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Você sabia que existe depressão sazonal?
O termo existe, assim como a doença. Afeta de 1% a 2% da população e ocorre nas trocas de estação, principalmente quando cai o verão.
No filme Insônia, de 2002, o personagem de Al Pacino vai a uma cidade do Alasca para desvendar um crime. Com o passar dos dias e a ausência de luz solar, vem a privação do sono, e os problemas começam a ocorrer. Mas será que a luz influencia nosso estado de humor?
Pode parecer estranho, mas algumas pessoas realmente desenvolvem quadros depressivos em tais momentos. O quadro é denominado desordem afetiva sazonal (SAD – da sigla em inglês) e está relacionado, na verdade, à exposição do indivíduo à luz.
Dessa maneira, nas estações do ano em que a exposição solar é menor, como ocorre no outono e no inverno, algumas pessoas desenvolvem a SAD. Os sintomas são similares aos de quadros depressivos comuns, como irritabilidade, letargia, perda de interesse por atividades antes interessantes, falta de concentração, dentre outros.
O tratamento indicado em casos mais leves inclui atividade física outdoor, para que haja exposição a raios solares, e fototerapia. Em casos mais graves, talvez seja necessário o uso concomitante de medicamentos.
Você sabia que existe depressão sazonal? Visão Eleva. Ano 4, n. 4, set. 2018. p. 23.
O segundo parágrafo do texto acima finaliza com a pergunta “Mas será que a luz influencia nosso estado de humor?”, que cumpre, no contexto em que aparece, a função de
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“Se o cérebro humano fosse tão simples que conseguíssemos entendê-lo, seríamos tão simples que não o conseguiríamos.” (Emerson Pugh, filósofo, 1938)
Assinale a alternativa que apresenta uma paráfrase adequada para o enunciado acima.
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Memórias editadas
Psicólogos alertam: a mania de tirar fotos o tempo todo pode estar
destruindo nossas lembranças e nos tornando pessoas mais superficiais.
O Instagram recebe 95 milhões de fotos por dia. São 1100 novas imagens no sistema a cada segundob. Isso sem falar nos outros bilhões de cliques armazenados na memória dos celulares e que nunca verão a luz do dia.
Nunca se fotografou tanto, clarod. As câmeras digitais acabaram com a limitação de poses. O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso. E tome foto. De tudo. De todos. Só tem um problema: esse hábito pode estar acabando com nossas vidas - pelo menos com a forma como nos lembramos das nossas vidas.
O celular é um HD externo do nosso cérebro. Uma extensão da nossa memória. E isso começou bem antes do celular. Desde sempre, a humanidade buscou formas de expandir a capacidade de guardar informação que trazemos de fábrica. Das pinturas rupestres aos livros e quadros, quase tudo o que entendemos como “cultura” vem do impulso de tornar a vida um fenômeno menos furtivo.a
Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.
“Prestar atenção é fundamental para codificar informações na memória”, diz a italiana Giuliana Mazzoni, professora de psicologia da Universidade de Hull, no Reino Unido, e especialista no assunto.
Giuliana é um dos vários psicólogos acadêmicos que amaldiçoam o hábito de tirar fotos – ao menos quando ele se torna uma compulsãoc. “Se você adquire esse hábito, seu cérebro pode começar a processar informações de forma mais superficial.” Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.
BATTAGLIA, Rafael. Memórias editadas. Superinteressante. Ed. 400, mar. 2019, p. 54-57. (Fragmento adaptado)
Na chamada da matéria, logo abaixo de seu título, a referência à existência de uma “mania de tirar fotos o tempo todo” reaparece, de diferentes maneiras, em várias partes do texto, EXCETO, em:
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Memórias editadas
Psicólogos alertam: a mania de tirar fotos o tempo todo pode estar
destruindo nossas lembranças e nos tornando pessoas mais superficiais.
O Instagram recebe 95 milhões de fotos por dia. São 1100 novas imagens no sistema a cada segundo. Isso sem falar nos outros bilhões de cliques armazenados na memória dos celulares e que nunca verão a luz do dia.
Nunca se fotografou tanto, claro. As câmeras digitais acabaram com a limitação de poses. O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso. E tome foto. De tudo. De todos. Só tem um problema: esse hábito pode estar acabando com nossas vidas - pelo menos com a forma como nos lembramos das nossas vidas.
O celular é um HD externo do nosso cérebro. Uma extensão da nossa memória. E isso começou bem antes do celular. Desde sempre, a humanidade buscou formas de expandir a capacidade de guardar informação que trazemos de fábrica. Das pinturas rupestres aos livros e quadros, quase tudo o que entendemos como “cultura” vem do impulso de tornar a vida um fenômeno menos furtivo.
Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.
“Prestar atenção é fundamental para codificar informações na memória”, diz a italiana Giuliana Mazzoni, professora de psicologia da Universidade de Hull, no Reino Unido, e especialista no assunto.
Giuliana é um dos vários psicólogos acadêmicos que amaldiçoam o hábito de tirar fotos – ao menos quando ele se torna uma compulsão. “Se você adquire esse hábito, seu cérebro pode começar a processar informações de forma mais superficial.” Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.
BATTAGLIA, Rafael. Memórias editadas. Superinteressante. Ed. 400, mar. 2019, p. 54-57. (Fragmento adaptado)
Em “Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.”, o trecho negritado
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Memórias editadas
Psicólogos alertam: a mania de tirar fotos o tempo todo pode estar
destruindo nossas lembranças e nos tornando pessoas mais superficiais.
O Instagram recebe 95 milhões de fotos por dia. São 1100 novas imagens no sistema a cada segundo. Isso sem falar nos outros bilhões de cliques armazenados na memória dos celulares e que nunca verão a luz do dia.
Nunca se fotografou tanto, claro. As câmeras digitais acabaram com a limitação de poses. O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso. E tome foto. De tudo. De todos. Só tem um problema: esse hábito pode estar acabando com nossas vidas - pelo menos com a forma como nos lembramos das nossas vidas.
O celular é um HD externo do nosso cérebro. Uma extensão da nossa memória. E isso começou bem antes do celular. Desde sempre, a humanidade buscou formas de expandir a capacidade de guardar informação que trazemos de fábrica. Das pinturas rupestres aos livros e quadros, quase tudo o que entendemos como “cultura” vem do impulso de tornar a vida um fenômeno menos furtivo.
Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.
“Prestar atenção é fundamental para codificar informações na memória”, diz a italiana Giuliana Mazzoni, professora de psicologia da Universidade de Hull, no Reino Unido, e especialista no assunto.
Giuliana é um dos vários psicólogos acadêmicos que amaldiçoam o hábito de tirar fotos – ao menos quando ele se torna uma compulsão. “Se você adquire esse hábito, seu cérebro pode começar a processar informações de forma mais superficial.” Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.
BATTAGLIA, Rafael. Memórias editadas. Superinteressante. Ed. 400, mar. 2019, p. 54-57. (Fragmento adaptado)
Em: “Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.”
A proposição negritada tem por função estabelecer, quanto ao período que lhe sucede, relação de
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Memórias editadas
Psicólogos alertam: a mania de tirar fotos o tempo todo pode estar
destruindo nossas lembranças e nos tornando pessoas mais superficiais.
O Instagram recebe 95 milhões de fotos por dia. São 1100 novas imagens no sistema a cada segundo. Isso sem falar nos outros bilhões de cliques armazenados na memória dos celulares e que nunca verão a luz do dia.
Nunca se fotografou tanto, claro. As câmeras digitais acabaram com a limitação de poses. O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso. E tome foto. De tudo. De todos. Só tem um problema: esse hábito pode estar acabando com nossas vidas - pelo menos com a forma como nos lembramos das nossas vidas.
O celular é um HD externo do nosso cérebro. Uma extensão da nossa memória. E isso começou bem antes do celular. Desde sempre, a humanidade buscou formas de expandir a capacidade de guardar informação que trazemos de fábrica. Das pinturas rupestres aos livros e quadros, quase tudo o que entendemos como “cultura” vem do impulso de tornar a vida um fenômeno menos furtivo.
Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.
“Prestar atenção é fundamental para codificar informações na memória”, diz a italiana Giuliana Mazzoni, professora de psicologia da Universidade de Hull, no Reino Unido, e especialista no assunto.
Giuliana é um dos vários psicólogos acadêmicos que amaldiçoam o hábito de tirar fotos – ao menos quando ele se torna uma compulsão. “Se você adquire esse hábito, seu cérebro pode começar a processar informações de forma mais superficial.” Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.
BATTAGLIA, Rafael. Memórias editadas. Superinteressante. Ed. 400, mar. 2019, p. 54-57. (Fragmento adaptado)
Em: “O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso.”, o emprego dos dois pontos no trecho objetiva, EXCETO:
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O MARC 21 padroniza a representação descritiva automatizada dos acervos bibliográficos internacionalmente. Levando-se em consideração o campo fixo “nível bibliográfico”, associe o nível bibliográfico do registro às suas respectivas explicações.
I. Coleção
II. Recursos integrados
III. Monografia/Item
IV. Periódico
( ) Item tanto completo em uma parte ou projetado para ser completado em um certo número de partes.
( ) Grupo de itens reunidos, mas que não foram originalmente publicados, distribuídos ou produzidos juntos. O registro descreve unidades reunidas por procedência comum ou por conveniência administrativa.
( ) Item bibliográfico editado em partes sucessivas, organizadas de forma numérica ou cronológica e previstas para continuar indefinidamente.
( ) Recursos bibliográficos que são acrescentados ou modificados por meio de atualização que não se mantêm separados e são integrados ao todo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Na Lei nº 9.694, de 25 de junho de 1998, no Capítulo X, mais especificamente no art. 39, que dispõe sobre infrações, penalidades e recursos, constituem-se algumas das infrações disciplinares:
I. exercer a profissão quando impedido de fazê-lo ou facilitar, por qualquer modo, o seu exercício a não registrados;
II. praticar, no exercício profissional, ato que a lei defina como crime ou contravenção penal.
III. quebra do sigilo profissional sem justa causa para tanto;
IV. não cumprir, no prazo estipulado, determinação emanada do conselho regional em matéria de sua competência, após regularmente notificado;
V. deixar de pagar ao Conselho Regional, nos prazos previstos, as contribuições a que está obrigado;
VI. manter sociedade profissional fora das normas e dos preceitos estabelecidos nesta lei.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas.
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O desenvolvimento de coleções requer a implantação de seis etapas interdependentes, algumas delas são:
I. Seleção: processo que implementa as decisões tomadas no processo de aquisição.
II. Estudo da Comunidade: investigação de primeira mão, análise e coordenação dos aspectos econômicos, sociais etc.
III. Desbastamento: retirada de documentos pouco utilizados pelos usuários de uma coleção de uso frequente para outros locais.
IV. Classificação: delimitação de valores e definição de quais materiais são relevantes para compor o acervo.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmações corretas.
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No formato MARC 21, o campo 210 refere-se ao
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Caderno Container