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O Código de Ética da Fonoaudiologia, publicado no D.O.U. de 07 de março de 2016, apresenta uma seção dedicada às Redes Sociais. Com relação às mídias sociais, constituem direitos do fonoaudiólogo, EXCETO:
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Em relação ao sigilo profissional, é dever do fonoaudiólogo:
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Nas relações com os clientes, constituem infração ética, EXCETO:
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Nas relações com outros fonoaudiólogos, constitui infração ética:
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A apraxia da fala é a perda da capacidade para programar o posicionamento da musculatura da fala e organizar os movimentos durante a produção de fonemas. Sobre a etiologia da apraxia da fala, pode-se afirmar:
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A demência é uma síndrome caracterizada pelo déficit progressivo de funções cognitivas, com interferência nas atividades sociais e ocupacionais. Dentre os principais achados nos quadros de demência, pode-se citar:
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A transcrição fonética é, sem dúvida alguma, a etapa mais importante do diagnóstico do distúrbio fonológico. É por meio dessa transcrição que o fonoaudiólogo pode:
I– Identificar os sons que a criança é capaz de produzir ou não.
II– Fazer o levantamento do tipo de erro predominante.
III– Analisar os processos fonológicos.
IV– Aplicar índices que possibilitem um cálculo quantitativo, como o Percentual de Consoantes Corretas.
Estão CORRETAS as assertivas:
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A fluência e a compreensão leitora implicam dois componentes: um de decodificação e um de compreensão. A decodificação compreende os processos de reconhecimento da palavra escrita enquanto a compreensão corresponde aos processos de interpretação. Na compreensão de um texto, podem ser considerados vários níveis de atividade mental, como processos locais, globais, de integração e controle. Os processos de caráter global incluem:
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Dentre os transtornos específicos de aprendizagem, pode-se citar o Transtorno Específico da Escrita, cujas principais manifestações são:
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O Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (Inaf) visa fornecer informações qualificadas sobre as práticas de leitura, escrita e matemática dos brasileiros entre 15 e 64 anos de idade. A dicotomia entre analfabeto e alfabetizado perdeu sentido em uma sociedade grafocêntrica e, atualmente, o Inaf trabalha com níveis de alfabetismo funcional. Considere uma pessoa que apresenta capacidade para localizar uma informação explícita em textos curtos e familiares (como um anúncio ou bilhete), ler e escrever números habituais e realizar operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias ou fazer medidas de comprimento com uma fita métrica. Essa pessoa encontra-se em um nível de alfabetismo funcional denominado:
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