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Foram encontradas 60 questões.

1287519 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 1287519-1

Internet: lounge.obviousmag.org>.

A sociedade imperial brasileira era composta basicamente de três segmentos distintos: o dos homens brancos, pertencentes às “boas famílias”, quase sempre ligadas à propriedade da terra; o dos escravos, cujo trabalho impulsionava a economia do Brasil imperial; e o do povo, que incluía brancos, mestiços e negros libertos e abrangia vários grupos sociais, desde os profissionais de diversas áreas até os elementos de baixa renda.

Considerando o texto precedente e aspectos diversos a ele relacionados, julgue o próximo item.

O crescimento econômico durante o Segundo Reinado contribuiu para que as camadas mais ricas da sociedade brasileira adotassem costumes novos e refinados, importados dos centros urbanos europeus, e para o desenvolvimento de um novo setor social, o das camadas médias urbanas.

 

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1287518 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 1287518-1

Internet: lounge.obviousmag.org>.

A sociedade imperial brasileira era composta basicamente de três segmentos distintos: o dos homens brancos, pertencentes às “boas famílias”, quase sempre ligadas à propriedade da terra; o dos escravos, cujo trabalho impulsionava a economia do Brasil imperial; e o do povo, que incluía brancos, mestiços e negros libertos e abrangia vários grupos sociais, desde os profissionais de diversas áreas até os elementos de baixa renda.

Considerando o texto precedente e aspectos diversos a ele relacionados, julgue o próximo item.

No Segundo Reinado, o tecido econômico brasileiro era composto de homens brancos pobres, que costumavam trabalhar nas lojas como vendedores ou caixeiros, e mestiços, que, em geral, trabalhavam como alfaiates, costureiros e artesãos de todo o tipo.

 

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1287517 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 1287517-1

Matt & Kay Daigle. Internet: <warleneducare.blogspot.com> (com adaptações).

Com relação à tirinha apresentada, que mostra uma garçonete atendendo a um garoto e ao pai dele, julgue o próximo item.

Na pergunta “Então, você não sabe falar língua de sinais?” (segundo quadrinho), o termo “você” funciona como sujeito paciente.

 

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1287516 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 1287516-1

Matt & Kay Daigle. Internet: <warleneducare.blogspot.com> (com adaptações).

Com relação à tirinha apresentada, que mostra uma garçonete atendendo a um garoto e ao pai dele, julgue o próximo item.

Depreende-se da tirinha que a tristeza do garoto está associada à falta de interesse da garçonete em aprender a língua de sinais.

 

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1287515 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Os desafios dos surdos

Eles são 10 milhões de brasileiros e, apesar de terem uma língua própria, a LIBRAS, ainda sentem dificuldade em se fazerem entender pela sociedade.

Em novembro de 2017, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), pela primeira vez, contou com prova em vídeo, traduzida para a LIBRAS, de modo a incluir os surdos. Não bastou esse avanço. O tema da redação abordou justamente o universo deles, especificamente os desafios na educação, que são muitos.

A ignorância sobre essa parcela da população ainda é grande. É comum chamá-los de surdos-mudos, sem nem se imaginar o quanto isso os incomoda. Não há problema físico que os impeça de falar. Até o termo “deficiente” ofende alguns surdos, pois dá a entender que se trata de uma patologia, que lhes falta algo e que eles precisam ser reabilitados. O melhor é chamá-los mesmo de surdos.

Segundo o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, há 10 milhões de surdos no Brasil. É muita gente para ser colocada em uma mesma classificação, como se fosse um conjunto de indivíduos iguais. Alguns usam LIBRAS. Outros, não.

Mas todos enfrentam desafios que a maioria dos ouvintes que não têm contato com surdos nem imagina. Para eles, coisas simples, como ir ao médico, à delegacia ou ao banco, são difíceis.

Com relação ao texto antecedente, julgue o item seguinte.

A forma pronominal em “chamá-los” refere-se aos surdos.

 

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1287514 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Os desafios dos surdos

Eles são 10 milhões de brasileiros e, apesar de terem uma língua própria, a LIBRAS, ainda sentem dificuldade em se fazerem entender pela sociedade.

Em novembro de 2017, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), pela primeira vez, contou com prova em vídeo, traduzida para a LIBRAS, de modo a incluir os surdos. Não bastou esse avanço. O tema da redação abordou justamente o universo deles, especificamente os desafios na educação, que são muitos.

A ignorância sobre essa parcela da população ainda é grande. É comum chamá-los de surdos-mudos, sem nem se imaginar o quanto isso os incomoda. Não há problema físico que os impeça de falar. Até o termo “deficiente” ofende alguns surdos, pois dá a entender que se trata de uma patologia, que lhes falta algo e que eles precisam ser reabilitados. O melhor é chamá-los mesmo de surdos.

Segundo o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, há 10 milhões de surdos no Brasil. É muita gente para ser colocada em uma mesma classificação, como se fosse um conjunto de indivíduos iguais. Alguns usam LIBRAS. Outros, não.

Mas todos enfrentam desafios que a maioria dos ouvintes que não têm contato com surdos nem imagina. Para eles, coisas simples, como ir ao médico, à delegacia ou ao banco, são difíceis.

Internet:<www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Com relação ao texto antecedente, julgue o item seguinte.

A coesão e a correção textual seriam mantidas se o trecho “Segundo o censo” fosse substituído por De acordo com o censo.

 

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1287513 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Os desafios dos surdos

Eles são 10 milhões de brasileiros e, apesar de terem uma língua própria, a LIBRAS, ainda sentem dificuldade em se fazerem entender pela sociedade.

Em novembro de 2017, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), pela primeira vez, contou com prova em vídeo, traduzida para a LIBRAS, de modo a incluir os surdos. Não bastou esse avanço. O tema da redação abordou justamente o universo deles, especificamente os desafios na educação, que são muitos.

A ignorância sobre essa parcela da população ainda é grande. É comum chamá-los de surdos-mudos, sem nem se imaginar o quanto isso os incomoda. Não há problema físico que os impeça de falar. Até o termo “deficiente” ofende alguns surdos, pois dá a entender que se trata de uma patologia, que lhes falta algo e que eles precisam ser reabilitados. O melhor é chamá-los mesmo de surdos.

Segundo o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, há 10 milhões de surdos no Brasil. É muita gente para ser colocada em uma mesma classificação, como se fosse um conjunto de indivíduos iguais. Alguns usam LIBRAS. Outros, não.

Mas todos enfrentam desafios que a maioria dos ouvintes que não têm contato com surdos nem imagina. Para eles, coisas simples, como ir ao médico, à delegacia ou ao banco, são difíceis.

Internet:<www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Com relação ao texto antecedente, julgue o item seguinte.

O texto esclarece que o emprego do termo “surdos-mudos” é inadequado porque baseia-se na ideia de que indivíduos surdos não falam porque não ouvem.

 

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1287512 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Os desafios dos surdos

Eles são 10 milhões de brasileiros e, apesar de terem uma língua própria, a LIBRAS, ainda sentem dificuldade em se fazerem entender pela sociedade.

Em novembro de 2017, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), pela primeira vez, contou com prova em vídeo, traduzida para a LIBRAS, de modo a incluir os surdos. Não bastou esse avanço. O tema da redação abordou justamente o universo deles, especificamente os desafios na educação, que são muitos.

A ignorância sobre essa parcela da população ainda é grande. É comum chamá-los de surdos-mudos, sem nem se imaginar o quanto isso os incomoda. Não há problema físico que os impeça de falar. Até o termo “deficiente” ofende alguns surdos, pois dá a entender que se trata de uma patologia, que lhes falta algo e que eles precisam ser reabilitados. O melhor é chamá-los mesmo de surdos.

Segundo o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, há 10 milhões de surdos no Brasil. É muita gente para ser colocada em uma mesma classificação, como se fosse um conjunto de indivíduos iguais. Alguns usam LIBRAS. Outros, não.

Mas todos enfrentam desafios que a maioria dos ouvintes que não têm contato com surdos nem imagina. Para eles, coisas simples, como ir ao médico, à delegacia ou ao banco, são difíceis.

Internet:<www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Com relação ao texto antecedente, julgue o item seguinte.

No parágrafo do texto, a expressão “a LIBRAS” está entre vírgulas porque exerce a função de vocativo.

 

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1287511 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Os desafios dos surdos

Eles são 10 milhões de brasileiros e, apesar de terem uma língua própria, a LIBRAS, ainda sentem dificuldade em se fazerem entender pela sociedade.

Em novembro de 2017, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), pela primeira vez, contou com prova em vídeo, traduzida para a LIBRAS, de modo a incluir os surdos. Não bastou esse avanço. O tema da redação abordou justamente o universo deles, especificamente os desafios na educação, que são muitos.

A ignorância sobre essa parcela da população ainda é grande. É comum chamá-los de surdos-mudos, sem nem se imaginar o quanto isso os incomoda. Não há problema físico que os impeça de falar. Até o termo “deficiente” ofende alguns surdos, pois dá a entender que se trata de uma patologia, que lhes falta algo e que eles precisam ser reabilitados. O melhor é chamá-los mesmo de surdos.

Segundo o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, há 10 milhões de surdos no Brasil. É muita gente para ser colocada em uma mesma classificação, como se fosse um conjunto de indivíduos iguais. Alguns usam LIBRAS. Outros, não.

Mas todos enfrentam desafios que a maioria dos ouvintes que não têm contato com surdos nem imagina. Para eles, coisas simples, como ir ao médico, à delegacia ou ao banco, são difíceis.

Internet:<www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Com relação ao texto antecedente, julgue o item seguinte.

O texto apresenta alguns desafios à inserção dos indivíduos surdos na sociedade, entre eles o desconhecimento da população não surda a respeito das especificidades da comunidade surda.

 

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1287510 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Os desafios dos surdos

Eles são 10 milhões de brasileiros e, apesar de terem uma língua própria, a LIBRAS, ainda sentem dificuldade em se fazerem entender pela sociedade.

Em novembro de 2017, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), pela primeira vez, contou com prova em vídeo, traduzida para a LIBRAS, de modo a incluir os surdos. Não bastou esse avanço. O tema da redação abordou justamente o universo deles, especificamente os desafios na educação, que são muitos.

A ignorância sobre essa parcela da população ainda é grande. É comum chamá-los de surdos-mudos, sem nem se imaginar o quanto isso os incomoda. Não há problema físico que os impeça de falar. Até o termo “deficiente” ofende alguns surdos, pois dá a entender que se trata de uma patologia, que lhes falta algo e que eles precisam ser reabilitados. O melhor é chamá-los mesmo de surdos.

Segundo o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, há 10 milhões de surdos no Brasil. É muita gente para ser colocada em uma mesma classificação, como se fosse um conjunto de indivíduos iguais. Alguns usam LIBRAS. Outros, não.

Mas todos enfrentam desafios que a maioria dos ouvintes que não têm contato com surdos nem imagina. Para eles, coisas simples, como ir ao médico, à delegacia ou ao banco, são difíceis.

Internet:<www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Com relação ao texto antecedente, julgue o item seguinte.

Infere-se do texto que, no Brasil, há 10 milhões de pessoas surdas que se comunicam por meio das línguas de sinais.

 

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