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Foram encontradas 85 questões.

2485034 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
A organização da bancada e a limpeza do microscópio após o uso são dispensáveis, considerando-se a rotina diária de laboratórios de citogenética.
 

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2483884 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
Culturas de paramécio podem ser usadas em laboratório para testes de toxicidade. O gráfico registra dados referentes ao crescimento de uma população de Paramecium aurelia em laboratório.
Enunciado 2797411-1
A abordagem prática do crescimento populacional de P. aurelia para diversos fins, inclusive estudos de toxicidade, envolve o seguinte:
O registro de dados sobre o número de indivíduos no meio de cultura, em intervalos regulares de tempo.
 

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2482617 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
Em 1928, Alexander Fleming desenvolvia pesquisas sobre estafilococos, quando descobriu a penicilina. A descoberta da penicilina deu-se em condições peculiaríssimas, graças a uma sequência de acontecimentos imprevistos e surpreendentes. No mês de agosto daquele ano, Fleming tirou férias e, por esquecimento, deixou algumas placas com culturas de estafilococos sobre a mesa, em lugar de guardá-las na geladeira ou inutilizá-las, como seria natural. Quando retornou ao trabalho, em setembro, observou que algumas das placas estavam contaminadas com mofo, fato que é relativamente frequente. Colocou-as, então, em uma bandeja para limpeza e esterilização com lisol. Nesse exato momento, entrou no laboratório um seu colega, Dr. Pryce, e lhe perguntou como iam suas pesquisas. Fleming apanhou novamente as placas para explicar alguns detalhes ao seu colega sobre as culturas de estafilococos que estava realizando, quando notou que havia, em uma das placas, um halo transparente em torno do mofo contaminante [...]. O assunto foi discutido entre ambos, e Fleming decidiu fazer algumas culturas do mofo para estudo posterior. (A PENICILINA..., 2012).
Com base na análise do contexto em que se deu a descoberta da penicilina e sua posterior aplicação aos seres humanos, é uma consideração pertinente:
Placas de Petri devem ser parcialmente preenchidas com uma solução de ágar contendo nutrientes indispensáveis ao metabolismo das bactérias em cultura.
 

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2482598 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
A figura é uma fotografia dos cromossomos humanos visualizados em uma metáfase de células brancas do sangue, devidamente cultivadas, montadas em lâmina e coradas especificamente.
Enunciado 2780009-1
Sobre os procedimentos experimentais que resultam em tais preparações, pode-se afirmar:
A análise do cariótipo humano permite reconhecer a ocorrência de cromossomos homólogos, evidenciando a diploidia das células somáticas.
 

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TEXTO:
A determinação de se comunicar e dialogar com os seus semelhantes pode ter sido uma motivação primordial para a evolução da espécie humana. Determinação aperfeiçoada no decorrer da história até a predominância da palavra escrita, como símbolo a ser transmitido, e do livro, como forma de registro apropriado.
Em sua introdução ao livro Por que ler os clássicos?, o escritor Italo Calvino analisa inúmeras razões pelas quais as pessoas justificam a legitimidade dos textos clássicos. Sua conclusão parece singela, mas sugestiva: “A única razão que se pode apresentar é que ler os clássicos é melhor do que não ler os clássicos”. Resulta daí que uma característica associada ao clássico pode ser sua capacidade de continuar se comunicando com as gerações posteriores.
De fato, parecemos ser fascinados por histórias. O ser humano parece ter se moldado, um pouco, a partir da necessidade de ouvir e narrar seus feitos, experiências e histórias. Herança, certamente, dos tempos em que o poder – e a responsabilidade – pela transmissão dos ensinamentos, tradições e acontecimentos da comunidade se configurava questão de sobrevivência e estava nas mãos de alguns sábios.
Por isso, ao longo de incontáveis anos, diferentes povos em diversas etapas da civilização reuniram-se ao redor de uma fogueira – centro do espaço público desses tempos – para compartilhar o exercício mágico de decifrar os perigos e os encantamentos do mundo.
Somos fascinados por aqueles que sabem contar histórias. Por certo, reconhecemos sua capacidade inventiva, espécie de dom sobrenatural, capaz de dar forma, densidade e conteúdo aos sinais invisíveis daquilo que não ousamos imaginar. Capaz de dar sentido às escolhas e ordenar as incertezas vinculadas ao destino. Capaz de extrair poesia do improvável, como Mario Quintana, ao sugerir que “a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer”.
MIRANDA, D. S. de. Fascinação pela palavra. In: NOVAES, T. (org.)
Tertúlia: o autor como leitor. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2013. p.11-12. Adaptado.
O termo “com os seus semelhantes” complementa o sentido das formas verbais “se comunicar e dialogar”.
 

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2482412 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
A figura é uma fotografia dos cromossomos humanos visualizados em uma metáfase de células brancas do sangue, devidamente cultivadas, montadas em lâmina e coradas especificamente.
Enunciado 2777530-1
Sobre os procedimentos experimentais que resultam em tais preparações, pode-se afirmar:
A observação dos cromossomos humanos sob microscopia óptica requer a procura, no campo microscópico, de boas metáfases e posterior focalização com a objetiva de imersão, que proporciona, junto com as lentes oculares, um aumento de 1000 vezes.
 

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TEXTO:
Cada pessoa é um universo imenso. A clássica frase “nenhum homem é uma ilha” continua valendo. Ela faz parte de um poema bastante conhecido do britânico John Donne. Mas, de outro lado, se nenhum homem é uma ilha, cada homem e cada mulher é um mundo. Um mundo de ideias, de sonhos, de percepções, de desejos. E por mais que essa ideia pareça romântica, ela não pode ser descartada. Samuel Johnson, escritor britânico do século XVIII, considerava perdido o dia em que não conhecia uma nova pessoa. Porque conhecer uma nova pessoa significa conhecer um dos modos de ser humano, uma das maneiras de viver a história, uma das formas de se organizar a vida.
A outra pessoa me inspira a pensar de outro modo, ela pode contrapor-se a ideias que eu carregue ou afirmar pensamentos que eu adote. Desse ponto de vista, conhecer, mesmo que não signifique aprofundar essa relação, manter uma amizade – dado que amizade é algo muito mais sério – me deixa predisposto a prestar atenção em quem não é como eu, em quem não me repete, em alguém que é de fato outra pessoa. Isso me ajuda a viajar por novos modos de ser humano, a viajar por novos mundos.
Se ninguém é uma ilha, nenhum e nenhuma de nós deixamos de ser um mundo em si e, nesse sentido, para que possamos construir uma realidade mais rica, um dia em que se conhece outra pessoa é um dia que nos enriquece.
CORTELLA, M. S. Conhecer pessoas. Pensar nos faz bem!: 2. família
, carreira, convivência e ética. Petrópolis: Vozes; São Paulo: Ferraz & Cortella, 2013. p. 24.
O período “Samuel Johnson, escritor britânico do século XVIII, considerava perdido o dia em que não conhecia uma nova pessoa.” é formado por subordinação.
 

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Art. 21: A Unilab contará com um Comitê Consultivo Internacional, com o objetivo de analisar e avaliar o desempenho e os projetos da Universidade, assessorar a instituição na definição de políticas de longo e médio prazo, de estratégias institucionais... (ESTATUTO da Unilab).
Relativamente a esse Comitê, é possível afirmar:
Será composto por cinco membros, selecionados entre importantes lideranças acadêmicas de vários países, com experiências relevantes e destaque no contexto educacional.
 

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2481144 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
Há alguns anos, cientistas da Amgen, uma empresa farmacêutica norte-americana, tentaram replicar 53 estudos que eles consideraram marcos na ciência básica sobre o câncer, muitas vezes cooperando estreitamente com os pesquisadores originais para garantir que sua técnica experimental era idêntica à usada na primeira vez. De acordo com um artigo que escreveram [...] na Nature, eles foram capazes de reproduzir os resultados originais em apenas seis dos 53 estudos. Meses antes, Florian Prinz e seus colegas da Bayer HealthCare, uma gigante farmacêutica alemã, relataram no Nature Reviews Drug Discovery, que eles tinham reproduzido com sucesso os resultados publicados em apenas um quarto de 67 estudos seminais. (PESQUISAS..., 2013).
Enunciado 2760017-1
Com base em conhecimentos sobre boas práticas científicas, é correto afirmar:
Registros técnicos sobre investigações científicas devem primar pelo rigor na descrição dos procedimentos e da análise estatística, entre outros aspectos.
 

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TEXTO:
A determinação de se comunicar e dialogar com os seus semelhantes pode ter sido uma motivação primordial para a evolução da espécie humana. Determinação aperfeiçoada no decorrer da história até a predominância da palavra escrita, como símbolo a ser transmitido, e do livro, como forma de registro apropriado.
Em sua introdução ao livro Por que ler os clássicos?, o escritor Italo Calvino analisa inúmeras razões pelas quais as pessoas justificam a legitimidade dos textos clássicos. Sua conclusão parece singela, mas sugestiva: “A única razão que se pode apresentar é que ler os clássicos é melhor do que não ler os clássicos”. Resulta daí que uma característica associada ao clássico pode ser sua capacidade de continuar se comunicando com as gerações posteriores.
De fato, parecemos ser fascinados por histórias. O ser humano parece ter se moldado, um pouco, a partir da necessidade de ouvir e narrar seus feitos, experiências e histórias. Herança, certamente, dos tempos em que o poder – e a responsabilidade – pela transmissão dos ensinamentos, tradições e acontecimentos da comunidade se configurava questão de sobrevivência e estava nas mãos de alguns sábios.
Por isso, ao longo de incontáveis anos, diferentes povos em diversas etapas da civilização reuniram-se ao redor de uma fogueira – centro do espaço público desses tempos – para compartilhar o exercício mágico de decifrar os perigos e os encantamentos do mundo.
Somos fascinados por aqueles que sabem contar histórias. Por certo, reconhecemos sua capacidade inventiva, espécie de dom sobrenatural, capaz de dar forma, densidade e conteúdo aos sinais invisíveis daquilo que não ousamos imaginar. Capaz de dar sentido às escolhas e ordenar as incertezas vinculadas ao destino. Capaz de extrair poesia do improvável, como Mario Quintana, ao sugerir que “a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer”.
MIRANDA, D. S. de. Fascinação pela palavra. In: NOVAES, T. (org.)
Tertúlia: o autor como leitor. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2013. p.11-12. Adaptado.
De acordo com o pensamento de Italo Calvino, referido no texto, a leitura proporciona ao homem uma coexistência de tempos na memória, o que constitui, segundo o autor, uma forma de apreender o mundo.
 

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