Foram encontradas 40 questões.
A solução aquosa de formol a 10% para fixação de peças anatômicas é ligeiramente ácida. A eliminação da acidez é obtida pela adição de neutralizadores. Sugere-se a adição de 4,0 gramas de fosfato de sódio monobásico e 6,5 gramas de fosfato de sódio dibásico anidro para um volume de 1000 mL total de formol a 10%.
Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à pergunta abaixo.
Qual a quantidade dos neutralizadores acima sugeridos que deverá ser pesada, respectivamente, caso você necessite preparar 5 litros desta solução?
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Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a afirmativa abaixo.
Os ventrículos encefálicos são em número de...
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Sobre o sistema circulatório, é CORRETO afirmar que:
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Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a afirmativa abaixo.
A sequência de estruturas que compõem o sistema digestório da boca em direção ao ânus é...
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Assinale a alternativa CORRETA.
A imersão de ossos em uma solução de ácido nítrico ou clorídrico a 15% tem como objetivo promover nos ossos processos de:
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Assinale a alternativa CORRETA.
A preparação de esqueletos desarticulados é realizada normalmente através da técnica de maceração. A maceração dos ossos pode ser feita com a utilização de:
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Com relação ao sistema genital, identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas.
( ) Quando a bexiga urinária está vazia, a vagina e o colo do útero formam um ângulo de 180°.
( ) A glande é uma dilatação do corpo esponjoso do pênis.
( ) O testículo é revestido externamente pela túnica albugínea.
( ) Os ovários são estruturas intraperitoniais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Assinale a alternativa CORRETA.
Os fixadores de peças anatômicas e cadáveres mais comumente empregados no Brasil são formol, álcool etílico, glicerina e fenol. Sobre estes fixadores, pode-se afirmar que:
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Texto 1
Além do sorriso e da gargalhada
Difícil não reconhecer que uma boa risada – de preferência daquelas que nos surpreendem pela sua intensidade – nos deixa mais leves, mesmo quando as coisas não vão bem. Um sorriso, em geral, quebra resistências (as próprias e as alheias). Não por acaso,
durante uma briga de namorados aquele que consegue fazer os lábios do parceiro se moverem para cima com certeza conseguiu quebrar as resistências do outro – e está a caminho de conseguir uma trégua. A química cerebral está por trás da reconciliação: há uma descarga de endorfinas na corrente sanguínea quando rimos que chega aos centros de prazer cerebrais e os estimula.
Riso e bom humor são os temas da seção especial desta edição. Naturalmente os dois não são sinônimos e seria ingenuidade tomá-los assim. O primeiro, independentemente de sua intensidade, ocorre num momento específico, pontual. E não é novidade que pode ter vários sentidos; uma pessoa pode rir de maneira divertida, tímida, amedrontada, falsa, sarcástica ou até maldosa – quem não se lembra da gargalhada cruel da madrasta da Branca de Neve, por exemplo? Já o bom humor implica algo mais amplo, uma postura flexível e a capacidade de encontrar graça nas mais diferentes situações. Há, nessa forma de ver a vida, uma manifestação de inteligência, que nos permite reorganizar os mais diversos elementos de maneira criativa. Mas há, nesses dois temas, um ponto de convergência: o sistema cerebral “se diverte” quando percebe uma incongruência e consegue solucioná-la. Se isso se dá pontualmente, a expressão dessa excitação neural pode aparecer como um sorriso (ou quiçá uma gargalhada). O cérebro curioso, disposto a levar “pequenos escorregões” e ser surpreendido, nem sempre ri de forma óbvia – mas vê o mundo como um lugar repleto de motivos para achar graça.
Uma discussão que vem à tona com frequência quando nos voltamos para a questão humor diz respeito à resiliência, uma espécie de equivalente psíquico da resistência física – que pode ser grande aliada no tratamento psicoterapêutico. Diante das adversidades, esse aspecto faz com que sejamos capazes de enfrentar frustrações e perdas. Não se trata de negar a dor ou tentar disfarçá la – pelo contrário. A habilidade abarca justamente a possibilidade de reconhecer o sofrimento, mas não se deter nele. Carlos Drummond de Andrade deve ter razão: “... O primeiro amor passou. O segundo amor passou. O terceiro amor passou. Mas o coração continua. [...] Algumas palavras duras, em voz mansa, te golpearam. Nunca, nunca cicatrizaram. Mas e o humor?”
Boa leitura. Divirta-se.
(Adaptado de LEAL, G. Além do sorriso e da gargalhada. Mente & Cérebro, São Paulo, ano 16, n. 198,
p. 3, jun. 2009)
Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas abaixo, em relação às palavras destacadas da frase:
“Naturalmente os dois não são sinônimos e seria ingenuidade tomá-los assim.”
( ) O vocábulo os está empregado como artigo definido na primeira ocorrência e como pronome oblíquo na segunda.
( ) A expressão “os dois não são sinônimos” corresponde, semanticamente, a “os dois são antônimos”.
( ) A palavra naturalmente pode ser deslocada para o início da segunda oração sem alterar o significado da frase.
( ) A palavra assim refere-se ao fato de os dois (termos) serem sinônimos.
( ) O uso do verbo seria em lugar de é atenua a força da afirmação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Com relação à figura abaixo, assinale a alternativa que demonstra CORRETAMENTE o plano de corte (secção) utilizado.

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