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A figura abaixo mostra as escalas de leitura de um micrômetro, aparelho bastante útil para medidas precisas das dimensões de pequenos objetos. O princípio de funcionamento deste aparelho consiste na divisão da escala principal (milimétrica) do instrumento em uma escala angular (vernier) de maior precisão, de tal forma que duas voltas completas do tambor correspondem a um avanço de 1 milímetro no parafuso micrométrico. A escala angular do tambor contém 50 subdivisões, de tal forma que cada subdivisão menor do aparelho corresponde a uma fração de!$ (0.5/50) mm = 0.01 mm = 10 \mu m !$. Com base na figura abaixo, o melhor valor da medida do comprimento do objeto analisado com este micrômetro será igual a:

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Um cômodo de uma casa apresenta um formato retangular, sendo que uma das suas paredes tem um comprimento de 500,00cm e a outra parede mede 454,50cm. Essas medidas foram aferidas com uma fita métrica (milimetrada) mostrada na figura abaixo. O valor aproximado do perímetro do cômodo da casa, considerando-se os algarismos significativos e a incerteza da medida, é dado por:

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O circuito mostrado na figura abaixo é constituído por uma bateria ideal que fornece uma tensão nominal igual a 18 Volts de voltagem contínua (18VDC) a uma associação mista formada por 06 resistores cerâmicos semelhantes: R1 = R2 = R3 = R4 = R5 = R6 = 100 Ohms. Um amperímetro ideal foi ligado em série com a resistência elétrica R2, conforme indica a figura. O valor da corrente elétrica indicada pelo amperímetro é igual a:

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Estando carregada, a bateria de uma câmera de vídeo dura 2 horas, se usada para gravação, e dura 3 horas, se usada para exibir um vídeo já gravado. Começando com a bateria carregada, qual o maior tempo de vídeo que se pode gravar, se se deseja também assistir o vídeo gravado, sem recarregar a bateria?
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TEXTO
A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012,
Economia, p.4. Adaptado.
Segundo a Reitora da IFPE, “o ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil.” (§ 4). Essa afirmação nos leva a concluir que:
1) o ensino técnico não tinha valor antes de 1970.
2) o setor industrial foi responsável pela valorização do ensino técnico.
3) após 1980, o ensino técnico perdeu o valor.
4) o impulso sofrido pelo setor industrial repercutiu na avaliação do ensino técnico.
Estão corretas:
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Sobre correio eletrônico, analise as seguintes proposições.
1) O correio eletrônico é um serviço que permite a troca de mensagens entre usuários cadastrados.
2) Para receber um e-mail, não é necessário estar on-line, já que o mesmo fica armazenado diretamente na estação cliente, e não no servidor de e-mail do seu provedor ou prestador de serviços.
3) O arquivo enviado junto com uma mensagem no correio eletrônico é denominado “anexo”.
Está(ão) correta(s), apenas:
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Uma das maiores temperaturas já registradas no Brasil foi de +44,7º C, no dia 21 de novembro de 2005, na cidade de Bom Jesus, no Piauí. Já uma das temperaturas mais baixas registradas no Brasil foi de –14º C, no dia 11 de junho de 1952, na cidade de Caçador, em Santa Catarina. Quais são, respectivamente, os valores da maior e da menor temperatura já registradas no Brasil conforme o sistema internacional de unidades (SI)?
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TEXTO
A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012,
Economia, p.4. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a concordância está de acordo com as regras do padrão culto da língua.
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Quando calibramos o pneu de um automóvel, normalmente, enchemos o interior do pneu com uma atmosfera de gás nitrogênio (N2) a uma pressão de cerca de 30 psi (libras por polegada quadrada) para veículos leves de passeio. No sistema internacional de unidades (SI), qual a pressão correspondente a este valor usado na calibração do pneu do automóvel?
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A medida padrão da massa no Sistema Internacional de Unidades (SI) foi definida durante a realização da Reunião Geral de Pesos e Medidas de 1889, sob a responsabilidade do órgão internacional responsável por gerenciar a Metrologia Legal em escala mundial. A definição atual da unidade de massa corresponde:
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