Foram encontradas 50 questões.
Lucas, 10 anos, mora com a mãe e dois irmãos em uma comunidade urbana de baixa renda. A mãe, trabalhadora informal, relata rotina alimentar marcada por consumo elevado de alimentos ultraprocessados, devido à praticidade e ao preço mais acessível. Na escola, Lucas evita atividades físicas, prefere jogos eletrônicos e costuma consumir refrigerante diariamente. Na avaliação antropométrica: IMC > P97 para idade e sexo; PA no percentil 90. Exames laboratoriais mostram triglicerídeos e LDL-colesterol elevados.
Considerando os determinantes sociais da saúde, o Guia Alimentar da População Brasileira e as diretrizes da SBP, qual a conduta mais adequada para o manejo inicial deste pacirente?
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Um homem de 38 anos é admitido no pronto atendimento após explosão de gás em cozinha industrial. Apresenta dor intensa, taquicardia e áreas corporais extensas acometidas. Ao exame físico:
• Face anterior do tórax e abdome com lesões eritematosas, úmidas, com bolhas rotas e dor intensa à palpação.
• Membro superior direito com área esbranquiçada, seca, indolor, com ausência de enchimento capilar.
• Face com vibrissas chamuscadas e fuligem em cavidade oral.
• Peso estimado: 80 kg.
• Superfície corporal queimada (SCQ): tórax e abdome anteriores completos, membro superior direito completo.
Considerando a classificação das queimaduras, profundidade, extensão e critérios de gravidade, assinale a alternativa que melhor descreve a classificação e a conduta inicial prioritária.
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A equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha a família Souza, residente em uma comunidade urbana com alto índice de doenças crônicas e baixa adesão ao tratamento.
• Pai (68 anos): hipertenso há 15 anos, diabético tipo 2, insuficiência renal leve, faz uso diário de hidroclorotiazida, metformina, estatina e AAS; apresenta PA de 155/100 mmHg; relata esquecimento frequente da medicação e sintomas leves de hipotensão ocasional.
• Mãe (65 anos): hipertensa controlada com IECA, PA 140/80 mmHg, mas com histórico de tosse persistente e artrite, usando analgésicos esporadicamente.
• Filho (35 anos): saudável, mas envolvido no cuidado da família.
Durante visitas domiciliares, a equipe identifica:
• Uso simultâneo de múltiplos medicamentos (polifarmácia) com risco de interações e eventos adversos;
• Dificuldade da família em organizar horários e adesão às medicações;
• Necessidade de orientação sobre riscos, monitoramento e ajuste terapêutico, integrando MCCP, EPS e coordenação multiprofissional.
Considerando diretrizes atuais de tratamento da HAS, MCCP, abordagem familiar, EPS e polifarmácia na APS, qual deverá ser a conduta mais adequada para esta família?
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Responda as questões 34 e 35 de acordo com o caso abaixo:
Uma equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha a família Silva:
• Mãe (35 anos): diabética tipo 2, gestante de 30 semanas, com sobrecarga de cuidados familiares.
• Pai (37 anos): hipertenso, ex-tabagista, baixa adesão ao tratamento.
• Filho adolescente (16 anos): obesidade e sintomas de ansiedade.
• Filha adolescente (14 anos): transtorno alimentar leve, baixa motivação para atividades escolares.
• Avó (62 anos): hipertensa, artrose avançada e mobilidade reduzida.
A família apresenta dificuldades socioeconômicas, insegurança alimentar e conflitos internos na divisão de tarefas. A equipe decide implementar uma intervenção integrada baseada em:
• Abordagem familiar
• Educação Popular em Saúde (EPS)
• Método clínico centrado na pessoa (MCCP)
• Coordenação multiprofissional do cuidado
Durante uma oficina de EPS com a família Silva, a equipe percebe que alguns membros acreditam que “profissionais de saúde sabem tudo e nós só precisamos obedecer”, enquanto outros querem discutir problemas reais do cotidiano.
Qual deverá ser a abordagem adequada para esta família pela equipe?
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Responda as questões 34 e 35 de acordo com o caso abaixo:
Uma equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha a família Silva:
• Mãe (35 anos): diabética tipo 2, gestante de 30 semanas, com sobrecarga de cuidados familiares.
• Pai (37 anos): hipertenso, ex-tabagista, baixa adesão ao tratamento.
• Filho adolescente (16 anos): obesidade e sintomas de ansiedade.
• Filha adolescente (14 anos): transtorno alimentar leve, baixa motivação para atividades escolares.
• Avó (62 anos): hipertensa, artrose avançada e mobilidade reduzida.
A família apresenta dificuldades socioeconômicas, insegurança alimentar e conflitos internos na divisão de tarefas. A equipe decide implementar uma intervenção integrada baseada em:
• Abordagem familiar
• Educação Popular em Saúde (EPS)
• Método clínico centrado na pessoa (MCCP)
• Coordenação multiprofissional do cuidado
Considerando os princípios do MCCP e abordagem familiar na APS, assinale a alternativa correta.
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Uma família de cinco membros é acompanhada pela equipe de Atenção Primária à Saúde (APS). A mãe, 34 anos, apresenta diabetes tipo 2 e obesidade; o pai, 37 anos, hipertensão arterial e histórico de alcoolismo; uma filha adolescente apresenta transtorno alimentar leve; outro filho adolescente apresenta asma persistente mal controlada; e a avó, 62 anos, possui artrose avançada e mobilidade reduzida. Durante visitas domiciliares, a equipe identifica dificuldades financeiras, sobrecarga de cuidados sobre a mãe, conflitos de comunicação e baixa adesão ao tratamento de alguns membros. A equipe deve planejar intervenções de saúde, respeitando princípios da Medicina de Família e Comunidade e da APS.
Diante desse cenário, qual a conduta mais adequada?
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Homem de 42 anos é atendido na Unidade Básica de Saúde por apresentar múltiplas lesões cutâneas hipocrômicas e eritematosas, mal delimitadas, com perda de sensibilidade térmica e dolorosa, além de espessamento do nervo ulnar bilateral. Ao exame dermatoneurológico, identificam-se mais de cinco lesões e comprometimento neural. A baciloscopia de raspado intradérmico encontra-se positiva.
Após a confirmação diagnóstica, a equipe da Atenção Primária qual seria o plano terapêutico mais adequado?
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Homem de 64 anos, ex-tabagista (45 maços/ano), procura a Unidade Básica de Saúde por dispneia progressiva aos esforços habituais, tosse crônica e expectoração matinal. Refere duas exacerbações no último ano, sendo uma com necessidade de internação hospitalar. Utiliza broncodilatador de curta duração sob demanda.
A espirometria pós-broncodilatador demonstra:
• VEF1/CVF = 0,62
• VEF1 = 48% do previsto
Na avaliação de sintomas, apresenta CAT = 18. Não há diagnóstico prévio de asma.
Qual deverá ser a conduta mais adequada para este paciente?
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Um homem de 38 anos procura a Unidade Básica de Saúde queixando-se de azia e regurgitação ácida frequentes, principalmente após refeições copiosas ou à noite, há cerca de 6 meses. Refere tosse seca ocasional e sensação de “gosto amargo na boca” pela manhã. Nega disfagia, dor torácica intensa, vômitos ou perda de peso. O paciente possui sobrepeso, é tabagista e consome café diariamente. Nega comorbidades crônicas. Ao exame físico, sem alterações relevantes. Não há disponibilidade imediata de endoscopia na unidade.
Qual a conduta mais adequada para este paciente?
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- O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 foi claro: a inteligência artificial (IA) deixou
- de ser tendência e passou a ser estratégia central nas organizações. A discussão já não gira em
- torno de "se" a IA será adotada, mas "como" ela será integrada aos modelos de negócio, aos
- processos decisórios e à forma como o trabalho é estruturado.
- Tratar a inteligência artificial como um projeto paralelo, um laboratório isolado de inovação
- ou uma simples iniciativa de tecnologia é um erro estratégico. Os debates e relatórios
- apresentados em Davos mostram que as organizações que geram valor consistente são aquelas
- que conectam a IA à execução, à governança e ao desenho organizacional. A IA não pode ser
- encarada como uma ferramenta acessória, mas como uma infraestrutura de competitividade,
- comparável à eletricidade ou à internet em outros momentos da história econômica.
- [...] O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de 1,1 bilhão de empregos serão
- transformados pela tecnologia na próxima década e que 86% das empresas globais serão
- impactadas diretamente por IA e processamento de dados até 2030. A própria instituição ressalta
- que a inteligência artificial tende a criar mais postos de trabalho do que eliminar, desde que haja
- investimento deliberado em requalificação profissional, redesenho das funções e novas formas de
- organização do trabalho.
- Davos também apresentou quatro cenários possíveis para o futuro do trabalho até 2030. [...]
- Em todos os cenários, há um ponto comum: sem desenvolvimento consistente de talentos, não há
- ganho sustentável de produtividade nem crescimento econômico de longo prazo.
- No Brasil, esse movimento é visível. Levantamento do Infojobs aponta que as vagas que
- exigem conhecimentos em inteligência artificial cresceram 65% em 2025, consolidando a IA
- como uma qualificação concreta para geração de emprego e renda. Dados do LinkedIn reforçam
- essa tendência: o percentual de profissionais que utilizam IA diariamente no trabalho no país
- saltou de 17% para 35% em apenas 18 meses. Além disso, 78% dos trabalhadores brasileiros
- afirmam que pretendem aprender novas habilidades ligadas à IA, sinalizando uma mudança
- acelerada de mentalidade no mercado nacional. [...].
ALMEIDA, P.O recado de Davos sobre inteligência artificial. Correio Brasilienze. 24 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2026/02/7360879-o-recado-de-davos-sobre-inteligencia-artificial.html
Assinale a alternativa cuja palavra, como “infraestrutura” (linha 09), está corretamente grafada conforme as normas vigentes.
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