Foram encontradas 50 questões.
As afirmativas abaixo dizem respeito a zoonoses.
| I | A Dengue é uma doença infecciosa, aguda, febril, que pode ter curso benigno ou grave. A principal espécie vetora é o mosquito Aedes aegypti. Apresenta período de incubação entre 3 e 15 dias. Todo caso suspeito deve ser notificado ao Serviço de Vigilância Epidemiológica. |
| II | A leishmaniose visceral, conhecida como calazar, é uma doença crônica, sistêmica, caracterizada por febre de longa duração, perda de peso, astenia, e anemia, dentre outras manifestações. No Brasil, duas espécies estão relacionadas com a transmissão da doença, Lutzomyia longipalpis e Lutzomyia cruzi. |
| III | A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários, do gênero Plasmodium, transmitidos por vetores. No Brasil, três espécies causam a malária em seres humanos: P. vivax, P. falciparum e P. donovani. Os humanos e os cães são os reservatórios. |
| IV | Para fins didáticos, o manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral dividiu a evolução clínica da doença em fases: período inicial, período de estado e período final. O período de estado caracteriza-se por febre contínua com comprometimento intenso do estado geral, desnutrição, edema de membros inferiores, hemorragia, hepatoesplenomegalia, icterícia e ascite. |
De acordo com o programa oficial do Ministério da Saúde, estão corretas as afirmativas:
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Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a 21 empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado.
Na oração “É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes [...]”, a ocorrência do acento grave justifica-se porque
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Sobre o manejo reprodutivo na caprinocultura, afirma-se:
| I | Deve-se analisar bastante o pedigree do animal, avaliando a produção de leite de sua mãe e das avós, pois este dado vai definir a escolha de um animal para a reprodução, perdendo a importância a conformação do úbere. |
| II | Os silos devem ser construídos bem perto do local de alimentação. É necessário para o manejo reprodutivo que o silo tenha uma rampa localizada em sua parte posterior e inclinação na parte vertical. |
| III | A condição sanitária influi diretamente na reprodução, sendo fundamental que se faça uma avaliação do estado sanitário do rebanho, para que se tomem as medidas necessárias a partir desta primeira avaliação. |
| IV | É imprescindível implantar um programa alimentar, pois, se os animais não estiverem bem alimentados, a reprodução será afetada. |
Estão corretas
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Sobre hemostasia, é correto afirmar:
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Observe o texto abaixo:
“Esta enfermidade atinge mais de 80% dos animais na região semiárida, é responsável por uma elevada intensidade de infecção, levando os animais a um quadro clínico severo de anemia e edema submandibular, causa das maiores perdas produtivas e aumento no custo da criação. Estas perdas econômicas são decorrentes da baixa produtividade, geralmente observada no período seco, e da alta mortalidade, que ocorre principalmente na estação chuvosa”.
(Fonte: Pesq. Vet. Bras. 29/2009).
De acordo com o texto, a enfermidade que estaria ocorrendo no rebanho é a
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A indicação mais comum para a ovário-salpingo-histerectomia (OSH) é a esterilização eletiva.
A OSH também é tratamento de escolha para uteropatias, incluindo a piometra, a torção uterina e a neoplasia uterina. Quanto à técnica cirúrgica na OSH, é correto afirmar:
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Nas empresas, estrelas solitárias deixaram de ter valor
por Alfredo Assumpção
Já virou discurso popular: o momento da economia mundial exige profissionais cada vez mais qualificados, experientes e especializados. Para suprir isso, as empresas precisam, mais do que nunca, preparar seus talentos. Isso todo mundo já diz, o difícil é entender as razões e colocar em prática os planos de retenção.
Tudo começa com um processo de inserção cultural. As empresas nem sempre ligam o perfil do candidato ao perfil da posição, e contratam sem um estudo aprofundado de personalidades. Isso gera um desencontro, e logo o investimento vira prejuízo. Porque há que conhecer em profundidade os valores da pessoa sendo contratada e entender se esses valores são compatíveis aos valores da empresa. Então, falamos aqui de casamento cultural.
As pessoas precisam chegar às empresas para trabalharem gostando do que fazem. Só assim elas conseguem render em sua plenitude. Nessa hora, a pessoa é feliz. E a felicidade é fato determinante nos dias atuais. É importante encontrar a capacidade total daquele profissional e trabalhar em cima dela. Claro que o funcionário precisa querer ser desenvolvido, precisa acreditar na empresa, e precisa estar sempre atualizado. Mas isso é reflexo de uma escolha assertiva pelo profissional certo.
O problema de hoje é que o mundo acadêmico já não forma a tempo o executivo que o mundo corporativo precisa. Enquanto uma crise está sendo estudada na faculdade, outras já se instalaram, e por aí vai. O sistema capitalista ainda vive (como ilustrava Marx) de crise e recuperação. Quem provoca a crise? O capital humano. Quem resolve a crise? Outro capital humano. Assim, o capital que causou a crise torna-se obsoleto, deixando de se fazer necessário e dando margem para o sucesso de novo profissional, capaz de levantar a empresa da crise e gerar lucro, até a próxima crise.
A diferença é que, quando Marx estudava o sistema, lá em 1844, as crises apareciam num intervalo médio de 10 anos. Havia tempo suficiente para entender a crise e ensinar em sala de aula como resolver aquele tipo de crise. Hoje, elas irrompem a cada 2 anos e afetam a economia global, porque tudo está interconectado. E a tendência é sempre aumentar a velocidade com que as crises aparecem devido à caoticidade da economia global. Por isso, o mundo acadêmico vive atrasado, mas isso não quer dizer que não tenha valor. O que importa é o mundo acadêmico entender, estando cada vez mais próximo para melhor servir, o mundo corporativo.
Encontrar e desenvolver o profissional qualificado são funções do líder, assim como transformá-lo em um talento. O papel do profissional é manter-se sempre atualizado, enfrentar desafios, não ter medo de errar, consertar os erros e entender que tudo que funciona se torna obsoleto rapidamente. É imprescindível que o executivo queira sempre inovar e se reinventar. Ele precisa estar em movimento como a economia. Precisa acompanhar o caminho, olhando o passado por um simples retrovisor de apenas 10 cm e acreditando que o para-brisa do carro tem quase 200 cm, o que nos obriga a ver e enxergar com prioridade o presente, quase que antevendo o futuro. O mundo acadêmico é quase o retrovisor. O para-brisa é o mundo corporativo. Se a empresa não mudar para entregar o melhor produto e pelo melhor preço a uma sociedade cada vez mais exigente, ela morre.
Da empresa, espera-se que encontre o ponto de equilíbrio entre a utilização da capacidade máxima dos talentos e a remuneração de acordo com o mercado, valendo-se de um sistema meritocrático, no qual os diferentes são remunerados de forma diferente. É importante estar sempre atento à remuneração dos concorrentes, e, se necessário, oferecer pacotes acima do mercado. A empresa também é um talento quando consegue aliar excelentes profissionais às suas crenças, valores e cultura organizacional.
Uma boa contratação é quase 90% do sucesso garantido da companhia. Empresários, foquem no seu Capital Humano e transformem seus times em constelações. Estrelas solitárias deixaram de ter valor. Agora joga-se com constelações. Do contrário, irão assistir de camarote o céu ficando escuro.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br >. Acesso em: 28 mar.2014 [Adaptado]
De acordo com o texto, as empresas
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Sobre a contenção química de cães e gatos, é correto afirmar:
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As afirmativas a seguir dizem respeito à infecção de um sítio cirúrgico.
| I | A presença de endocrinopatias é um fator predisponente à infecção de um sítio cirúrgico. |
| II | A infecção de um sítio cirúrgico pode ocorrer um ano depois do procedimento. |
| III | As infecções dos sítios cirúrgicos podem ser classificadas de acordo o plano acometido. |
| IV | A infecção de um sítio cirúrgico não está associada ao número de pessoas presentes na sala de operação, no momento da cirurgia. |
| V | A tricotomia da área de acesso cirúrgico deve ser realizada na sala de operação, imediatamente antes da cirurgia, para reduzir o risco de infecções. |
Estão corretas as sentenças
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A Lei Nº 11.794, de 8 de outubro de 2008, regulamenta o uso de animais para ensino e pesquisa no Brasil. De acordo com esse documento, uma das condições exigidas para o uso dos animais em programas de aprendizado e/ou experimentação é
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