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Foram encontradas 40 questões.

1310838 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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A duração média da gestação na espécie ovina é de
 

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1310799 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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A rotação de culturas é uma prática importante na agricultura e que pode ser empregada em vários sistemas de cultivo. Com base nos seus conhecimentos, analise as seguintes afirmativas.
I) Em rotação de culturas devem-se alternar espécies com iguais sistemas radiculares e exigências nutricionais, para aproveitar melhor os resíduos dos adubos e explorar melhor as potencialidades do solo.
II) Em rotação de culturas, não se deve utilizar seguidamente espécies da mesma família botânica, pois podem ser atacadas pelas mesmas pragas e doenças; o ciclo dos insetos e dos patógenos está sincronizado com o ciclo das plantas.
III) A rotação de culturas contribui para manter e/ou melhorar a fertilidade e a estrutura do solo, reduzir doenças e pragas do solo e reduzir as perdas de solo por erosão, entre outros.
IV) Um exemplo de sistema ideal de rotação de culturas seria alternar as seguintes culturas na mesma área: tomate/pimentão/batata/fumo.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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1310682 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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A raça ovina mais criada no Rio Grande do Sul é a
 

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1310662 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Você como técnico agrícola ficou responsável pela implantação de uma lavoura de soja e precisa, com base nos resultados de análise de solo, decidir sobre o fornecimento de nutrientes para as plantas. Com base no texto e em seus conhecimentos sobre a cultura da soja, analise as seguintes afirmativas.
I) Não é recomendada a adubação nitrogenada e sim a inoculação das sementes com a bactéria Rhizobium específica (Bradyrhizobium japonicum; B. elkanni), a qual faz a fixação simbiótica de nitrogênio do ar e o transforma numa forma assimilável pelas plantas, fornecendo esse nutriente de forma gradual durante todo o ciclo.
II) Para verificar na prática a eficiência da inoculação e da fixação de nitrogênio pelas bactérias Rhizobium, deve-se arrancar algumas plantas com as raízes e cortar os nódulos ao meio. Se estiverem com uma coloração rosada, é porque a fixação de N está eficiente.
III) Para o fornecimento adequado dos nutrientes fósforo e potássio na adubação de base, deve-se utilizar o adubo 10-20-20, o qual, além de suprir as plantas com esses elementos, fornece o nitrogênio que as bactérias Rhizobium necessitam para iniciar o processo de fixação.
IV) Não há a necessidade de se realizar a calagem na lavoura, mesmo que o pH esteja baixo (abaixo de 6,0), porque a bactéria Rhizobium tolera solos ácidos, fornecendo nutrientes para as plantas de soja de forma equilibrada, o que representa economia para o produtor.
V) O enriquecimento do solo com nitrogênio (N) para a próxima safra; a liberação de N de forma gradual e lenta para a planta; o fato de não se perder N por lixiviação ou volatilização; o fornecimento de N para a planta durante todo o seu ciclo e a não acidificação do solo sãoalgumas vantagens da fixação simbiótica de N em soja.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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1310501 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Para o sistema de criação de suínos ao ar livre, a área recomendada por animal, na fase de creche, é de
 

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1310492 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Num levantamento topográfico, quando queremos medir o comprimento entre dois pontos de níveis diferentes, a distância procurada será sempre
 

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1310445 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Os hormônios envolvidos no momento da ordenha são:
 

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NOSSA FAMÍLIA ANIMAL
A relação milenar entre homens e bichos de estimação entrou numa nova fase.
Mais do que amigos, eles agora são como filhos. E a convivência pode ser tão
complicada quanto a dos pais com um adolescente temperamental
Marcelo Marthe
Eduardo Monteiro
Iniciada entre 25.000 e 50.000 anos atrás, a relação entre homens e bichos domesticados teve, a princípio, fins essencialmente utilitários. Cães vigiavam aldeias, ajudavam a caçar e pastorear. Gatos eram bem-vindos por exterminar ratos e outras pragas. Provavelmente a afeição, desde cedo, teve um papel nesse relacionamento. O primeiro indício concreto de um elo de emoção entre um humano e um animal data de 12.000 anos: são restos fossilizados de uma mulher abraçada a um filhote de cão, encontrados no Oriente Médio. O certo é que o afeto remodelou, ao longo dos séculos, os laços que nos ligam a cães e gatos. E continua a remodelá-los. É o que revelam pesquisas de comportamento ao mostrar que, mais até do que amigos, os bichos de estimação são hoje vistos como filhos ou irmãos em boa parte dos lares que os acolhem. Na Europa e nos Estados Unidos, o porcentual de donos que consideram seus bichos como familiares já chega a 30%. No Brasil, de acordo com pesquisas da multinacional francesa Evialis, uma das maiores fabricantes de alimentos para animais de estimação no mundo, esse índice é de 10% – mas aponta para cima.
Como todas as relações ancoradas na emoção, essa não é imune a crises. Os donos muitas vezes não sabem impor os devidos limites ao comportamento de seus companheiros de quatro patas – e o drama ganha cores semelhantes ao dos pais que enfrentam adolescentes revoltosos. Em meio à crescente indústria de produtos e serviços para bichos, emergiu até mesmo uma nova categoria profissional – a dos psicólogos de animais, adestradores especializados em lidar com cães e gatos neuróticos. Não, a neurose não é uma exclusividade humana. "Pessoas que aboliram a simplicidade de sua vida procuram, por meio de seus cães, reencontrá-la", diz o mais famoso desses adestradores, o mexicano Cesar Millan. "Elas precisam, no entanto, se educar para isso."
Das pinturas rupestres aos ratos e cachorros antropomórficos de Walt Disney, os animais são vistos com um misto de estranhamento e familiaridade. Nas fábulas mais tradicionais, são espelhos das qualidades e defeitos morais do homem. Mas a literatura também já os representou como forças indomáveis e irredutíveis da natureza. No século XIX, a teoria da evolução de Darwin desbancou o homem do ápice da criação para reposicioná-lo como apenas mais um dos animais moldados pela seleção natural. Essa revisão tem implicações éticas radicais. O filósofo australiano Peter Singer defende a igualdade plena de direitos entre homens e animais. Para ele, o "especismo" – a ideia de que os humanos são superiores aos demais seres – é uma forma de discriminação tão insustentável quanto o racismo. De certo modo, gatos e cachorros já galgaram um lugar privilegiado nas considerações morais das pessoas.
(...)
A Radar Pet – numa pesquisa recém-concluída com 1 307 pessoas de oito metrópoles, idealizada por uma entidade do setor, a Comissão Animais de Companhia (Comac) – fornece uma visão da intimidade dos brasileiros com seus cães e gatos. Eles estão presentes em 44% dos lares das classes A, B e C – e em lugares como Porto Alegre, Curitiba e Campinas já figuram em mais de metade das casas. O novo status que cães e gatos estão assumindo nos lares tem pelo menos duas razões sociais distintas. A primeira diz respeito ao encolhimento das famílias. Hoje são raros os casais que optam por ter mais de um ou dois filhos – o terceiro, que costuma desembarcar em casa quando esses já estão mais crescidos, é quase sempre um cão ou gato. Como demonstra o Radar Pet, as famílias em que os filhos adolescentes ou adultos ainda moram com os pais são aquelas em que a presença dos bichos é mais forte. O segundo fator é o crescimento do contingente de pessoas que vivem sozinhas nas grandes cidades e buscam um companheiro animal. Cães e gatos têm chances menores de obter abrigo nos lares formados por casais com filhos pequenos. "Nessa fase, as crianças monopolizam as atenções. Não sobra tempo para os animais", diz o executivo Luiz Luccas, presidente da Comac.
Revista Veja, 18 de julho de 2009
Na frase “Como todas as relações ancoradas na emoção, essa não é imune a crises.”, as palavras sublinhadas podem ser substituídas, sem alteração de sentido, por, respectivamente,
 

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1310203 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O milho é uma das culturas mais importantes no agronegócio brasileiro, sendo cultivado em todo o País, tanto em pequenas quanto em grandes propriedades. É considerado um cereal nobre pelo seu alto valor energético e pela diversidade de uso, seja para alimentação humana quanto de animais. Com base no texto e em seus conhecimentos sobre a cultura do milho, analise as seguintes afirmativas.
I) No Rio Grande do Sul, a época de semeadura vai de novembro a fevereiro, sendo que na Região Sul do Estado começa mais cedo do que na Região Norte, devido à presença de temperaturas mais elevadas.
II) O milho híbrido é mais produtivo, devido ao vigor híbrido, ou seja, ele é mais produtivo do que as linhagens que lhe deram origem. Já o milho crioulo é menos produtivo, mas o produtor pode produzir a sua própria semente, enquanto que para o milho híbrido, isso não é possível.
III) Uma das principais pragas do milho é a lagartado- cartucho (Spodoptera frugiperda) que pode ocorrer durante todos os estádios de desenvolvimento da cultura. O surgimento de “folhas raspadas” já é um indício da possibilidade da presença do inseto na lavoura.
IV) A primeira adubação de cobertura com nitrogênio no milho deve ser feita quando as plantas estiverem na fase de pendoamento, período em que a exigência da cultura por esse nutriente é maior.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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NOSSA FAMÍLIA ANIMAL
A relação milenar entre homens e bichos de estimação entrou numa nova fase.
Mais do que amigos, eles agora são como filhos. E a convivência pode ser tão
complicada quanto a dos pais com um adolescente temperamental
Marcelo Marthe
Eduardo Monteiro
Iniciada entre 25.000 e 50.000 anos atrás, a relação entre homens e bichos domesticados teve, a princípio, fins essencialmente utilitários. Cães vigiavam aldeias, ajudavam a caçar e pastorear. Gatos eram bem-vindos por exterminar ratos e outras pragas. Provavelmente a afeição, desde cedo, teve um papel nesse relacionamento. O primeiro indício concreto de um elo de emoção entre um humano e um animal data de 12.000 anos: são restos fossilizados de uma mulher abraçada a um filhote de cão, encontrados no Oriente Médio. O certo é que o afeto remodelou, ao longo dos séculos, os laços que nos ligam a cães e gatos. E continua a remodelá-los. É o que revelam pesquisas de comportamento ao mostrar que, mais até do que amigos, os bichos de estimação são hoje vistos como filhos ou irmãos em boa parte dos lares que os acolhem. Na Europa e nos Estados Unidos, o porcentual de donos que consideram seus bichos como familiares já chega a 30%. No Brasil, de acordo com pesquisas da multinacional francesa Evialis, uma das maiores fabricantes de alimentos para animais de estimação no mundo, esse índice é de 10% – mas aponta para cima.
Como todas as relações ancoradas na emoção, essa não é imune a crises. Os donos muitas vezes não sabem impor os devidos limites ao comportamento de seus companheiros de quatro patas – e o drama ganha cores semelhantes ao dos pais que enfrentam adolescentes revoltosos. Em meio à crescente indústria de produtos e serviços para bichos, emergiu até mesmo uma nova categoria profissional – a dos psicólogos de animais, adestradores especializados em lidar com cães e gatos neuróticos. Não, a neurose não é uma exclusividade humana. "Pessoas que aboliram a simplicidade de sua vida procuram, por meio de seus cães, reencontrá-la", diz o mais famoso desses adestradores, o mexicano Cesar Millan. "Elas precisam, no entanto, se educar para isso."
Das pinturas rupestres aos ratos e cachorros antropomórficos de Walt Disney, os animais são vistos com um misto de estranhamento e familiaridade. Nas fábulas mais tradicionais, são espelhos das qualidades e defeitos morais do homem. Mas a literatura também já os representou como forças indomáveis e irredutíveis da natureza. No século XIX, a teoria da evolução de Darwin desbancou o homem do ápice da criação para reposicioná-lo como apenas mais um dos animais moldados pela seleção natural. Essa revisão tem implicações éticas radicais. O filósofo australiano Peter Singer defende a igualdade plena de direitos entre homens e animais. Para ele, o "especismo" – a ideia de que os humanos são superiores aos demais seres – é uma forma de discriminação tão insustentável quanto o racismo. De certo modo, gatos e cachorros já galgaram um lugar privilegiado nas considerações morais das pessoas.
(...)
A Radar Pet – numa pesquisa recém-concluída com 1 307 pessoas de oito metrópoles, idealizada por uma entidade do setor, a Comissão Animais de Companhia (Comac) – fornece uma visão da intimidade dos brasileiros com seus cães e gatos. Eles estão presentes em 44% dos lares das classes A, B e C – e em lugares como Porto Alegre, Curitiba e Campinas já figuram em mais de metade das casas. O novo status que cães e gatos estão assumindo nos lares tem pelo menos duas razões sociais distintas. A primeira diz respeito ao encolhimento das famílias. Hoje são raros os casais que optam por ter mais de um ou dois filhos – o terceiro, que costuma desembarcar em casa quando esses já estão mais crescidos, é quase sempre um cão ou gato. Como demonstra o Radar Pet, as famílias em que os filhos adolescentes ou adultos ainda moram com os pais são aquelas em que a presença dos bichos é mais forte. O segundo fator é o crescimento do contingente de pessoas que vivem sozinhas nas grandes cidades e buscam um companheiro animal. Cães e gatos têm chances menores de obter abrigo nos lares formados por casais com filhos pequenos. "Nessa fase, as crianças monopolizam as atenções. Não sobra tempo para os animais", diz o executivo Luiz Luccas, presidente da Comac.
Revista Veja, 18 de julho de 2009
Segundo o texto, as relações estabelecidas entre o homem e os animais são
 

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