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Foram encontradas 50 questões.

3874901 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNICAMP
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Leia o texto para responder à questão.
Brinquedos incendiados
   Uma noite houve um incêndio num bazar. E no fogo total desapareceram consumidos os seus brinquedos. Nós, crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um, de tanto mirá-los nos mostruários – uns, pendentes de longos barbantes; outros, apenas entrevistos em suas caixas. Ah! maravilhosas bonecas louras, de chapéu de seda! pianos cujos sons cheiravam a metal e verniz! carneirinhos lanudos, de guizo ao pescoço! piões zumbidores! – e uns bondes com algumas letras escritas ao contrário, coisa que muito nos seduzia – filhotes que éramos, então, de Mr. Jordain, fazendo a nossa poesia concreta antes do tempo.
    Às vezes, num aniversário, ou pelo Natal, conseguimos receber de presente algum bonequinho de celuloide, modestos cavalinhos de lata, bolas de gude, barquinhos sem possibilidades de navegação... – pois aquelas admiráveis bonecas de seda e filó, aqueles batalhões completos de soldados de chumbo, aquelas casas de madeira com portas e janelas, isso não chegávamos a imaginar sequer para onde iria. Amávamos os brinquedos sem esperança nem inveja, sabendo que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas em sonho, como se para isso, apenas, tivessem sido feitos.
(Cecília Meireles. Escolha o seu Sonho)
Na passagem do último parágrafo – Amávamos os brinquedos sem esperança nem inveja, sabendo que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas em sonho, como se para isso, apenas, tivessem sido feitos. –, as passagens destacadas expressam, correta e respectivamente,
 

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3874900 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNICAMP
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Leia o texto para responder à questão.
Brinquedos incendiados
   Uma noite houve um incêndio num bazar. E no fogo total desapareceram consumidos os seus brinquedos. Nós, crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um, de tanto mirá-los nos mostruários – uns, pendentes de longos barbantes; outros, apenas entrevistos em suas caixas. Ah! maravilhosas bonecas louras, de chapéu de seda! pianos cujos sons cheiravam a metal e verniz! carneirinhos lanudos, de guizo ao pescoço! piões zumbidores! – e uns bondes com algumas letras escritas ao contrário, coisa que muito nos seduzia – filhotes que éramos, então, de Mr. Jordain, fazendo a nossa poesia concreta antes do tempo.
    Às vezes, num aniversário, ou pelo Natal, conseguimos receber de presente algum bonequinho de celuloide, modestos cavalinhos de lata, bolas de gude, barquinhos sem possibilidades de navegação... – pois aquelas admiráveis bonecas de seda e filó, aqueles batalhões completos de soldados de chumbo, aquelas casas de madeira com portas e janelas, isso não chegávamos a imaginar sequer para onde iria. Amávamos os brinquedos sem esperança nem inveja, sabendo que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas em sonho, como se para isso, apenas, tivessem sido feitos.
(Cecília Meireles. Escolha o seu Sonho)
As crianças, desejosas ____________ brinquedos do bazar, aspiravam ____________ deles como presente de aniversário ou Natal.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
 

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3874899 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNICAMP
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Brinquedos incendiados
   Uma noite houve um incêndio num bazar. E no fogo total desapareceram consumidos os seus brinquedos. Nós, crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um, de tanto mirá-los nos mostruários – uns, pendentes de longos barbantes; outros, apenas entrevistos em suas caixas. Ah! maravilhosas bonecas louras, de chapéu de seda! pianos cujos sons cheiravam a metal e verniz! carneirinhos lanudos, de guizo ao pescoço! piões zumbidores! – e uns bondes com algumas letras escritas ao contrário, coisa que muito nos seduzia – filhotes que éramos, então, de Mr. Jordain, fazendo a nossa poesia concreta antes do tempo.
    Às vezes, num aniversário, ou pelo Natal, conseguimos receber de presente algum bonequinho de celuloide, modestos cavalinhos de lata, bolas de gude, barquinhos sem possibilidades de navegação... – pois aquelas admiráveis bonecas de seda e filó, aqueles batalhões completos de soldados de chumbo, aquelas casas de madeira com portas e janelas, isso não chegávamos a imaginar sequer para onde iria. Amávamos os brinquedos sem esperança nem inveja, sabendo que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas em sonho, como se para isso, apenas, tivessem sido feitos.
(Cecília Meireles. Escolha o seu Sonho)
No primeiro parágrafo do texto, o uso dos pontos de exclamação tem a função de
 

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3874898 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNICAMP
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Censura às artes não é nova na história e vai além de ditaduras
   Desde que surgiram nas primeiras civilizações, arte e cultura sempre se mostraram propícias à manipulação. Prova disso veio na forma da censura, criando um longo histórico de poderes dominantes se apropriando desses dois campos. Quando países como a Itália anunciam, em 2021, o fim da censura a filmes dentro de seu território, essa discussão ganha novos capítulos.
    A professora Maria Cristina Castilho Costa, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, conta que o processo de censura na sociedade não é novo: “A censura não é de jeito nenhum um recurso só usado em ditaduras. Ela sempre existiu na sociedade, desde que surgiu a cultura, porque a cultura é uma ordem, um sistema hegemônico, e as pessoas nem sempre se identificam com essa cultura hegemônica. Então, cria-se um conflito entre o que os cidadãos pensam e o que pensa a cultura hegemônica”.
    No caso do Brasil, a censura ao cinema se instaurou logo quando a sétima arte se consagrava como meio de comunicação, no início do século 20. Enquanto isso, segmentos da sociedade organizam-se em torno da preocupação com o poder de influência que ela poderia ter sobre os espectadores.
(André Derviche, “Censura às artes não é nova na história e vai além de ditaduras”. Em: https://jornal.usp.br/atualidades, 06.05.2021. Adaptado)
A colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão em:
 

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3874897 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNICAMP
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Censura às artes não é nova na história e vai além de ditaduras
   Desde que surgiram nas primeiras civilizações, arte e cultura sempre se mostraram propícias à manipulação. Prova disso veio na forma da censura, criando um longo histórico de poderes dominantes se apropriando desses dois campos. Quando países como a Itália anunciam, em 2021, o fim da censura a filmes dentro de seu território, essa discussão ganha novos capítulos.
    A professora Maria Cristina Castilho Costa, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, conta que o processo de censura na sociedade não é novo: “A censura não é de jeito nenhum um recurso só usado em ditaduras. Ela sempre existiu na sociedade, desde que surgiu a cultura, porque a cultura é uma ordem, um sistema hegemônico, e as pessoas nem sempre se identificam com essa cultura hegemônica. Então, cria-se um conflito entre o que os cidadãos pensam e o que pensa a cultura hegemônica”.
    No caso do Brasil, a censura ao cinema se instaurou logo quando a sétima arte se consagrava como meio de comunicação, no início do século 20. Enquanto isso, segmentos da sociedade organizam-se em torno da preocupação com o poder de influência que ela poderia ter sobre os espectadores.
(André Derviche, “Censura às artes não é nova na história e vai além de ditaduras”. Em: https://jornal.usp.br/atualidades, 06.05.2021. Adaptado)
Trata-se de um pronome demonstrativo o termo destacado em:
 

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3874896 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNICAMP
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Censura às artes não é nova na história e vai além de ditaduras
   Desde que surgiram nas primeiras civilizações, arte e cultura sempre se mostraram propícias à manipulação. Prova disso veio na forma da censura, criando um longo histórico de poderes dominantes se apropriando desses dois campos. Quando países como a Itália anunciam, em 2021, o fim da censura a filmes dentro de seu território, essa discussão ganha novos capítulos.
    A professora Maria Cristina Castilho Costa, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, conta que o processo de censura na sociedade não é novo: “A censura não é de jeito nenhum um recurso só usado em ditaduras. Ela sempre existiu na sociedade, desde que surgiu a cultura, porque a cultura é uma ordem, um sistema hegemônico, e as pessoas nem sempre se identificam com essa cultura hegemônica. Então, cria-se um conflito entre o que os cidadãos pensam e o que pensa a cultura hegemônica”.
    No caso do Brasil, a censura ao cinema se instaurou logo quando a sétima arte se consagrava como meio de comunicação, no início do século 20. Enquanto isso, segmentos da sociedade organizam-se em torno da preocupação com o poder de influência que ela poderia ter sobre os espectadores.
(André Derviche, “Censura às artes não é nova na história e vai além de ditaduras”. Em: https://jornal.usp.br/atualidades, 06.05.2021. Adaptado)
Há termo(s) empregado(s) em sentido figurado na passagem:
 

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3874895 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNICAMP
Leia o texto para responder à questão.
Censura às artes não é nova na história e vai além de ditaduras
   Desde que surgiram nas primeiras civilizações, arte e cultura sempre se mostraram propícias à manipulação. Prova disso veio na forma da censura, criando um longo histórico de poderes dominantes se apropriando desses dois campos. Quando países como a Itália anunciam, em 2021, o fim da censura a filmes dentro de seu território, essa discussão ganha novos capítulos.
    A professora Maria Cristina Castilho Costa, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, conta que o processo de censura na sociedade não é novo: “A censura não é de jeito nenhum um recurso só usado em ditaduras. Ela sempre existiu na sociedade, desde que surgiu a cultura, porque a cultura é uma ordem, um sistema hegemônico, e as pessoas nem sempre se identificam com essa cultura hegemônica. Então, cria-se um conflito entre o que os cidadãos pensam e o que pensa a cultura hegemônica”.
    No caso do Brasil, a censura ao cinema se instaurou logo quando a sétima arte se consagrava como meio de comunicação, no início do século 20. Enquanto isso, segmentos da sociedade organizam-se em torno da preocupação com o poder de influência que ela poderia ter sobre os espectadores.
(André Derviche, “Censura às artes não é nova na história e vai além de ditaduras”. Em: https://jornal.usp.br/atualidades, 06.05.2021. Adaptado)
Considere as passagens:

• ... e as pessoas nem sempre se identificam com essa cultura hegemônica. (2º parágrafo)
• ... a censura ao cinema se instaurou logo quando a sétima arte se consagrava como meio de comunicação... (3º parágrafo)

Os termos destacados são sinônimos, correta e respectivamente, de:
 

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3874894 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNICAMP
Leia o texto para responder à questão.
Censura às artes não é nova na história e vai além de ditaduras
   Desde que surgiram nas primeiras civilizações, arte e cultura sempre se mostraram propícias à manipulação. Prova disso veio na forma da censura, criando um longo histórico de poderes dominantes se apropriando desses dois campos. Quando países como a Itália anunciam, em 2021, o fim da censura a filmes dentro de seu território, essa discussão ganha novos capítulos.
    A professora Maria Cristina Castilho Costa, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, conta que o processo de censura na sociedade não é novo: “A censura não é de jeito nenhum um recurso só usado em ditaduras. Ela sempre existiu na sociedade, desde que surgiu a cultura, porque a cultura é uma ordem, um sistema hegemônico, e as pessoas nem sempre se identificam com essa cultura hegemônica. Então, cria-se um conflito entre o que os cidadãos pensam e o que pensa a cultura hegemônica”.
    No caso do Brasil, a censura ao cinema se instaurou logo quando a sétima arte se consagrava como meio de comunicação, no início do século 20. Enquanto isso, segmentos da sociedade organizam-se em torno da preocupação com o poder de influência que ela poderia ter sobre os espectadores.
(André Derviche, “Censura às artes não é nova na história e vai além de ditaduras”. Em: https://jornal.usp.br/atualidades, 06.05.2021. Adaptado)
De acordo com o texto, conclui-se corretamente que a arte e a cultura
 

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3874893 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNICAMP
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Leia a tira para responder à questão.

Enunciado 4699010-1

(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. Em: https://www.estadao.com.br/cultura/ quadrinhos. Acesso em 08.03.2024)

A concordância verbal atende à norma-padrão em:
 

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3874892 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNICAMP
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Leia a tira para responder à questão.

Enunciado 4699009-1

(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. Em: https://www.estadao.com.br/cultura/ quadrinhos. Acesso em 08.03.2024)

O efeito de humor da tira decorre da ideia de que
 

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