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Foram encontradas 40 questões.

3011433 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

As operações de coleta, transporte e distribuição são fundamentais para a qualidade da matéria-prima e dos produtos. Avalie as afirmações abaixo.

I - O tempo transcorrido entre a ordenha inicial e seu recebimento no estabelecimento que vai beneficiá-lo deve ser, no máximo, de 48h (quarenta e oito horas), recomendando-se, como ideal, um período não superior a 24h (vinte e quatro horas).

II - A temperatura e o volume de leite coletado não precisam ser registrados após o término do procedimento.

III - O leite que apresentar qualquer anormalidade ou não estiver refrigerado adequadamente pode ser coletado a granel, pois irá passar por tratamento térmico na indústria de beneficiamento.

Quais estão corretas?

 

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3011432 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

Os produtos lácteos comercializados no Brasil devem atender os Regulamentos Técnicos de Identidade e Qualidade definidos e aprovados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O leite ultra alta temperatura (UHT) pode ser classificado, quanto ao conteúdo de matéria gorda, em integral, semidesnatado ou parcialmente desnatado e desnatado. Para tanto, a quantidade de gordura, de leite, em g/100, para cada tipo, deve ser, respectivamente:

 

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3011431 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

Considere o trecho a seguir sobre as ferramentas de gestão da segurança na indústria de alimentos.

As boas práticas de fabricação (BPF) são aplicadas em , enquanto as boas práticas (BP) são aplicadas em . A Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) é um sistema que deve ser implementado às BPF e BP, objetivando os possíveis perigos biológicos, químicos e físicos.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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3011430 Ano: 2018
Disciplina: Nutrição
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando a classificação dos microrganismos com sua respectiva tolerância ao oxigênio.

(1) Aeróbios obrigatórios

(2) Aeróbios facultativos

(3) Anaeróbios obrigatórios

(4) Microaerófilos

( ) Multiplicam-se tanto na presença como na ausência de oxigênio.

( ) Desenvolvem-se somente em ambientes com concentrações reduzidas de oxigênio.

( ) Multiplicam-se somente na presença de altas concentrações de oxigênio.

( ) Multiplicam-se somente na ausência de oxigênio.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é

 

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3011429 Ano: 2018
Disciplina: Nutrição
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

O valor nutricional dos alimentos é de suma importância para a população, que tem o direito de conhecer informações nutricionais que influenciam diretamente na sua saúde. Considerando um iogurte natural, que contém em sua composição, por 100g de parte comestível, 4,0g de proteína, 3,0g de lipídeos e 2,0g de carboidratos, qual é o valor calórico deste alimento em 100g de parte comestível?

 

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3011428 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

A refrigeração e o congelamento são métodos de conservação amplamente usados para o prolongamento da vida útil de alimentos in natura e industrializados. Com relação ao uso correto do frio na conservação de alimentos, avalie as afirmações abaixo.

I - As baixas temperaturas empregadas no congelamento de alimentos determinam a formação de cristais de gelo; quando o congelamento é realizado de maneira lenta, formam-se grandes cristais nos tecidos celulares, quando realizado de maneira rápida, formam-se cristais de tamanho reduzido.

II - O uso da refrigeração, após a pasteurização do leite, é desnecessário e causa perda da qualidade nutricional e microbiológica devido ao abaixamento da temperatura.

III - Entre as vantagens do congelamento, estão a inibição da deterioração microbiana e a redução da velocidade das reações químicas.

Quais estão corretas?

 

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Quem me leva à residência de Menandro Olinda é o padre Pedro Paulo. Disse ao maestro que eu queria conhecê-lo pessoalmente e o pobre homem ficou lisonjeado. Subimos a velha e estreita escada que cheira a mofo de porão, e cujos degraus rangem ao passo dos que sobem ou descem. O professor nos recebe à sua porta, abraça-me como a um velho amigo, mas quando lhe quero apertar a mão ele sacode a cabeça negativamente: “Desculpe-me, mas não costumo apertar a mão de ninguém. Tenho de poupá-las. São a minha fortuna. Com elas quero ainda conquistar o mundo”. Dá-me outro abraço apertado do qual suas mãos não participam. “Entrem. Sentem-se. Esta é a vossa casa. Desculpem a desordem. É a caverna dum eremita”.

Curioso. Conheço esta sala. Talvez duma peça de teatro. Ou dum romance. Cheiro de bolor e tempo. O tapete, de tipo persa, muito poído e desbotado. Móveis antigos. O piano de cauda a um canto. Retratos de gente morta nas paredes. A máscara de gesso de Beethoven, copiada de bronze que está na escultura de Fernando Corona, na praça da Matriz de Porto Alegre. Poeira nos móveis. Num ângulo da sala, uma pilha de partituras de piano. Uma estante de tipo art noveau com livros. Um divã com uma coberta de veludo grená. Velhas cadeiras estofadas de brocado cor de ouro velho, mas já muito seboso e esfiapado.

– Venha ver a vista aqui da sacada! – convida-me o professor.

Aproximo-me dele. Um ranço de suor muitas vezes dormido exala-se do corpo deste homem alto e descarnado, de rosto longo, testa olímpica e pele alva. Seus cabelos, com grandes entradas, são ralos, já meio grisalhos, compridos e esfarripados.

Avisto a Praça da República, as paineiras floridas, as torres da Matriz, gente andando pelas calçadas, namorados sentados nos bancos, o fotógrafo lambe-lambe postado perto do coreto.

Voltamos para a sala. Os olhos do professor estão fitos em mim, como se ele estivesse procurando avaliar-me, tentando descobrir que espécie de homem sou.

Adaptado de VERISSIMO, E. Incidente em Antares. 49.ed. São Paulo: Globo, 1997.

Considere as seguintes afirmações.

I - Poderíamos inserir uma vírgula antes de e sem incorrer em erro de pontuação.

II - Poderíamos retirar a vírgula antes de e sem incorrer em erro de pontuação.

III - Poderíamos inserir uma vírgula antes de e sem incorrer em erro de pontuação.

Quais estão corretas?

 

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Quem me leva à residência de Menandro Olinda é o padre Pedro Paulo. Disse ao maestro que eu queria conhecê-lo pessoalmente e o pobre homem ficou lisonjeado. Subimos a velha e estreita escada que cheira a mofo de porão, e cujos degraus rangem ao passo dos que sobem ou descem. O professor nos recebe à sua porta, abraça-me como a um velho amigo, mas quando lhe quero apertar a mão ele sacode a cabeça negativamente: “Desculpe-me, mas não costumo apertar a mão de ninguém. Tenho de poupá-las. São a minha fortuna. Com elas quero ainda conquistar o mundo”. Dá-me outro abraço apertado do qual suas mãos não participam. “Entrem. Sentem-se. Esta é a vossa casa. Desculpem a desordem. É a caverna dum eremita”.

Curioso. Conheço esta sala. Talvez duma peça de teatro. Ou dum romance. Cheiro de bolor e tempo. O tapete, de tipo persa, muito poído e desbotado. Móveis antigos. O piano de cauda a um canto. Retratos de gente morta nas paredes. A máscara de gesso de Beethoven, copiada de bronze que está na escultura de Fernando Corona, na praça da Matriz de Porto Alegre. Poeira nos móveis. Num ângulo da sala, uma pilha de partituras de piano. Uma estante de tipo art noveau com livros. Um divã com uma coberta de veludo grená. Velhas cadeiras estofadas de brocado cor de ouro velho, mas já muito seboso e esfiapado.

– Venha ver a vista aqui da sacada! – convida-me o professor.

Aproximo-me dele. Um ranço de suor muitas vezes dormido exala-se do corpo deste homem alto e descarnado, de rosto longo, testa olímpica e pele alva. Seus cabelos, com grandes entradas, são ralos, já meio grisalhos, compridos e esfarripados.

Avisto a Praça da República, as paineiras floridas, as torres da Matriz, gente andando pelas calçadas, namorados sentados nos bancos, o fotógrafo lambe-lambe postado perto do coreto.

Voltamos para a sala. Os olhos do professor estão fitos em mim, como se ele estivesse procurando avaliar-me, tentando descobrir que espécie de homem sou.

Adaptado de VERISSIMO, E. Incidente em Antares. 49.ed. São Paulo: Globo, 1997.

Assinale com 1 aqueles pronomes que se referem ao narrador do texto e com 2 aqueles pronomes que não se referem ao narrador do texto.

( ) me

( ) me

( ) lhe

( ) me

( ) me

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

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Por volta das 6 horas da manhã de quinta-feira, 23 de abril de 1500, quando o sol nasceu na ampla em frente ao morro batizado de Monte Pascoal, a esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral estava ancorada a 36 quilômetros da costa. Assim que o dia raiou, a frota se pôs cuidadosamente em marcha, avançando cerca de 30 quilômetros em três horas, no rumo daquelas praias banhadas de luz. Por volta das 10 da manhã, os navios lançaram âncoras, fundeando outra vez. Estavam agora a 3 quilômetros da praia, em frente foz de um pequeno rio, cujas águas se jogavam contra o mar, depois de serpentear em meio ao emaranhado de uma floresta densa.

Então, na areia, margens daquele regato, entre a mata e o mar, os portugueses viram “homens que andavam pela praia, obra de sete ou oito”. A um sinal do comandante-mor, os capitães dos outros navios embarcaram em batéis e esquifes e se dirigiram à nau capitânia para uma breve reunião. Logo após ela, Cabral decidiu enviar à terra o experiente Nicolau Coelho, que estivera na Índia com Vasco da Gama. Junto com ele, seguiram Gaspar da Gama – que, além do árabe, falava os dialetos hindus da costa do Malabar –, mais um grumete da Guiné e um escravo de Angola. Os portugueses conseguiram reunir, assim, homens dos três continentes conhecidos até então, e capazes de falar seis ou sete línguas diferentes.

Mas, quando o batel de Nicolau Coelho chegou à foz do pequeno rio, não foi possível travar diálogo algum com os nativos – agora já “cerca de 18 ou 20”. Os rugidos de um mar que começava a se encapelar impediram que houvesse “fala ou entendimento”. De todo modo, os tripulantes do batel concluíram que nunca haviam visto homens como aqueles, “pardos, todos nus, sem nenhuma coisa que lhes cobrisse suas vergonhas”.

Os nativos se aproximaram do bote, “todos rijamente, trazendo nas mãos arcos e setas. Nicolau Coelho fez sinal para que pousassem seus arcos. Eles os pousaram”. E então, mesmo que não pudessem ouvir o que gritavam uns para os outros, portugueses e indígenas fizeram sua primeira troca. Sem descer do barco, Coelho jogou à praia um gorro vermelho, típico dos marujos lusos, um sombreiro preto e a carapuça de linho que usava na própria cabeça. Os nativos retribuíram dando-lhe um cocar, além de um colar de contas brancas. De certa forma, estava iniciando-se ali uma aliança entre aquela tribo e os portugueses.

Adaptado de BUENO, E. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.

Considere as seguintes propostas de substituição de elementos coesivos do texto e assinale com 1 aquelas que mantêm o mesmo sentido do texto e com 2 aquelas que alteram o sentido original do texto.

( ) Então por Por isso.

( ) assim por dessa forma.

( ) Mas por todavia.

( ) mesmo que por conquanto.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

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Por volta das 6 horas da manhã de quinta-feira, 23 de abril de 1500, quando o sol nasceu na ampla em frente ao morro batizado de Monte Pascoal, a esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral estava ancorada a 36 quilômetros da costa. Assim que o dia raiou, a frota se pôs cuidadosamente em marcha, avançando cerca de 30 quilômetros em três horas, no rumo daquelas praias banhadas de luz. Por volta das 10 da manhã, os navios lançaram âncoras, fundeando outra vez. Estavam agora a 3 quilômetros da praia, em frente foz de um pequeno rio, cujas águas se jogavam contra o mar, depois de serpentear em meio ao emaranhado de uma floresta densa.

Então, na areia, margens daquele regato, entre a mata e o mar, os portugueses viram “homens que andavam pela praia, obra de sete ou oito”. A um sinal do comandante-mor, os capitães dos outros navios embarcaram em batéis e esquifes e se dirigiram à nau capitânia para uma breve reunião. Logo após ela, Cabral decidiu enviar à terra o experiente Nicolau Coelho, que estivera na Índia com Vasco da Gama. Junto com ele, seguiram Gaspar da Gama – que, além do árabe, falava os dialetos hindus da costa do Malabar –, mais um grumete da Guiné e um escravo de Angola. Os portugueses conseguiram reunir, assim, homens dos três continentes conhecidos até então, e capazes de falar seis ou sete línguas diferentes.

Mas, quando o batel de Nicolau Coelho chegou à foz do pequeno rio, não foi possível travar diálogo algum com os nativos – agora já “cerca de 18 ou 20”. Os rugidos de um mar que começava a se encapelar impediram que houvesse “fala ou entendimento”. De todo modo, os tripulantes do batel concluíram que nunca haviam visto homens como aqueles, “pardos, todos nus, sem nenhuma coisa que lhes cobrisse suas vergonhas”.

Os nativos se aproximaram do bote, “todos rijamente, trazendo nas mãos arcos e setas. Nicolau Coelho fez sinal para que pousassem seus arcos. Eles os pousaram”. E então, mesmo que não pudessem ouvir o que gritavam uns para os outros, portugueses e indígenas fizeram sua primeira troca. Sem descer do barco, Coelho jogou à praia um gorro vermelho, típico dos marujos lusos, um sombreiro preto e a carapuça de linho que usava na própria cabeça. Os nativos retribuíram dando-lhe um cocar, além de um colar de contas brancas. De certa forma, estava iniciando-se ali uma aliança entre aquela tribo e os portugueses.

Adaptado de BUENO, E. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.

Considere as seguintes afirmações acerca de alguns eventos narrados no texto.

I - Primeiramente os portugueses tiveram receio de uma recepção hostil por parte dos indígenas; depois, perceberam que poderiam tentar um contato amistoso com os nativos.

II - Os indígenas mantiveram, na aproximação dos portugueses, uma atitude de desconfiança; entretanto, portugueses e indígenas puderam estabelecer uma relação não hostil.

III - Cabral resolveu não participar do primeiro encontro com os indígenas, uma vez que não dominava outra língua além do português; isso dificultaria sua comunicação com os nativos.

Quais estão corretas?

 

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