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Less than five hours' sleep a night linked to higher risk of multiple diseases
Getting less than five hours of sleep in mid-to-late life could be linked to an increased risk of developing at least two chronic diseases, finds a new study led by UCL researchers. The research, published in PLOS Medicine, analyzed the impact of sleep duration on the health of more than 7,000 men and women at the ages of 50, 60 and 70, from the Whitehall II cohort study.
Researchers examined the relationship between how long each participant slept for, mortality and whether they had been diagnosed with two or more chronic diseases (multimorbidity) -- such as heart disease, cancer or diabetes -- over the course of 25 years. People who reported getting five hours of sleep or less at age 50 were 20% more likely to have been diagnosed with a chronic disease and 40% more likely to be diagnosed with two or more chronic diseases over 25 years, compared to people who slept for up to seven hours. Additionally, sleeping for five hours or less at the age of 50, 60, and 70 was linked to a 30% to 40% increased risk of multimorbidity when compared with those who slept for up to seven hours.
Researchers also found that sleep duration of five hours or less at age 50 was associated with 25% increased risk of mortality over the 25 years of follow-up -- which can mainly be explained by the fact that short sleep duration increases the risk of chronic disease(s) that in turn increase the risk of death.
Lead author, Dr Severine Sabia (UCL Institute of Epidemiology & Health, and Inserm, Université Paris Cité) said: "Multimorbidity is on the rise in high income countries, and more than half of older adults now have at least two chronic diseases. This is proving to be a major challenge for public health, as multimorbidity is associated with high healthcare service use, hospitalizations and disability.
As people get older, their sleep habits and sleep structure change. However, it is recommended to sleep for 7 to 8 hours a night -- as sleep durations above or below this have previously been associated with individual chronic diseases. Our findings show that short sleep duration is also associated with multimorbidity. To ensure a better night's sleep, it is important to promote good sleep hygiene, such as making sure the bedroom is quiet, dark and a comfortable temperature before sleeping. It's also advised to remove electronic devices and avoid large meals before bedtime. Physical activity and exposure to light during the day might also promote good sleep."
As part of the study, researchers also assessed whether sleeping for a long duration, of nine hours or more, affected health outcomes. There was no clear association between long sleep durations at age 50 and multimorbidity in healthy people. However, if a participant had already been diagnosed with a chronic condition, then long sleep duration was associated with around a 35% increased risk of developing another illness. Researchers believe this could be due to underlying health conditions impacting sleep.
Jo Whitmore, senior cardiac nurse at the British Heart Foundation said:
"Getting enough sleep allows your body to rest. There are a host of other ways that poor sleep could increase the risk of heart disease or stroke, including by increasing inflammation and increasing blood pressure. This research adds to a growing body of research that highlights the importance of getting a good night's sleep."
The research was funded by the National Institute on Aging, part of NIH, UK Medical Research Council, the British Heart Foundation and Wellcome.
Study limitations
Researchers used self-reported data on sleep, which is likely to be subject to reporting bias, although using data on 4,000 participants whose sleep was measured via an electronic device confirm the findings. Meanwhile, data on sleep quality was only available for those aged 60 and 70.
The Whitehall II study only involves members of the civil service, who were all employed when recruited to the study and likely to be healthier than the general population.
Journal Reference:
Séverine Sabia, Aline Dugravot, Damien Léger, Céline Ben Hassen, Mika Kivimaki, Archana Singh- Manoux. Association of sleep duration at age 50, 60, and 70 years with risk of multimorbidity in the UK: 25-year follow-up of the Whitehall II cohort study. PLOS Medicine, 2022; 19 (10): e1004109 DOI: 10.1371/journal.pmed.1004109.
Source: <https://www.sciencedaily.com/releases/2022/10/221018220538.htm>. Accessed on: November 8, 2022.
It is CORRECT to say that the main objective of the text is to:
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Pessoas recebem sangue criado em laboratório em teste inédito
Por: James Gallagher, Correspondente de Ciência e Saúde, 7 novembro 2022.
Voluntários receberam transfusões de sangue criado em laboratório, no primeiro ensaio clínico do tipo no mundo, realizado por pesquisadores do Reino Unido.
Pequenas quantidades estão sendo testadas para ver como o sangue de laboratório se comporta dentro do corpo.
O objetivo desse teste não é substituir as doações de sangue por completo — a maior parte das transfusões de sangue vai sempre depender de doadores voluntários. A meta do experimento é fabricar sangue para grupos sanguíneos ultrarraros, difíceis de se obter com doadores.
É o caso de pacientes que dependem de transfusões de sangue regulares para condições como anemia falciforme.
Se o sangue não for exatamente compatível, o corpo começa a rejeitá-lo, e o tratamento não funciona. Este nível de compatibilidade de tecidos vai além dos conhecidos grupos sanguíneos A, B, AB e O.
A professora Ashley Toye, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, afirma que alguns grupos são "muito, muito raros" — e "pode haver apenas 10 pessoas no país" capazes de doar.
No momento, existem apenas três unidades do grupo sanguíneo "Bombay" — identificado pela primeira vez na Índia — em estoque em todo o Reino Unido, por exemplo.
Como o sangue é criado?
O projeto de pesquisa é conduzido por equipes de Bristol, Cambridge, Londres e do NHS Blood and Transplant, órgão do sistema público de saúde do Reino Unido. Ele se concentra nos glóbulos vermelhos que transportam oxigênio dos pulmões para o resto do corpo.
É assim que funciona:
O teste começa com uma doação normal de cerca de 470 ml de sangue;
Esferas magnéticas são usadas para "pescar" células-tronco flexíveis que são capazes de se tornar um glóbulo vermelho;
Essas células-tronco são incentivadas a crescer em grande número nos laboratórios;
Depois, elas são direcionadas a se tornar glóbulos vermelhos.
O processo leva cerca de três semanas e uma reserva inicial de cerca de meio milhão de células-tronco resulta em 50 bilhões de glóbulos vermelhos.
Estes são então filtrados para se obter cerca de 15 bilhões de glóbulos vermelhos que estão no estágio certo de desenvolvimento para transplante.
"Queremos produzir o máximo de sangue possível no futuro, então vejo na minha cabeça uma sala cheia de máquinas produzindo continuamente a partir de uma doação de sangue normal", conta Toye.
Duas pessoas já participaram do ensaio, que visa testar o sangue em pelo menos 10 voluntários saudáveis. Eles vão receber duas transfusões de 5 a 10 ml com pelo menos quatro meses de intervalo — uma de sangue normal e outra de sangue criado em laboratório.
O sangue foi marcado com uma substância radioativa, frequentemente usada em procedimentos médicos, para que os cientistas possam ver quanto tempo dura no corpo.
Espera-se que o sangue cultivado em laboratório seja mais potente que o normal.
Os glóbulos vermelhos duram normalmente cerca de 120 dias antes de precisarem ser substituídos. Uma doação de sangue típica contém uma mistura de glóbulos vermelhos jovens e velhos, enquanto o sangue cultivado em laboratório é feito na hora, então deve durar os 120 dias completos.
Os pesquisadores suspeitam que isso poderá permitir doações menores e menos frequentes no futuro.
Há, no entanto, desafios financeiros e tecnológicos consideráveis.
A doação de sangue comum custa ao NHS cerca de 130 libras (R$ 750). O cultivo de sangue custará muito mais, embora a equipe não diga quanto.
Outro desafio é que as células-tronco colhidas acabam se exaurindo, o que limita a quantidade de sangue a ser fabricado. Serão necessárias mais pesquisas para produzir os volumes que seriam necessários clinicamente.
"Esta pesquisa líder a nível mundial estabelece as bases para a fabricação de glóbulos vermelhos que podem ser usados com segurança para fazer transfusão em pessoas com distúrbios como anemia falciforme", afirma Farrukh Shah, diretor médico de transfusão do NHS Blood and Transplant.
"O potencial deste estudo para beneficiar pacientes com dificuldade para fazer transfusão é muito significativo."
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63514883 Acesso em: 07 de novembro de 2022. (Adaptado).
Assinale a alternativa em que o verbo destacado, de acordo com as regras da norma padrão da língua escrita, PODERIA se apresentar no singular ou no plural.
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Pessoas recebem sangue criado em laboratório em teste inédito
Por: James Gallagher, Correspondente de Ciência e Saúde, 7 novembro 2022.
Voluntários receberam transfusões de sangue criado em laboratório, no primeiro ensaio clínico do tipo no mundo, realizado por pesquisadores do Reino Unido.
Pequenas quantidades estão sendo testadas para ver como o sangue de laboratório se comporta dentro do corpo.
O objetivo desse teste não é substituir as doações de sangue por completo — a maior parte das transfusões de sangue vai sempre depender de doadores voluntários. A meta do experimento é fabricar sangue para grupos sanguíneos ultrarraros, difíceis de se obter com doadores.
É o caso de pacientes que dependem de transfusões de sangue regulares para condições como anemia falciforme.
Se o sangue não for exatamente compatível, o corpo começa a rejeitá-lo, e o tratamento não funciona. Este nível de compatibilidade de tecidos vai além dos conhecidos grupos sanguíneos A, B, AB e O.
A professora Ashley Toye, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, afirma que alguns grupos são "muito, muito raros" — e "pode haver apenas 10 pessoas no país" capazes de doar.
No momento, existem apenas três unidades do grupo sanguíneo "Bombay" — identificado pela primeira vez na Índia — em estoque em todo o Reino Unido, por exemplo.
Como o sangue é criado?
O projeto de pesquisa é conduzido por equipes de Bristol, Cambridge, Londres e do NHS Blood and Transplant, órgão do sistema público de saúde do Reino Unido. Ele se concentra nos glóbulos vermelhos que transportam oxigênio dos pulmões para o resto do corpo.
É assim que funciona:
O teste começa com uma doação normal de cerca de 470 ml de sangue;
Esferas magnéticas são usadas para "pescar" células-tronco flexíveis que são capazes de se tornar um glóbulo vermelho;
Essas células-tronco são incentivadas a crescer em grande número nos laboratórios;
Depois, elas são direcionadas a se tornar glóbulos vermelhos.
O processo leva cerca de três semanas e uma reserva inicial de cerca de meio milhão de células-tronco resulta em 50 bilhões de glóbulos vermelhos.
Estes são então filtrados para se obter cerca de 15 bilhões de glóbulos vermelhos que estão no estágio certo de desenvolvimento para transplante.
"Queremos produzir o máximo de sangue possível no futuro, então vejo na minha cabeça uma sala cheia de máquinas produzindo continuamente a partir de uma doação de sangue normal", conta Toye.
Duas pessoas já participaram do ensaio, que visa testar o sangue em pelo menos 10 voluntários saudáveis. Eles vão receber duas transfusões de 5 a 10 ml com pelo menos quatro meses de intervalo — uma de sangue normal e outra de sangue criado em laboratório.
O sangue foi marcado com uma substância radioativa, frequentemente usada em procedimentos médicos, para que os cientistas possam ver quanto tempo dura no corpo.
Espera-se que o sangue cultivado em laboratório seja mais potente que o normal.
Os glóbulos vermelhos duram normalmente cerca de 120 dias antes de precisarem ser substituídos. Uma doação de sangue típica contém uma mistura de glóbulos vermelhos jovens e velhos, enquanto o sangue cultivado em laboratório é feito na hora, então deve durar os 120 dias completos.
Os pesquisadores suspeitam que isso poderá permitir doações menores e menos frequentes no futuro.
Há, no entanto, desafios financeiros e tecnológicos consideráveis.
A doação de sangue comum custa ao NHS cerca de 130 libras (R$ 750). O cultivo de sangue custará muito mais, embora a equipe não diga quanto.
Outro desafio é que as células-tronco colhidas acabam se exaurindo, o que limita a quantidade de sangue a ser fabricado. Serão necessárias mais pesquisas para produzir os volumes que seriam necessários clinicamente.
"Esta pesquisa líder a nível mundial estabelece as bases para a fabricação de glóbulos vermelhos que podem ser usados com segurança para fazer transfusão em pessoas com distúrbios como anemia falciforme", afirma Farrukh Shah, diretor médico de transfusão do NHS Blood and Transplant.
"O potencial deste estudo para beneficiar pacientes com dificuldade para fazer transfusão é muito significativo."
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63514883 Acesso em: 07 de novembro de 2022. (Adaptado).
Considerando-se a construção da coesão, em relação ao estabelecimento da retomada de informações, é CORRETO afirmar que há interdependência entre os termos:
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Pessoas recebem sangue criado em laboratório em teste inédito
Por: James Gallagher, Correspondente de Ciência e Saúde, 7 novembro 2022.
Voluntários receberam transfusões de sangue criado em laboratório, no primeiro ensaio clínico do tipo no mundo, realizado por pesquisadores do Reino Unido.
Pequenas quantidades estão sendo testadas para ver como o sangue de laboratório se comporta dentro do corpo.
O objetivo desse teste não é substituir as doações de sangue por completo — a maior parte das transfusões de sangue vai sempre depender de doadores voluntários. A meta do experimento é fabricar sangue para grupos sanguíneos ultrarraros, difíceis de se obter com doadores.
É o caso de pacientes que dependem de transfusões de sangue regulares para condições como anemia falciforme.
Se o sangue não for exatamente compatível, o corpo começa a rejeitá-lo, e o tratamento não funciona. Este nível de compatibilidade de tecidos vai além dos conhecidos grupos sanguíneos A, B, AB e O.
A professora Ashley Toye, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, afirma que alguns grupos são "muito, muito raros" — e "pode haver apenas 10 pessoas no país" capazes de doar.
No momento, existem apenas três unidades do grupo sanguíneo "Bombay" — identificado pela primeira vez na Índia — em estoque em todo o Reino Unido, por exemplo.
Como o sangue é criado?
O projeto de pesquisa é conduzido por equipes de Bristol, Cambridge, Londres e do NHS Blood and Transplant, órgão do sistema público de saúde do Reino Unido. Ele se concentra nos glóbulos vermelhos que transportam oxigênio dos pulmões para o resto do corpo.
É assim que funciona:
O teste começa com uma doação normal de cerca de 470 ml de sangue;
Esferas magnéticas são usadas para "pescar" células-tronco flexíveis que são capazes de se tornar um glóbulo vermelho;
Essas células-tronco são incentivadas a crescer em grande número nos laboratórios;
Depois, elas são direcionadas a se tornar glóbulos vermelhos.
O processo leva cerca de três semanas e uma reserva inicial de cerca de meio milhão de células-tronco resulta em 50 bilhões de glóbulos vermelhos.
Estes são então filtrados para se obter cerca de 15 bilhões de glóbulos vermelhos que estão no estágio certo de desenvolvimento para transplante.
"Queremos produzir o máximo de sangue possível no futuro, então vejo na minha cabeça uma sala cheia de máquinas produzindo continuamente a partir de uma doação de sangue normal", conta Toye.
Duas pessoas já participaram do ensaio, que visa testar o sangue em pelo menos 10 voluntários saudáveis. Eles vão receber duas transfusões de 5 a 10 ml com pelo menos quatro meses de intervalo — uma de sangue normal e outra de sangue criado em laboratório.
O sangue foi marcado com uma substância radioativa, frequentemente usada em procedimentos médicos, para que os cientistas possam ver quanto tempo dura no corpo.
Espera-se que o sangue cultivado em laboratório seja mais potente que o normal.
Os glóbulos vermelhos duram normalmente cerca de 120 dias antes de precisarem ser substituídos. Uma doação de sangue típica contém uma mistura de glóbulos vermelhos jovens e velhos, enquanto o sangue cultivado em laboratório é feito na hora, então deve durar os 120 dias completos.
Os pesquisadores suspeitam que isso poderá permitir doações menores e menos frequentes no futuro.
Há, no entanto, desafios financeiros e tecnológicos consideráveis.
A doação de sangue comum custa ao NHS cerca de 130 libras (R$ 750). O cultivo de sangue custará muito mais, embora a equipe não diga quanto.
Outro desafio é que as células-tronco colhidas acabam se exaurindo, o que limita a quantidade de sangue a ser fabricado. Serão necessárias mais pesquisas para produzir os volumes que seriam necessários clinicamente.
"Esta pesquisa líder a nível mundial estabelece as bases para a fabricação de glóbulos vermelhos que podem ser usados com segurança para fazer transfusão em pessoas com distúrbios como anemia falciforme", afirma Farrukh Shah, diretor médico de transfusão do NHS Blood and Transplant.
"O potencial deste estudo para beneficiar pacientes com dificuldade para fazer transfusão é muito significativo."
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63514883 Acesso em: 07 de novembro de 2022. (Adaptado).
Releia o trecho a seguir:
|
- Esferas magnéticas são usadas para "pescar" células-tronco flexíveis que são capazes de se tornar um glóbulo vermelho; |
É CORRETO afirmar que as aspas foram usadas para:
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Pessoas recebem sangue criado em laboratório em teste inédito
Por: James Gallagher, Correspondente de Ciência e Saúde, 7 novembro 2022.
Voluntários receberam transfusões de sangue criado em laboratório, no primeiro ensaio clínico do tipo no mundo, realizado por pesquisadores do Reino Unido.
Pequenas quantidades estão sendo testadas para ver como o sangue de laboratório se comporta dentro do corpo.
O objetivo desse teste não é substituir as doações de sangue por completo — a maior parte das transfusões de sangue vai sempre depender de doadores voluntários. A meta do experimento é fabricar sangue para grupos sanguíneos ultrarraros, difíceis de se obter com doadores.
É o caso de pacientes que dependem de transfusões de sangue regulares para condições como anemia falciforme.
Se o sangue não for exatamente compatível, o corpo começa a rejeitá-lo, e o tratamento não funciona. Este nível de compatibilidade de tecidos vai além dos conhecidos grupos sanguíneos A, B, AB e O.
A professora Ashley Toye, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, afirma que alguns grupos são "muito, muito raros" — e "pode haver apenas 10 pessoas no país" capazes de doar.
No momento, existem apenas três unidades do grupo sanguíneo "Bombay" — identificado pela primeira vez na Índia — em estoque em todo o Reino Unido, por exemplo.
Como o sangue é criado?
O projeto de pesquisa é conduzido por equipes de Bristol, Cambridge, Londres e do NHS Blood and Transplant, órgão do sistema público de saúde do Reino Unido. Ele se concentra nos glóbulos vermelhos que transportam oxigênio dos pulmões para o resto do corpo.
É assim que funciona:
O teste começa com uma doação normal de cerca de 470 ml de sangue;
Esferas magnéticas são usadas para "pescar" células-tronco flexíveis que são capazes de se tornar um glóbulo vermelho;
Essas células-tronco são incentivadas a crescer em grande número nos laboratórios;
Depois, elas são direcionadas a se tornar glóbulos vermelhos.
O processo leva cerca de três semanas e uma reserva inicial de cerca de meio milhão de células-tronco resulta em 50 bilhões de glóbulos vermelhos.
Estes são então filtrados para se obter cerca de 15 bilhões de glóbulos vermelhos que estão no estágio certo de desenvolvimento para transplante.
"Queremos produzir o máximo de sangue possível no futuro, então vejo na minha cabeça uma sala cheia de máquinas produzindo continuamente a partir de uma doação de sangue normal", conta Toye.
Duas pessoas já participaram do ensaio, que visa testar o sangue em pelo menos 10 voluntários saudáveis. Eles vão receber duas transfusões de 5 a 10 ml com pelo menos quatro meses de intervalo — uma de sangue normal e outra de sangue criado em laboratório.
O sangue foi marcado com uma substância radioativa, frequentemente usada em procedimentos médicos, para que os cientistas possam ver quanto tempo dura no corpo.
Espera-se que o sangue cultivado em laboratório seja mais potente que o normal.
Os glóbulos vermelhos duram normalmente cerca de 120 dias antes de precisarem ser substituídos. Uma doação de sangue típica contém uma mistura de glóbulos vermelhos jovens e velhos, enquanto o sangue cultivado em laboratório é feito na hora, então deve durar os 120 dias completos.
Os pesquisadores suspeitam que isso poderá permitir doações menores e menos frequentes no futuro.
Há, no entanto, desafios financeiros e tecnológicos consideráveis.
A doação de sangue comum custa ao NHS cerca de 130 libras (R$ 750). O cultivo de sangue custará muito mais, embora a equipe não diga quanto.
Outro desafio é que as células-tronco colhidas acabam se exaurindo, o que limita a quantidade de sangue a ser fabricado. Serão necessárias mais pesquisas para produzir os volumes que seriam necessários clinicamente.
"Esta pesquisa líder a nível mundial estabelece as bases para a fabricação de glóbulos vermelhos que podem ser usados com segurança para fazer transfusão em pessoas com distúrbios como anemia falciforme", afirma Farrukh Shah, diretor médico de transfusão do NHS Blood and Transplant.
"O potencial deste estudo para beneficiar pacientes com dificuldade para fazer transfusão é muito significativo."
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63514883 Acesso em: 07 de novembro de 2022. (Adaptado).
A partir da leitura da notícia, é CORRETO afirmar que:
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Pessoas recebem sangue criado em laboratório em teste inédito
Por: James Gallagher, Correspondente de Ciência e Saúde, 7 novembro 2022.
Voluntários receberam transfusões de sangue criado em laboratório, no primeiro ensaio clínico do tipo no mundo, realizado por pesquisadores do Reino Unido.
Pequenas quantidades estão sendo testadas para ver como o sangue de laboratório se comporta dentro do corpo.
O objetivo desse teste não é substituir as doações de sangue por completo — a maior parte das transfusões de sangue vai sempre depender de doadores voluntários. A meta do experimento é fabricar sangue para grupos sanguíneos ultrarraros, difíceis de se obter com doadores.
É o caso de pacientes que dependem de transfusões de sangue regulares para condições como anemia falciforme.
Se o sangue não for exatamente compatível, o corpo começa a rejeitá-lo, e o tratamento não funciona. Este nível de compatibilidade de tecidos vai além dos conhecidos grupos sanguíneos A, B, AB e O.
A professora Ashley Toye, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, afirma que alguns grupos são "muito, muito raros" — e "pode haver apenas 10 pessoas no país" capazes de doar.
No momento, existem apenas três unidades do grupo sanguíneo "Bombay" — identificado pela primeira vez na Índia — em estoque em todo o Reino Unido, por exemplo.
Como o sangue é criado?
O projeto de pesquisa é conduzido por equipes de Bristol, Cambridge, Londres e do NHS Blood and Transplant, órgão do sistema público de saúde do Reino Unido. Ele se concentra nos glóbulos vermelhos que transportam oxigênio dos pulmões para o resto do corpo.
É assim que funciona:
O teste começa com uma doação normal de cerca de 470 ml de sangue;
Esferas magnéticas são usadas para "pescar" células-tronco flexíveis que são capazes de se tornar um glóbulo vermelho;
Essas células-tronco são incentivadas a crescer em grande número nos laboratórios;
Depois, elas são direcionadas a se tornar glóbulos vermelhos.
O processo leva cerca de três semanas e uma reserva inicial de cerca de meio milhão de células-tronco resulta em 50 bilhões de glóbulos vermelhos.
Estes são então filtrados para se obter cerca de 15 bilhões de glóbulos vermelhos que estão no estágio certo de desenvolvimento para transplante.
"Queremos produzir o máximo de sangue possível no futuro, então vejo na minha cabeça uma sala cheia de máquinas produzindo continuamente a partir de uma doação de sangue normal", conta Toye.
Duas pessoas já participaram do ensaio, que visa testar o sangue em pelo menos 10 voluntários saudáveis. Eles vão receber duas transfusões de 5 a 10 ml com pelo menos quatro meses de intervalo — uma de sangue normal e outra de sangue criado em laboratório.
O sangue foi marcado com uma substância radioativa, frequentemente usada em procedimentos médicos, para que os cientistas possam ver quanto tempo dura no corpo.
Espera-se que o sangue cultivado em laboratório seja mais potente que o normal.
Os glóbulos vermelhos duram normalmente cerca de 120 dias antes de precisarem ser substituídos. Uma doação de sangue típica contém uma mistura de glóbulos vermelhos jovens e velhos, enquanto o sangue cultivado em laboratório é feito na hora, então deve durar os 120 dias completos.
Os pesquisadores suspeitam que isso poderá permitir doações menores e menos frequentes no futuro.
Há, no entanto, desafios financeiros e tecnológicos consideráveis.
A doação de sangue comum custa ao NHS cerca de 130 libras (R$ 750). O cultivo de sangue custará muito mais, embora a equipe não diga quanto.
Outro desafio é que as células-tronco colhidas acabam se exaurindo, o que limita a quantidade de sangue a ser fabricado. Serão necessárias mais pesquisas para produzir os volumes que seriam necessários clinicamente.
"Esta pesquisa líder a nível mundial estabelece as bases para a fabricação de glóbulos vermelhos que podem ser usados com segurança para fazer transfusão em pessoas com distúrbios como anemia falciforme", afirma Farrukh Shah, diretor médico de transfusão do NHS Blood and Transplant.
"O potencial deste estudo para beneficiar pacientes com dificuldade para fazer transfusão é muito significativo."
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63514883 Acesso em: 07 de novembro de 2022. (Adaptado).
É CORRETO afirmar que a principal função do texto é:
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