138
Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
Provas:
Regras elementares de segurança e conduta devem ser observadas no trabalho de laboratório, a fim de preservar a saúde ocupacional e ambiental, reduzindo os riscos de acidentes. Para tal, deve-se:
I. Ao trabalhar com material aquecido, utilizar luvas de amianto e, ou pinças;
II. Ao trabalhar com gases ou substâncias tóxicas utilizar a capela ;
III. Se qualquer substância cair na pele, remover o excesso com papel toalha;
IV. Se qualquer substância cair na pele, remover o excesso com papel toalha e lavar o local com bastante água;
V. O uso do avental (jaleco) não é necessário durante o tempo todo em que se permanece manuseando vidrarias e reagentes.
São VERDADEIRAS as afirmativas:
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Sobre osteologia é CORRETO afirmar que:
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A função de um Firewall:
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TEXTO I
O drama e o dogma
O drama da menina de 9 anos grávida de gêmeos depois de ter sido estuprada pelo padrasto chamou a atenção do país para a pedofilia um crime nefando que, ao contrário do que se imagina, é praticado em todos os degraus da pirâmide social. Uma reportagem desta edição de VEJA mostra como os abusos sexuais cometidos contra crianças das classes mais abastadas, antes acobertadas pelo manto da vergonha familiar, começaram a ser denunciados de cinco anos para cá, graças a normas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente. Elas obrigam professores, médicos e responsáveis por creches a notificar às autoridades qualquer suspeita de maus-tratos cometidos contra menores. Como meninas e meninos abusados costumam apresentar um comportamento esquivo, além de sintomas físicos, um profissional mais atento pode dar fim a histórias escabrosas, em geral cometidas pelo pai ou padrasto das pequenas vítimas.
A lei brasileira permite o aborto em caso de estupro e quando o feto põe em risco a vida da mãe. A menina de 9 anos enquadrava-se em ambas as situações e, por isso, foi submetida ao procedimento. Quando se supunha que essa terrível parte de sua história havia chegado a um fim, se não exatamente feliz, ditado a menos pela racionalidade e pela comiseração (como poderia uma criança de 9 anos sobreviver a um parto complicado? Como poderia uma criança de 9 anos tornar-se mãe, e de filhos gerados por um estupro?), eis que entra em cena o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, para anunciar que todos os católicos envolvidos no aborto, com exceção da maior interessada, estavam excomungados automaticamente, em obediência ao previsto no Código Canônico, o conjunto de leis que rege a Igreja. Hoje, quando um católico é excomungado, isso significa basicamente que ele não tem mais direito aos sacramentos, já que, de acordo com a origem latina da palavra, foi excluído do convívio da comunidade católica por atentar contra um dogma da Igreja. Coisa bem diferente ocorria na Idade Média, quando a excomunhão se traduzia praticamente numa sentença de morte, visto que o atingido pelo anátema era banido da sociedade e se tornava um intocável. Na entrevista das páginas amarelas desta edição, o prelado, alvo da fúria dos grupos pró-legalização do aborto em todas as circunstâncias, explica as razões doutrinárias de seu gesto. É um contrassenso acusar o arcebispo de seguir estritamente as regras da instituição da qual faz parte. Mas é também um alívio dar-se conta de que vivemos em uma sociedade laica, em que a separação entre Igreja e Estado tirou da hierarquia católica o poder temporal de infligir castigos a quem contraria seus códigos e leis. Graças a Deus.
(Carta ao Leitor Veja, 18-03-2009)
Assinale os termos que representam o sujeito das formas verbais "explica" e "é", respectivamente:
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A etapa de desidratação de material para posterior confecção de lâminas histológicas é realizada:
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