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Foram encontradas 49 questões.

3481925 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Sobre o exercício de cargo público, previsto na Lei Nº 8.112/90, não é correto afirmar:

 

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3481924 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Renato, servidor público em estágio probatório, não demonstrou ser pessoa assídua e disciplinada, e sua produtividade era muito baixa, quando comparada aos demais colegas de serviço, conforme foi apurado pela comissão de avaliação de seu estágio probatório. Nos termos da Lei Nº 8.112/90, não sendo aprovado no estágio probatório, ele será:

 

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3481923 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Um servidor público da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), lotado em Itajubá/MG, requereu, para o exercício de suas atribuições, o pagamento de 4 (quatro) diárias para prestar serviços no campus da UNIFEI, em Itabira/MG. As diárias foram depositadas em sua conta. No entanto, problemas particulares o fizeram retornar à Itajubá/MG ao final do segundo dia sem concluir o trabalho. Nesse caso:

 

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3481893 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Enunciado 3599796-1

Assinale a alternativa correta.

 

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3481892 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Como Nasrudin criou a verdade

– As leis não fazem com que as pessoas fiquem melhores – disse Nasrudin ao Rei. – Elas precisam, antes, praticar certas coisas de maneira a entrar em sintonia com a verdade interior, que se assemelha apenas levemente à verdade aparente.

O Rei, no entanto, decidiu que ele poderia, sim, fazer com que as pessoas observassem a verdade, que poderia fazê-las observar a autenticidade – e assim o faria.

O acesso a sua cidade dava-se através de uma ponte. Sobre ela, o Rei ordenou que fosse construída uma forca.

Quando os portões foram abertos, na alvorada do dia seguinte, o Chefe da Guarda estava a postos em frente de um pelotão para testar todos os que por ali passassem. Um edital fora imediatamente publicado: “Todos serão interrogados.

Aquele que falar a verdade terá seu ingresso na cidade permitido. Caso mentir, será enforcado.”

Nasrudin, na ponte entre alguns populares, deu um passo à frente e começou a cruzar a ponte.

– Onde o senhor pensa que vai? – perguntou o Chefe da Guarda.

– Estou a caminho da forca – respondeu Nasrudin, calmamente.

– Não acredito no que está dizendo!

– Muito bem, se eu estiver mentindo, pode me enforcar.

– Mas se o enforcarmos por mentir, faremos com que aquilo que disse seja verdade!

– Isso mesmo – respondeu Nasrudin, sentindo-se vitorioso. – Agora vocês já sabem o que é a verdade: é apenas a sua verdade.

(AL-DIN, Khawajah Nasr. Como Nasrudin criou a verdade. In: COSTA, Flávio Moreira da (Org.). Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. p. 50.)

Qual das falas de personagens transcritas abaixo não foi apresentada de acordo com as determinações da gramática normativa?

 

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3481891 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Como Nasrudin criou a verdade

– As leis não fazem com que as pessoas fiquem melhores – disse Nasrudin ao Rei. – Elas precisam, antes, praticar certas coisas de maneira a entrar em sintonia com a verdade interior, que se assemelha apenas levemente à verdade aparente.

O Rei, no entanto, decidiu que ele poderia, sim, fazer com que as pessoas observassem a verdade, que poderia fazê-las observar a autenticidade – e assim o faria.

O acesso a sua cidade dava-se através de uma ponte. Sobre ela, o Rei ordenou que fosse construída uma forca.

Quando os portões foram abertos, na alvorada do dia seguinte, o Chefe da Guarda estava a postos em frente de um pelotão para testar todos os que por ali passassem. Um edital fora imediatamente publicado: “Todos serão interrogados.

Aquele que falar a verdade terá seu ingresso na cidade permitido. Caso mentir, será enforcado.”

Nasrudin, na ponte entre alguns populares, deu um passo à frente e começou a cruzar a ponte.

– Onde o senhor pensa que vai? – perguntou o Chefe da Guarda.

– Estou a caminho da forca – respondeu Nasrudin, calmamente.

– Não acredito no que está dizendo!

– Muito bem, se eu estiver mentindo, pode me enforcar.

– Mas se o enforcarmos por mentir, faremos com que aquilo que disse seja verdade!

– Isso mesmo – respondeu Nasrudin, sentindo-se vitorioso. – Agora vocês já sabem o que é a verdade: é apenas a sua verdade.

(AL-DIN, Khawajah Nasr. Como Nasrudin criou a verdade. In: COSTA, Flávio Moreira da (Org.). Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. p. 50.)

Qual das conjunções apresentadas abaixo poderia substituir, no segundo parágrafo, a locução conjuntiva “no entanto” sem que houvesse alteração no sentido e na estrutura da oração?

 

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3481890 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Como Nasrudin criou a verdade

– As leis não fazem com que as pessoas fiquem melhores – disse Nasrudin ao Rei. – Elas precisam, antes, praticar certas coisas de maneira a entrar em sintonia com a verdade interior, que se assemelha apenas levemente à verdade aparente.

O Rei, no entanto, decidiu que ele poderia, sim, fazer com que as pessoas observassem a verdade, que poderia fazê-las observar a autenticidade – e assim o faria.

O acesso a sua cidade dava-se através de uma ponte. Sobre ela, o Rei ordenou que fosse construída uma forca.

Quando os portões foram abertos, na alvorada do dia seguinte, o Chefe da Guarda estava a postos em frente de um pelotão para testar todos os que por ali passassem. Um edital fora imediatamente publicado: “Todos serão interrogados.

Aquele que falar a verdade terá seu ingresso na cidade permitido. Caso mentir, será enforcado.”

Nasrudin, na ponte entre alguns populares, deu um passo à frente e começou a cruzar a ponte.

– Onde o senhor pensa que vai? – perguntou o Chefe da Guarda.

– Estou a caminho da forca – respondeu Nasrudin, calmamente.

– Não acredito no que está dizendo!

– Muito bem, se eu estiver mentindo, pode me enforcar.

– Mas se o enforcarmos por mentir, faremos com que aquilo que disse seja verdade!

– Isso mesmo – respondeu Nasrudin, sentindo-se vitorioso. – Agora vocês já sabem o que é a verdade: é apenas a sua verdade.

(AL-DIN, Khawajah Nasr. Como Nasrudin criou a verdade. In: COSTA, Flávio Moreira da (Org.). Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. p. 50.)

Assinale a alternativa incorreta.

 

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3481889 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Como Nasrudin criou a verdade

– As leis não fazem com que as pessoas fiquem melhores – disse Nasrudin ao Rei. – Elas precisam, antes, praticar certas coisas de maneira a entrar em sintonia com a verdade interior, que se assemelha apenas levemente à verdade aparente.

O Rei, no entanto, decidiu que ele poderia, sim, fazer com que as pessoas observassem a verdade, que poderia fazê-las observar a autenticidade – e assim o faria.

O acesso a sua cidade dava-se através de uma ponte. Sobre ela, o Rei ordenou que fosse construída uma forca.

Quando os portões foram abertos, na alvorada do dia seguinte, o Chefe da Guarda estava a postos em frente de um pelotão para testar todos os que por ali passassem. Um edital fora imediatamente publicado: “Todos serão interrogados.

Aquele que falar a verdade terá seu ingresso na cidade permitido. Caso mentir, será enforcado.”

Nasrudin, na ponte entre alguns populares, deu um passo à frente e começou a cruzar a ponte.

– Onde o senhor pensa que vai? – perguntou o Chefe da Guarda.

– Estou a caminho da forca – respondeu Nasrudin, calmamente.

– Não acredito no que está dizendo!

– Muito bem, se eu estiver mentindo, pode me enforcar.

– Mas se o enforcarmos por mentir, faremos com que aquilo que disse seja verdade!

– Isso mesmo – respondeu Nasrudin, sentindo-se vitorioso. – Agora vocês já sabem o que é a verdade: é apenas a sua verdade.

(AL-DIN, Khawajah Nasr. Como Nasrudin criou a verdade. In: COSTA, Flávio Moreira da (Org.). Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. p. 50.)

Nasrudin expõe determinada concepção de verdade. Qual dos ditados populares citados abaixo apresenta uma concepção semelhante?

 

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3481888 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Da leitura dinâmica à escrita dinâmica: dai-me paciência

O que se escreve com facilidade costuma ser lido com dificuldade, e vice-versa. Alguns autores já disseram isso com palavras variadas, mas não custa repetir.

A ideia acima traz na barriga, embutida lógica e inapelavelmente, esta outra: todo texto contém certa dose, que é variável mas nunca ausente, de dificuldade, trampo, pedreira. Quem vai encarar?

Se o trabalho de quebrar pedras não for feito pelo sujeito que escreve, sobrará para o que lê. E caso este também não esteja disposto a se desincumbir da tarefa – mas quem poderia culpá-lo? –, babau: mais um texto para a montanha de lixo textual em que chafurdamos.

Escrever exige paciência. Sim, há ocasiões – mágicas, deliciosas – em que o texto jorra na página-tela pronto e redondo, irretocável e cheiroso, parecendo desmentir tudo o que foi dito até aqui.

É só uma impressão de facilidade. Nem toda criação se dá de forma consciente e deliberada, durante a vigília. Ninguém sabe muito bem, nem o autor, as horas, meses, séculos de labuta subterrânea que um dia vão dar nessas erupções vulcânicas.

Escrever exige paciência, ou a paciência do leitor será posta à prova. E se é verdade que a cultura digital nos torna cada dia mais ansiosos, menos tolerantes, menos atentos, mais volúveis, não duvido que seja a velocidade da escrita, mais que a da leitura, o grande vilão da inteligência coletiva que nos espreita nas brumas do futuro imediato.

A leitura dinâmica foi uma invenção do século XX que levou aquele personagem de Woody Allen, tendo atravessado “Guerra e paz” em vinte minutos, a resumir assim o tijolão de Tolstoi: “É sobre uns russos”.

Resistimos bem até aí, fazendo, como se vê, piada de nossa própria tolice. Resistiremos à escrita dinâmica, essa invenção do século XXI?

(RODRIGUES, Sérgio. Da leitura dinâmica à escrita dinâmica: dai-me paciência. Veja, 31 maio 2015. Disponível em: <http://veja.
abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/da-leitura-dinamica-a-escrita-dinamica-dai-me-paciencia/>. Acesso em: 8 ago. 2015.)

Todas as palavras apresentadas abaixo estão associadas no texto a uma atividade trabalhosa, exceto:

 

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3481887 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Da leitura dinâmica à escrita dinâmica: dai-me paciência

O que se escreve com facilidade costuma ser lido com dificuldade, e vice-versa. Alguns autores já disseram isso com palavras variadas, mas não custa repetir.

A ideia acima traz na barriga, embutida lógica e inapelavelmente, esta outra: todo texto contém certa dose, que é variável mas nunca ausente, de dificuldade, trampo, pedreira. Quem vai encarar?

Se o trabalho de quebrar pedras não for feito pelo sujeito que escreve, sobrará para o que lê. E caso este também não esteja disposto a se desincumbir da tarefa – mas quem poderia culpá-lo? –, babau: mais um texto para a montanha de lixo textual em que chafurdamos.

Escrever exige paciência. Sim, há ocasiões – mágicas, deliciosas – em que o texto jorra na página-tela pronto e redondo, irretocável e cheiroso, parecendo desmentir tudo o que foi dito até aqui.

É só uma impressão de facilidade. Nem toda criação se dá de forma consciente e deliberada, durante a vigília. Ninguém sabe muito bem, nem o autor, as horas, meses, séculos de labuta subterrânea que um dia vão dar nessas erupções vulcânicas.

Escrever exige paciência, ou a paciência do leitor será posta à prova. E se é verdade que a cultura digital nos torna cada dia mais ansiosos, menos tolerantes, menos atentos, mais volúveis, não duvido que seja a velocidade da escrita, mais que a da leitura, o grande vilão da inteligência coletiva que nos espreita nas brumas do futuro imediato.

A leitura dinâmica foi uma invenção do século XX que levou aquele personagem de Woody Allen, tendo atravessado “Guerra e paz” em vinte minutos, a resumir assim o tijolão de Tolstoi: “É sobre uns russos”.

Resistimos bem até aí, fazendo, como se vê, piada de nossa própria tolice. Resistiremos à escrita dinâmica, essa invenção do século XXI?

(RODRIGUES, Sérgio. Da leitura dinâmica à escrita dinâmica: dai-me paciência. Veja, 31 maio 2015. Disponível em: <http://veja.
abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/da-leitura-dinamica-a-escrita-dinamica-dai-me-paciencia/>. Acesso em: 8 ago. 2015.)

Quanto ao título do texto, é correto afirmar que:

 

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