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- AbrangênciaLAN: Local Area Network
- AbrangênciaWAN: Wide Area Network
- Transmissão de DadosCaracterísticas de TransmissãoLargura de Banda
Sobre a construção de aplicações cliente-servidor com bancos de dados, é correto afirmar que
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Sobre o padrão de projeto Dependency Injection, é correto afirmar que
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- Na tabela PRODUTO: a coluna id_produto é a chave primária.
- Na tabela PEDIDO: a coluna id_pedido é a chave primária.
- Na tabela ITEM_PEDIDO: a coluna id_item_pedido é a chave primária, a coluna id_produto possui chave estrangeira para a tabela PRODUTO e a coluna id_pedido possui chave estrangeira para a tabela PEDIDO.
Tabela PRODUTO

Tabela PEDIDO

OBS.: No conteúdo da coluna nome_solicitante não existem espaços em branco.
Tabela ITEM_PEDIDO

Considere o resultado abaixo obtido após a execução de uma consulta SQL.

Dentre as opções abaixo, aquela que possui a consulta realizada para a obtenção deste resultado é:
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Livre do racismo e da discriminação
Maria Nazareth Farani Azevêdo*
Esporte é antônimo de discriminação. Expressão milenar do espírito de equipe e de saudável competição e lealdade entre adversários, o esporte é um tributo à igualdade entre os seres humanos. Associar racismo à prática esportiva é, por isso, especialmente inaceitável e perverso: desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância. Lamentáveis episódios recentes de racismo no esporte mostram a gravidade desse fenômeno e a urgente necessidade de que a comunidade internacional reaja de forma inequívoca para exterminá-lo.
A adoção, em 2001, na África do Sul, da Declaração e do Programa de Ação de Durban (ou DDPA) foi marco fundamental na luta contra o racismo e contra todas as formas de discriminação. Oito anos depois, preocupada com a persistência e, em muitos casos, com o aumento de manifestações racistas e discriminatórias em todo o mundo, a comunidade internacional reuniu-se, em Genebra, na Conferência de Revisão de Durban, para avaliar a evolução do problema e apontar novos caminhos. Tanto em 2001 como em 2009, a vinculação entre o esporte e práticas racistas e discriminatórias foi veementemente condenada.
Na qualidade de países-sede de três dos maiores eventos esportivos mundiais no futuro próximo, África do Sul e Brasil compartilham especial responsabilidade no combate ao racismo e à discriminação. Por isso, trabalharam juntos para que, na Conferência de Revisão de Durban, o tema merecesse o destaque que, afinal, lhe foi conferido. Apresentaram, em março, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU resolução intitulada "Um mundo de desportos livres do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância correlata".
Adotada por consenso e com o co-patrocínio de cem países de todas as regiões, trata-se de iniciativa inédita no âmbito do CDH. A resolução conclama os Estados-membros das Nações Unidas a tomarem todas as medidas necessárias para livrar a prática esportiva do racismo e da discriminação. Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta.
A Copa do Mundo da África do Sul, o primeiro evento de tal magnitude no continente africano, oferece oportunidade singular para conscientizar a humanidade sobre a incompatibilidade de práticas atentatórias à dignidade do ser humano com a prática desportiva.
O compromisso com essa causa deve ser objeto de atenção permanente de todos os governos. Ao sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá oportunidade de reiterar ao mundo a mensagem de que o esporte é, e só pode ser, sinônimo de respeito, tolerância, compreensão, solidariedade, universalidade, diversidade, inclusão e paz.
Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/01/livre-do-racismo
-da-discriminacao-916231694.asp>. Acesso em: 04 jun. 2010.
*Representante do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra.
“Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta”.
A forma verbal “Propõe” apresenta a mesma regência que se observa no verbo destacado em
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Considere abaixo o conteúdo de uma página JSP (Java Server Pages).
<%@page isELIgnored ="false" %>
<%
request.setAttribute("x", 20);
session.setAttribute("x", 30);
application.setAttribute("x", 40);
%>
X = ${x}
O resultado exibido em um navegador web através da invocação desta página por meio de um servidor web é:
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Livre do racismo e da discriminação
Maria Nazareth Farani Azevêdo*
Esporte é antônimo de discriminação. Expressão milenar do espírito de equipe e de saudável competição e lealdade entre adversários, o esporte é um tributo à igualdade entre os seres humanos. Associar racismo à prática esportiva é, por isso, especialmente inaceitável e perverso: desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância. Lamentáveis episódios recentes de racismo no esporte mostram a gravidade desse fenômeno e a urgente necessidade de que a comunidade internacional reaja de forma inequívoca para exterminá-lo.
A adoção, em 2001, na África do Sul, da Declaração e do Programa de Ação de Durban (ou DDPA) foi marco fundamental na luta contra o racismo e contra todas as formas de discriminação. Oito anos depois, preocupada com a persistência e, em muitos casos, com o aumento de manifestações racistas e discriminatórias em todo o mundo, a comunidade internacional reuniu-se, em Genebra, na Conferência de Revisão de Durban, para avaliar a evolução do problema e apontar novos caminhos. Tanto em 2001 como em 2009, a vinculação entre o esporte e práticas racistas e discriminatórias foi veementemente condenada.
Na qualidade de países-sede de três dos maiores eventos esportivos mundiais no futuro próximo, África do Sul e Brasil compartilham especial responsabilidade no combate ao racismo e à discriminação. Por isso, trabalharam juntos para que, na Conferência de Revisão de Durban, o tema merecesse o destaque que, afinal, lhe foi conferido. Apresentaram, em março, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU resolução intitulada "Um mundo de desportos livres do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância correlata".
Adotada por consenso e com o co-patrocínio de cem países de todas as regiões, trata-se de iniciativa inédita no âmbito do CDH. A resolução conclama os Estados-membros das Nações Unidas a tomarem todas as medidas necessárias para livrar a prática esportiva do racismo e da discriminação. Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta.
A Copa do Mundo da África do Sul, o primeiro evento de tal magnitude no continente africano, oferece oportunidade singular para conscientizar a humanidade sobre a incompatibilidade de práticas atentatórias à dignidade do ser humano com a prática desportiva.
O compromisso com essa causa deve ser objeto de atenção permanente de todos os governos. Ao sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá oportunidade de reiterar ao mundo a mensagem de que o esporte é, e só pode ser, sinônimo de respeito, tolerância, compreensão, solidariedade, universalidade, diversidade, inclusão e paz.
Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/01/livre-do-racismo
-da-discriminacao-916231694.asp>. Acesso em: 04 jun. 2010.
*Representante do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra.
De acordo com o texto, a Copa do Mundo da África do Sul favorece
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Sobre a arquitetura de aplicações P2P, é correto afirmar que:
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Considere as seguintes afirmações sobre orientação a objetos:
I. Os elementos de domínio de negócio compõem a visão estática do sistema e são representados por diagramas de colaboração.
II. Uma classe Java não suporta herança múltipla. Essa limitação impede que ela herde mais de uma classe e implemente mais de uma interface.
III. O polimorfismo é capacidade de derivações de uma classe redefinir determinados comportamentos, mantendo-se a visão abstrata.
IV. As anotações são elementos de meta dados embutidos em classes Java que podem ser usados pré ou pós compilação.
Estão corretas apenas as afirmações:
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- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosDefinição Técnica: Orientação a Objetos
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Abstração
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Métodos
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Polimorfismo
Sobre programação orientada a objetos, é correto afirmar que:
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Considere a figura abaixo como sendo um diagrama entidade-relacionamento de parte de um banco de dados de uma concessionária de veículos.

Sabendo que
- um veículo possui apenas um único proprietário e um proprietário pode ter mais de um veículo;
- para um veículo podem ser executados vários serviços na concessionária e que o registro de um serviço é de apenas um veículo;
- cada serviço pode ser executado por vários funcionários e um funcionário pode executar vários serviços na concessionária.
A opção que possui as cardinalidades de mapeamento (considerando a leitura da esquerda para a direita) dos relacionamentos R1, R2 e R3, respectivamente, é:
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