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Paciente 58 anos, sexo feminino, comparece à UPA com queixa de tosse e dispneia há 1 semana. Ao exame físico paciente encontra-se orientada e cooperativa, BEG, FC: 100 bpm, FR: 33 irpm e PA:125/89. Traz exames revelando Hb= 13g/dl; Ur =40 mg/dl ; Cr= 0,62 mg/dl. Paciente foi tratada ambulatorialmente com levofloxacino 750 mg/dia VO. Sendo a melhor conduta para pneumonia neste caso.
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Artrite periférica, conjuntivite, flebite, eritema nodoso, epiesclerite e colangite esclerosante podem ser manifestações extra intestinais de doença de Chron.
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São considerados fatores de risco para patógenos resistentes aos tratamentos habituais para pneumonia adquirida na comunidade: Uso de antibióticos nos últimos 90 dias, supressão da acidez gástrica, Hemodiálise crônica nos últimos 30 dias e alimentação por sonda.
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Na avaliação física do paciente com doença pulmonar obstrutiva crônica, os sinais de hiperinsuflação podem tornarse proeminentes, incluindo tórax em barril sibilos expiratórios e expansão diafragmática ruim. Baqueteamento digital, além de ser indicativo de CA de pulmão, também é um sinal de DPOC.
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A DPOC é um distúrbio progressivo, mas o ritmo de perda da função pulmonar sofre redução significativa com bastante frequência caso haja cessação do tabagismo. Os indivíduos podem desenvolver DPOC por sofrerem uma redução máxima na função pulmonar alcançada, por uma fase de platô encurtada ou por um declínio acelerado na função pulmonar.
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M.J.A, 45 anos, sexo feminino, possui asma desde os 10 anos de idade. Atualmente relata sintomas diários mas não contínuos, crises frequentes, atividades diárias prejudicadas devido o cansaço e despertares notumos devido a asma 1 vez na semana. Foi dado o diagnóstico de asma moderada persistente, sendo prescrito corticoide inalatório em doses baixas e SABA para aliviar os sintomas.
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A asma possui como diagnóstico diferencial outros distúrbios que podem causar sibilos e dispneia. A obstrução da via aérea superior por tumor, edema laríngeo, pneumonia, corpo estranho e a síndrome de Churg-Strauss podem simular asma, porém é observado alterações distintas no exame físico.
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Betabloqueadores podem ser úteis no tratamento da hipertensão em pacientes idosos com circulação “hipercinética”. Além disso, outras indicações importantes são angina, taquiarritmias e insuficiência cardíaca.
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Os indícios para formas secundárias de hipertensão arterial são aparência cushingóide, tireomegalia, sopro abdominal (estenose da artéria renal) e pulsos femorais tardios (coarctação da aorta).
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Na hipertensão arterial secundária por feocromocitoma é comum a ocorrência de episódios súbitos de cefaléia, palpitações e sudorese profusa. Os achados associados consistem em perda crônica de peso, hipotensão ortostática e comprometimento da tolerância à glicose.
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