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Foram encontradas 60 questões.

2244108 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 2
As línguas
Uma língua viva não é uma língua perfeitamente ajustada a um conjunto de prescrições que estabelece o que é certo e o que é errado. Os modos de falar estão encharcados das marcas do lugar em que se fala, do tempo, das características sociais de quem fala, das particularidades da situação comunicativa. Ainda que se observe uma enorme diversidade nos usos da língua, a imagem de uma língua única e homogênea é um fantasma difícil de combater.
Sabemos que falar uma variedade ou outra pode provocar efeitos diferentes sobre os interlocutores: cumplicidade, exclusão, admiração. Isso porque o valor social das variedades linguísticas não é o mesmo. As manifestações de preconceito linguístico que ecoam pela mídia impressa e as que, silenciosamente, ocorrem dentro das salas de aulas das escolas brasileiras, dão mostra de seu poder de discriminação.
Ao corrigir o empregoimprópriodo léxico ou o uso “inexato” das regras de sintaxe, não se intervém apenas na forma, se intervém nos sentidos produzidos e na identidade de quem fala. (...)
A correção do outro sempre rompe o fluxo do sentido, porque atinge o enunciador e nem sempre é possível a este retomar o rumo.
(José Carlos de Azeredo (Org.). Língua portuguesa em debate. Petrópolis: Vozes, 2000, p. 83).
Observe o trecho seguinte: “Ao corrigir o emprego “impróprio” do léxico ou o uso “inexato” das regras de sintaxe, não se intervém apenas na forma, se intervém nos sentidos produzidos e na identidade de quem fala.” O verbo sublinhado também está corretamente flexionado na alternativa:
 

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2244099 Ano: 2015
Disciplina: Braille
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
No Braille Fácil, há opções de formatação através das quais o Programa interpreta alguns caracteres que podem ser inseridos no texto. Quanto ao que esses caracteres de formatação indicam, marque a alternativa correta.
 

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2244084 Ano: 2015
Disciplina: Braille
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Em conformidade com o vocabulário de termos e expressões empregados no domínio do Sistema Braille, o profissional especialista, que domina com profundidade diferentes modalidades de aplicação do Sistema Braille, funcionando como orientador em trabalhos de adaptação, transcrição e revisão Braille, é chamado de:
 

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2244061 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 1
As línguas de sinais no Mundo
Assim como entre os idiomas falados, é grande a variedade de línguas de sinais ao redor do mundo.
Muitos linguistas se dedicaram a estudar diferentes línguas gestuais, concluindo que estas apresentavam diferenças consideráveis entre si. Deve-se levar em conta que diferenças culturais são determinantes nos modos de representação do mundo. Assim, os surdos sentem as mesmas dificuldades que os ouvintes quando necessitam comunicar com outros que utilizam uma língua diferente.
Cada país tem a sua própria língua gestual. Considerando os países lusófonos, sabemos que alguns utilizam diferentes línguas de sinais: no Brasil existe a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), em Portugal, existe a Língua Gestual de Sinais (LGP), por exemplo.
Além disso, da mesma forma que acontece nas línguas faladas oralmente, existem variações linguísticas dentro da própria língua de sinais, isto é, regionalismos ou sotaques diferentes. Essas variações se devem a ligeiras diferenças culturais e influências diversas no sistema de ensino do país, por exemplo. Há, inclusive, uma língua de sinais pretensamente universal, análoga ao Esperanto, conhecida como Gestuno, que é usada em convenções e competições internacionais.
Não se sabe quando as línguas de sinais se iniciaram, mas sua origem remonta possivelmente à mesma época ou a épocas anteriores àquelas em que foram sendo desenvolvidas as línguas orais. Uma pista interessante para admitir esta possibilidade é o fato de que o bebê humano desenvolve a coordenação motora dos membros antes de se tornar capaz de coordenar o aparelho fono-articulatório. As línguas de sinais são criações espontâneas do ser humano e se aprimoram exatamente da mesma forma que as línguas orais. Nenhuma língua é superior ou inferior a outra; cada língua se desenvolve e expande na medida da necessidade de seus usuários.
Também é comum aos ouvintes pressupor que as línguas de sinais sejam versões sinalizadas das línguas orais. No entanto, embora haja semelhanças ou aspectos comuns entre as línguas de sinais, devido a um certo contágio linguístico, as línguas de sinais são autônomas, não derivando das orais e possuindo peculiaridades que as distinguem umas das outras e das línguas orais.
A língua de sinais é tão natural e tão complexa quanto as línguas orais, dispondo de recursos expressivos suficientes para permitir aos seus usuários expressar-se sobre qualquer assunto, em qualquer situação, domínio do conhecimento e esfera de atividade. Mais importante, ainda: é uma língua adaptada à capacidade de expressão dos surdos.
(HTTP:PT.wikipedia.org/wiki/L%C3%. Acesso em 14 de março de 2015).
Conforme as informações constantes no Texto 1, o que causa diferenças entre as línguas, inclusivamente, entre as línguas de sinais, são:
 

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2243985 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 1
As línguas de sinais no Mundo
Assim como entre os idiomas falados, é grande a variedade de línguas de sinais ao redor do mundo.
Muitos linguistas se dedicaram a estudar diferentes línguas gestuais, concluindo que estas apresentavam diferenças consideráveis entre si. Deve-se levar em conta que diferenças culturais são determinantes nos modos de representação do mundo. Assim, os surdos sentem as mesmas dificuldades que os ouvintes quando necessitam comunicar com outros que utilizam uma língua diferente.
Cada país tem a sua própria língua gestual. Considerando os países lusófonos, sabemos que alguns utilizam diferentes línguas de sinais: no Brasil existe a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), em Portugal, existe a Língua Gestual de Sinais (LGP), por exemplo.
Além disso, da mesma forma que acontece nas línguas faladas oralmente, existem variações linguísticas dentro da própria língua de sinais, isto é, regionalismos ou sotaques diferentes. Essas variações se devem a ligeiras diferenças culturais e influências diversas no sistema de ensino do país, por exemplo. Há, inclusive, uma língua de sinais pretensamente universal, análoga ao Esperanto, conhecida como Gestuno, que é usada em convenções e competições internacionais.
Não se sabe quando as línguas de sinais se iniciaram, mas sua origem remonta possivelmente à mesma época ou a épocas anteriores àquelas em que foram sendo desenvolvidas as línguas orais. Uma pista interessante para admitir esta possibilidade é o fato de que o bebê humano desenvolve a coordenação motora dos membros antes de se tornar capaz de coordenar o aparelho fono-articulatório. As línguas de sinais são criações espontâneas do ser humano e se aprimoram exatamente da mesma forma que as línguas orais. Nenhuma língua é superior ou inferior a outra; cada língua se desenvolve e expande na medida da necessidade de seus usuários.
Também é comum aos ouvintes pressupor que as línguas de sinais sejam versões sinalizadas das línguas orais. No entanto, embora haja semelhanças ou aspectos comuns entre as línguas de sinais, devido a um certo contágio linguístico, as línguas de sinais são autônomas, não derivando das orais e possuindo peculiaridades que as distinguem umas das outras e das línguas orais.
A língua de sinais é tão natural e tão complexa quanto as línguas orais, dispondo de recursos expressivos suficientes para permitir aos seus usuários expressar-se sobre qualquer assunto, em qualquer situação, domínio do conhecimento e esfera de atividade. Mais importante, ainda: é uma língua adaptada à capacidade de expressão dos surdos.
(HTTP:PT.wikipedia.org/wiki/L%C3%. Acesso em 14 de março de 2015).
Identifique a afirmação que, mais explicitamente, reforça a ideia e que as línguas de sinais têm “vida própria”:
 

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2243978 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 1
As línguas de sinais no Mundo
Assim como entre os idiomas falados, é grande a variedade de línguas de sinais ao redor do mundo.
Muitos linguistas se dedicaram a estudar diferentes línguas gestuais, concluindo que estas apresentavam diferenças consideráveis entre si. Deve-se levar em conta que diferenças culturais são determinantes nos modos de representação do mundo. Assim, os surdos sentem as mesmas dificuldades que os ouvintes quando necessitam comunicar com outros que utilizam uma língua diferente.
Cada país tem a sua própria língua gestual. Considerando os países lusófonos, sabemos que alguns utilizam diferentes línguas de sinais: no Brasil existe a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), em Portugal, existe a Língua Gestual de Sinais (LGP), por exemplo.
Além disso, da mesma forma que acontece nas línguas faladas oralmente, existem variações linguísticas dentro da própria língua de sinais, isto é, regionalismos ou sotaques diferentes. Essas variações se devem a ligeiras diferenças culturais e influências diversas no sistema de ensino do país, por exemplo. Há, inclusive, uma língua de sinais pretensamente universal, análoga ao Esperanto, conhecida como Gestuno, que é usada em convenções e competições internacionais.
Não se sabe quando as línguas de sinais se iniciaram, mas sua origem remonta possivelmente à mesma época ou a épocas anteriores àquelas em que foram sendo desenvolvidas as línguas orais. Uma pista interessante para admitir esta possibilidade é o fato de que o bebê humano desenvolve a coordenação motora dos membros antes de se tornar capaz de coordenar o aparelho fono-articulatório. As línguas de sinais são criações espontâneas do ser humano e se aprimoram exatamente da mesma forma que as línguas orais. Nenhuma língua é superior ou inferior a outra; cada língua se desenvolve e expande na medida da necessidade de seus usuários.
Também é comum aos ouvintes pressupor que as línguas de sinais sejam versões sinalizadas das línguas orais. No entanto, embora haja semelhanças ou aspectos comuns entre as línguas de sinais, devido a um certo contágio linguístico, as línguas de sinais são autônomas, não derivando das orais e possuindo peculiaridades que as distinguem umas das outras e das línguas orais.
A língua de sinais é tão natural e tão complexa quanto as línguas orais, dispondo de recursos expressivos suficientes para permitir aos seus usuários expressar-se sobre qualquer assunto, em qualquer situação, domínio do conhecimento e esfera de atividade. Mais importante, ainda: é uma língua adaptada à capacidade de expressão dos surdos.
(HTTP:PT.wikipedia.org/wiki/L%C3%. Acesso em 14 de março de 2015).
O tema central que conduz o desenvolvimento do Texto 1 pode ser visto como:
 

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2243967 Ano: 2015
Disciplina: Braille
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Em conformidade com a Grafia Química Braille para uso no Brasil, a elaboração e a atualização da proposta desta Grafia consideraram, entre outros, os seguintes aspectos:
1) símbolos definidos no Código Matemático Unificado.
2) símbolos utilizados na Musicografia Braille.
3) símbolos usados em contexto informático.
4) viabilidade do uso e aplicação da grafia química por estudantes cegos.
5) facilidade do uso e aplicação da grafia química por parte de transcritores, profissionais de serviços de apoio oferecidos aos alunos com deficiência visual e professores de Química em todo o país.
Estão corretas:
 

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2243945 Ano: 2015
Disciplina: Braille
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
No que diz respeito às ligações químicas, de acordo com a Grafia Química Braille para uso no Brasil, as ligações horizontais simples, dupla e tripla são representadas respectivamente pelos pontos:
 

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2243944 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 2
As línguas
Uma língua viva não é uma língua perfeitamente ajustada a um conjunto de prescrições que estabelece o que é certo e o que é errado. Os modos de falar estão encharcados das marcas do lugar em que se fala, do tempo, das características sociais de quem fala, das particularidades da situação comunicativa. Ainda que se observe uma enorme diversidade nos usos da língua, a imagem de uma língua única e homogênea é um fantasma difícil de combater.
Sabemos que falar uma variedade ou outra pode provocar efeitos diferentes sobre os interlocutores: cumplicidade, exclusão, admiração. Isso porque o valor social das variedades linguísticas não é o mesmo. As manifestações de preconceito linguístico que ecoam pela mídia impressa e as que, silenciosamente, ocorrem dentro das salas de aulas das escolas brasileiras, dão mostra de seu poder de discriminação.
Ao corrigir o emprego “impróprio” do léxico ou o uso “inexato” das regras de sintaxe, não se intervém apenas na forma, se intervém nos sentidos produzidos e na identidade de quem fala. (...)
A correção do outro sempre rompe o fluxo do sentido, porque atinge o enunciador e nem sempre é possível a este retomar o rumo.
(José Carlos de Azeredo (Org.). Língua portuguesa em debate. Petrópolis: Vozes, 2000, p. 83).
Identifique a afirmação que, mais explicitamente, reforça as ideias que o Texto 2 defende.
 

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Questão presente nas seguintes provas
2243929 Ano: 2015
Disciplina: Braille
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
No documento intitulado Grafia Química Braille para uso no Brasil, orientações para a transcrição são fornecidas de forma a facilitar a aplicação dos símbolos dessa Grafia por professores, transcritores e usuários. Entre as orientações fornecidas, sugere-se que seja observado que:
1) nas representações das fórmulas de substâncias químicas não se usa caixa alta.
2) na transcrição de fórmulas inseridas em textos deve-se deixar duas celas vazias antes e duas celas vazias depois da sua representação, exceto nos casos em que fórmulas ou compostos são seguidos de sinais de pontuação.
3) as setas são representadas entre espaços, inclusive aquelas que possuem símbolos abaixo e/ou acima.
4) o corte das equações químicas é feito antes ou depois de símbolos operatórios, símbolos de relações numéricas ou setas, não sendo necessária a repetição destes símbolos na linha seguinte.
5) em textos científicos, não se usa estenografia para evitar confusões na leitura.
Estão corretas:
 

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