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NOSSA FAMÍLIA ANIMAL
A relação milenar entre homens e bichos de estimação entrou numa nova fase.
Mais do que amigos, eles agora são como filhos. E a convivência pode ser tão
complicada quanto a dos pais com um adolescente temperamental
Marcelo Marthe
Eduardo Monteiro
Iniciada entre 25.000 e 50.000 anos atrás, a relação entre homens e bichos domesticados teve, a princípio, fins essencialmente utilitários. Cães vigiavam aldeias, ajudavam a caçar e pastorear. Gatos eram bem-vindos por exterminar ratos e outras pragas. Provavelmente a afeição, desde cedo, teve um papel nesse relacionamento. O primeiro indício concreto de um elo de emoção entre um humano e um animal data de 12.000 anos: são restos fossilizados de uma mulher abraçada a um filhote de cão, encontrados no Oriente Médio. O certo é que o afeto remodelou, ao longo dos séculos, os laços que nos ligam a cães e gatos. E continua a remodelá-los. É o que revelam pesquisas de comportamento ao mostrar que, mais até do que amigos, os bichos de estimação são hoje vistos como filhos ou irmãos em boa parte dos lares que os acolhem. Na Europa e nos Estados Unidos, o porcentual de donos que consideram seus bichos como familiares já chega a 30%. No Brasil, de acordo com pesquisas da multinacional francesa Evialis, uma das maiores fabricantes de alimentos para animais de estimação no mundo, esse índice é de 10% – mas aponta para cima.
Como todas as relações ancoradas na emoção, essa não é imune a crises. Os donos muitas vezes não sabem impor os devidos limites ao comportamento de seus companheiros de quatro patas – e o drama ganha cores semelhantes ao dos pais que enfrentam adolescentes revoltosos. Em meio à crescente indústria de produtos e serviços para bichos, emergiu até mesmo uma nova categoria profissional – a dos psicólogos de animais, adestradores especializados em lidar com cães e gatos neuróticos. Não, a neurose não é uma exclusividade humana. "Pessoas que aboliram a simplicidade de sua vida procuram, por meio de seus cães, reencontrá-la", diz o mais famoso desses adestradores, o mexicano Cesar Millan. "Elas precisam, no entanto, se educar para isso."
Das pinturas rupestres aos ratos e cachorros antropomórficos de Walt Disney, os animais são vistos com um misto de estranhamento e familiaridade. Nas fábulas mais tradicionais, são espelhos das qualidades e defeitos morais do homem. Mas a literatura também já os representou como forças indomáveis e irredutíveis da natureza. No século XIX, a teoria da evolução de Darwin desbancou o homem do ápice da criação para reposicioná-lo como apenas mais um dos animais moldados pela seleção natural. Essa revisão tem implicações éticas radicais. O filósofo australiano Peter Singer defende a igualdade plena de direitos entre homens e animais. Para ele, o "especismo" – a ideia de que os humanos são superiores aos demais seres – é uma forma de discriminação tão insustentável quanto o racismo. De certo modo, gatos e cachorros já galgaram um lugar privilegiado nas considerações morais das pessoas.
(...)
A Radar Pet – numa pesquisa recém-concluída com 1 307 pessoas de oito metrópoles, idealizada por uma entidade do setor, a Comissão Animais de Companhia (Comac) – fornece uma visão da intimidade dos brasileiros com seus cães e gatos. Eles estão presentes em 44% dos lares das classes A, B e C – e em lugares como Porto Alegre, Curitiba e Campinas já figuram em mais de metade das casas. O novo status que cães e gatos estão assumindo nos lares tem pelo menos duas razões sociais distintas. A primeira diz respeito ao encolhimento das famílias. Hoje são raros os casais que optam por ter mais de um ou dois filhos – o terceiro, que costuma desembarcar em casa quando esses já estão mais crescidos, é quase sempre um cão ou gato. Como demonstra o Radar Pet, as famílias em que os filhos adolescentes ou adultos ainda moram com os pais são aquelas em que a presença dos bichos é mais forte. O segundo fator é o crescimento do contingente de pessoas que vivem sozinhas nas grandes cidades e buscam um companheiro animal. Cães e gatos têm chances menores de obter abrigo nos lares formados por casais com filhos pequenos. "Nessa fase, as crianças monopolizam as atenções. Não sobra tempo para os animais", diz o executivo Luiz Luccas, presidente da Comac.
Revista Veja, 18 de julho de 2009
O fragmento entre travessões “a ideia de que os humanos são superiores aos demais seres” funciona como
 

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1321257 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Observe as figuras que mostram a distribuição dos pintos dentro do círculo de proteção em relação à fonte de aquecimento, a qual é representada pelo círculo preto centralizado.
Enunciado 1321257-1
Para avaliar, na prática, se a temperatura está adequada, a distribuição correta dos pintos corresponde à que é mostrada na figura
 

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1321027 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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As espécies olerícolas são bastante exigentes em tratos culturais, o que exige mão-de-obra especializada. Com base nos seus conhecimentos sobre tratos culturais de hortaliças, é correto afirmar que
 

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1320979 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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A poda do pessegueiro é uma prática muito importante na formação da planta e para a produção de frutos. Essa prática não segue uma regra invariável, sendo necessário, antes de tudo, bom senso e conhecimento dos princípios e finalidades, do hábito de frutificação da espécie e da capacidade de frutificação da cultivar. Com base no texto e em seus conhecimentos sobre poda do pessegueiro, analise as afirmativas:
I) A poda de formação tem por finalidade propiciar à planta uma altura de tronco e uma estrutura de ramos adequada à exploração da cultura.
II) A época adequada para a poda de frutificação deve ser logo após a colheita, a fim de evitar a brotação precoce e, assim, prevenir a perda de reservas.
III) Na poda de frutificação, os ramos principais selecionados devem ser reduzidos em até um terço do comprimento, logo acima de um ramo lateral que se dirija para fora.
IV) Tanto na poda de formação, quanto na de frutificação, deve-se ter cuidado quanto à disposição dos ramos em relação à fila, de forma a aumentar o espaçamento entre as plantas.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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1320961 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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São fatores importantes para o controle da mamite das vacas leiteiras:
 

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1320907 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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A figura mostra um procedimento de propagação realizado em azaléia (Rhododendron simsii Planch.), planta arbustiva ornamental.
Enunciado 1320907-1
Com base no texto e em seus conhecimentos, é correto afirmar que esse tipo de propagação é denominado
 

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1320852 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Para obter resultados eficientes no controle de plantas invasoras quando se utiliza herbicida, deve-se considerar alguns aspectos técnicos relevantes, entre eles, as condições climáticas. Com base no texto e em seus conhecimentos, é correto afirmar que
 

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1320808 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O arroz-irrigado (Oryza sativa L.) é sensível a baixas temperaturas (abaixo de 15°C),principalmente
 

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1320728 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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A cultura do milho tem grande aptidão para ensilar, o que tem relação com os seguintes fatores: alta produção de massa; elevado valor nutritivo; consistência; palatabilidade e colheita rápida. De acordo com o texto e seus conhecimentos, é correto afirmar que
 

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1320701 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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As plantas medicinais têm sido cada vez mais utilizadas pelas pessoas para o tratamento de doenças, por ser mais saudável e menos oneroso. O cultivo dessas plantas é, portanto, uma alternativa de produção, principalmente em pequenas propriedades. Com base em seus conhecimentos, analise as seguintes afirmativas.
I) A produção de princípios ativos em espécies medicinais é variável em função das condições edafo-climáticas, portanto, temperatura, luminosidade, umidade, fertilidade do solo, entre outros fatores, contribuem na produção desses compostos.
II) São exemplos de espécies medicinais nativas do Brasil a espinheira-santa (Maytenus ilicifolia), o alecrim (Rosmarinus officinalis), o guaco (Mikania glomerata), a camomila (Chamomilla recutita) e a Gingko biloba.
III) O alecrim pode ser propagado por estacas, das quais devem ser retiradas as folhas da parte inferior para posteriormente serem enterradas no substrato de enraizamento.
IV) A secagem das folhas de plantas medicinais deve ser feita em secadores à temperatura não superior a 40°C, podendo-se secar simultaneamente no mesmo secador mais de uma espécies aromática.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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