Foram encontradas 40 questões.
Em caso de ocorrência de acidente fatal, é obrigatória a adoção das seguintes medidas:
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Dentre as desvantagens da monitoração biológica em relação à ambiental, marque a alternativa correta.
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Uma empresa solicitou ao Engenheiro de Segurança do Trabalho uma avaliação das condições ambientais de um dos setores da indústria, no qual há presença de calor. Realizadas as medições das temperaturas, foram encontradas: temperatura de bulbo úmido natural (24,7 °C), temperatura de globo (35,5 °C), temperatura de bulbo seco (32,3 °C).
Calculando-se o Índice de Bulbo Úmido - Termômetro de Globo (IBUTG), para ambiente interno sem carga solar, assinale a alternativa que apresenta o valor encontrado.
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Quais das radiações ionizantes NÃO são consideradas para fins de insalubridade?
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No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O texto faz uma crítica sobretudo
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De acordo com a NR-17, nas atividades de processamento de dados referentes à entrada de dados, deve-se observar, salvo o disposto em convenções e acordos coletivos de trabalho, uma pausa de, no mínimo
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Com base nas recomendações da NR-17 - Ergonomia, observam-se determinadas regras para os equipamentos utilizados no processamento eletrônico de dados, com terminais de vídeo, EXCETO a indicada em uma das alternativas abaixo.
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O Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO) deve incluir a realização obrigatória de exames médicos, entre os quais, os seguintes:
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No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
No terceiro parágrafo, para preservarmos o sentido original – sem necessidade de outras alterações –, a única substituição correta do nexo “Como” é por
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De acordo com a British Standard 8.800 (BS-8.800) é exemplo de dado de monitoração pró-ativo
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